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sexta-feira, 24 de julho de 2020
Canal Sou do Criador
Estou lançando o canal "Sou do Criador" no Youtube. Se gostar, se inscreva, curta e compartilhe. https://www.youtube.com/channel/UC7TV4b0ZJY4qNF1rbjg2CPQ
segunda-feira, 27 de março de 2017
Programa Evidências está de volta!
Depois de um tempo fora do ar, o programa "Evidências", com o Dr. em Arqueologia Bíblica Rodrigo Silva, está de volta ao ar!
A partir do dia 02 de abril estaremos juntos numa experiência única de aprendizado sobre a Bíblia e sua comprovação arqueológica! Não perca a nova temporada: EVIDÊNCIAS ISRAEL
Estreia dia 02 de abril 19:30 na TV Novo Tempo!
"Sempre em busca de fatos que comprovem a veracidade da Bíblia Sagrada".
Entre no site e informe-se: http://novotempo.com/evidencias/
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domingo, 21 de fevereiro de 2016
Site 'Origem e Vida'
Recomendo este site/blog, recém lançado, que reforça as fileiras dos meios de comunicação que apresentam evidências científicas a respeito das nossas origens como produto da criação do Deus da Bíblia. "Origem e Vida" também apresenta conteúdos para se ter uma vida mais saudável e feliz. Mantido pelo Dr. em Química Rodrigo Meneghetti Pontes, passa a ser mais um excelente site de referência para quem quer se aprofundar no estudo sobre nossas origens. Acesse: http://www.origemevida.com.br/
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domingo, 10 de maio de 2015
320 mil acessos ao nosso blog "Criacionista pela Fé e pela Razão"
Passamos de 320 mil acessos ao nosso blog "Criacionista pela Fé e pela Razão"! Que o Criador continue abençoando! Obrigado pela sua visita ao nosso blog! Acesse aos nossos materiais que visam evidenciar que Deus é o nosso Criador!
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Vida inteligente pode estar em sua fase inicial no Universo [só faltam as evidências]
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| Impressão artística da Terra primitiva. (Fonte do site Universo Racionalista) |
As 200 bilhões de galáxias observáveis em nosso Cosmos mostram um claro potencial para continuar como as vemos hoje por centenas de bilhões de anos, se não por muito mais tempo. Porque os planetas e a vida são bastante jovens no Universo, diz Dimitar Sasselov, na Harvard University, "talvez a espécie humana não esteja atrasada para a festa. Podemos estar entre os primeiros."
Isso poderia explicar o porquê de não termos visto nenhuma evidência da existência "deles", além de indicar um longo caminho para explicar o famoso Paradoxo de Fermi, que consiste na seguinte pergunta: "se existe vida inteligente no Universo, onde eles estão? Por que ainda não descobrimos qualquer evidência de sua existência?"
A história do Universo, segundo Sasselov, em um novo estudo, "A Vida em Super-Terras", diz que várias gerações de estrelas fizeram ferro e oxigênio, silício e carbono, e todos os outros elementos do hidrogênio e hélio originais a cerca de 13 bilhões de anos atrás para ser capaz de formar a Terra e os planetas que a Missão Kepler veem descobrindo.
Fonte: Universo Racionalista
Nota do blog Ciência e Fé: Quando li o título desta matéria, corri ansiosamente para ler a reportagem e constatar a tal hipótese. Puft!!! Fiquei frustrado mais uma vez com essa 'mídia científica'. Cadê as evidências da fase inicial de vida em outro planeta? E quem disse que existe vida fora da Terra? A NASA (Missão Kepler), por exemplo, ainda não afirmou nada sobre este assunto. Mais um detalhe. Se eu fosse o autor deste site (Universo Racionalista), mudaria o seu nome para 'Universo sensacionalista'. Pronto, falei!!! [Firmo Neto]
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domingo, 21 de dezembro de 2014
Tréplica dos defensores do Design Inteligente
O professor Marcos Eberlin, da Unicamp, um dos defensores da Teoria do Design Inteligente no país, junto com seus colegas, redigiu uma “tréplica” ao manifesto de pesquisadores da UFRGS defendendo a teoria da evolução e criticando o Design Inteligente. Para quem não está a par do rolo todo, eis o Manifesto da TDI aqui, e a replica aqui.
Reproduzo abaixo a “tréplica” — deixando claríssimo que não endosso em nenhum momento seu conteúdo, simplesmente no interesse da liberdade de expressão e de debate. Confiram!
********
Réplica da TDI BRASIL ao Manifesto UFRGS (abaixo assinado): descompassos com a verdade histórico-teórica sobre a TDI, e ignorância profunda sobre o status quo heurístico da atual teoria da evolução
O manifesto-resposta de professores e alunos da UFRGS contra o Manifesto da Sociedade Brasileira do Design Inteligente –TDI BRASIL- sobre o ensino do Criacionismo, da Teoria do Design Inteligente (TDI), e da Teoria da Evolução (TE) é aqui replicado pela TDI-BRASIL por três razões:
1. Razão 1. Distorção de nossa posição exarada em nosso Manifesto sobre o ensino do criacionismo, teoria do Design Inteligente e Evolução nas escolas públicas.
Os signatários do manifesto UFRGS afirmaram, falsamente, que “exigimos” sejam ensinadas alegadas deficiências da TE, e que a disputa entre a TDI e a Evolução deva ser informada aos alunos. “Defender” ensinar, foi o que declaramos em nosso manifesto, o que é muito diferente de “exigir” ensinar.
Reiteramos que as deficiências na TE são, sim, verdadeiras, e amplamente conhecidas pela academia. Vejam alguns exemplos de áreas a seguir, onde há várias referências registradas na literatura científica com sérios questionamentos abalizados mesmo por cientistas evolucionistas: a) Origem da vida, b) Embriologia e o Desenvolvimento, c) Registro fóssil, d) Árvores Filogenéticas, d) Seleção Natural e e) Mecanismos da Evolução.
E poderíamos mencionar aqui quase uma centena de artigos científicos, de renomados e abalizados cientistas evolucionistas, questionando a robustez de alguns aspectos fundamentais da TE no contexto de justificação teórica e que apontam para outra direção.
2. Razão 2. Há várias afirmativas em descompasso com a verdade sobre o caráter científico da TDI e seu debate com a TE.
Reiteramos a existência de disputa entre a TE e a TDI na academia, não somente nos Estados Unidos desde os anos 1990s, facilmente identificada e atestada por vários manifestos de organizações científicas contra a TDI mencionados no próprio manifesto UFRGS, e agora também no Brasil.
O manifesto UFRGS alertou o público que a TDI não pode ser considerada uma teoria científica. Esclarecemos porém que, por exemplo, as exigências feitas pela Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos para uma teoria ser considerada científica são todas atendidas pela TDI, ou seja: Elemento 1: “uma explicação bem substanciada de algum aspecto do mundo natural que possa incorporar fatos, leis, e hipóteses testadas… Elemento 2: uma explicação abrangente de algum aspecto da natureza que seja apoiado por um vasto conjunto de evidências”
Elemento 1: A TDI deve ser uma “explicação de algum aspecto do mundo natural” e uma “explicação abrangente de algum aspecto da natureza”. A TDI não é apenas uma explicação de “algum aspecto do mundo natural”, na verdade, ela explica muitos aspectos do mundo natural. Se pensarmos em categorias amplas, a TDI propõe que agência inteligente é a explicação mais corriqueira para eventos históricos tais como:
a) A origem do ajuste fino do cosmos para a existência de vida avançada. A origem de níveis de informação complexa e especificada extremamente altos no DNA.
b) A origem de muitos sistemas irredutivelmente complexos encontrados nos organismos vivos.
Elemento 2: A TDI deve “incorporar muitos fatos, leis e hipóteses testadas”.
