Hoje pela manhã, o papa Francisco saudou seus mais de seis milhões de seguidores no Twitter com a seguinte conclamação: “Convido a todos para fazer uma pausa para pensar sobre os desafios que enfrentamos em relação aos cuidados com a nossa casa comum.” Pouco mais de uma hora depois, outro tweet foi divulgado: “A cultura do descartável de hoje apela a um novo estilo de vida.” Sempre com a hashtag #LaudatoSi, que, na verdade, é o título da encíclica que o Vaticano divulgará oficialmente hoje. Conforme destacaram Bruno Calixto e Marina Ribeiro, em artigo publicado ontem no site da revista Época, hoje um bispo católico, um ortodoxo e um cientista ateu sentarão juntos na Sala do Sínodo, no Vaticano, e apresentarão aos jornalistas a primeira encíclica escrita exclusivamente pelo papa Francisco. “A escolha das pessoas que apresentarão o documento não é aleatória. O papa quer que sua encíclica – uma carta de ensinamento aos católicos – ultrapasse as fronteiras do catolicismo, chegue às ‘pessoas de boa vontade’ e influencie as decisões internacionais sobre o meio ambiente e o clima. A encíclica de Francisco, que empresta do Cântico das Criaturas de São Francisco de Assis seu título Laudato Si (‘Louvado sejas’, em português), fala especificamente sobre o impacto do homem no meio ambiente – ou na ‘Criação’ – e mostra como os homens podem viver em harmonia com a natureza, de acordo com a moral e a ética da Igreja.”
Obviamente que é louvável a iniciativa de um líder religioso como o papa de encabeçar um movimento ecológico com o objetivo de proteger a Terra da degradação que ela vem sofrendo ao longo dos anos. É evidente que os religiosos podem e devem dar sua parcela de contribuição para criar uma mentalidade de cuidado com a criação de Deus. O problema são as motivações, os argumentos, os objetivos e os erros por trás de todo esse discurso ecológico.
Não quero aqui me deter na ideia de que o ser humano seja o verdadeiro culpado pelo aquecimento global. Há cientistas que, embora não neguem esse aquecimento, não creem que a causa dele seja antropogênica. Poderíamos estar atravessando um novo ciclo de calor; a causa poderia ser outra, como a atividade solar; ou mesmo, como escreveu Ellen White, no livro O Grande Conflito, páginas 589 e 590: “[Satanás] estudou os segredos dos laboratórios da natureza, e emprega todo o seu poder para dirigir os elementos tanto quanto o permite Deus. [...] Nos acidentes e calamidades no mar e em terra, nos grandes incêndios, nos violentos furacões e terríveis saraivadas, nas tempestades, inundações, ciclones, ressacas e terremotos, em toda parte e sob milhares de formas, Satanás está exercendo o seu poder. [...] Essas visitações devem se tornar mais e mais frequentes e desastrosas. [...] E então o grande enganador persuadirá as pessoas de que os que servem a Deus estão motivando esses males. [...] Será declarado que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que esse pecado acarretou calamidades que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta.”
E é exatamente sobre isso que eu quero falar aqui. Quero me deter num erro típico do romanismo, presente na encíclica Laudato Si: o erro de confundir deliberadamente o sábado com o domingo.
No capítulo II, seção 71 (a encíclica está disponível aqui), referindo-se à destruição do mundo por um dilúvio no tempo de Noé e sua posterior restauração, Francisco escreveu: “A tradição bíblica estabelece claramente que esta reabilitação implica a redescoberta e o respeito dos ritmos inscritos na natureza pela mão do Criador. Isto está patente, por exemplo, na lei do Shabbath. No sétimo dia, Deus descansou de todas as suas obras. Deus ordenou a Israel que cada sétimo dia devia ser celebrado como um dia de descanso, um Shabbath (cf. Gn 2, 2-3; Ex 16, 23; 20, 10).”
É bom deixar claro logo de início que, ao contrário do que afirma o papa, o sábado não foi dado a Israel apenas. Na verdade, o sábado foi dado à humanidade, no Éden, quando havia apenas um casal sobre a Terra (Gn 2:2, 3), e Jesus confirma isso ao dizer que o “sábado foi feito por causa do homem” (Mc 2:27), não do judeu ou de qualquer outro povo.
Embora cite o mandamento do sábado conforme está na Bíblia, no capítulo VI, seção 237 da encíclica, Francisco se permite reinterpretar o mandamento:
“A participação na Eucaristia é especialmente importante ao domingo. Este dia, à semelhança do sábado judaico, é-nos oferecido como dia de cura das relações do ser humano com Deus, consigo mesmo, com os outros e com o mundo. O domingo é o dia da Ressurreição, o ‘primeiro dia’ da nova criação, que tem as suas primícias na humanidade ressuscitada do Senhor, garantia da transfiguração final de toda a realidade criada. Além disso, este dia anuncia ‘o descanso eterno do homem, em Deus’. Assim, a espiritualidade cristã integra o valor do repouso e da festa. [...] A lei do repouso semanal impunha abster-se do trabalho no sétimo dia, ‘para que descansem o teu boi e o teu jumento e tomem fôlego o filho da tua serva e o estrangeiro residente’ (Ex 23, 12). O repouso é uma ampliação do olhar, que permite voltar a reconhecer os direitos dos outros. Assim o dia de descanso, cujo centro é a Eucaristia, difunde a sua luz sobre a semana inteira e encoraja-nos a assumir o cuidado da natureza e dos pobres.”
