domingo, 28 de dezembro de 2014
A Melhor Resposta a Um Ateu - Mark Finley
terça-feira, 22 de junho de 2010
O ateísmo preguiçoso de Antônio Fagundes
Os cabelos brancos derramando-se em franjas esvoaçantes não obliteram as rugas. Mas quem disse que o público feminino se importa com detalhes? Quando o assunto é Antônio Fagundes, as mulheres são só suspiros. O ator, com 60 primaveras, que atualmente protagoniza a novela das sete na Globo, concedeu entrevista ao jornal catarinense A Notícia ("Sexagenário sem vaidade", 10 de maio de 2010, seção Anexo, p.10). Entre os diversos assuntos da pauta, em certo momento, perguntam a Fagundes sobre como a religiosidade lhe acompanha. "Sou agnóstico, o mesmo que um ateu preguiçoso. Não penso em Deus, acho difícil de acreditar. Como é só uma questão de fé, não dá nem para falar sobre. Acredito, sim, no homem ético, naquele que quer se colocar bem diante de seu próximo. Mas não preciso de Deus para isso. Não faço por medo, mas por convicção."
A declaração é sintomática do espírito antirreligoso do século. Não mais o ateu rancoroso (embora dinossauros como Dawkins ainda ocupem suas bancadas), mas o cético desinteressado. Aliás, genial a definição de agnosticismo. O agnóstico não representa um meio termo entre crer e descrer, porque seu pressuposto o leva a apostar no lado da descrença, ainda que ele não entregue todas as moedas para o crupiê, à semelhança do ateu.
Fagundes parece entender o que ele chama de "questão de fé" como algo que tanto faz. Entretanto, isso é minimizar a espiritualidade através da equiparação de todas as crenças. Não me soa racional dizer que tanto faz ser um monge tibetano quanto seguidor de Maitreya, pelo simples fato de que ambas as crenças guardam inúmeras diferenças; ademais, seus seguidores, uma vez moldados por elas, terão vidas completamente distintas.
E o que dizer da crença do ator no "homem ético"? Eticistas seculares partem de uma base antropocêntrica para a construção de seu ideal ético. Mas se tomarmos o homem como linha de partida, teremos no mesmo homem a linha de chegada! A ética centrada no homem e em suas necessidades não leva a fim algum, porque confia demais na vontade humana. O próprio Fagundes confia excessivamente no ser humano, quando dispensa Deus. Ele também se esquece da evidência de que precisamos de um padrão transcendente: a moeda corrente de nossos valores tradicionais se acha compromissada com a ética bíblica.
Nem preciso ir longe para validar a afirmação: quando Antônio Fagundes fala em "se colocar bem diante do próximo", ele recorre, inadvertidamente, a um conceito bíblico - o "próximo". Qualquer pessoa que conheça um pouco de cultura antiga sabe que as civilizações do Antigo Oriente atribuíam valores diferentes às pessoas, quer segundo sua ascendência, status social ou qualquer outro fator. Apenas os hebreus, que aprenderam a ideia de Jeová, partiam do pressuposto de que todos os homens têm inerentemente o mesmo valor. Sem uma justificativa transcendente, a ética não possui referenciais absolutos.
Por último, ao descartar Deus, o galã Fagundes deixa nas entrelinhas sua visão das pessoas cristãs: elas fazem o que fazem por medo, não por convicção. Sim, porque a convicção pertence aos agnósticos, como o próprio Fagundes... Sem dúvida, há pessoas religiosas motivadas pelo medo. Porém, no Cristianismo bíblico, o medo é descartado, pois "o perfeito amor lança fora o medo" (1Jo 4:18). Que bom seria se Antônio Fagundes e tantos outros deixassem de lado a preguiça do agnosticismo e procurassem experimentar esse amor de Deus.
(Douglas Reis)
Ps: Acesse também o blog do Douglas: Questão de Confiança
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Ferreira Gullar fala sobre religião em entrevista
Domingo passado (01/11) estava assistindo à entrevista com o poeta Ferreira Gullar, transmitida pela Band, no programa Canal Livre. Gullar é considerado o maior poeta brasileiro da atualidade (segundo a fala de Joelmir Betting, jornalista que dirigiu a entrevista).Numa certa parte do primeiro bloco, um dos entrevistadores, Antônio Telles, questionou Gullar sobre o por quê dele não acreditar em Deus, se seria por causa de seu contato com o marxismo ou outra coisa. O poeta respondeu que não era por isso diretamente, mas porque desde cedo já se perguntava se Deus é realmente amor, por que existe tanto sofrimento no mundo? Disse que certa vez quando garoto, perguntou a um padre "se Deus é onisciente, onipotente e é a bondade, por que as pessoas sofrem, morrem e existe toda esta esculhambação?" Em seguida, disse que o padre lhe respondeu em tom de desconsideração: "Iiii filósofo, filósofo!" Ou seja, não pôde lhe responder à indagação e jogou descrédito sobre a ideia sobre a bondade e cuidado de Deus por Suas criaturas. Note que este tipo de indagação é comum entre os ateu ou agnósticos (caso do Gullar). Ah Gullar, se você soubesse da verdade sobre o conflito entre Deus e as forças do mal, você iria dar louvores e glória a Deus dia e noite.