A TDI incorpora muitos fatos, leis, e hipóteses testadas: A TDI incorpora as leis e constantes conhecidas do universo, e articulando-as em uma teoria unificada para explicar por que elas são coordenadas para produzir parâmetros físicos favoráveis para a vida.
A TDI incorpora muitos fatos conhecidos como a informação imaterial bioquímica, com seu código arbitrário e aperiódico, registrado nas sequências do DNA, bem como hipóteses testadas demonstrando que elas são finamente ajustadas para realizar funções biológicas específicas. A TDI incorpora muitas hipóteses testadas sobre a presença de complexidade irredutível em sistemas biológicos, evidenciada por experiências de silenciamento de genes, que têm demonstrado que a complexidade irredutível é um fenômeno verdadeiro.
Os teóricos da TDI fazem tudo isso ao proporem novas leis tais como a lei de conservação da informação, novos princípios sobre as causas de altos níveis de Informação Complexa Especificada, novos métodos para medir a informação e complexidade funcionais, e novas hipóteses sobre a ubiquidade do ajuste fino por toda a cosmologia e biologia.
Elemento 3: A TDI deve ser “bem substanciada” e “apoiada por um vasto conjunto de evidência”.
Pesquisas em Física e Cosmologia continuam a descobrir níveis cada vez mais profundos de ajuste fino. Muitos exemplos poderiam ser dados, mas este aqui é surpreendente: a entropia inicial do universo deve ter sido finamente ajustada em 1 parte em 10(10123) para produzir o universo favorável à vida.
Pesquisas de epigenética e de biologia de sistemas estão revelando mais e mais quão integrados são os organismos, da bioquímica à macrobiologia, e demonstrando funções celulares básicas finamente ajustadas.As experiências de silenciamento genético estão demonstrando a complexidade irredutível, tais como a do flagelo bacteriano, ou as características multimutacionais onde muitas mutações simultâneas seriam necessárias para ganhar uma vantagem.
Assim sendo, a TDI, apesar de ainda não ser ainda aceita por grande parte da comunidade científica, se apresenta como uma alternativa científica robusta e qualificada à teoria evolutiva. A TDI é uma teoria científica que fornece descrições e/ou explicações naturais sobre o mundo. A TDI, como foi falsamente aludido no manifesto UFRGS, não se relaciona e nem depende de alegações ou dependência explícita ou implícita a causas sobrenaturais. Os conceitos elaborados pelos teóricos e defensores da TDI não são demasiado vagos para permitir previsões específicas, pois têm unificação explicativa: há sinais de inteligência na natureza e são empiricamente detectados.
Razão 3. Inverdades gerais sobre a TDI como que alegou que proponentes da TDI se recusam a entrar em detalhes sobre os mecanismos – pois propomos sim que ações inteligentes funcionam nesse papel, servindo como causa/mecanismo conhecidos produzindo altos níveis de informação complexa especificada que podem ser detectados.
A maior parte de nossa literatura não consiste não em argumentos puramente negativos contra a evolução, e nem tem como propósito distorcer a ciência e inserir dúvidas infundadas – pois primeiro que questionar teorias científicas é papel de todo cientista e é a própria literatura especializada, que citamos, que demonstra a falência epistêmica da atual teoria da evolução em vários aspectos teóricos fundamentais no contexto de justificação teórica.
As inconsistências graves da Síntese Evolutiva Moderna não foram, portanto, distorcidas no manifesto da TDI Brasil, mas serenamente apresentadas pois são fatos. E fatos tão graves, que a comunidade científica já reconhecendo a falência da TE atual já está elaborando uma nova teoria geral da evolução – a Síntese Evolutiva Ampliada/Estendida, que será anunciada somente em 2020. Adiamentos constantes nos mostram, porém, que esta nova teoria está também enfrentando sérias dificuldades. Há, portanto, uma ignorância (pragmática ou vera?) da literatura especializada, a qual demonstra o status quo de falência epistêmica da TE demandando assim sua profunda revisão, ou substituição. As diversas controvérsias existentes na teoria evolutiva deveriam então ser apresentadas aos nossos alunos, mas não são. Isso se dá, entendemos, pois o que está em jogo é a validade da evolução como fato, mas fato em qual nível de evolução? Microevolução? Macroevolução? A TDI BRASIL concorda que as teorias são estruturas de ideias que explicam e interpretam fatos, mas discorda do Manifesto UFRGS de que as novas abordagens teóricas acumulem cada vez mais evidências a favor da evolução da vida. Entendemos que o que se dá é oposto do que se afirma.
Para finalizar, o Manifesto UFRGS confirma então a disputa científica entre TDI e TE. Entendemos, porém, que a TDI não deva ser apresentada ainda no ensino básico, não porque a TDI não apresenta aspectos fundamentais de uma teoria científica, o que não procede, mas pelas razões exaradas em nosso manifesto – pelo simples fato da TDI ainda não ser aceita pela comunidade científica. Concordamos que as controvérsias são aspectos imprescindíveis no conhecimento científico, e devem ser criteriosamente consideradas no seu ensino mas, no entanto, entendemos que a inclusão de controvérsias científicas no currículo escolar deve ser criteriosa.
Sendo criteriosos, poderíamos sugerir, por exemplo, a inclusão dos seguintes10 tópicos para discussão em aulas de ciência em que se discuta a TE:
1. Existe mecanismo viável para gerar vida a partir de pequenas moléculas inanimadas na sopa primordial?
2. Processos químicos puramente materialísticos não guiados podem explicar a origem do código genético?
3. Mutações aleatórias podem gerar simultaneamente todo o grupo de informação genética requerida para a formação de estruturas irredutivelmente complexas?4. Por que a seleção natural luta para fixar características vantajosas nas populações?
5. O surgimento abrupto de espécies no registro fóssil (Explosão Cambriana) e as “formas transicionais” até hoje lá encontradas apoia a evolução preconizada por Darwin?
6. A biologia moderna teve obtido êxito na corroboração de uma “Árvore da Vida”?
7. A evolução convergente fortalece o Darwinismo ou destrói a lógica da ancestralidade comum?
8. As diferenças entre os embriões de vertebrados fortalecem ou contradizem as predições de ancestralidade comum?
9. O neodarwinismo tem obtido êxito em explicar a distribuição biogeográfica de muitas espécies?
10. O que fazer quando uma teoria faz previsões equivocadas, como o neodarwinismo e sua longa história de tais predições, como as dos órgãos vestigiais, a abundância de formas transicionais no registro fóssil, a do DNA “lixo” e da redundância do código genético?
Fonte: Folha on line
Reproduzo abaixo a “tréplica” — deixando claríssimo que não endosso em nenhum momento seu conteúdo, simplesmente no interesse da liberdade de expressão e de debate. Confiram!
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Réplica da TDI BRASIL ao Manifesto UFRGS (abaixo assinado): descompassos com a verdade histórico-teórica sobre a TDI, e ignorância profunda sobre o status quo heurístico da atual teoria da evolução
O manifesto-resposta de professores e alunos da UFRGS contra o Manifesto da Sociedade Brasileira do Design Inteligente –TDI BRASIL- sobre o ensino do Criacionismo, da Teoria do Design Inteligente (TDI), e da Teoria da Evolução (TE) é aqui replicado pela TDI-BRASIL por três razões:
1. Razão 1. Distorção de nossa posição exarada em nosso Manifesto sobre o ensino do criacionismo, teoria do Design Inteligente e Evolução nas escolas públicas.
Os signatários do manifesto UFRGS afirmaram, falsamente, que “exigimos” sejam ensinadas alegadas deficiências da TE, e que a disputa entre a TDI e a Evolução deva ser informada aos alunos. “Defender” ensinar, foi o que declaramos em nosso manifesto, o que é muito diferente de “exigir” ensinar.
