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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Conceitos de direita e esquerda estão em desarmonia com a cosmovisão bíblica

Compreensão da Bíblia requer estudo aprofundado sobre temas apresentados por ela (Foto: Shutterstock)
Brasília, DF… [ASN] Em maio deste ano, a Agência Adventista Sul-Americana de Notícias (ASN) publicou uma primeira entrevista com o sociólogo Thadeu de Jesus e Silva Filho a respeito de conceitos de esquerda e direita (leia aqui). A segunda parte, em que o especialista aborda conceitos como marxismo cultural e outras ideologias filosóficas, bem como teorias que têm caracterizado a discussão política mundial, pode ser lida a seguir. Thadeu é mestre e doutor em Sociologia e atual diretor do departamento de Arquivo, Estatística e Pesquisa da sede sul-americana adventista, sediada em Brasília.

O que é o marxismo cultural, em linhas gerais?

Marxismo cultural é uma estratégia de poder que tenta acabar com os valores judaico-cristãos em sociedades neles fundamentadas. É realizada por meio de ocupação de cargos e de espaços de influência, tendo como fundamentos a filosofia de Karl Marx, a ideia de intelectual orgânico de Antonio Gramsci, a Teoria Crítica (Escola de Frankfurt), ideologias linguísticas e o seu caráter transgeracional.

Marx diz que, nos estágios evolutivos da humanidade, o capitalismo alienou (separou) o ser humano de si mesmo, do seu trabalho, da natureza e dos outros. A fim de emancipar o homem dessa alienação, os proletários teriam de tomar o poder das mãos da burguesia por meio de uma revolução armada e estabelecer uma sociedade igualitária, na qual as pessoas caçariam de manhã, pescariam à tarde, pastoreariam à noite e filosofariam depois de comer. Essa tomada do poder usando armas para fundar uma sociedade sem classes governada pelo proletariado seria o auge da evolução da humanidade.

O segundo pilar do marxismo cultural é o intelectual orgânico, de Antonio Gramsci – filósofo marxista e jornalista, um dos fundadores do Partido Comunista da Itália e que veio a ser seu secretário-geral em algum momento. Foi preso em 1926 e condenado a mais de 20 anos de prisão, mas colocado em liberdade condicional em 1936 (ano anterior à sua morte) por causa do mau estado da sua saúde.

Na cadeia, escreveu cerca de três mil páginas que, organizadas postumamente em seis volumes, foram publicadas sob o título de Cadernos do Cárcere. Em um deles, Os Intelectuais e a Organização da Cultura, chama atenção para a importância do intelectual no desenvolvimento das ideias que governam a relação entre as pessoas, indicando dois tipos: o tradicional (que se vê como autônomo em relação às classes e alheio às suas lutas) e o orgânico (representante de uma classe social e também responsável por dar formas e rumo à sociedade). E aí reside o segundo fundamento do marxismo cultural: Gramsci concordava com Marx sobre tomar o poder através de revolução, mas dizia que ela deveria acontecer pela introjeção de conteúdos revolucionários na mente da população através dos intelectuais orgânicos, não pelas armas. Seria uma revolução do conhecimento e dos valores – o que é conhecido como revolução cultural.

Assim, uma das tarefas dos revolucionários para ter o poder de uma sociedade e nele se perpetuar é criar um intelectual para propagar seus interesses durante o exercício natural e cotidiano da sua profissão. Nesse sentido, membros de partidos políticos, professores, artistas, jornalistas e veículos de comunicação atuam como intelectuais orgânicos encarregados de realfabetizar as mentes com conteúdo revolucionário nas esferas política, religiosa, jurídica, econômica, científica e artística, a ponto de as pessoas passarem a pensar como marxistas sem necessariamente saberem disso, tomando o marxismo como conhecimento natural e esperado.