Conforme observou Filipe Reis, de Portugal, “não precisamos de muito esforço para perceber que o papa confunde o Shabbat bíblico do sétimo dia com o domingo, primeiro dia da semana, atribuindo a este a importância e solenidade que, biblicamente, apenas o sábado do sétimo dia possui. Ou seja, a validade do sábado do sétimo dia parece ter sido mudada para o domingo, primeiro dia da semana”.
Curiosa e e contraditoriamente, na secção 68 do capítulo II, Francisco escreve, citando os Salmos:
“‘Ele [ndr: Deus] deu uma ordem e tudo foi criado; Ele fixou tudo pelos séculos sem fim e estabeleceu leis a que não se pode fugir!’ (Sl 148, 5b-6).” O papa está correto aqui. Não podemos fugir das leis de Deus, muito menos alterá-las. O sábado faz parte dessa lei e é tão eterno que continuará sendo observado na Nova Terra (Is 66:23). Daniel 7:25, escrito cerca de 500 anos antes de Cristo, previu que no futuro haveria um poder religioso que se atreveria a mudar os tempos e a lei de Deus. A profecia, pra variar, estava corretíssima...
Por favor, tome algum tempo para assistir ao vídeo abaixo. Creio que lhe será muito esclarecedor e o situará devidamente nessa controvérsia entre o sábado e o domingo, que só tende a aumentar daqui para a frente.
Em seu artigo na revista Época, Bruno Calixto e Marina Ribeiro captaram com precisão a intenção do papa com essa encíclica: “Francisco escolheu com cuidado o momento da publicação e de seu ativismo ambiental. Em setembro, a Assembleia Geral da ONU se reunirá para aprovar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Ele pessoalmente discursará em Nova York. Depois, em novembro, haverá a Conferência do Clima em Paris, onde se espera que governos assinem um acordo global contra as mudanças climáticas. Segundo o secretário-geral do WWF-Brasil, Carlos Nomoto, o papa poderá desempenhar um papel importante nessas reuniões internacionais, aumentando a pressão para que governos enfim assumam compromissos nas negociações climáticas.”
Para Eduardo Felipe Matias, autor de A Humanidade Contra as Cordas: A luta da sociedade global pela sustentabilidade, as questões ambientais exigem a mobilização de todos os atores da sociedade, não apenas governos (num programa da rádio CBN, dois jornalistas também falam sobre isso). “Os efeitos que a encíclica papal pode ter sobre a comunidade internacional e sobre os católicos seriam ampliados se outras instituições religiosas se somassem a esse esforço. Não iremos alcançar um mundo mais sustentável sem mudar radicalmente a mentalidade das pessoas, e as diferentes religiões podem contribuir para essa mudança”, diz.
Felipe resume bem um assunto sobre o qual tenho falado em meu blog há quase dez anos: o ECOmenismo. Trata-se de um movimento de união de esforços que extrapola os limites das religiões e tem o potencial de coligar religiosos, místicos, cientistas, ativistas, ateus e outros grupos. Para entender um pouco mais a relação entre aquecimento global e decreto dominical, eu o convido a assistir ao vídeo abaixo.
Estamos vivendo dias solenes. Deus nos ajude a estar firmados na verdade bíblica, cumprindo nosso papel, assim como o papa e outros estão cumprindo o deles.
Michelson Borges
Leia também: Statement by the President on Pope Francis’s Encyclical
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sexta-feira, 19 de junho de 2015
terça-feira, 16 de junho de 2015
Encíclica papal trata da “lei do descanso semanal”
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| Recado aos líderes mundiais |
“O domingo, a participação na Eucaristia tem importância especial. Esse dia, bem como o sábado hebraico, oferece-se como dia de restauração das relações do ser humano com Deus, consigo mesmo, com os outros e com o mundo. O domingo é o dia da ressurreição, o ‘primeiro dia’ da nova criação, cujo primeiro fruto é a humanidade ressuscitada do Senhor, garantia da transfiguração final de todo o mundo criado. Além disso, esse dia anuncia ‘o repouso eterno do homem em Deus’. Assim, a espiritualidade cristã integra o valor do descanso e da celebração.
“O ser humano tende a reduzir o repouso contemplativo ao âmbito do inútil e estéril, esquecendo que assim lhe retira da obra realizada a coisa mais importante: o seu significado. Somos chamados a incluir no nosso trabalho uma dimensão confortável e gratuita, que é diferente de uma simples inatividade. Trata-se de uma outra forma de atuar que faz parte da nossa essência. Dessa forma, a ação humana é preservada não só de um ativismo vazio, mas também da ganância desenfreada e do isolamento de consciência que leva a procurar exclusivamente o benefício exclusivo.