Reiteramos que as deficiências na TE são, sim, verdadeiras, e amplamente conhecidas pela academia. Vejam alguns exemplos de áreas a seguir, onde há várias referências registradas na literatura científica com sérios questionamentos abalizados mesmo por cientistas evolucionistas: a) Origem da vida, b) Embriologia e o Desenvolvimento, c) Registro fóssil, d) Árvores Filogenéticas, d) Seleção Natural e e) Mecanismos da Evolução.
E poderíamos mencionar aqui quase uma centena de artigos científicos, de renomados e abalizados cientistas evolucionistas, questionando a robustez de alguns aspectos fundamentais da TE no contexto de justificação teórica e que apontam para outra direção.
2. Razão 2. Há várias afirmativas em descompasso com a verdade sobre o caráter científico da TDI e seu debate com a TE.
Reiteramos a existência de disputa entre a TE e a TDI na academia, não somente nos Estados Unidos desde os anos 1990s, facilmente identificada e atestada por vários manifestos de organizações científicas contra a TDI mencionados no próprio manifesto UFRGS, e agora também no Brasil.
O manifesto UFRGS alertou o público que a TDI não pode ser considerada uma teoria científica. Esclarecemos porém que, por exemplo, as exigências feitas pela Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos para uma teoria ser considerada científica são todas atendidas pela TDI, ou seja: Elemento 1: “uma explicação bem substanciada de algum aspecto do mundo natural que possa incorporar fatos, leis, e hipóteses testadas… Elemento 2: uma explicação abrangente de algum aspecto da natureza que seja apoiado por um vasto conjunto de evidências”
Elemento 1: A TDI deve ser uma “explicação de algum aspecto do mundo natural” e uma “explicação abrangente de algum aspecto da natureza”. A TDI não é apenas uma explicação de “algum aspecto do mundo natural”, na verdade, ela explica muitos aspectos do mundo natural. Se pensarmos em categorias amplas, a TDI propõe que agência inteligente é a explicação mais corriqueira para eventos históricos tais como:
a) A origem do ajuste fino do cosmos para a existência de vida avançada. A origem de níveis de informação complexa e especificada extremamente altos no DNA.
b) A origem de muitos sistemas irredutivelmente complexos encontrados nos organismos vivos.
Elemento 2: A TDI deve “incorporar muitos fatos, leis e hipóteses testadas”.
A TDI incorpora muitos fatos, leis, e hipóteses testadas: A TDI incorpora as leis e constantes conhecidas do universo, e articulando-as em uma teoria unificada para explicar por que elas são coordenadas para produzir parâmetros físicos favoráveis para a vida.
A TDI incorpora muitos fatos conhecidos como a informação imaterial bioquímica, com seu código arbitrário e aperiódico, registrado nas sequências do DNA, bem como hipóteses testadas demonstrando que elas são finamente ajustadas para realizar funções biológicas específicas. A TDI incorpora muitas hipóteses testadas sobre a presença de complexidade irredutível em sistemas biológicos, evidenciada por experiências de silenciamento de genes, que têm demonstrado que a complexidade irredutível é um fenômeno verdadeiro.
Os teóricos da TDI fazem tudo isso ao proporem novas leis tais como a lei de conservação da informação, novos princípios sobre as causas de altos níveis de Informação Complexa Especificada, novos métodos para medir a informação e complexidade funcionais, e novas hipóteses sobre a ubiquidade do ajuste fino por toda a cosmologia e biologia.
Elemento 3: A TDI deve ser “bem substanciada” e “apoiada por um vasto conjunto de evidência”.
Pesquisas em Física e Cosmologia continuam a descobrir níveis cada vez mais profundos de ajuste fino. Muitos exemplos poderiam ser dados, mas este aqui é surpreendente: a entropia inicial do universo deve ter sido finamente ajustada em 1 parte em 10(10123) para produzir o universo favorável à vida.
Pesquisas de epigenética e de biologia de sistemas estão revelando mais e mais quão integrados são os organismos, da bioquímica à macrobiologia, e demonstrando funções celulares básicas finamente ajustadas.As experiências de silenciamento genético estão demonstrando a complexidade irredutível, tais como a do flagelo bacteriano, ou as características multimutacionais onde muitas mutações simultâneas seriam necessárias para ganhar uma vantagem.
Assim sendo, a TDI, apesar de ainda não ser ainda aceita por grande parte da comunidade científica, se apresenta como uma alternativa científica robusta e qualificada à teoria evolutiva. A TDI é uma teoria científica que fornece descrições e/ou explicações naturais sobre o mundo. A TDI, como foi falsamente aludido no manifesto UFRGS, não se relaciona e nem depende de alegações ou dependência explícita ou implícita a causas sobrenaturais. Os conceitos elaborados pelos teóricos e defensores da TDI não são demasiado vagos para permitir previsões específicas, pois têm unificação explicativa: há sinais de inteligência na natureza e são empiricamente detectados.
Razão 3. Inverdades gerais sobre a TDI como que alegou que proponentes da TDI se recusam a entrar em detalhes sobre os mecanismos – pois propomos sim que ações inteligentes funcionam nesse papel, servindo como causa/mecanismo conhecidos produzindo altos níveis de informação complexa especificada que podem ser detectados.
A maior parte de nossa literatura não consiste não em argumentos puramente negativos contra a evolução, e nem tem como propósito distorcer a ciência e inserir dúvidas infundadas – pois primeiro que questionar teorias científicas é papel de todo cientista e é a própria literatura especializada, que citamos, que demonstra a falência epistêmica da atual teoria da evolução em vários aspectos teóricos fundamentais no contexto de justificação teórica.
As inconsistências graves da Síntese Evolutiva Moderna não foram, portanto, distorcidas no manifesto da TDI Brasil, mas serenamente apresentadas pois são fatos. E fatos tão graves, que a comunidade científica já reconhecendo a falência da TE atual já está elaborando uma nova teoria geral da evolução – a Síntese Evolutiva Ampliada/Estendida, que será anunciada somente em 2020. Adiamentos constantes nos mostram, porém, que esta nova teoria está também enfrentando sérias dificuldades. Há, portanto, uma ignorância (pragmática ou vera?) da literatura especializada, a qual demonstra o status quo de falência epistêmica da TE demandando assim sua profunda revisão, ou substituição. As diversas controvérsias existentes na teoria evolutiva deveriam então ser apresentadas aos nossos alunos, mas não são. Isso se dá, entendemos, pois o que está em jogo é a validade da evolução como fato, mas fato em qual nível de evolução? Microevolução? Macroevolução? A TDI BRASIL concorda que as teorias são estruturas de ideias que explicam e interpretam fatos, mas discorda do Manifesto UFRGS de que as novas abordagens teóricas acumulem cada vez mais evidências a favor da evolução da vida. Entendemos que o que se dá é oposto do que se afirma.
Para finalizar, o Manifesto UFRGS confirma então a disputa científica entre TDI e TE. Entendemos, porém, que a TDI não deva ser apresentada ainda no ensino básico, não porque a TDI não apresenta aspectos fundamentais de uma teoria científica, o que não procede, mas pelas razões exaradas em nosso manifesto – pelo simples fato da TDI ainda não ser aceita pela comunidade científica. Concordamos que as controvérsias são aspectos imprescindíveis no conhecimento científico, e devem ser criteriosamente consideradas no seu ensino mas, no entanto, entendemos que a inclusão de controvérsias científicas no currículo escolar deve ser criteriosa.
Sendo criteriosos, poderíamos sugerir, por exemplo, a inclusão dos seguintes10 tópicos para discussão em aulas de ciência em que se discuta a TE:
1. Existe mecanismo viável para gerar vida a partir de pequenas moléculas inanimadas na sopa primordial?
2. Processos químicos puramente materialísticos não guiados podem explicar a origem do código genético?
3. Mutações aleatórias podem gerar simultaneamente todo o grupo de informação genética requerida para a formação de estruturas irredutivelmente complexas?4. Por que a seleção natural luta para fixar características vantajosas nas populações?