O terceiro pilar vem da Escola de Frankfurt. Originalmente chamado de Instituto para o Marxismo, foi um grupo de intelectuais que transpôs para o campo cultural o marxismo já presente nas esferas econômica e política, por meio da mescla da teoria de Marx com a de Freud. Essa ação ampliou enormemente o número de pessoas alcançadas pelas suas discussões e, consequentemente, pelas obras produzidas.

Uma delas é o estudo que originou o livro The Authoritarian Personality, liderado por Theodor Adorno, quando morava nos Estados Unidos. Na obra, concluiu que a cultura ocidental é doente do mal da “personalidade autoritária”; que os cidadãos ocidentais são indivíduos potencialmente fascistas e cruéis, como os executores do Holocausto; que o país que o recebeu é tão mau como o regime que o expulsou, e que, portanto, indivíduo, cultura e sociedade ocidentais precisam ser vistos como pacientes de um grande manicômio, cujo tratamento começaria com a crítica cabal às criações e valores do Ocidente.

O quarto fundamento do marxismo cultural é um conjunto de métodos e técnicas oriundo de ideologias linguísticas que visam a mudança do sentido das palavras. Um deles é o desconstrucionismo, de Jacques Derrida, que assevera que conhecimento e cultura devem passar por reinterpretação e ressignificação até se concluir que não há fatos, somente interpretações. Outro é o sócio-construtivismo, de Vigotski, doutrina pedagógica que sustenta que o conhecimento é produzido coletivamente e de acordo com o tempo, o lugar e as relações políticas presentes, isto é, que se tivesse sido criado em outro lugar, por outras pessoas e mediante outras circunstâncias de poder, o conhecimento resultante seria outro.

Outro, ainda, é o movimento da Virada Linguística (Linguistic Turn), cuja tese é de que a realidade social não é nada mais do que uma narrativa criada pelo discurso e que a História é um gênero literário, sem pretensão de expressar a verdade, incapaz de comprovar a veracidade dos fatos. Mais recentemente, o “politicamente correto” engrossou a lista de ideologias que sustentam a operacionalização do marxismo cultural, ao cercear o uso de certas palavras e expressões, querendo determinar com uma força semelhante à da lei o que pode e o que não pode ser dito.

O último fundamento do marxismo cultural é o seu caráter transgeracional. Diferentemente das revoluções – que ocorrem em intervalo de tempo relativamente curto –, sua implementação acontece em longo prazo de doutrinação, avançando pela naturalização dos conteúdos relativistas e revolucionários, tornando-se cada vez mais capilar, abrangente e imperceptível com o passar dos anos.

É possível dizer que o marxismo cultural é incompatível com a cosmovisão bíblica? Por quê?

Sim. Em primeiro lugar, por serem de naturezas divergentes. O marxismo cultural quer coisas deste mundo, enquanto a cosmovisão bíblica mostra que o sentido é a vida eterna (ainda que seus Mandamentos se dirijam para o homem que vive neste mundo e é afetado pelas coisas daqui).

As demais razões derivam dela. Para o marxismo cultural, o mundo pode ser mudado. Já que os problemas foram causados pelas estruturas injustas da sociedade, seu propósito é eliminar as desigualdades sociais. Os inimigos devem ser aniquilados e seu principal instrumento de ação é a doutrinação cultural. Para a cosmovisão bíblica, quem pode ser transformado é o ser humano, não o mundo; a causa do problema é o pecado. O objetivo da ação de Deus é resgatar Sua imagem nos Seus filhos e convidá-los para o encontro com Ele na Sua segunda vinda; os inimigos devem ser amados e os meios de existência são a comunhão pessoal com Deus, o ensino e o cuidado com o outro e a pregação do Evangelho. Divergem, portanto, do núcleo às derivações.

