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quinta-feira, 12 de julho de 2018
quinta-feira, 5 de janeiro de 2017
Estudo Científico comprovando o Dilúvio e a Arca de Noé
Obs.: Alguns relatos da arca ter sido encontrada ou vista não são comprovados, são testemunhos passíveis de crença por parte de cada um, mas outros dados do estudo se mostram confiáveis ainda hoje.
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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
A Arca de Noé e o Dilúvio
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sexta-feira, 6 de junho de 2014
Estudantes universitários surpreendidos com a precisão Bíblica sobre a Arca de Noé
Por Brian Thomas
Estudantes de Física avançada da Universidade de Leicester receberam a missão de determinar se as dimensões Bíblicas da Arca de Noé – assumindo que foi bem construída - poderia suportar a massa de 70,000 animais. O estudante Kayie Raymer disse ao “The Telegraph” (Reino Unido) que, depois de outros projetos “mais sérios”, este foi “algo de diferente”. (1)
O que foi que os alunos universitários apuraram? Usando 48,2 centímetros como o comprimento do cúbito para estimar a dimensão total da arca, e usando a densidade da água e o princípio de flutuabilidade de Arquimedes, os estudantes calcularam a massa total que a arca poderia conter sem se afundar.
Segundo o “The Telegraph”, e embora não citando qualquer fonte, “Pesquisas prévias sugeriram que existiam aproximadamente 35,000 espécies de animais que precisariam de ser salvas por Noé“. Duplicando este número para contabilizar os machos e as fêmeas de cada espécie, o grupo estudantil estimou que a Arca precisava de ter contido aproximadamente 70,000 criaturas.
Para surpresa dos alunos, foi apurado que esta quantidade de animais não excedia a massa total que a Arca poderia conter. O estudante de Física Thomas Morris disse o seguinte ao “The Telegraph”:
"Não se pensa na Bíblia necessariamente como uma fonte de informação cientificamente acertada, e como tal, ficamos relativamente surpreendidos quando descobrimos que a Arca poderia funcionar."
Os estudantes publicaram os seus resultados no “Journal of Physics Special Topics” da Universidade de Leicester.
Os resultados dos estudantes que se basearam numa estimativa de 70,000 criaturas, excede as expectativas bíblicas, dando mais segurança à crença de que a Arca poderia conter tudo o que precisava – incluindo a comida e até água.
As criaturas sofrem variações dentro dos limites do seu “tipo” ou dentro das suas formas fundamentais, e como tal, Noé não precisaria de levar todas as “espécies” - termo moderno que parece ter tantas definições quanto o número de pesquisadores que o usam.
O que dizer dos detalhes Bíblicos fornecidos em Gênesis que colocaram ênfase nos 7 de cada tipo de ave – provavelmente com o significado de 7 pares de cada tipo de ave - dentro da Arca de Noé? Se nesta situação as “espécies” atuais fossem substituídas pelos “tipos” básicos, então o número total de aves muito provavelmente excederia a capacidade da Arca.
No entanto, os biólogos criacionistas têm vasculhado a literatura disponível em busca de registos (focados na reprodução doméstica) que possam ser úteis para se estimar quais as “espécies” que muito provavelmente pertenciam a um “tipo”. (2) Por exemplo, estudos relativos à reprodução colocam os pardais e os tentilhões dentro do mesmo “tipo”. (3)
Em vez de 1,000 “espécies” de pardais ou de tentilhões, dentro da Arca muito provavelmente encontravam-se 14 representantes do grupo pardal-tentilhão. Se formos aplicar este princípio a todas as “espécies” da Arca, isso reduziria de modo drástico as 70,000 criaturas estimadas pelos estudantes da Universidade de Leicester.
O livro “Noah’s Ark: A Feasibility Study”, do pesquisador criacionista John Woodmorappe, estimou que o número de “tipos” presente na Arca, combinando o número de famílias de criaturas terrestres que respiram pelas narinas, existentes e extintas, era de 8,000 – totalizando 16,000 criaturas, incluindo sete pares de aves e animais limpos. (4) Isso haveria de requerer apenas um terço do volume da Arca, deixando bastante espaço para as provisões e para as pessoas.