“A lei do descanso semanal requer abster-se de trabalho no sétimo dia, para que ‘descansem o teu boi e o teu jumento, e respirem o filho de tua escrava e o estrangeiro’ (Êxodo 23:12). O repouso é um vislumbre alargado que permite voltar a reconhecer os direitos dos outros. Assim, o dia de descanso, cujo centro é a Eucaristia, espalha a sua luz por toda a semana, e nos encoraja a cuidar de nossa natureza e dos pobres.”
Como era de se esperar, o papa apresenta o domingo como dia de restauração das relações do ser humano com Deus, consigo mesmo e com a natureza, reforçando a dimensão ecológica do domingo. E o iguala ao sábado hebraico, como se a bênção que Deus atribuiu ao verdadeiro sétimo dia pudesse ser estendida a outro dia da semana. Para o papa, o domingo é o “primeiro dia da nova criação”, deixando de lado o último dia da criação (na qual Bergoglio não crê, pois considera Adão e Eva mitológicos), memorial da verdadeira criação divina. Assim, o que o papa faz (à semelhança do que fez João Paulo II) é se apropriar de conceitos relacionados ao sábado e reaplicá-los ao domingo.
Aguardemos o lançamento oficial da encíclica, na quinta-feira, e os desdobramentos do estudo e da divulgação desse documento. [MB]
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terça-feira, 5 de maio de 2015
Ciência, igreja e Estado se unem para salvar a Terra
As preocupações e orações dos líderes religiosos em todo o mundo estão em sintonia com os alertas dos cientistas: a mudança climática global é real e pode comprometer a justiça social e a paz. Esses dois magistérios, que geralmente não se bicam, afirmaram nesta terça-feira, durante um seminário no Vaticano, que a conferência do clima de Paris é provavelmente a última oportunidade de frear o aumento de temperatura da Terra. O evento, aberto pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, foi organizado por um conjunto de instituições religiosas, como a Pontifícia Academia de Ciências e a Pontifícia Academia das Ciências Sociais, teve participação de acadêmicos, políticos e líderes religiosos.
A “Declaração de Líderes Religiosos, líderes políticos, líderes empresariais, cientistas e profissionais de desenvolvimento” mostrou especial preocupação com comunidades mais pobres e mais vulneráveis ao aumento da frequência de secas, tempestades extremas, ondas de calor e elevação do nível do mar. O documento reforça a necessidade de um acordo ambicioso em Paris.
“O mundo tem ao seu alcance tecnologia, meios financeiros e know-how para mitigar a mudança climática e ao mesmo tempo acabar com a pobreza extrema, por meio da aplicação de soluções de desenvolvimento sustentável, incluindo a adoção de sistemas de energia de baixo carbono apoiados pelas tecnologias da informação e da comunicação”, diz um trecho da declaração.
Os signatários pedem, ainda, que os países desenvolvidos auxiliem e financiem os países pobres e mais vulneráveis e sugerem “a mudança do financiamento público de gastos militares para investimentos urgentes para desenvolvimento sustentável”.
Em seu discurso, Ban pediu aos líderes religiosos que ajudem a aumentar a consciência sobre o clima. “Ciência e religião não estão em desacordo sobre mudanças climáticas. Na verdade, estão totalmente alinhados”, afirmou. “A erradicação da pobreza extrema e a proteção do meio ambiente são valores que estão em plena consonância com os ensinamentos das grandes religiões [...]. Somos a primeira geração que pode acabar com a pobreza em nosso tempo de vida, e a última geração para combater a mudança climática antes que seja tarde demais.”
O secretário-geral da ONU reuniu-se durante cerca de meia hora com o papa Francisco, que afirmou que sua encíclica sobre mudança climática já está em tradução e deve ser publicada em junho. “Ela irá transmitir ao mundo que proteger o nosso ambiente é um imperativo moral urgente e um dever sagrado para todas as pessoas de fé e as pessoas de consciência”, disse Ban.
A teóloga Teresa Berger, da Universidade Yale, nos EUA, disse ao jornal The Guardian que a encíclica papal deverá trazer uma visão teológica que considera a exploração sem limites da Terra “um pecado”.
Fonte: Observatório do Clima
Leia também: "Vaticano e ONU querem governo mundial"
E assista a esta reportagem veiculada pela Globo.
A “Declaração de Líderes Religiosos, líderes políticos, líderes empresariais, cientistas e profissionais de desenvolvimento” mostrou especial preocupação com comunidades mais pobres e mais vulneráveis ao aumento da frequência de secas, tempestades extremas, ondas de calor e elevação do nível do mar. O documento reforça a necessidade de um acordo ambicioso em Paris.
“O mundo tem ao seu alcance tecnologia, meios financeiros e know-how para mitigar a mudança climática e ao mesmo tempo acabar com a pobreza extrema, por meio da aplicação de soluções de desenvolvimento sustentável, incluindo a adoção de sistemas de energia de baixo carbono apoiados pelas tecnologias da informação e da comunicação”, diz um trecho da declaração.