Há, ainda, uma outra razão para a incompatibilidade. Isso fica claro quando tratam de temas de interesse para ambos, como configuração da família e identidade sexual. Para o marxismo cultural, regras e definições da Bíblia são somente convenções socialmente construídas que precisam ser extirpadas porque são religião, ópio do povo, falsa consciência, instrumento de dominação dos oprimidos. Na cosmovisão bíblica, a Palavra de Deus é autoridade normativa, de modo que o que é questão de fidelidade para o cristão é entrave para o indivíduo de mentalidade revolucionária.

Para Filho, conceitos de direita e esquerda devem ser bem compreendidos, principalmente pelos cristãos.

Mas questões como identidade de gênero, respeito aos direitos de liberdade de crença, orientação sexual, etc., não são importantes para quem se afirma como cristão e defende um mundo mais justo?

Sim, mas no sentido dado pela Bíblia, não porque ideologias dizem que é preciso agir dessa maneira. Somos irmãos, o amor e a misericórdia de Deus são direcionados a todos indistintamente. Devemos nos tratar como Cristo tratou as pessoas enquanto viveu aqui. Questões como identidade sexual e liberdade de crença são importantes para os cristãos por saberem que toda e qualquer pessoa no mundo pode viver como bem entender, inclusive em total oposição a Deus e ao padrão bíblico se assim preferir, desde que não ameace o ir e vir dos demais.

A batalha do cristão é ver Cristo no outro, é olhar para a vida e para as pessoas com a mente de Cristo, é pensar naquilo que diz Filipenses 4:8. Trata-se de ação direcionada ao indivíduo, reconhecidamente em forma de socorro diante de desamparo, fome, doença e calamidades, e de dedicação de tempo para ouvir e aliviar fardos. Neste sentido, é preciso entender que o foco da Bíblia é transformar o caráter do indivíduo.

E as ideologias de direita? São mais compatíveis com a cosmovisão bíblica?

Também não. Se a fragilidade das esquerdas consiste em afirmar que os problemas são causados por algo fora do ser humano (as estruturas injustas da sociedade), e que a eliminação de tais estruturas injustas faria desaparecer tais problemas, a da direita é construir seu edifício sobre algo dentro do homem, a saber, o egoísmo natural – entendido como algo virtuoso e a fonte das realizações.

É esse núcleo o que dá base a seus ideais econômicos, políticos, jurídicos, científicos, artísticos, de sociedade, nação, Estado e governo. Partem do princípio de que características egoístas, a ambição natural de acumular, o desejo inato de poder e a imagem de si como alguém mais importante do que o outro são as virtudes e os atributos que geram os melhores sistemas de organização. Todas as demais construções derivam disso. No que isso é compatível com a cosmovisão bíblica?

Há vertentes teóricas que advogam que as ideologias de direita são a transcrição política do cristianismo ou as que mais se aproximam dele por defenderem valores como a família, por exemplo. Isso me parece ser um erro conceitual (pelo fato de estas serem marcas do conservadorismo, não da direita). Uma observação rápida permite ver que os temas das ideologias de direita derivam de algo perfeitamente contrário aos ensinos de Cristo (de egoísmo, não de altruísmo).

Além disso, casos concretos e linhas teóricas mostram que não é pertinente associar direita ao cristianismo – como é o caso do populismo de direita na Europa (cuja bandeira é o nacionalismo e o impedimento à imigração) e do pensamento de Ayn Rand (pensadora ateia, que defende que o ser humano deve planejar sua vida para amar e satisfazer somente a si e guiá-la de acordo com sua vontade e razão, longe de qualquer determinação vinda de Deus). Ainda que alguns cristãos se aproximem da direita, a adesão deles a ela não a torna um estandarte do cristianismo.