5. O surgimento abrupto de espécies no registro fóssil (Explosão Cambriana) e as “formas transicionais” até hoje lá encontradas apoia a evolução preconizada por Darwin?
6. A biologia moderna teve obtido êxito na corroboração de uma “Árvore da Vida”?
7. A evolução convergente fortalece o Darwinismo ou destrói a lógica da ancestralidade comum?
8. As diferenças entre os embriões de vertebrados fortalecem ou contradizem as predições de ancestralidade comum?
9. O neodarwinismo tem obtido êxito em explicar a distribuição biogeográfica de muitas espécies?
10. O que fazer quando uma teoria faz previsões equivocadas, como o neodarwinismo e sua longa história de tais predições, como as dos órgãos vestigiais, a abundância de formas transicionais no registro fóssil, a do DNA “lixo” e da redundância do código genético?
Fonte: Folha on line
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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Ellen White na lista de americanos mais influentes
Foi divulgada em novembro uma inusitada lista com os nomes dos 100 norte-americanos mais influentes de todos os tempos. A listagem é um trabalho da Smithsonian Magazine, uma publicação que pertence ao Smithsonian Institute, e inclui a escritora adventista Ellen White. Essa instituição, criada em 1846, reúne um grupo de museus e centros de pesquisa administrados pelo governo dos Estados Unidos. Conforme a revista, foi adotada uma metodologia criada por Steven Skiena e Charles Ward. Skiena é professor da Universidade Stony Brook e pesquisador na área de computação, e Ward é um engenheiro da Google especializado em metodologias de classificação. Os dois desenvolveram um método algorítmico para classificar figuras históricas, como o Google classifica páginas da web. Só que Skiena e Ward resolveram catalogar as pessoas de acordo com a sua importância histórica, o que eles definem como “o resultado de forças sociais e culturais que agem sobre a massa de realização de um indivíduo”.
Para se chegar a esse grupo, foram pesquisadas fontes como a Wikipedia, que tem mais de 840 mil páginas dedicadas a pessoas de todos os tempos e lugares, além de dados extraídos dos 15 milhões de livros que a Google digitalizou. Eles analisaram os dados para produzir um escore único para cada pessoa e usaram uma fórmula que incorpora o número de links para cada página, o número de páginas visitadas, a duração de cada entrada e a frequência das edições para cada página.
Ellen White integrou a área que eles chamaram de figuras religiosas, ao lado de outros nomes conhecidos. A listagem completa tem gente do nível de Abraham Lincoln, George Washington, Martin Luther King, Thomas Jefferson, Oprah Winfrey, entre outros.
No próximo ano, a Igreja Adventista do Sétimo Dia no mundo vai relembrar o centenário de morte dela, que é considerada uma das maiores escritoras cristãs. Para o doutor Alberto Timm, diretor associado do Ellen White Estate, “ela é, sem dúvida, a adventista mais conhecida e influente. Sem haver ocupado qualquer função administrativa na Igreja Adventista, os conselhos de Ellen White continuam dando forma a muitos programas e a quase todas as instituições em todos os níveis da denominação. Seus escritos exaltam a Cristo e estimulam a lealdade à Bíblia como norma de todas as doutrinas e base de todas as reformas”.
Fonte: Felipe Lemos, ASN
Para se chegar a esse grupo, foram pesquisadas fontes como a Wikipedia, que tem mais de 840 mil páginas dedicadas a pessoas de todos os tempos e lugares, além de dados extraídos dos 15 milhões de livros que a Google digitalizou. Eles analisaram os dados para produzir um escore único para cada pessoa e usaram uma fórmula que incorpora o número de links para cada página, o número de páginas visitadas, a duração de cada entrada e a frequência das edições para cada página.
Ellen White integrou a área que eles chamaram de figuras religiosas, ao lado de outros nomes conhecidos. A listagem completa tem gente do nível de Abraham Lincoln, George Washington, Martin Luther King, Thomas Jefferson, Oprah Winfrey, entre outros.
No próximo ano, a Igreja Adventista do Sétimo Dia no mundo vai relembrar o centenário de morte dela, que é considerada uma das maiores escritoras cristãs. Para o doutor Alberto Timm, diretor associado do Ellen White Estate, “ela é, sem dúvida, a adventista mais conhecida e influente. Sem haver ocupado qualquer função administrativa na Igreja Adventista, os conselhos de Ellen White continuam dando forma a muitos programas e a quase todas as instituições em todos os níveis da denominação. Seus escritos exaltam a Cristo e estimulam a lealdade à Bíblia como norma de todas as doutrinas e base de todas as reformas”.
Fonte: Felipe Lemos, ASN
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terça-feira, 9 de dezembro de 2014
domingo, 7 de dezembro de 2014
300 mil acessos ao nosso blog!
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| Clique sobre a imagem para ampliá-la |
Hoje, chegamos à marca de mais de 300.000 acessos ao nosso blog "Criacionista pela Fé e pela Razão". Quero agradecer a cada leitor e leitora deste blog, que tem o objetivo de apresentar informações sobre o estudos das origens pela ótica criacionista, bem como compará-la à visão evolucionista e analisar qual a melhor inferência diante dos dados científicos atuais. Também compartilhamos aqui a nossa esperança na breve volta e Jesus e apresentando os sinais de Sua vinda. São muitas as pessoas que estão sendo alcançadas no mundo todo por meio desta ferramenta, que é o nosso blog, ajudando a cumprir a profecia de Mateus 24:14 e Apocalipse 14:6-12. Que o Criador e Salvador, Jesus Cristo, seja sempre louvado! Amém!
André Luiz Marques
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quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Eles desafiam Darwin
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| Marcos Eberlin, professor do Instituto de Química da Unicamp
Toda vez que é instada a dissertar sobre o início do universo e da vida, a maioria da comunidade científica apoia-se nos princípios de Charles Darwin (1809–1882), o biólogo e naturalista inglês que explicou a origem da diversidade da vida na terra com a Teoria da Evolução. Para esses darwinianos, novas espécies de seres vivos surgem por meio de mudanças graduais, geradas pela descendência e guiadas pela seleção natural. Cresce no País, no entanto, um grupo de cientistas de currículos robustos dispostos a quebrar o paradigma da biologia evolutiva, defensores da Teoria do Design Inteligente (TDI). A vida, para eles, não se desenvolveu na Terra de forma natural, mas projetada por uma mente inteligente. “Conhecimentos científicos em bioquímica e biologia molecular cada vez mais apurados nos permitiram abrir a caixa preta chamada célula e enxergar nela um conjunto imenso de máquinas moleculares dotado de uma complexidade irredutível”, diz Marcos Eberlin, professor do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). “Não dá para pensar num motor desse tipo produzido por forças naturais. Foi decisão de uma inteligência que existe no universo.” Autor de mais de 650 artigos científicos com mais de dez mil citações e comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico, Eberlin é o porta-voz brasileiro da TDI, um movimento que nasceu nos Estados Unidos no final dos anos 80. Por lá, há cerca de três mil adeptos, como químicos, bioquímicos, biólogos e físicos. Aqui, os seguidores ganharam corpo com a Sociedade Brasileira do Design Inteligente, constituída no mês passado. Com Eberlin na presidência e um comitê científico composto por alguns ex-darwinistas, a entidade recentemente deu vida ao 1º Congresso Brasileiro do Design Inteligente, em Campinas, no interior de São Paulo.