Os signatários pedem, ainda, que os países desenvolvidos auxiliem e financiem os países pobres e mais vulneráveis e sugerem “a mudança do financiamento público de gastos militares para investimentos urgentes para desenvolvimento sustentável”.
Em seu discurso, Ban pediu aos líderes religiosos que ajudem a aumentar a consciência sobre o clima. “Ciência e religião não estão em desacordo sobre mudanças climáticas. Na verdade, estão totalmente alinhados”, afirmou. “A erradicação da pobreza extrema e a proteção do meio ambiente são valores que estão em plena consonância com os ensinamentos das grandes religiões [...]. Somos a primeira geração que pode acabar com a pobreza em nosso tempo de vida, e a última geração para combater a mudança climática antes que seja tarde demais.”
O secretário-geral da ONU reuniu-se durante cerca de meia hora com o papa Francisco, que afirmou que sua encíclica sobre mudança climática já está em tradução e deve ser publicada em junho. “Ela irá transmitir ao mundo que proteger o nosso ambiente é um imperativo moral urgente e um dever sagrado para todas as pessoas de fé e as pessoas de consciência”, disse Ban.
A teóloga Teresa Berger, da Universidade Yale, nos EUA, disse ao jornal The Guardian que a encíclica papal deverá trazer uma visão teológica que considera a exploração sem limites da Terra “um pecado”.
Fonte: Observatório do Clima
Leia também: "Vaticano e ONU querem governo mundial"
E assista a esta reportagem veiculada pela Globo.
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Cientistas russos afirmam que ano que vem se iniciará uma glaciação na Terra
Contrariando a teoria de aquecimento global, dois cientistas russos afirmam que a Terra se aproxima rapidamente de um novo período glacial, que começará a partir do ano que vem. Os pesquisadores Vladimir Bashkin e Rauf Galiulin, do Instituto Gazprom VNIIGAZ, acreditam que os seres humanos, na realidade, não exercem grande influência nas mudanças climáticas. Eles defendem que planeta está, na verdade, passando por diferentes ciclos de atividade solar, e a próxima fase será marcada por um decréscimo gradual da temperatura até atingir um pico glacial em 50 anos.
E os pesquisadores não param por aí. A dupla alega que o alarde atual em torno das mudanças climáticas é parte de uma conspiração com objetivo de desacelerar o consumo de petróleo, gás e carbono - três insumos essenciais à vida moderna -, e controlar os preços deste mercado. Apesar de polêmicas, as declarações dos dois cientistas não representam uma opinião isolada. No ano passado, Jabibula Absusamatov, diretor do setor de Investigações Espaciais do Observatório de Pulkovo e membro da Academia Russa de Ciências, confirmou a previsão de que a temperatura do planeta começará a baixar em 2014, alcançando seu pico de redução em 2055.
Fonte: History
Nota: Junto a esses cientistas russos, outros cientistas como os que palestraram no evento "Aquecimento ou histeria global?" dizem, com base nos mesmos dados científicos, que a Terra caminha para um resfriamento, e não um aquecimento global. Muito bem. Mas existe, além das nítidas implicações econômicas sobre o consumo dos combustíveis fósseis, implicações religiosas (trasvestidas de ecologismo) na defesa do "aquecimento global". É o chamado ECOmenismo. E é sobre isso que eu quero escrever a seguir.
A farsa do aquecimento global vem sendo sustentada e propagada. Muitos poderão usar (e já estão usando) o aquecimento global como desculpa para unir as pessoas (de diversas religiões) em nome de um ecologismo. Recentes declarações do papa vêm enfatizando cada vez mais a importância de se diminuir a poluição no mundo e a degradação ambiental como um todo e não vai demorar muito para que a Igreja Católica, junto aos blocos de evangélicos apostatados e outros blocos religiosos ou não-religioso, se lance um dia da semana para que todos descansem e não poluam a Terra. A pergunta é: Qual dia você acha que a maioria irá aceitar em nome da ecologia e do "bem comum"? O domingo, com certeza, visto que já é guardado pela maioria dos cristãos e ocidentais. Já chamam o domingo de "o dia da família". Outras notícias também nos mostram as negociações entre a Igreja Católica e os líderes de religiões de expressividade global e líderes de países como os dos Estados Unidos e França, por exemplo. Parece uma boa coisa, não? Separar um dia para deixar a Terra "descansar" é uma ideia interessante. A religião ajudando a "salvar o planeta"... Que lindo...!
Porém, o problema é que isso já foi profetizado na Bíblia como um dos últimos enganos do arquiinimigo de Deus. A Bíblia é clara em dizer que o Dia do Senhor é o sábado do sétimo dia, instituído na semana da Criação, guardado por Adão, Noé, Abraão, Moisés, Jesus e Paulo, por exemplo. Não há um único relato se quer na Bíblia, de Gênesis ao Apocalipse, ordenando a guarda do domingo ou que ordene a troca do sábado pelo domingo. Essa troca foi feita por uma jogada política do Imperador Constantino (supostamente convertido ao cristianismo), o primeiro Decreto Dominical, no ano 321 d.C. E essa troca não teve nenhuma autorização de Deus. Essa troca foi posteriormente aceita (pela tradição) quando a Igreja Católica foi instituída. Aí se cumpre parte da profecia de Daniel 7:25, onde esse poder político-religioso (a ICAR), mudou a Lei de Deus. Note que os dez mandamentos que a Igreja Católica apresenta no Catecismo não batem com Os Dez Mandamentos da Bíblia (clique aqui para ver a comparação).