Mesmo não sendo sinônimo de cristianismo, não tendo a mesma natureza nem seu fundamento, a direita conta, de fato, com uma ala cristã – vista claramente nos Estados Unidos. Em dois aspectos, essa ala cristã da direita se assemelha às ideologias de esquerda de modo nítido: entende que o mundo pode e deve ser mudado e faz dessa mudança seu símbolo identitário. Se, por um lado, a mudança proposta pelas ideologias de esquerda é acabar com as estruturas injustas da sociedade, por outro, a da ala cristã da direita é instalar o reino de Deus neste mundo, como se isso fosse possível e como se esta fosse a tarefa para a qual Deus tivesse chamado as pessoas a realizarem.

O cristão precisa escolher uma ideologia política ou filosófica para viver?

Poucas questões políticas são verdadeiramente espirituais. A liberdade religiosa é uma delas. Possivelmente, a de maior relevância. Não à toa, é também a mais recorrente na história. A Bíblia mostra casos de violência e de perseguição gerados simplesmente contra a liberdade que as pessoas têm de adorar a Deus. Tais foram os casos dos três amigos de Daniel que, por questão de consciência, não se curvaram perante a estátua do rei da Babilônia e foram condenados à fornalha quente; de Daniel, que, também por questão de consciência, orava a Deus três vezes por dia em sua casa durante decreto estatal de veto à oração e que, por isso, foi lançado à cova dos leões; de Estêvão, apedrejado por testemunhar da salvação em Cristo; de Saulo, perseguidor de cristãos, e, já Paulo, diversas vezes preso e condenado por ser discípulo de Cristo, quando apresentou sua defesa.

Mesmo sendo os cristãos respeitadores da autoridade temporal, conforme textos como Marcos 12:13-17; Atos 26:9-12; Romanos 13:1-7; I Timóteo 2:1-2; Tito 3:1-2; I Pedro 2:13-17, continuam sendo alvo de perseguição por parte de outros indivíduos por causa da liberdade de adorar a Deus.

Um segundo aspecto também merece atenção. Ao se tornar um cristão, o indivíduo adota a cosmovisão bíblica como fonte de explicação da realidade e autoridade sobre a conduta. Ela passa a comandar as esferas da vida particular e a julgar a pertinência de ideologias políticas, filosóficas, científicas ou de qualquer outra natureza que se apresentem ao crente em Deus.

Assim, caso o cristão queira adotar uma ideologia para viver, tal ideologia competirá com a autoridade da Bíblia, e o resultado desse embate mostrará o que é mais importante para ele, se a Palavra de Deus ou se ideologias humanas. Ainda, se o reino de Deus não é deste mundo (João 18:36), e se os filhos de Deus também não o são (João 17:14, 16, 18), por que adotar uma ideologia do mundo? Por acaso, querem viver no mundo para sempre? Mais: sendo que a Verdade e a Vida são Cristo e Sua Palavra (João 6:63; 14:6), por que procurar outras fontes para guiar a existência? Ideologias são incapazes de dar a Vida e a Verdade, e, a não ser que se esteja buscando outras coisas diferentes delas, não faz sentido adotar uma ideologia humana. Por fim, mas não menos importante, não é possível servir a dois senhores (Mateus 6:24): é preciso decidir se a Bíblia será a autoridade normativa sobre a vida.

“Tenham cuidado para que ninguém os escravize a filosofias vãs e enganosas, que se fundamentam nas tradições humanas e nos princípios elementares deste mundo, e não em Cristo” (Colossenses 2:8, versão Nova Versão Internacional).

Mas pensar assim não seria uma atitude passiva e omissa em relação às desigualdades desse mundo?

A Bíblia diz que injustiças e desigualdades só acabarão quando Jesus voltar (Marcos 14:7; Apocalipse 21:4). Até lá, a humanidade conviverá com elas, mas Deus segue restaurando no ser humano a dignidade tomada pelo pecado. A Bíblia chama indivíduos para agir efetivamente em prol do outro, dando seu tempo, seu dinheiro, suas forças, bom ânimo, afeto. Isso é tarefa de cada um, mandada por Deus (Mateus 7:12; Romanos 15:1; Gálatas 6:2). Agir em prol do outro nunca será passividade ou omissão. E não é preciso ideologia para aliviar o sofrimento (Mateus 25:40). [Equipe ASN, Felipe Lemos]

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Pesquisadores concluem que casamento torna as pessoas mais felizes

Um novo estudo econômico oferece um conselho antigo para ajudar as pessoas a superarem as dificuldades da vida: casar-se com alguém que seja também seu melhor amigo.