É espantoso o que acontece quando a precisão da Bíblia é testada; segundo o “The Telegraph”, os estudantes de Física da Universidade de Leicester “ficaram surpreendidos por descobrirem que a Arca poderia ter flutuado”.(1)
Quão mais surpreendidos ficariam eles se viessem a descobrir que a Arca não só poderia ter flutuado, como poderia ter transportado os seus passageiros e as suas provisões durante um ano, tal como dizem as Sagradas Escrituras?
Uma vez que a Bíblia contém verdades espirituais, descobrir ao mesmo tempo que a Bíblia também regista verdades históricas revela-se “mais sério” do que os estudantes secularizados suspeitavam a princípio.
"Provai e vede que o Senhor é bom; bem-aventurado o homem que NEle confia." (Salmos 34:8)
Referências
1. Knapton, S. Noah’s Ark would have floated…even with 70,000 animals. The Telegraph. Posted on telegraph.co.uk April 3, 2014, accessed April 3, 2014
2. Henigan, T. An Initial Estimate toward Identifying and Numbering the Ark Turtle and Crocodile Kinds. Answers Research Journal. 7 (2014): 1-10.
3. Lightner, J.K. 2010. Identification of a large sparrow-finch monobaramin in perching birds (Aves: Passeriformes). Journal of Creation. 24 (3): 117-121
4. Woodmorappe, J. 1996. Noah’s Ark: A Feasibility Study. Santee, CA: Institute for Creation Research.
Lido em: Darwinismo
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sábado, 5 de abril de 2014
Noé - O filme - A ficção e a realidade
No entanto, o que poderia ser mais controverso sobre este filme é sua tentativa de redefinir radicalmente o caráter de Deus e os acontecimentos que levaram à destruição do planeta.
Estivemos muito atentos aos comentários sobre este filme por parte de críticos cristãos e não-cristãos. De fato, existem alguns elementos bem amarrados no filme Noé que sentimos ser importante apresentar para você:
1. Anjos caídos de Satanás protegem Noé, enquanto constrói a arca.
2.Para impedir que a Terra seja repovoada, Noé tenta matar a esposa de seu filho que está grávida.
3 Noé é retratado como um homem grosseiro, indiferente e relutante em seguir as instruções de Deus.
4. Matusalém é caracterizado como uma espécie de feiticeiro que guia Noé espiritualmente!
5. Russell Crowe, que interpreta Noé, diz que esta não é uma “história de escola dominical”, e vai desafiar o conhecimento bíblico dos espectadores. O filme também tem sido proibido em alguns países islâmicos porque retrata um profeta.
Seria o mesmo o que acontece com os esforços do escritor e diretor Darren Aronofsky que para “preencher as lacunas” na história viola a história bíblica e inunda a verdadeira mensagem com muita expressão criativa e especulação?
Fazemos duas recomendações sobre este novo filme. Primeiro, leia a história da Bíblia por si mesmo em Gênesis capítulos 6-8 . Não confie nos produtores de cinema para retratar com precisão a Bíblia, é provável que os realizadores acreditam que o Genesis é uma mera fábula e procuram mudar a sua percepção a respeito de Deus e da Bíblia.
Além disso, a Palavra de Deus não foi dada para o entretenimento, mas para “fazer-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus” (2 Timóteo 3:15). Para encontrar a verdade principal por traz da história, não podemos trocar o que a Bíblia diz por efeitos visuais criativos. A história do dilúvio não é simplesmente para ser dramática, energizante , surpreendente, ou confusa. Ela é profundamente espiritual.
Em segundo lugar, o lançamento deste filme vai gerar muitas oportunidades para discutir a história da Bíblia com pessoas que sabem pouco sobre as Escrituras. Além das incríveis representações visuais e apesar dos elementos distorcidos , é uma história ainda relevante para os nossos dias, pois Cristo disse: “Como foi nos dias de Noé, assim será também nos dias do Filho do Homem” (Lucas 17:26) . Assim como houve uma chamada para entrar na arca, tão pacientemente Jesus convida as pessoas a vir a ele. Mas, finalmente vai chegar um momento em que o convite será encerrado e a porta fechada. Sinais indicam que está bem próximo. (Mateus 24:38) .