Com isso, Satanás irá fazer com que a Lei de Deus, Os Dez Mandamentos (Êxodo 20:3-17), seja pisada pelos homens, em especial, o sábado (Êxodo 20:8-11). E é aí que a farsa do aquecimento global entra, sendo um dos motivos para se baixar um decreto mundial para que todos guardem o domingo em nome do meio ambiente e do "bem comum" entre as sociedades humanas. Será o segundo Decreto Dominical da História. E quem guardar o sábado (ordenado por Deus) será perseguido e tido como louco, antiambientalista e que não cumpre as leis "boas". Entende a jogada satânica? Isso tudo está profetizado, é só ler as profecias bíblicas. O ECOmenismo (clique aqui para ver várias postagens relativas a esse termo), associado ao ecumenismo e outros pontos de amarração que vão contra a vontade de Deus, irá ser um dos meios pelos quais Satanás enganará a muitos.
No entanto, "o justo viverá pela fé". Deus irá salvar os que "...obedecem aos mandamentos de Deus e permanecem fiéis a Jesus." (Apocalipse 14:12). É certo respeitar a natureza e procurar meios para se diminuir a degradação do planeta como o lançamento excessivo de CO² na atmosfera, e todo cristão de boa conduta deve fazer isso. Até mesmo porque o Senhor virá para destruir "os que destroem a Terra" (Apocalipse 11:18). Porém, obedecer uma lei ou leis que afrontam a Lei de Deus não deve ser feito por esses cristãos conscientes do Grande Conflito que há entre as forças do bem e do mal, pois "antes importa obedecer a Deus do que aos homens" (Atos 5:29). O sábado é um sinal entre Deus e Seu povo. Deus irá julgar o mundo. Pela breve ocasião da volta de Jesus, serão desmascarados os enganos de Satanás e suas hostes, onde um deles é a instituição do domingo como o "dia do Senhor" e o dia para salvar a Terra.
Então, entendido tudo isso de que há implicações religiosas na ideia de se defender o "aquecimento global", qual será a sua decisão? Só haverá dois grupos de pessoas após ser baixado o segundo Decreto Dominical: as que obedecem a Deus e as que obedecem a Satanás. Eu e minha casa escolhemos a Deus. Que essa seja a sua decisão também!
Comentado tudo isso, também não posso deixar de escrever que a previsão para o início de uma "nova glaciação" tem uma base evolucionária, segundo os estudos de evolução da Terra. Mas isso não será discutido nesta nota. O que quero chamar a atenção é que, mesmo sendo uma previsão baseada neste viés, é mais uma confirmação para as profecias da Bíblia, pois revelam que no final dos tempos haveriam catástrofes naturais, e muitas delas podem ser associadas à diminuição drástica de temperatura, como uma "glaciação". [André Luiz Marques]
A farsa do aquecimento global vem sendo sustentada e propagada. Muitos poderão usar (e já estão usando) o aquecimento global como desculpa para unir as pessoas (de diversas religiões) em nome de um ecologismo. Recentes declarações do papa vêm enfatizando cada vez mais a importância de se diminuir a poluição no mundo e a degradação ambiental como um todo e não vai demorar muito para que a Igreja Católica, junto aos blocos de evangélicos apostatados e outros blocos religiosos ou não-religioso, se lance um dia da semana para que todos descansem e não poluam a Terra. A pergunta é: Qual dia você acha que a maioria irá aceitar em nome da ecologia e do "bem comum"? O domingo, com certeza, visto que já é guardado pela maioria dos cristãos e ocidentais. Já chamam o domingo de "o dia da família". Outras notícias também nos mostram as negociações entre a Igreja Católica e os líderes de religiões de expressividade global e líderes de países como os dos Estados Unidos e França, por exemplo. Parece uma boa coisa, não? Separar um dia para deixar a Terra "descansar" é uma ideia interessante. A religião ajudando a "salvar o planeta"... Que lindo...!
Porém, o problema é que isso já foi profetizado na Bíblia como um dos últimos enganos do arquiinimigo de Deus. A Bíblia é clara em dizer que o Dia do Senhor é o sábado do sétimo dia, instituído na semana da Criação, guardado por Adão, Noé, Abraão, Moisés, Jesus e Paulo, por exemplo. Não há um único relato se quer na Bíblia, de Gênesis ao Apocalipse, ordenando a guarda do domingo ou que ordene a troca do sábado pelo domingo. Essa troca foi feita por uma jogada política do Imperador Constantino (supostamente convertido ao cristianismo), o primeiro Decreto Dominical, no ano 321 d.C. E essa troca não teve nenhuma autorização de Deus. Essa troca foi posteriormente aceita (pela tradição) quando a Igreja Católica foi instituída. Aí se cumpre parte da profecia de Daniel 7:25, onde esse poder político-religioso (a ICAR), mudou a Lei de Deus. Note que os dez mandamentos que a Igreja Católica apresenta no Catecismo não batem com Os Dez Mandamentos da Bíblia (clique aqui para ver a comparação).