O problema dos ateus e agnósticos (aqueles que dizem que a questão sobre a existência de Deus ou não nunca vai ser resolvida - não descrendo e nem crendo) é olhar para a miséria em que vive o homem, através da violência, das tragédias, da corrupção, das doenças, etc. e encontrar apoio para se acreditar que não deve haver Deus, porque se Ele existisse, não deixaria isso tudo acontecer. Mas sem entender o que os relatos bíblicos dizem sobre esse grande conflito entre as forças do bem e do mau, não se pode mesmo dizer que "Deus é amor".
A Bíblia nos revela que o homem foi criado por Deus, à Sua imagem e semelhança; portanto, perfeito. No plano original do Criador não existia a doença, a violência, a exclusão social, a guerra, a morte... A origem de tudo isso está em Satanás, o inimigo de Deus, um antigo anjo que viveu no Céu, ao lado de Deus, até que surgiu em seu coração o mau (A Bíblia não revela como nem porquê isso aconteceu - Deus nos revelará um dia, no Céu). O Diabo foi expulso do Céu (depois de várias chances que Deus lhe deu para se arrepender) junto à terça parte dos anjos (que se uniram a ele) e circularam em vários mundos criados por Deus, a fim de fazerem cair em pecado seus habitantes, mas o único lugar onde sua influência foi aceita foi na Terra (infelizmente), onde Adão e Eva deram ouvidos ao mau. A partir daí tudo mudou neste planeta. O mau, se estabelecendo aqui, trouxe consigo as consequências do pecado (transgressão da Lei dos Dez Mandamentos) que são todas as coisas que vem assolando a vida dos seres humanos, principalmente a morte.
Porém, desde antes da fundação do mundo, Deus já sabia que o homem iria O desobedecer. Mas, por amor, mesmo assim o fez. Deus sabia que muitos iriam se unir a Satanás, descrendo na Palavra dEle, mas também sabia que outros iriam lhe dar ouvidos, procurando obedecer Seus princípios de amor (o amor é a essência da Lei de Deus - feita para nos proteger). Deus sabia que pessoas influentes como Ferreira Gullar iriam dar seu testemunho contra Sua bondade. Mas por meio do sacrifício de Seu Filho amado, Jesus Cristo, oferece a chance de todo aquele que crer em Seu sacrifício, seja salvo pela graça e vá morar com Ele nas mansões celestiais, as quais Jesus está nos preparando.
Para resumir e mostrar o imenso amor de Deus para com esta raça caída pelo pecado, a raça humana, exponho a passagem bíblica: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:16). Aqui está expresso todo o amor de Deus. A solução para os problemas do homem está na fé em Jesus Cristo, mas infelizmente muitos ignoram isso e pior, vão acreditar em fábulas, tais como as profecias maias acerca do fim do mundo em 2012, a reencarnação sugerida pelos espíritas, e muitas, muitas outras. Tudo o que Deus poderia ter feito por nós Ele já fez, agora é nós darmos um pequeno passo na fé nEle para que alcancemos a felicidade plena, roubada pelo inimigo de Deus.
Espero que um dia alguém possa ajudar Ferreira Gullar, que é amado por muitos, pelas suas poesias, a abrir os olhos e aceitar a Deus como seu Criador, Senhor e Salvador. Afinal, ele já é bem de idade, acho que tem 80 anos. Ele mesmo disse que não tem certeza sobre a existência de Deus... Acho que ele poderá ver Deus através do bom testemunho de algum cristão que tenha algum relacionamento com ele, visto que o cristão é a luz de Deus para este mundo, que aponta para o amor e obediência ao Deus Criador. O cristão é o sal da terra, que dá sabor à vida de muitos até então desesperançados.
Gullar deveria refletir sobre esta frase de Francis Bacon: “Um pouco de filosofia inclina a mente do homem para o ateísmo, mas a profundidade em filosofia o avizinha da religião.”
Deveria também ler a Bíblia mais vezes e o livro "O Grande Conflito".
Há mais do que eu poderia comentar sobre a entrevista do poeta, mas de momento é isso.
André Luiz Marques