A experiência real de Noé é mais do que um conto . O mundo foi destruído por uma inundação e um dia será destruído pelo fogo (Malaquias 4:1, 3). Você estará pronto ?
Se você quiser conhecer a história real de Noé na Bíblia, clique aqui.
Se quiser ler a história com um comentário que explica o real sentido da história, clique aqui.
Se desejar conhecer outros temas da Bíblia, acesse http://biblia.com.br
Adaptado de: Amazing Facts, via Esperanca.com.br
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terça-feira, 17 de dezembro de 2013
É o Dilúvio de Noé uma cópia do Épico de Gilgamesh?
Pergunta: Será que a Bíblia copiou a descrição do Dilúvio de registros mitológicos e de lendas?
Resposta: É verdade que o relato do Dilúvio que a Bíblia apresenta partilha de muitas semelhanças óbvias com o Épico de Gilgamesh e com o Épico Babilônico de Atrahasis.
De fato, literalmente centenas de tradições de um dilúvio foram preservadas por todo o mundo, com elas a aparecerem na Europa, na Ásia, em África, na Austrália e no continente Americano (Sul e Norte), e o registro de Gênesis partilha de muitas semelhanças com a maioria delas.
Das tradições de um dilúvio que chegaram até aos dias de hoje, cerca de 95% descreve um cataclisma global,88% fala de uma família humana favorecida salva do afogamento para o restabelecimento da raça humana depois do dilúvio, 66% revela a forma como a família foi avisada antecipadamente do cataclisma vindouro, 66% culpa a maldade do ser humano como causa do dilúvio, e 70% registra um barco como o meio através do qual a família escolhida (e os animais) sobreviveram ao dilúvio.
Mais de um terço destas tradições menciona pássaros que foram enviados para fora do barco.
Uma vez que todas as culturas atuais descendem diretamente dos sobreviventes do Dilúvio, é perfeitamente lógico que as histórias deste evento traumático sejam, ao mesmo tempo, abundantes e globais – havendo sido passados de geração em geração.
Foi exatamente isso que aconteceu.
Muitas destas tradições são espantosamente consistentes, se levarmos em conta o isolamento relativo das culturas, o tempo que já passou desde o Dilúvio, e a tendência humana de embelezar, exagerar e distorcer as histórias com o passar do tempo.
A descrição Bíblica e o relato Babilônico parecem representar um relato distinto de uma tradição em torno do mesmo Dilúvio.
O problema dos anti-Cristãos é que eles partem do pressuposto errado (“Não houve nenhum Dilúvio!”) e que o relato Bíblico nada mais é que uma cópia de um não-evento. No entanto, as evidências sugerem o contrário: houve, de fato, um Dilúvio global catastrófico e a veracidade do relato Bíblico é confirmada pelo imenso número de relatos antigos.
Para além de abundantes evidências históricas, existe uma riqueza de evidências físicas que confirmam que a historicidade do Dilúvio é real, sólida e amplamente confirmada.
Quem questiona o Dilúvio de Noé não o faz por motivos históricos ou científicos, mas sim por motivos ideológicos.
Resposta: É verdade que o relato do Dilúvio que a Bíblia apresenta partilha de muitas semelhanças óbvias com o Épico de Gilgamesh e com o Épico Babilônico de Atrahasis.
De fato, literalmente centenas de tradições de um dilúvio foram preservadas por todo o mundo, com elas a aparecerem na Europa, na Ásia, em África, na Austrália e no continente Americano (Sul e Norte), e o registro de Gênesis partilha de muitas semelhanças com a maioria delas.
Das tradições de um dilúvio que chegaram até aos dias de hoje, cerca de 95% descreve um cataclisma global,88% fala de uma família humana favorecida salva do afogamento para o restabelecimento da raça humana depois do dilúvio, 66% revela a forma como a família foi avisada antecipadamente do cataclisma vindouro, 66% culpa a maldade do ser humano como causa do dilúvio, e 70% registra um barco como o meio através do qual a família escolhida (e os animais) sobreviveram ao dilúvio.
Mais de um terço destas tradições menciona pássaros que foram enviados para fora do barco.