Com isso, Satanás irá fazer com que a Lei de Deus, Os Dez Mandamentos (Êxodo 20:3-17), seja pisada pelos homens, em especial, o sábado (Êxodo 20:8-11). E é aí que a farsa do aquecimento global entra, sendo um dos motivos para se baixar um decreto mundial para que todos guardem o domingo em nome do meio ambiente e do "bem comum" entre as sociedades humanas. Será o segundo Decreto Dominical da História. E quem guardar o sábado (ordenado por Deus) será perseguido e tido como louco, antiambientalista e que não cumpre as leis "boas". Entende a jogada satânica? Isso tudo está profetizado, é só ler as profecias bíblicas. O ECOmenismo (clique aqui para ver várias postagens relativas a esse termo), associado ao ecumenismo e outros pontos de amarração que vão contra a vontade de Deus, irá ser um dos meios pelos quais Satanás enganará a muitos.
No entanto, "o justo viverá pela fé". Deus irá salvar os que "...obedecem aos mandamentos de Deus e permanecem fiéis a Jesus." (Apocalipse 14:12). É certo respeitar a natureza e procurar meios para se diminuir a degradação do planeta como o lançamento excessivo de CO² na atmosfera, e todo cristão de boa conduta deve fazer isso. Até mesmo porque o Senhor virá para destruir "os que destroem a Terra" (Apocalipse 11:18). Porém, obedecer uma lei ou leis que afrontam a Lei de Deus não deve ser feito por esses cristãos conscientes do Grande Conflito que há entre as forças do bem e do mal, pois "antes importa obedecer a Deus do que aos homens" (Atos 5:29). O sábado é um sinal entre Deus e Seu povo. Deus irá julgar o mundo. Pela breve ocasião da volta de Jesus, serão desmascarados os enganos de Satanás e suas hostes, onde um deles é a instituição do domingo como o "dia do Senhor" e o dia para salvar a Terra.
Então, entendido tudo isso de que há implicações religiosas na ideia de se defender o "aquecimento global", qual será a sua decisão? Só haverá dois grupos de pessoas após ser baixado o segundo Decreto Dominical: as que obedecem a Deus e as que obedecem a Satanás. Eu e minha casa escolhemos a Deus. Que essa seja a sua decisão também!
Comentado tudo isso, também não posso deixar de escrever que a previsão para o início de uma "nova glaciação" tem uma base evolucionária, segundo os estudos de evolução da Terra. Mas isso não será discutido nesta nota. O que quero chamar a atenção é que, mesmo sendo uma previsão baseada neste viés, é mais uma confirmação para as profecias da Bíblia, pois revelam que no final dos tempos haveriam catástrofes naturais, e muitas delas podem ser associadas à diminuição drástica de temperatura, como uma "glaciação". [André Luiz Marques]
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segunda-feira, 22 de abril de 2013
Google celebra Dia Internacional da Mãe Terra
[O doodle (logotipo acima) do Google hoje celebra o Dia Internacional da Mãe Terra. O desenho traz um ecossistema em um período de 24 horas, em que o usuário pode acompanhar o nascer e o pôr do sol, além da trajetória da Lua pelo céu durante a noite. O YouTube também mudou seu logotipo para comemorar a data. Ao clicar na imagem, que traz o desenho de dois pinguins, o usuário é redirecionado a um canal no site de vídeos que traz imagens de diversos locais do planeta, como a Floresta Amazônica ou a Patagônia.] O Dia da Terra 2013 - ou, oficialmente, Dia Internacional da Mãe Terra - é uma data criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2009 para marcar a responsabilidade coletiva para promover a harmonia com a natureza e a Terra e alcançar um balanço entre economia, sociedade e ambiente. “O Dia Internacional da Mãe Terra é uma chance de reafirmar nossa responsabilidade coletiva para promover a harmonia com a natureza em um tempo em que nosso planeta está sob ameaça da mudança climática, exploração insustentável dos recursos naturais e outros problemas causados pelo homem. Quando nós ameaçamos nosso planeta, minamos nossa própria casa - e nossa sobrevivência no futuro”, diz mensagem do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. Contudo, a história dessa comemoração é bem mais antiga. O primeiro Dia Nacional da Terra ocorreu em meio ao movimento hippie americano, em 1970. Se por um lado a música e os jovens eram engajados, de outro os americanos viviam com seus carros com motor V8 e a indústria despejando produtos poluidores com pouco medo de represálias legais.
A ideia de uma data para marcar a luta pelo ambiente veio do senador Gaylord Nelson, após ele ter visto a destruição causada por um grande vazamento de óleo na Califórnia, em 1969. Ele recebeu o apoio do congressista republicano conservador Pete McCloskey e recrutou o estudante de Harvard Denis Hayes como coordenador da campanha.