Ao final do ciclo de palestras, no domingo 16, que contou com a presença de cientistas do exterior, como o filósofo com especialização em biologia evolucionária Paul Nelson [foto ao lado], entre os 370 participantes, o número de membros da sociedade saltou de 220 para 300. “Seremos 500 até o final do ano, mil até o ano que vem e cinco mil em cinco anos”, afirma o químico da Unicamp. “Não somos inimigos de Darwin, mas amigos da ciência. Queremos restabelecer a verdade científica”, diz ele, que é membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC). Por enquanto, porém, eles têm causado controvérsia na comunidade científica. Para o especialista em genética evolutiva Diogo Meyer, a TDI tem credibilidade quase nula. “Eles não são da área para a qual pretendem contribuir. São químicos, pessoas que atuam na biologia molecular, bioquímica, e não trabalham com a evolução, diversidade biológica ou genética”, afirma ele, que é biólogo do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP). “É como se eu, que trabalho com evolução, argumentasse contra as interpretações mais convencionais da Revolução Francesa.”
Para os darwinianos, a TDI é um movimento de criacionistas que tenta dar uma roupagem de teoria científica à fé deles. “A gente diz por que a evolução dá conta de explicar as estruturas complexas das moléculas celulares, mas quem está atacando uma ideia já vigente precisa arregaçar a manga e mostrar serviço, o que não ocorreu até agora”, afirma Meyer. Evangélico batista, o químico Eberlin argumenta que tentam rotular o selo de religião na TDI para classificá-la como pseudociência. A universidade da qual ele é docente chegou a divulgar o Congresso sobre Design Inteligente em sua página no Facebook mas, de acordo com Eberlin, sofreu pressão para remover o anúncio. A Unicamp explicou, por meio de sua assessoria, que após verificar que o evento não conta com participação institucional concluiu que não justifica a sua divulgação. O porta-voz da TDI chama seus opositores de pitbulls de Darwin. Para eles, o químico, presidente da Sociedade Internacional de Espectrometria de Massas, é um charlatão. O docente, porém, continua aceitando convites para palestrar em universidades e explanar que fomos planejados e não gerados por processos naturais.
Foto: João Castellano/Ag. Istoé
Fonte: ISTOÉ Independente
Nota do Dr. Marcos Eberlin, em seu Facebook: Pessoal, algumas pérolas dos Darwinistas na reportagem da ISTO É... Para o especialista em genética evolutiva Diogo Meyer, a TDI tem credibilidade quase nula. “Eles não são da área para a qual pretendem contribuir. São químicos, pessoas que atuam na biologia molecular, bioquímica, e não trabalham com a evolução, diversidade biológica ou genética”, afirma ele, que é biólogo do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP). “É como se eu, que trabalho com evolução, argumentasse contra as interpretações mais convencionais da Revolução Francesa”. Somos apenas "meros" Químicos e "Bioquímicos" e biólogos moleculares", portanto não entendem evolução... Gente, só quem vê a evolução só via bicos de passarinhos e cascos de tartarugas que ainda crê em Darwin... Foi ao Nível Molecular que a porca da evolução torceu o rabo... aliás, foi juntando tudo, entenda como se dá os vários níveis intrincados, sincronizados e inter-dependentes e complexamente irredutíveis de mecanismos de camuflagem e mimetismo dos cefalópodes, por exemplo, por morfologia biológica e nível molecular (bio)químico, e dê adeus a Darwin! [Dr. Marcos Eberlin]
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terça-feira, 18 de novembro de 2014
Manifesto Público da Teoria do Design Inteligente
Manifesto público da Sociedade Brasileira do Design Inteligente – TDI-Brasil – sobre o ensino da Teoria da Evolução e da Teoria do Design Inteligente nas escolas e universidades públicas e privadas
A TDI-Brasil declara, como sua política educacional, não ser favorável, na atual conjuntura acadêmica, ao ensino da Teoria do Design Inteligente (TDI) nas escolas e universidades brasileiras públicas e privadas, como também nas confessionais.
Nossa posição se fundamenta na opinião atual da Academia, que ainda não acata em sua maioria a TDI e o seu ensino, posição essa que nós da TDI-Brasil, como acadêmicos, devemos acatar.
Outro fundamento de nossa posição contrária ao ensino da TDI nas escolas é a não existência, no quadro educacional atual, de professores capacitados para corretamente ensinar os postulados da TDI.
Entendemos, porém, que os alunos têm o direito constitucional de ser informados que há uma disputa já instalada na academia entre a teoria da evolução (TE) e a TDI quanto à melhor inferência científica sobre nossas origens. Inclusive há outras correntes acadêmicas, além da TDI, que hoje questionam a validade da TE oferecendo uma terceira via.
Quanto ao ensino da TE, a TDI-Brasil defende que este ensino seja feito, porém, de uma forma honesta e imparcial, tanto nos livros didáticos quanto na exposição dos professores em salas de aula. Defendemos que sejam eliminados exemplos fraudulentos ou equivocados atualmente presentes em livros didáticos, e que sejam expostas as deficiências graves que a TE apresenta, e que se agravam a cada dia frente às descobertas científicas mais recentes – o que hoje não ocorre.
Quanto ao criacionismo, na sua versão religiosa e filosófica, por causa de seus pressupostos filosóficos e teológicos, entendemos que deva ser ensinado e discutido, junto com as evidências científicas que porventura o corroborem, em aulas de Filosofia e Teologia, dando a estas disciplinas o seu devido valor no debate sobre as nossas origens.
Nota do blog Tubo de Ensaio, da Gazeta do Povo: Chama a atenção, neste momento em que vemos a tentativa de colocar o criacionismo no currículo escolar, que o manifesto rejeita o ensino do DI nas escolas, invocando inclusive a posição minoritária dos seus defensores dentro do mundo acadêmico (posso estar enganado, mas nesse aspecto eles parecem se distanciar de seus colegas norte-americanos). Outro argumento, o de que haveria pouquíssimos professores em condições de ensinar o DI de forma correta, é também usado pelos criacionistas contrários à inclusão desta doutrina nas aulas.
Nota deste blog: Ainda que meio mal entendido por muitos, o Design Inteligente está ganhando importância na mídia nacional. Como diz o ditado, "falem bem ou mal, mas falem de mim". As pessoas estão se interessando mais e mais sobre o assunto e a controvérsia entre o naturalismo filosófico e o design inteligente vem ganhando corpo. Ponto para a TDI, ponto para a ciência, ponto para a democracia. Lembrando que o criacionismo se utiliza as evidências de design inteligente e de sua metodologia científica na defesa de que há um Deus criador. No caso da teoria da criação especial, o Deus revelado na Bíblia. Sobre a polêmica que o blog Tubo de Ensaio se refere na nota acima, leia uma nota que fiz sobre a minha opinião e a posição da Sociedade Criacionista Brasileira sobre o ensino do criacionismo nas escolas públicas do Paraná. [ALM]
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Sai o manifesto do Design Inteligente
[Deu na Folha de São Paulo] Aconteceu na semana passada o Congresso Brasileiro do Design Inteligente, em Campinas — infelizmente, não pude ir acompanhar o evento in loco.
O que é o Design Inteligente? Confira os links abaixo para entender, insigne leitor.
Reportagem na Folha: congresso reúne defensores do Design Inteligente, versão modernizada do criacionismo
Entrevista com pesquisador da Universidade Federal do Amazonas e adepto do DI
O paradoxo da cebola: por que as afirmações do Design Inteligente sobre o genoma não se sustentam
Como reagir ao Design Inteligente?
Conforme prometido, os organizadores do evento, que fundaram a Sociedade Brasileira do Design Inteligente durante o evento, divulgaram um manifesto sobre a questão do ensino da teoria da evolução e do Design Inteligente no país. Reproduzo o texto deles abaixo. Aproveito para grifar alguns pontos que considero problemáticos.