Os cientistas sociais há tempos sabem que os casados tendem a ser mais felizes, mas não tinham certeza se isso era consequência da união ou simplesmente porque as chances de os mais felizes se casarem eram maiores. O documento, publicado pela Agência Nacional de Pesquisa Econômica, também levou em consideração os níveis de felicidade anteriores ao casamento.

E concluiu que estar em um relacionamento estável torna as pessoas mais felizes e mais satisfeitas com a vida que levam do que as que ficam solteiras, principalmente durante os períodos mais difíceis, como a crise da meia-idade.

Mesmo que o número de casamentos venha caindo, as desvantagens de se permanecer sozinho têm implicações abrangentes. É importante também porque o casamento, cada vez mais, representa um fator significativo de desigualdade: os casamentos estáveis são mais comuns entre pessoas educadas e de alta renda e cada vez menos entre aqueles que não são. Essa divisão parece afetar não só a situação financeira e a estabilidade familiar, mas também os níveis de felicidade e de estresse.

Vinte e cinco por cento dos adultos jovens de hoje chegarão a 2030 sem ter se casado, o que pode representar a maior proporção da história moderna de acordo com o Centro de Pesquisa Pew; além disso, a grande maioria de descasados e divorciados continua representada pelos menos educados e que ganham menos. Os mais estudados e que ganham mais continuam se casando mais e se separando menos.

Aqueles que têm uma vida mais difícil são os que mais se beneficiam com o casamento, pelo menos de acordo com os economistas responsáveis pelo estudo: John Helliwell, da Faculdade de Economia de Vancouver, e Shawn Grover, do Departamento Canadense de Finanças, que afirma: “O casamento se torna mais importante em tempos de estresse ou quando as coisas estão dando errado”.

Eles analisaram dados sobre bem-estar de duas pesquisas nacionais no Reino Unido e a Gallup World Poll — e descobriram, mesmo considerando a satisfação pessoal pré-casamento, que na maior parte do mundo o casamento torna as pessoas mais felizes. A conclusão só não vale para a América Latina, sul da Ásia e África Subsaariana.

Curiosamente, a felicidade conjugal ultrapassa, e muito, o período da lua-de-mel.

Embora alguns especialistas aleguem que esse nível é inato – e que a pessoa volta a ele depois de eventos muito bons e/ou muito ruins — a pesquisa descobriu que os benefícios do casamento persistem.

Uma razão para isso talvez seja devido ao papel da amizade na relação. Quem considera o cônjuge seu melhor amigo tem duas vezes mais satisfação com o casamento que os demais.

O efeito da amizade parece ser resultado da convivência com o parceiro romântico e não da situação legal, pois se mostrou muito forte também entre os que vivem juntos, mas não são casados oficialmente. As mulheres se beneficiam mais do casamento com o melhor amigo que os homens, embora haja menos probabilidade de encarar o marido como tal.

“O que me intrigou logo de cara nos resultados foi ter que repensar o casamento como um todo. Talvez mais importante que tudo seja mesmo a amizade e nunca esquecê-la nas atribulações do dia a dia”, afirma Helliwell.

O casamento passou por mudanças drásticas nos últimos 50 anos; de umas décadas para cá, os papéis do homem e da mulher vêm ficando cada vez mais parecidos — e o resultado é que os cônjuges assumiram o papel de companheiros e confidentes.