No dia 22 de abril, 20 milhões de pessoas nos Estados Unidos saíram às ruas para protestar em favor de um planeta mais saudável e sustentável. Milhares de escolas e universidades organizaram manifestações contra a deterioração do ambiente e engrossaram os grupos ambientalistas. Foi um raro momento que juntou até mesmo democratas e republicanos.
O resultado prático foi a criação da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos e dos atos do Ar Limpo, Água Limpa e das Espécies Ameaçadas. “Foi uma aposta”, lembra o senador, “mas funcionou”.
Fonte: Terra
Nota do blog Criacionismo: Conforme lembra o leitor Jeferson Quimeli, essa matéria do Terra ajuda a explicar a origem do Dia Internacional da Mãe Terra: 1970, movimento hippie (que foi inspirado por Timothy Leary, discípulo do bruxo satanista Aleister Crowley, inspirador dos Beatles, da contracultura, de Raul Seixas... (mais detalhes nesta palestra). Enfim, a data é de inspiração pagã e espiritualista, embora se revista da preocupação aparentemente pragmática do cuidado com a natureza. Não é de hoje que as autoridades que ditam os rumos do mundo perceberam o enorme poder mobilizador da bandeira ECOmênica. E hoje o maior motor de buscas do planeta dá também sua parcela de contribuição a esse movimento, e essa ideologia.[MB]
terça-feira, 29 de março de 2011
Apagão de 1 hora alerta sobre aquecimento global
Sete pontos turísticos da cidade do Rio de Janeiro foram apagados às 20h30 do sábado (26) durante a Hora do Planeta 2011. O “apagão do bem”, uma campanha mundial da ONG WWF, de proteção à natureza, durou uma hora e serviu para alertar os cariocas e os povos do mundo inteiro sobre o aquecimento global e a necessidade de conservar o meio ambiente. Monumentos como o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar, os Arcos da Lapa, o Monumento aos Pracinhas, a orla das praias de Copacabana e do Arpoador, a Igreja da Penha e a Catedral Metropolitana ficaram às escuras por uma hora. Em 2011, o primeiro minuto da Hora do Planeta foi dedicado às vítimas de tragédias causadas por fenômenos naturais, como o terremoto e a tsunami no Japão, que vitimaram mais de 10 mil pessoas, e as enchentes no Brasil e na Austrália. Pela primeira vez, um evento aberto ao público para celebrar a Hora do Planeta foi realizado no Rio, e contou com a presença da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e do secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos, Carlos Roberto Osório. Eles desligaram simbolicamente as luzes da cidade.Um palco foi montado em frente aos Arcos da Lapa e reuniu artistas como o cantor Toni Garrido. As baterias das escolas de samba Mangueira, Portela, Grande Rio e União da Ilha também se apresentam no evento, que é gratuito.
De acordo com a WWF, vários municípios brasileiros, incluindo 17 capitais, participaram do projeto. Segundo a ONG, 3,8 mil cidades de 130 países em todo o mundo confirmaram a participação na Hora do Planeta. “A meta de 25 megacidades foi alcançada, com Tóquio, São Paulo, Toronto, Nova York, entre outras”, disse Regina Cavini, superintendente do WWF-Brasil.
Fonte: G1 Notícias
Nota do blog Criacionismo: Conforme destacou o leitor Valter Baiecijo, “começa assim: primeiro uma hora para salvar o planeta, depois duas, três, e quando menos se espera, será um dia inteiro. Que dia será o escolhido? Já sei a resposta. Os sinais estão aí, proclamando em alto e bom som.” Note que tanto o governo (Estado) quando a Igreja Católica deram total e irrestrito apoio ao evento. E é lógico que seja assim, pois a causa é nobre e válida. Quem não concorda que se deva preservar o meio ambiente e “salvar a Terra”? O problema são as ações que vêm a reboque com uma iniciativa que conquista cada vez mais adeptos em todo o mundo, já que, com os recentes e terríveis desastres naturais, as pessoas estão mais e mais temerosas quanto ao futuro. Já existe uma campanha defendida pelo famoso jornal The Guardian e que envolve o descanso dominical. Trata-se do Movimento 10:10, já comentado aqui [blog do Michelson]. Dentro de algum tempo, cristãos que sempre foram defensores da preservação da criação de Deus (os criacionistas guardadores do sábado) serão mal interpretados pelo fato de não aceitarem a imposição do domingo como “solução para salvar a Terra”. O ECOmenismo poderá ser o movimento aglutinador que fará com que cristãos, budistas, muçulmanos, ateus e outros se unam na defesa do domingo como “dia de guarda”.[MB]
Nota deste blog: Como estudioso das questões socioambientais, digo que nem é relevante este tipo de campanha para "salvar o planeta" (nem sendo algumas horas ou um dia inteiro) mencionado na notícia acima, pois o que a sociedade precisa fazer mesmo é diminuir drasticamente o consumismo, que gera tanta poluição e exaustão dos recursos naturais, sem dar tempo para os recursos do tipo renováveis se recomporem na natureza, por exemplo. Para se ter uma ideia, hoje saiu o relatório Technology Outlook 2020 que prevê que em 2020 (logo "ali") serão precisas "duas Terras" para atender à demanda de consumo da economia mundial. Ao que tudo indica, a solução que estão começando a "determinar" (isso mesmo, agora é assim, com aspas, daqui uns dias poderá ser literal) é a observância do domingo para ajudar a diminuir os impactos ao meio ambiente, deixando a "mãe Terra" também "descansar". Quem viver verá... E participará ou não, dependendo das escolhas que fizer. Eu vou continuar seguindo a Bíblia, que me ordena a observância do sábado do sétimo dia, e fazer a minha parte para a preservação ambiental de forma consciente, eficaz e coerente com a verdade. E você?[ALM]
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quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Solução simples para o aquecimento global

Li isso no blog Minuto Profético:
O movimento 10:10 apoiado pelo Guardian é uma maneira maravilhosa de capacitar as pessoas comuns a participar do grande movimento de mitigar o aquecimento global. Nós não podemos esperar até que os governos estejam iluminados o suficiente para legislar e superar as emissões de carbono. As questões são urgentes. Temos que agir agora, sem qualquer atraso. O poder da opinião pública e da ação popular terá um forte impacto sobre a conferência sobre o clima a decorrer em Copenhagem.