—————–
MANIFESTO PÚBLICO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DO DESIGN INTELIGENTE -TDI BRASIL- SOBRE O ENSINO DA TEORIA DA EVOLUÇÃO E DA TEORIA DO DESIGN INTELIGENTE NAS ESCOLAS E UNIVERSIDADES PÚBLICAS E PRIVADAS
A TDI-BRASIL declara, como sua política educacional, não ser favorável, na atual conjuntura acadêmica, ao ensino da Teoria do Design Inteligente (TDI) nas escolas e universidades brasileiras públicas e privadas, como também nas confessionais.
Nossa posição se fundamenta na opinião atual da Academia, que ainda não acata em sua maioria a TDI e o seu ensino, posição essa que nós da TDI BRASIL, como acadêmicos, devemos acatar.
Outro fundamento de nossa posição contrária ao ensino da TDI nas escolas é a não existência, no quadro educacional atual, de professores capacitados para corretamente ensinar os postulados da TDI.
Entendemos, porém, que os alunos têm o direito constitucional de ser informados que há uma disputa já instalada na academia entre a teoria da evolução (TE) e a TDI quanto à melhor inferência científica sobre nossas origens. Inclusive há outras correntes acadêmicas, além da TDI, que hoje questionam a validade da TE oferecendo uma terceira via.
Quanto ao ensino da TE, a TDI BRASIL defende que este ensino seja feito, porém, de uma forma honesta e imparcial, tanto nos livros didáticos quanto na exposição dos professores em salas de aula. Defendemos que sejam eliminados exemplos fraudulentos ou equivocados atualmente presentes em livros didáticos, e que sejam expostas as deficiências graves que a TE apresenta, e que se agravam a cada dia frente às descobertas científicas mais recentes- o que hoje não ocorre.
Quanto ao criacionismo, na sua versão religiosa e filosófica, por causa de seus pressupostos filosóficos e teológicos, entendemos que deva ser ensinado e discutido, junto com as evidências científicas que porventura o corroborem, em aulas de filosofia e teologia, dando a estas disciplinas o seu devido valor no debate sobre as nossas origens.
TDI-BRASIL, Campinas, 16 de novembro de 2014
———————————-
Alguns rápidos comentários — quem sabe eu consigo voltar ao tema mais tarde, mas é importante não deixar passar em branco:
1)Parece curioso o argumento de que os defensores da TDI têm de aceitar o fato de que a maioria dos seus colegas ainda é contra a ideia. É comum os adeptos do TDI dizerem que o consenso científico não deve ser seguido apenas por ser consenso. A impressão é que, nesse caso, eles estão dando ao menos algum valor ao consenso científico.
2)É claro que é importante e válido mostrar, em sala de aula, como o conhecimento científico é algo que se constrói e reconstrói o tempo todo. Padecemos, no mundo todo, e especialmente no Brasil, do mal de retratar a ciência como algo fechado, quando se trata de um processo extremamente aberto. Existem inúmeros debates importantes rolando a respeito de como a evolução acontece hoje. A questão é se esse debate passa mesmo pela TDI, como o manifesto defende. Ao que tudo indica, a resposta é não. Mas a existência da TDI talvez seja um bom pretexto para os professores debaterem filosofia da ciência, por exemplo, ou a diferença entre naturalismo metodológico e naturalismo filosófico.
3)De novo: é ótimo que os alunos, em todos os níveis, saibam que teorias são modelos do mundo, e não dogmas. Seria excelente eliminar a desinformação que existe a respeito da biologia evolutiva — só para dar um exemplo banal, Darwin era tão “lamarckista” quanto Lamarck, mas pouca gente ouve falar disso no ensino médio. É importante ensinar os alunos a não apenas aderir a uma teoria como também a pensar em maneiras de testá-la e achar seus possíveis furos. O que não significa se render a fraquezas imaginárias de uma teoria — que é o que, quase sempre, a TDI acaba fazendo.
O que é o Design Inteligente? Confira os links abaixo para entender, insigne leitor.
Reportagem na Folha: congresso reúne defensores do Design Inteligente, versão modernizada do criacionismo
Entrevista com pesquisador da Universidade Federal do Amazonas e adepto do DI
O paradoxo da cebola: por que as afirmações do Design Inteligente sobre o genoma não se sustentam
Como reagir ao Design Inteligente?
Conforme prometido, os organizadores do evento, que fundaram a Sociedade Brasileira do Design Inteligente durante o evento, divulgaram um manifesto sobre a questão do ensino da teoria da evolução e do Design Inteligente no país. Reproduzo o texto deles abaixo. Aproveito para grifar alguns pontos que considero problemáticos.
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MANIFESTO PÚBLICO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DO DESIGN INTELIGENTE -TDI BRASIL- SOBRE O ENSINO DA TEORIA DA EVOLUÇÃO E DA TEORIA DO DESIGN INTELIGENTE NAS ESCOLAS E UNIVERSIDADES PÚBLICAS E PRIVADAS
A TDI-BRASIL declara, como sua política educacional, não ser favorável, na atual conjuntura acadêmica, ao ensino da Teoria do Design Inteligente (TDI) nas escolas e universidades brasileiras públicas e privadas, como também nas confessionais.
Nossa posição se fundamenta na opinião atual da Academia, que ainda não acata em sua maioria a TDI e o seu ensino, posição essa que nós da TDI BRASIL, como acadêmicos, devemos acatar.
Outro fundamento de nossa posição contrária ao ensino da TDI nas escolas é a não existência, no quadro educacional atual, de professores capacitados para corretamente ensinar os postulados da TDI.
Entendemos, porém, que os alunos têm o direito constitucional de ser informados que há uma disputa já instalada na academia entre a teoria da evolução (TE) e a TDI quanto à melhor inferência científica sobre nossas origens. Inclusive há outras correntes acadêmicas, além da TDI, que hoje questionam a validade da TE oferecendo uma terceira via.
Quanto ao ensino da TE, a TDI BRASIL defende que este ensino seja feito, porém, de uma forma honesta e imparcial, tanto nos livros didáticos quanto na exposição dos professores em salas de aula. Defendemos que sejam eliminados exemplos fraudulentos ou equivocados atualmente presentes em livros didáticos, e que sejam expostas as deficiências graves que a TE apresenta, e que se agravam a cada dia frente às descobertas científicas mais recentes- o que hoje não ocorre.
Quanto ao criacionismo, na sua versão religiosa e filosófica, por causa de seus pressupostos filosóficos e teológicos, entendemos que deva ser ensinado e discutido, junto com as evidências científicas que porventura o corroborem, em aulas de filosofia e teologia, dando a estas disciplinas o seu devido valor no debate sobre as nossas origens.
TDI-BRASIL, Campinas, 16 de novembro de 2014
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Alguns rápidos comentários — quem sabe eu consigo voltar ao tema mais tarde, mas é importante não deixar passar em branco:
1)Parece curioso o argumento de que os defensores da TDI têm de aceitar o fato de que a maioria dos seus colegas ainda é contra a ideia. É comum os adeptos do TDI dizerem que o consenso científico não deve ser seguido apenas por ser consenso. A impressão é que, nesse caso, eles estão dando ao menos algum valor ao consenso científico.
2)É claro que é importante e válido mostrar, em sala de aula, como o conhecimento científico é algo que se constrói e reconstrói o tempo todo. Padecemos, no mundo todo, e especialmente no Brasil, do mal de retratar a ciência como algo fechado, quando se trata de um processo extremamente aberto. Existem inúmeros debates importantes rolando a respeito de como a evolução acontece hoje. A questão é se esse debate passa mesmo pela TDI, como o manifesto defende. Ao que tudo indica, a resposta é não. Mas a existência da TDI talvez seja um bom pretexto para os professores debaterem filosofia da ciência, por exemplo, ou a diferença entre naturalismo metodológico e naturalismo filosófico.