Uma vez que todas as culturas atuais descendem diretamente dos sobreviventes do Dilúvio, é perfeitamente lógico que as histórias deste evento traumático sejam, ao mesmo tempo, abundantes e globais – havendo sido passados de geração em geração.
Foi exatamente isso que aconteceu.
Muitas destas tradições são espantosamente consistentes, se levarmos em conta o isolamento relativo das culturas, o tempo que já passou desde o Dilúvio, e a tendência humana de embelezar, exagerar e distorcer as histórias com o passar do tempo.
A descrição Bíblica e o relato Babilônico parecem representar um relato distinto de uma tradição em torno do mesmo Dilúvio.
O problema dos anti-Cristãos é que eles partem do pressuposto errado (“Não houve nenhum Dilúvio!”) e que o relato Bíblico nada mais é que uma cópia de um não-evento. No entanto, as evidências sugerem o contrário: houve, de fato, um Dilúvio global catastrófico e a veracidade do relato Bíblico é confirmada pelo imenso número de relatos antigos.
Para além de abundantes evidências históricas, existe uma riqueza de evidências físicas que confirmam que a historicidade do Dilúvio é real, sólida e amplamente confirmada.
Quem questiona o Dilúvio de Noé não o faz por motivos históricos ou científicos, mas sim por motivos ideológicos.
Fonte: Darwinismo
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sábado, 25 de maio de 2013
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
terça-feira, 18 de maio de 2010
Série Origens - O mundo que pereceu (parte 1 de 8)
Acesse à continuação do estudo selecionando as partes 2, 3, 4... pelo menu, que aparece no final de cada apresentação.
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quarta-feira, 28 de abril de 2010
Pesquisadores creem ter encontrado a arca de Noé (2)
Hoje foi a vez de o Portal Terra repercutir a notícia sobre a suposta localização da arca de Noé: “Um grupo de cientistas turcos e chineses afirma ter localizado a arca de Noé no monte Ararat, de acordo com a imprensa turca. O pesquisador chinês Yang Ving Cing diz que eles encontraram uma estrutura antiga de madeira [foto] em uma altitude de 4 mil metros no monte que fica no leste da Turquia, na fronteira com o Irã. O cientista é membro de uma organização internacional dedicada à busca pela arca em que, conforme a Bíblia, Noé e sua família escaparam do dilúvio universal. Segundo Cing, a estrutura encontrada tem 4,8 mil anos. [...]”Estranhamente, a imprensa nacional ainda mantém silêncio sobre o achado. Ontem, em língua portuguesa, creio que este blog [blog do Michelson] e portal de notícias CNTN foram os únicos a publicar a nota. Hoje apenas o Terra repercutiu o achado. Se fosse algo que contrariasse a Bíblia, creio que seria primeira página nos principais jornais...
Ontem mesmo, em conversa com o amigo Dr. Urias Takatohi, do Unasp, concluímos que a cautela deve nos fazer mesmo esperar mais informações e estudos. Segundo ele, que é doutor em física e é um dos meus entrevistados no livro Por Que Creio, numa consulta ao Google Earth com as coordenadas Latitude 39°41'46.35"N, Longitude 44°20'14.99"L e a fotos no site Panoramio (aqui, aqui e aqui), não é preciso ser especialista em geologia para perceber que a montanha chamada de Ararate (ou Ağrı Dağı) é um cone vulcânico mais recente do que o planalto de 1.800 m, do lado turco, ou o vale de 800 m do lado armênio. Na realidade, há vários cones vulcânicos visíveis em torno. “A aparência desses cones vulcânicos é bem ‘recente’”, ele avalia. “Esse tipo de montanha não cresce pela elevação do terreno existente como se observa nos Himalaias, Andes e Rochosas. A montanha cresce por deposição de material ejetado do interior em erupções vulcânicas. Se a arca tivesse ficado na região onde se esperaria encontrá-la? A 4.000 m ou soterrada no meio da montanha sob grandes quantidades de material vulcânico?”
A Bíblia afirma que a arca de Noé pousou sobre as "montanhas do Ararate" (Gn 8:4), mas não especifica sobre qual delas. Seria muito bom que a embarcação ou parte dela (se é que Noé e sua família não utilizaram a madeira para construir suas casas) fosse encontrada, mas nossa fé não precisa repousar nesse tipo de evidência. Há muitas outras.