Os benefícios da amizade conjugal são mais óbvios durante a meia-idade, quando as pessoas tendem a enfrentar um período de menor satisfação, principalmente devido aos altos índices de estresse causados pela carreira e pelas exigências familiares. Quem está casado, como o estudo descobriu, sofre menos oscilações. “Os casados conseguem administrar a crise de meia-idade melhor do que os que não são porque, graças à amizade, podem compartilhar as dificuldades”, explica Helliwell.

Fonte: Gazeta do Povo

Nota: O casamento sempre foi o plano de Deus para a humanidade. Ele nos criou homem e mulher para nos completarmos e, assim, sermos felizes. E tendo Deus como centro do casamento, com certeza ele será feliz e eterno, apesar das possíveis adversidades deste mundo. Este ano pretendo me casar com minha amada noiva Camila e esta notícia é mais um incentivo para o nosso casamento e a nossa felicidade. Que o seu casamento também seja muito feliz, em Jesus! [ALM]

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Feliz Natal! - 2014

Desejo a cada leitor e leitora deste nosso blog um feliz Natal! Que Jesus, o motivo do Natal, esteja em cada coração, em cada família! André Luiz Marques

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Clube Criacionista de Curitiba - Convite

 
Apresentação

Estamos lançando hoje a proposta da fundação do "Clube Criacionista de Curitiba" para o próximo ano de 2015, um clube voltado a discutir os assuntos das nossas origens pela ótica do Criacionismo Bíblico, ou Teoria da Criação Especial.

Todos os estudantes, acadêmicos graduandos/graduados, mestres, doutores das diversas áreas do conhecimento (Biologia, Geografia, Química, Física, Bioquímica, Engenharia, Geologia, Matemática, História, Filosofia, Ciências da Computação etc.) e público em geral da cidade de Curitiba e Região Metropolitana de Curitiba são convidados a participar do nosso clube, que se reunirá a cada mês para desenvolver suas atividades de interesse de todos os membros. 

Deus está te chamando para levantar a bandeira da Criação! 

Nosso lema é: "Sem Criação não há Salvação", uma vez que Jesus é nosso Criador e Salvador, sendo que
Criador e Salvador
Ele próprio é o maior criacionista bíblico que existe, interpretando o relato da Criação de Gênesis como literal. Leia João 1:1-3, Mateus 24:37-39; Lucas 17:26,27; 1 Coríntios 15:21,22 e 45; Romanos 5:19; Mateus 10:15; Apocalipse 3:14 João 1:29 dentre outros. Dessa forma, podemos entender que é uma incoerência crer na criação e na evolução ao mesmo tempo, uma vez que são como água e óleo, não se misturam. Isso é importante dizer porque há quem defenda o evolucionismo teísta, e isso não está de acordo com as ideias do próprio Jesus e dos autores bíblicos, tanto do Antigo como do Novo Testamentos.

A ideia é começar em Curitiba e futuramente expandir o clube para o Paraná. 

Objetivo Geral

Desenvolver os estudos do Criacionismo em comparação com o Evolucionismo e o Design Inteligente, os três principais modelos que procuram explicar o Universo, o mundo e a vida. 

Objetivos Específicos

Nosso clube visará desenvolver as seguintes atividades, dentre muitas outras: palestras mensais; seminários semestrais com expoentes do criacionismo no Brasil; grupos de estudos e pesquisa; divulgação do Criacionismo ao público em geral por meio de palestras em igrejas, escolas e faculdades (particulares - com concessão); apresentação e elaboração de vídeos; divulgação de evidências em favor do Criacionismo no blog e em outros meios de comunicação; estudos em campo pelo Paraná (semestrais); excursões pelo Paraná (semestrais); e preparação de pessoas em conhecer o Criacionismo e as evidências científicas que o corroboram, bem como a teologia 
 bíblica que o envolve.
Alguns dos lugares do Paraná para fazer excursões de campo para estudo e diversão do clube.
 Local e horário para as reuniões

A definir

Contato

andreluizmarx@gmail.com

Blog do clube (em desenvolvimento)

http://criacionismocuritiba.blogspot.com.br/

Direção/coordenação

Prof. André Luiz Marques e outro(s) a definir.

