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segunda-feira, 25 de maio de 2015

Deus: Amigo e Inimigo imaginário?

Por que os ateus querem tanto combater a ideia de que Deus existe? Pra que tentar combater alguém que não existiria, gastando horas em debates e escrevendo livros e mais livros contra Deus? Estranho isso (rs).

quinta-feira, 19 de março de 2015

Ateus e agnósticos promovem evento sobre evolução e criacionismo em universidade pública

Ateus e agnósticos podem, criacionistas não?
Pessoal, Um Evento Emblemático, para ser guardado em nossa memória.

Quando palestras ou eventos promovidos por acadêmicos, muita vezes qualificados, pesquisadores de renome nacional e/ou internacional, docentes de Universidades públicas, são promovidos em Universidades públicas, para discutir o Design Inteligente, uma teoria científica, ou o criacionismo científico, que busca na racionalidade da ciência razões para a sua fé, toda uma galera se levanta, majoritariamente de ateus e agnósticos, e faz uma forte campanha inquisitiva com ameaças e denúncias de uso de dinheiro público e de universidades LAICAS para a propagação de supostas "crenças religiosas". Sites e blogs notoriamente ateus divulgam opiniões de ateus que não raramente difamam os participantes acusando-os de "sem qualificação para falar de ciência" ou de desonestos e outros adjetivos pejorativos, e de não terem convidado o outro lado para o contra-ponto. E não se fartam até que o evento seja cancelado. Você certamente conhece alguns desses casos.

Emblemático portanto o evento anunciado nesse folder, um encontro de ateus (e agnósticos ateus) realizado em uma Universidade pública e com o apoio/patrocínio de uma Universidade pública, e com alguns palestrantes de reputação acadêmica difícil de averiguar mas certamente não superior aos de muitos das palestras e eventos censurados, e tendo como tema Evolução x Criacionismo. Ou seja, não queremos aqui promover nenhum tipo de censura, pois a TDI BRASIL defende o livre debate acadêmico de idéias e teorias, mas fica a pergunta:

Poderia então uma Universidade laica e pública apoiar/patrocinar e ceder seu auditório para a realização de um encontro de ateus que tem como parte de seu tema o Criacionismo enquanto esses mesmos ateus são vigorosamente contra eventos semelhantes quando promovidos por acadêmicos em Universidades públicas sobre o mesmo tema? Ateu criticar pode, Cientista teísta ou defensor da TDI apoiar não pode não? Seriam nossas Universidades públicas verdadeiramente laicas ou seriam elas na realidade ateias, e apoiariam -com recursos públicos recolhidos dos impostos de todos nós- só uma parte da sociedade restrita por uma posição filosófica e (a)teológica? Você responde.

domingo, 14 de dezembro de 2014

Carl Sagan e o design inteligente

Placa enviada ao espaço na Pioneer 10
Carl Sagan teria dito: “Não é possível convencer um crente de coisa alguma, pois suas crenças não se baseiam em evidências; baseiam-se numa profunda necessidade de acreditar.” Mas o próprio Carl Sagan tinha a necessidade de crer que só poderia acreditar em evidências e, mesmo assim, não acreditava nas suas próprias evidências. Nos anos 1970, enviou uma “imagem” ao espaço. Ela continha um casal humano e o sistema solar. Foi feita com 1.271 bits de informação. Sagan dizia que quem a encontrasse “saberia que aquela imagem havia sido feita por alguém inteligente, pois demonstrava que fora planejada e executada”. Não era possível que uma imagem como aquela não tivesse um construtor (Hebreus 3:4). Então, aquela simples imagem mostrava que havia um criador que a havia feito. No entanto, ele achava que o ser humano não havia sido criado por Deus. Se aquela simples imagem de 1.271 bits de informação exigiu um criador, que dizer do ser humano, com muitos milhões de bits em suas células? O ser humano é um projeto muito mais complexo. Muito mais elaborado. Portanto, a imagem exige um criador e o ser humano não? Ele queria acreditar que não.

Assim, a frase de Sagan poderia ser corrigida e ficaria assim: “Não é possível convencer um cético da existência de Deus, pois suas crenças não se baseiam em evidências lógicas, defendidas por eles próprios.” Eles dizem que os religiosos “acham”, “creem” e “querem acreditar”, mas eles fazem a mesma coisa e não se baseiam em evidências. Parece que “coam o mosquito e engolem o camelo”, como Jesus disse em Mateus 23:24. Ou seja, “coam” (ou não aceitam) Deus e a Bíblia, por considerá-los “besteira”, mas “engolem” (ou aceitam) besteira muito maior, como a existência de algo ou de alguém sem que tenha havido um Criador que os tenha feito (Hebreus 3:4).