Com relação à datação da amostra, também ficam dúvidas no ar. Para justificar idades pelo método do Carbono 14 (C14) maiores do que 6.000 anos, R. H. Brown (leia o estudo dele aqui) levanta a hipótese de que antes do dilúvio a proporção de C14 no ambiente biológico e, consequentemente, nos materiais de origem biológica deveria ser muito pequena dando uma aparência de idade maior do que a real. O petróleo e o carvão mineral, segundo os modelos criacionistas, são materiais orgânicos pré-diluvianos e apresentam proporção de C14 compatível com idades C14 correspondentes ao limite do método em torno de 40.000 a 50.000 anos. A madeira da arca deveria ter a mesma idade C14 do petróleo e do carvão mineral.
Estaria errada a idade apresentada por Cing? Conclusão do Dr. Urias: “Não podemos dizer que a datação seja obrigatoriamente discrepante, a menos que o método de datação usado tenha sido o C14.”
Fonte: Criacionismo.com.br
Leia também: Pesquisadores creem ter encontrado a arca de Noé
Nota deste blogger: Será que Deus vai nos dar este presente? Quem viver verá.
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Monte Ararate
terça-feira, 30 de junho de 2009
Catástrofes do Dilúvio
Um esboço de como ocorreu a primeira destruição dos seres humanos ímpios, grande parte da fauna e da flora na face da Terra, no Dilúvio Universal descrito na Bíblia, e segundo a visão da ciência criacionista. O vídeo é um trabalho de computação gráfica.
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quarta-feira, 22 de abril de 2009
Bilionários chineses criam réplica da Arca de Noé

Os irmãos Kwok, bilionários excêntricos de Hong Kong, resolveram dedicar parte da fortuna a um projeto gigantesco e curioso na cidade chinesa: a construção da primeira arca que é uma réplica em tamanho natural daquela bíblica de Noé. Os Kwok dizem ter feito a embarcação seguindo todas as especificações descritas na Bíblia. Mas o propóstio não é bíblico: trata-se de um parque temático com um hotel de luxo no ponto mais alto. A atração foi criada em meio ao rebuliço provocado pela crise econômica mundial. A ideia da arca vem bem a calhar, segundo a teoria dos chineses: "A tsunami financeira vai acabar", disse says Spencer Lu, diretor do projeto da nova "Arca de Noé". Com a arca, pretendem salvar alguns pares de milhões de dólares.
O projeto saiu finalmente do papel após 17 anos. Apesar da excentricidade, os Kwok alertam: que nenhum hóspede apareça com um casal de girafas ou de elefantes. O local já tem 67 pares de animais - todos em tamanho natural e fibra de vidro.
O sonho de reconstruir a arca de Noé vem sendo exercitado nas últimas décadas, mas nada que se compare ao detalhismo explorado no projeto dos Kwok.
[Criacionismo.com.br]
O projeto saiu finalmente do papel após 17 anos. Apesar da excentricidade, os Kwok alertam: que nenhum hóspede apareça com um casal de girafas ou de elefantes. O local já tem 67 pares de animais - todos em tamanho natural e fibra de vidro.
O sonho de reconstruir a arca de Noé vem sendo exercitado nas últimas décadas, mas nada que se compare ao detalhismo explorado no projeto dos Kwok.
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terça-feira, 17 de março de 2009
A Arca de Noé Foi Encontrada?
Do site A Arqueologia e a Bíblia:A busca pela Arca de Noé tem recebido atenção internacional nas últimas duas décadas. Dezenas de expedições à região do Ararate na Turquia Oriental, a maioria das quais compostos por grupos cristãos norte-americanos, têm gerado numerosas afirmações - sem no entanto prova alguma.
De acordo com a Bíblia, a Arca de Noé era uma grande barcaça construída de madeira e impermeabilizada com betume. Suas dimensões eram aproximadamente 450 pés de comprimento, 75 pés de largura e 45 pés de altura com três andares interiores. Aparentemente, uma “janela” foi construída ao seu teto. (Gênesis 6:14-16). As dimensões da Arca tornam-a a maior embarcação marítima conhecida existente antes do século XX e suas proporções são surpreendemente semelhantes às encontradas nos grandes transatlânticos atuais.