3)De novo: é ótimo que os alunos, em todos os níveis, saibam que teorias são modelos do mundo, e não dogmas. Seria excelente eliminar a desinformação que existe a respeito da biologia evolutiva — só para dar um exemplo banal, Darwin era tão “lamarckista” quanto Lamarck, mas pouca gente ouve falar disso no ensino médio. É importante ensinar os alunos a não apenas aderir a uma teoria como também a pensar em maneiras de testá-la e achar seus possíveis furos. O que não significa se render a fraquezas imaginárias de uma teoria — que é o que, quase sempre, a TDI acaba fazendo.
Nota deste blog: Ainda que meio mal entendido por muitos, o Design Inteligente está ganhando importância na mídia nacional. Como diz o ditado, "falem bem ou mal, mas falem de mim". As pessoas estão se interessando mais e mais sobre o assunto e a controvérsia entre o naturalismo filosófico e o design inteligente vem ganhando corpo. Ponto para a TDI, ponto para a ciência, ponto para a democracia. Lembrando que o criacionismo se utiliza as evidências de design inteligente e de sua metodologia científica na defesa de que há um Deus criador. No caso da teoria da criação especial, o Deus revelado na Bíblia. [ALM]
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sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Congresso sobre Design Inteligente está dando o que falar
Finalmente, a Teoria do Design Inteligente (TDI) está chamando a atenção de certos setores da mídia, mas, infelizmente, como sempre, sendo interpretada do modo errado. Para alguns repórteres e acadêmicos, a TDI seria uma espécie de criacionismo repaginado, muito embora dispense qualquer livro religioso e não se importe com a natureza do Designer – para cristãos, judeus e muçulmanos que defendem essa cosmovisão, o Designer seria Yahweh ou Alá; para ateus e agnósticos (sim, há) defensores da TDI, o designer poderia ser uma raça alienígena superavançada. Assim, TDI não é criacionismo, embora os criacionistas concordem em grande medida com os argumentos defendidos pelos teóricos do designinteligente.
Conforme escreveu um amigo biólogo e pesquisador, “se, como dizem, a TDI é um mascaramento da ‘criação’, qual a razão de ficarem tão incomodados? Sob essa ótica, a ‘infalível ciência’ seria suficientemente competente para colocar a TDI de lado, sem qualquer necessidade de gastarem tempo e espaço com críticas enfadonhas. Mas estamos em um país com ‘ideias livres’... desde que não incomodem (rs).”
Toda essa discussão em torno do assunto foi despertada pela organização do 1º Congresso Brasileiro de Design Inteligente, que começa no dia 14 de novembro, em Campinas (mais informações aqui). Talvez o que mais chame a atenção da imprensa seja a centena de cientistas e pesquisadores (estou lá também) que compõem o comitê científico do evento.
Nesse contexto, vale a pena ler a notícia veiculada pela Folha de S. Paulo (confira aqui) e a réplica do coordenador do Núcleo Brasileiro de Design Inteligente (confira aqui). Aproveite e leia também a réplica dele ao manifesto da Sociedade Brasileira de Paleontologia (aqui). O texto é longo, mas esclarecedor. [MB]
Fonte: Criacionismo
Conforme escreveu um amigo biólogo e pesquisador, “se, como dizem, a TDI é um mascaramento da ‘criação’, qual a razão de ficarem tão incomodados? Sob essa ótica, a ‘infalível ciência’ seria suficientemente competente para colocar a TDI de lado, sem qualquer necessidade de gastarem tempo e espaço com críticas enfadonhas. Mas estamos em um país com ‘ideias livres’... desde que não incomodem (rs).”
Toda essa discussão em torno do assunto foi despertada pela organização do 1º Congresso Brasileiro de Design Inteligente, que começa no dia 14 de novembro, em Campinas (mais informações aqui). Talvez o que mais chame a atenção da imprensa seja a centena de cientistas e pesquisadores (estou lá também) que compõem o comitê científico do evento.
Nesse contexto, vale a pena ler a notícia veiculada pela Folha de S. Paulo (confira aqui) e a réplica do coordenador do Núcleo Brasileiro de Design Inteligente (confira aqui). Aproveite e leia também a réplica dele ao manifesto da Sociedade Brasileira de Paleontologia (aqui). O texto é longo, mas esclarecedor. [MB]
Fonte: Criacionismo
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segunda-feira, 8 de setembro de 2014
sexta-feira, 11 de julho de 2014
Cosmos - série de não-ficção?
Cosmos é série de não-ficção? É ficção do começo ao fim! Um mentira atrás da outra (claro, misturada com um pouco de verdade). Dois exemplos que desmentem o programa são: os astrofísicos descobriram recentemente que o Universo não está se expandindo, e a própria Nasa já não tem mais certeza de como os planetas se formam. Gente, como um programa desses pode ser considerado série de não-ficção científica? Acho que Jornada nas Estrelas é mais real que Cosmos. Tive que dar um print screen dessa postagem no Facebook do National Geographic Channel.
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quinta-feira, 8 de maio de 2014
Acessos ao nosso blog pelos norte-americanos passam aos dos brasileiros esta semana
Clique sobre a imagem para ampliá-la.
Esta semana os acessos ao nosso blog feitos pelos norte-americanos está maior do que os dos brasileiros. 868 e 705, respectivamente. Agradeço aos acessos de todos! André Luiz Marquesquinta-feira, 3 de abril de 2014
“Noé” mistura evolucionismo com distorções da Bíblia
Em um dos grandes momentos do novo filme de Darren Aronofsky, Noé (Russell Crowe) conta para seus filhos a mesma história que ouviu de seu pai, que por sua vez ouviu de seu avô, sucessivamente até chegar no primeiro homem, Adão: a história da criação. O que se segue é uma sequência belíssima e assustadora, em que os sete dias da criação do mundo são narrados com a base do texto do Velho Testamento, integrado ao Big Bang que deu origem ao Universo e à Teoria da Evolução de Darwin. Os “dias” divinos podem ser eras, encapsuladas no trabalho do Criador (e nunca Deus) em erguer um novo mundo, em fazer do nada, vida. Noé não é um “filme bíblico” na definição clássica do termo. Mas é um épico de fé e obsessão que coloca o profeta na posição de zelador, carcereiro e ativista, que atende a um chamado, entende sua função na Terra e não vai deixar que nada fique entre ele e a tarefa para a qual foi designado. [...] Religião, embora seja a matéria prima da história, não é a mola que impulsiona o projeto: é o fascínio em materializar um conto presente em escrituras de todas as religiões, uma metáfora para o fim de tudo e seu renascimento. Embora, como acredita o próprio Russell Crowe (em grande atuação), as evidências físicas e geológicas em todo o planeta corroborem que, um dia, fomos cobertos por água. [...]
Fora dos textos bíblicos surge Ila (Emma Watson), adotada pela família ao ser encontrada em um acampamento em ruínas quando bebê, com uma lesão que a deixou estéril. Ila se envolve romanticamente com Sem, deixando em Cam a esperança de que, quando chegar a hora, seu pai também permitirá que ele encontre uma esposa. Mas a obsessão de Noé em interpretar a tarefa apontada pelo Criador (suas visões vem em sonhos, também uma maneira esperta em mostrar essa comunicação divina) o coloca como zelador dos inocentes – ou seja, os animais aglomerados e colocados em hibernação na arca –, que seriam os únicos herdeiros da Terra depois de tomada pelas águas. [...]
Para auxiliar na tarefa de erguer a arca, o profeta tem o auxílio dos Guardiões, gigantes de pedra que, na verdade, são anjos caídos, cuja luz foi aprisionada nas entranhas da Terra – tudo porque ousaram ajudar o homem em sua jornada, desviando-se dos desígnios do Criador quando o fruto proibido pôs fim à harmonia no paraíso.