Equipe de apoio

A definir

Possível mensalidade

A definir

PS: É um sonho que tenho há algum tempo, mas dependerá de apoio dos interessados e condições técnicas e administrativas. No momento, estou precisando montar a equipe da diretoria, coordenação e de apoio em geral. Se você se interessou pela proposta, entre em contato comigo. Estamos abertos a novas ideias. Que o Criador abençoe esse projeto!

André Luiz Marques

terça-feira, 16 de setembro de 2014

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Dawkins: bebê com síndrome de Down deve ser abortado

Richard Dawkins, escritor ateu e professor, afirmou ser “imoral” permitir que bebês com síndrome de Down possam nascer. O professor de Oxford postou uma mensagem no Twitter dizendo que futuros pais que sabem que terão uma criança com a síndrome, têm a responsabilidade ética de “abortá-la e tentar ter outro filho”. Seus comentários polêmicos foram encarados pelas instituições de caridade como desrespeitoso, causando a fúria online. Ele não se abalou com os comentários e disse que sua posição era “muito civilizada”, pois os fetos “não têm sentimentos humanos”. Ele continuou com as declarações “fortes” dizendo que: “O aborto é humano? O feto pode sofrer?” Além disso, insistiu que as pessoas não têm o direito de se opor ao aborto se conseguem comer carne. Quase mil abortos são realizados em fetos com síndrome de Down na Inglaterra e no País de Gales anualmente, de acordo com um registro independente divulgado no jornal The Telegraph.

Ativistas declararam que suas palavras são um completo absurdo, afirmando que o professor está tentando estimular a “eugenia”.

Tudo começou pelo Twitter, quando ele disse que as leis na Irlanda sobre aborto deveriam mudar. Um dos seguidores comentou que o fato era um dilema ético real se as mães estivessem carregando um feto com alguma doença. O professor Dawkins respondeu: “Aborta e tenta novamente. É imoral trazê-lo para o mundo, se você tem a escolha.”

Carol Boy, diretor-executivo da Associação Síndrome de Down, rejeitou os comentários de Dawkins: “As pessoas com síndrome de Down podem ter uma vida plena e gratificante, eles também têm uma contribuição valiosa para a nossa sociedade”, disse ela.

Fonte: Jornal Ciência via Criacionismo

Comentário de Valderi Felizado da Silva, oficial de Promotoria, Vara da Infância e Juventude da Capital (São Paulo): “Esse é o tipo de notícia que todo evolucionista deveria esconder. Oras, se o papa do evolucionismo declara que o aborto de bebês com síndrome de Down deveria ser praticado porque eles não têm sentimentos, e, também, por ser um ato civilizatório, isso nos leva à conclusão de que a teoria da evolução, com sua seleção natural, é, de fato, um dogma, uma religião que os naturalistas praticam. É a evolução sendo não somente teorizada por seus clérigos, mas praticada in loco. Isso nos faz refletir: Qual a diferença entre um jihadista que corta a cabeça de um cristão no Oriente Médio e o maior líder do darwinismo, que prega a morte de bebês na Irlanda?”

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Ariano Suassuna e Cazuza

domingo, 6 de julho de 2014

Camila & André - 1 ano e meio de namoro!

Um ano e seis meses ao seu lado, minha princesa! Te amo cada dia mais! Você é o melhor presente que o Criador já me deu!
André Luiz Marques

sábado, 10 de maio de 2014

domingo, 6 de abril de 2014

Camila & André - 1 ano e 3 meses juntos

Hoje completamos mais um mês juntos, minha princesa. Um ano e três meses ao seu lado. Que Deus continue nos abençoando muito e nos dando o mesmo objetivo de vida em Cristo Jesus. Te amo muito, Camila! "És a melhor parte de mim." 