(Pergres, Antineoateísmo, no Facebook)

Lido em: Criacionismo

O átomo de hidrogênio, a distância de 14 pulsares e o sistema solar
A sonda Pioneer 10 foi lançada no dia 2 de março de 1972
 
Leia também: “Cosmos” ressurge nas telas depois de três décadas, Tropeçando na verdade e Religião estereotipada

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Dawkins: bebê com síndrome de Down deve ser abortado

Richard Dawkins, escritor ateu e professor, afirmou ser “imoral” permitir que bebês com síndrome de Down possam nascer. O professor de Oxford postou uma mensagem no Twitter dizendo que futuros pais que sabem que terão uma criança com a síndrome, têm a responsabilidade ética de “abortá-la e tentar ter outro filho”. Seus comentários polêmicos foram encarados pelas instituições de caridade como desrespeitoso, causando a fúria online. Ele não se abalou com os comentários e disse que sua posição era “muito civilizada”, pois os fetos “não têm sentimentos humanos”. Ele continuou com as declarações “fortes” dizendo que: “O aborto é humano? O feto pode sofrer?” Além disso, insistiu que as pessoas não têm o direito de se opor ao aborto se conseguem comer carne. Quase mil abortos são realizados em fetos com síndrome de Down na Inglaterra e no País de Gales anualmente, de acordo com um registro independente divulgado no jornal The Telegraph.

Ativistas declararam que suas palavras são um completo absurdo, afirmando que o professor está tentando estimular a “eugenia”.

Tudo começou pelo Twitter, quando ele disse que as leis na Irlanda sobre aborto deveriam mudar. Um dos seguidores comentou que o fato era um dilema ético real se as mães estivessem carregando um feto com alguma doença. O professor Dawkins respondeu: “Aborta e tenta novamente. É imoral trazê-lo para o mundo, se você tem a escolha.”

Carol Boy, diretor-executivo da Associação Síndrome de Down, rejeitou os comentários de Dawkins: “As pessoas com síndrome de Down podem ter uma vida plena e gratificante, eles também têm uma contribuição valiosa para a nossa sociedade”, disse ela.

Fonte: Jornal Ciência via Criacionismo

Comentário de Valderi Felizado da Silva, oficial de Promotoria, Vara da Infância e Juventude da Capital (São Paulo): “Esse é o tipo de notícia que todo evolucionista deveria esconder. Oras, se o papa do evolucionismo declara que o aborto de bebês com síndrome de Down deveria ser praticado porque eles não têm sentimentos, e, também, por ser um ato civilizatório, isso nos leva à conclusão de que a teoria da evolução, com sua seleção natural, é, de fato, um dogma, uma religião que os naturalistas praticam. É a evolução sendo não somente teorizada por seus clérigos, mas praticada in loco. Isso nos faz refletir: Qual a diferença entre um jihadista que corta a cabeça de um cristão no Oriente Médio e o maior líder do darwinismo, que prega a morte de bebês na Irlanda?”

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

segunda-feira, 14 de julho de 2014

terça-feira, 1 de julho de 2014

sexta-feira, 20 de junho de 2014

domingo, 25 de maio de 2014

sexta-feira, 2 de maio de 2014

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

domingo, 16 de fevereiro de 2014

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Newton X Voltaire - Quem fez papel de ridículo?

Com base em Naum 2:4 (“Os carros passam furiosamente pelas ruas, e se cruzam velozes pelas praças; parecem tochas, correm como relâmpago”), Newton entendeu que a Ciência evoluiria a ponto de desenvolver meios de transporte ainda inimagináveis à sua geração, e que os carros andariam a mais de 80 km/h.

Lembra-se de Voltaire, o inimigo declarado da Bíblia? Veja o que ele escreveu sobre esta conclusão de Newton: “Vejam vocês a que ponto pode chegar o cérebro deste homem que descobriu a gravidade e nos revelou maravilhas admiráveis. Ao ficar velho e caduco, Newton começou a estudar esse tal livro que chama de Sagrada Escritura e, para mostrar fé no fabuloso absurdo deste livro, afirma que devemos acreditar que o conhecimento humano aumentará a tal ponto que seremos capazes de viajar a 80 km/h. Isso é ridículo!” Agora cabe a você decidir quem é o caduco e ridículo. Voltaire, que desacreditava na Bíblia, ou Newton, que era um crente convicto?

(Rodrigo P. Silva em "Eles criam em Deus", Casa Publicadora Brasileira).

domingo, 22 de dezembro de 2013

Razão em um lugar de dor - Dr. John Lennox e Rosemary Avery


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