Darren Aronofsky teve cuidado em seu roteiro (escrito com Ari Handel) para ser respeitoso com qualquer crença. Ainda assim, o texto bíblico, apesar de importante e inspirador e até obsessivo para muitos que o seguem literalmente, é apenas mais um livro. Como tal, é passível de adaptação, de adequação narrativa, de receber o input do diretor – que, afinal, é quem tem a visão criativa para materializar uma história. Seja na personalidade do protagonista, seja nos personagens adicionados à trama, ou nas passagens alteradas para a fluidez narrativa, Noé é um trabalho impecável, ainda que de difícil empatia. [...]
Fonte: Roberto Sadovski, UOL
Nota do blog Criacionismo: Como não assisti (e agora nem sei se vou) ao filme “Noé”, tomo como base os comentários do Roberto Sadovski para tecer minhas opiniões. Mais uma vez Hollywood perdeu a chance de produzir um filme fidedigno ao relato que lhe serve de inspiração. É interessante notar como pessoas (e mesmo críticos de cinema) que leram livros depois adaptados para filmes quase sempre reclamam da falta de fidelidade à história original. Mas, quando se trata da Bíblia, parece ser virtude se afastar o máximo possível do texto. Parece até haver uma “agenda oculta”, nesse caso. Para que retratar as histórias bíblicas com precisão, se é possível misturá-las com conceitos antibíblicos, como o evolucionismo? Para que defender a ideia de que o dilúvio (e outros relatos bíblicos) são eventos históricos, se se pode compará-los a mitos (embora a existência de mais de 200 relatos do dilúvio em diversas culturas seja, na verdade, uma boa evidência a favor da historicidade do evento)? Outro “detalhe” curiosamente perturbador (para mim): Deus é apresentado como simplesmente o Criador. Será que a ideia é mostrar um Ser distante, não o Pai apresentado nas Escrituras? E se é assim, por que os anjos caídos são tão “simpáticos”, a ponto de ter ajudado o ser humano e até dado uma mãozinha na construção a arca? Que história é essa?! A única coisa boa que li na resenha acima foi a opinião de Crowe, para quem as evidências físicas e geológicas em todo o planeta corroboram que, um dia, fomos cobertos por água. [MB]
Leia também: "A história de Noé e o dilúvio retratada em filme" e "Mundo árabe boicota Noé de Russell Crowe"
Fora dos textos bíblicos surge Ila (Emma Watson), adotada pela família ao ser encontrada em um acampamento em ruínas quando bebê, com uma lesão que a deixou estéril. Ila se envolve romanticamente com Sem, deixando em Cam a esperança de que, quando chegar a hora, seu pai também permitirá que ele encontre uma esposa. Mas a obsessão de Noé em interpretar a tarefa apontada pelo Criador (suas visões vem em sonhos, também uma maneira esperta em mostrar essa comunicação divina) o coloca como zelador dos inocentes – ou seja, os animais aglomerados e colocados em hibernação na arca –, que seriam os únicos herdeiros da Terra depois de tomada pelas águas. [...]
Para auxiliar na tarefa de erguer a arca, o profeta tem o auxílio dos Guardiões, gigantes de pedra que, na verdade, são anjos caídos, cuja luz foi aprisionada nas entranhas da Terra – tudo porque ousaram ajudar o homem em sua jornada, desviando-se dos desígnios do Criador quando o fruto proibido pôs fim à harmonia no paraíso.
Darren Aronofsky teve cuidado em seu roteiro (escrito com Ari Handel) para ser respeitoso com qualquer crença. Ainda assim, o texto bíblico, apesar de importante e inspirador e até obsessivo para muitos que o seguem literalmente, é apenas mais um livro. Como tal, é passível de adaptação, de adequação narrativa, de receber o input do diretor – que, afinal, é quem tem a visão criativa para materializar uma história. Seja na personalidade do protagonista, seja nos personagens adicionados à trama, ou nas passagens alteradas para a fluidez narrativa, Noé é um trabalho impecável, ainda que de difícil empatia. [...]
Fonte: Roberto Sadovski, UOL
Nota do blog Criacionismo: Como não assisti (e agora nem sei se vou) ao filme “Noé”, tomo como base os comentários do Roberto Sadovski para tecer minhas opiniões. Mais uma vez Hollywood perdeu a chance de produzir um filme fidedigno ao relato que lhe serve de inspiração. É interessante notar como pessoas (e mesmo críticos de cinema) que leram livros depois adaptados para filmes quase sempre reclamam da falta de fidelidade à história original. Mas, quando se trata da Bíblia, parece ser virtude se afastar o máximo possível do texto. Parece até haver uma “agenda oculta”, nesse caso. Para que retratar as histórias bíblicas com precisão, se é possível misturá-las com conceitos antibíblicos, como o evolucionismo? Para que defender a ideia de que o dilúvio (e outros relatos bíblicos) são eventos históricos, se se pode compará-los a mitos (embora a existência de mais de 200 relatos do dilúvio em diversas culturas seja, na verdade, uma boa evidência a favor da historicidade do evento)? Outro “detalhe” curiosamente perturbador (para mim): Deus é apresentado como simplesmente o Criador. Será que a ideia é mostrar um Ser distante, não o Pai apresentado nas Escrituras? E se é assim, por que os anjos caídos são tão “simpáticos”, a ponto de ter ajudado o ser humano e até dado uma mãozinha na construção a arca? Que história é essa?! A única coisa boa que li na resenha acima foi a opinião de Crowe, para quem as evidências físicas e geológicas em todo o planeta corroboram que, um dia, fomos cobertos por água. [MB]
Leia também: "A história de Noé e o dilúvio retratada em filme" e "Mundo árabe boicota Noé de Russell Crowe"
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Como revistas como Nature, Cell e Science são prejudiciais à ciência
Artigo de Randy Schekman, ganhador do prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia em 2013, publicado pelo Jornal The Guardian, afirma que os incentivos oferecidos pelas principais revistas distorcem a ciência.
As pesquisas são julgadas não por seu valor científico, mas pela frequência com que são citadas em grandes revistas que divulgam ciência. Para Randy Schekman, as revistas têm estratégias agressivas mais propícias para vender assinaturas e não para estimular a importância das pesquisas científicas. Em seu artigo, ele afirma que um paper pode ser muito citado não porque é relevante, mas sim por ser atraente, provocante ou até errado e com isso vender mais revistas.
Schekman propõe uma nova geração de revistas de acesso aberto, livre, sem assinaturas. "Nascidas na web, elas poderiam aceitar todos os papers que cumprissem as normas de qualidade, sem limites artificiais", sugere.
[Leia a íntegra do artigo em inglês clicando aqui]
As pesquisas são julgadas não por seu valor científico, mas pela frequência com que são citadas em grandes revistas que divulgam ciência. Para Randy Schekman, as revistas têm estratégias agressivas mais propícias para vender assinaturas e não para estimular a importância das pesquisas científicas. Em seu artigo, ele afirma que um paper pode ser muito citado não porque é relevante, mas sim por ser atraente, provocante ou até errado e com isso vender mais revistas.
Schekman propõe uma nova geração de revistas de acesso aberto, livre, sem assinaturas. "Nascidas na web, elas poderiam aceitar todos os papers que cumprissem as normas de qualidade, sem limites artificiais", sugere.
[Leia a íntegra do artigo em inglês clicando aqui]
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Top 1% mais vistos do SlideShare em 2013!
Oba! Meu perfil no SlideShare está entre os 1% mais acessados de 2013! Mais de 181 mil acessos em 2013! Conteúdos de Geografia, Criacionismo e Religião.
Obrigado a todos que acessam os conteúdos por lá! Que Deus abençoe a cada um!
Acesse ao perfil pelo link: http://pt.slideshare.net/SoudoCriador
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domingo, 22 de dezembro de 2013
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