André Luiz Marques

sexta-feira, 14 de março de 2014

sexta-feira, 7 de março de 2014

Homenagem à mulher que amo pelo Dia da Mulher



Camila, parabéns pelo Dia Internacional da Mulher! Que Deus sempre esteja conosco! Te amo muito!

Dia Internacional da Mulher - 08 de março


Dia Internacional da Mulher from André Luiz Marques
Para as mulheres que não estarão presentes na nossa igreja, aqui vai a nossa curta e sincera homenagem da Escola Sabatina a todas as nossas queridas leitoras do blog. Criei estes slides para a Igreja Adventista Do Sétimo Dia - Jardim Bandeirantes - São José dos Pinhais, mas podem ser utilizados em outras igrejas também como parte da programação do dia delas. Disponível para download (clique no link acima e depois clique em "salvar"). Acompanha o vídeo:

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

domingo, 15 de dezembro de 2013

Deputado Pastor Eurico silencia Deputado Jean Wyllys sobre a questão do homossexualismo


Parabéns ao Deputado Pastor Eurico por honrar a moral, a família brasileira e o princípios cristãos neste discurso!

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

É o darwinismo a causa do secularismo? Dr. John Lennox


Ative a tradução para o português clicando no botão "Youtube" (abrirá o vídeo na página do Youtube) selecionando no menu "Legendas", "Traduzir Legenda", "Português-Português".

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

O legado de Nelson Mandela

Nelson Mandela (1918-2013)
Nelson Mandela morreu, mas não sua luta ou sua história. Livros, documentários e filmes se encarregarão de mostrar ao mundo, para gerações futuras, como é possível um único homem mudar um país e influenciar o mundo.

Seu prêmio Nobel, foi o reconhecimento mundial de um homem que ficou preso por 27 anos acreditando em uma igualdade de oportunidade PARA TODOS! Poucos homens na história demonstraram mais o real cristianismo do que Nelson Mandela; e depois de 95 anos podemos afirmar que o mundo melhorou com sua passagem aqui. 

Fico imaginando quantas histórias não foram contadas, onde sua vida fez a diferença, quantas vidas transformadas, quanta liberdade e igualdade foi oferecida. Tudo isso simplesmente porque um homem resolveu não se calar diante da maldade e do ódio. 

Não tenho dúvidas que Nelson Mandela é um desses homens difíceis de se achar, que não se tropeça nele em cada esquina. Mas também tenho certeza de que Deus haverá de suscitar outros homens como ele, e assim veremos Deus mais de perto. 

[Veremos Mandela novamente] quando Jesus voltar! 

Homenagem da equipe do Está Escrito!

Nota: Estava lendo artigos a respeito dos dois lados da vida de Nelson Mandela. A maioria pensa que ele apenas foi pacífico a vida toda, mas a vida dele também foi marcada por participação em guerrilhas, terrorismo, amizade com grandes ditadores como Sadam Hussein, Fidel Castro (muitos vão criticar, mas este também) e simpatia por Lênin e o regime comunista (que, apesar de defender a igualdade, perseguiu religiosos etc.). Por outro lado, Mandela lutou pelo fim do Apartheid e se tornou um símbolo da luta contra a segregação racial no mundo, ganhando o prêmio Nobel da Paz. É difícil tirar uma conclusão, mas, até onde estou informado, no final de sua vida Mandela deu um bom testemunho cristão, vindo a se converter ao cristianismo e apoiando sempre o diálogo como forma de resolver conflitos humanos (a exemplo de Jesus). O que eu admiro na história de Mandela é o lado pacífico e de bom exemplo do ex-presidente da África do Sul e seu legado como homem que procurou a igualdade entre as pessoas. O restante eu deixo para Deus julgar, sem apoiar qualquer forma de injustiça para se tentar resolver injustiças. [André Luiz Marques]
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