A Bíblia diz que o barco de Noé repousou sobre "os montes de Ararate" (Gênesis 8:4). “Ararate” provavelmente se refere uma região (o antigo reino de Urartu) e não um monte específico. Após a saída de Noé e sua família para a montanha, o barco virtualmente desapareceu das páginas da Bíblia. Os escritores bíblicos que vieram posteriormente nunca deram indicativos de que soubessem que a Arca ainda podia ser vista.
O monte atualmente denominado “Ararate” é semelhante a uma cadeia com dois picos gêmeos. É muito interessante observar que existem diversas referências
no decorrer da história que relatam sobre um grande barco em uma montanha nesta região. As mais antigas referências (início do século III D.C) sugerem que era de conhecimento geral que a Arca ainda podia ser vista no Monte Ararate.Reportes durante o século passado envolvem visitas à embarcação, coleta de madeira e fotografias aéreas. Em geral, acredita-se que pelo menos uma parte da Arca ainda está intacta, não no pico mais alto, mas em algum lugar acima do nível dos 10.000 pés. Aparentemente encoberta por neve e gelo na maior parte do ano, apenas em alguns verões quentes a estrutura pode ser localizada e visitada. Algumas pessoas dizem terem andado no seu teto, outras terem andado na parte interna.
Nos anos 80, a “arca-logia” obteve certo ar de respeitabilidade com a participação ativa do ex-astronauta da NASA James Irwin em expedições à montanha. Além disso, as investigações sobre a Arca também foram aceleradas com a dissolução da União Soviética, pois a montanha estava justamente na fronteira entre União Soviética e Turquia. As expedições à montanha eram consideradas como uma ameaça à segurança pelo governo soviético.
Infelizmente, visitas pos
teriores aos locais descritos não produziram evidências adicionais, o paradeiro revelado pelas fotografias é atualmente uma incógnita e as diferentes visões não indicam o mesmo local. Além disso, o astronauta James Irwin faleceu, uma testemunha visual recentemente se retratou publicamente e existem poucas novas expedições à montanha nos anos 90.Porém ainda existem alguns esforços. Mesmo considerando que a Associates for Biblical Research não está direcionada para qualquer um destes esforços, temos pesquisado documentos antigos, procurado por relatos de testemunhas visuais e renovado esforços para mapear o local de repouso da Arca. Existem ainda muitas expedições pendentes. Se realmente estiver lá, certamente saberemos.
Referências:
Crouse, Bill. 1992. "Noah's Ark: Its Final Birth," Bible and Spade 5:3, pp. 66-77.
Livingston, David. 1993. "The Date of Noah's Flood: Literary and Archaeological Evidence," Bible and Spade 6/1: 13-17.
Shea, William. 1988. "Noah's Ark?" Bible and Spade 1/1: 6-14.
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Nota: Acredito piamente que Deus permitirá que a Arca seja descoberta em um futuro próximo. Mas porque Deus não permitiu até então encontrar o que seria o maior achado arqueológico de todas as épocas?
Pense bem, no período profético em que estamos, onde o evangelho do Reino deve ser levado a todos os povos, até mesmo ateus se tornariam cristãos da noite para o dia se essa prova científica fosse revelada e viriam para a igreja de Deus somente pela razão e não pela fé em Jesus Cristo. Partindo do princípio de que "sem fé é impossível agradar a Deus" (Hebreus 11:6) e que "... a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem" (Hebreus 11:1), não seria uma conversão sincera dessas pessoas ainda céticas na Bíblia.
Por isso, quero acreditar que Deus só vai deixar ser descoberta a Arca de Noé após o "fechamento da porta da graça", momento em que Jesus encerrará sua intercessão (como sumo sacerdote) no Céu e se praparará para vir buscar quem nEle confiou, momento a partir do qual ninguém mais poderá mudar seu destino "Quem é injusto, faça injustiça ainda: e quem está sujo, suje-se ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, santifique-se ainda." (Apocalipse 22:11). Muitos se lamentarão por não ter crido, quando alguém tentou lhe ensinar os caminhos de Deus, tentou mostrar outras evidências científicas do poder e amor de Deus...
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