Uma coisa que podemos facilmente fazer para alcançar este objetivo: podemos declarar o domingo um dia livre de combustível fóssil ou um dia de baixo carbono ou, pelo menos um dia de economia de energia. Podemos começar esta semana, este mês ou em 2010. Podemos começar individualmente e coletivamente. A longa viagem para reduzir as emissões de dióxido de carbono pode começar aqui e agora. Há não muito tempo o domingo era usado para ser um dia de descanso, um dia de renovação espiritual, um dia para as famílias se reunirem, mas mudamos o domingo de um dia de descanso para um dia de compras, vôos e direção de carros. No entanto, no contexto das emissões excessivas de dióxido de carbono na atmosfera, que estão trazendo transformações catastróficas, podemos e devemos restaurar o domingo para ser um dia de Gaia, um dia para a Terra. [grifo acrescentado]
Não haverá grandes dificuldades em reduzir o uso de todos os não-essenciais e não-urgentes combustíveis fósseis para um dia por semana. Podemos facilmente fechar supermercados, lojas e postos de gasolina. Podemos reduzir a nossa mobilidade ao estritamente necessário e sem prejudicar a economia de qualquer forma. Podemos desfrutar o domingo, mais uma vez, com a nossa família e amigos. Podemos participar de jardinagem, escrever, pintar, caminhar, fazer pão ou simplesmente passar o tempo na contemplação. Isto será bom para a nossa saúde pessoal, bem como para a saúde do planeta. Teremos tempo para nossos amigos, tempo para brincar com os nossos filhos e tempo para a família. De repente podemos reduzir 10% das nossas emissões de carbono na atmosfera fazendo do domingo um dia de baixo carbono e ao mesmo tempo, tornar-nos mais saudáveis e felizes. Então, vamos fazer do domingo um dia de descanso e renovação, em vez de um dia de viagem e trabalho.
O aquecimento global ou as mudanças climáticas são apenas um sintoma do nosso profundo desejo de consumir, consumir e consumir. O problema externo das emissões de carbono está relacionada com o problema interno do desejo. Se ficarmos numa corrida exaustiva 24 horas, sete dias por semana, somos obrigados a poluir o nosso espaço interior, bem como o espaço exterior. A velocidade é a maldição da civilização moderna. A solução para o aquecimento global é simples: diminuir o ritmo. Devagar é bonito. Mesmo se não podemos diminuir todo dia, pelo menos, desacelerar no domingo.
Se você é um cristão então o domingo lento deve ser natural para você, se você é um muçulmano, faça da sexta-feira seu dia de baixa emissão de carbono, se você é judeu, então o sábado pode ser o seu dia para economizar energia, se você seguir uma forma secular de vida, então escolha o seu próprio dia de carbono-livre. Pelo menos no domingo, nós podemos ser cidadãos e não consumidores.
Fonte: Guardian
Nota do blog Minuto Profético: Bingo! Há dois anos e meio o blog Minuto Profético alertou seus leitores de que esse dia chegaria. E chegou! A ligação entre a suposta "crise" do aquecimento global e o descanso dominical obrigatório era óbvio demais para passar desapercebida. A adoração luciferiana (através da guarda do domingo - dia de Gaia) será imposta ao mundo mediante legislação civil conforme o Apocalipse já havia revelado. O que no texto acima é apenas sugestão, logo se transformará em obrigação legal. O verdadeiro dia de guarda - o sábado do sétimo dia - será pisado pelo mundo. De que lado você vai ficar?
"Já é tempo, Senhor, para intervires, pois a tua lei está sendo violada" (Sl 119:126).
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quinta-feira, 25 de junho de 2009
quinta-feira, 26 de março de 2009
O ECOmenismo e a "Hora da Terra"
Do blog Diário da Profecia:
Por conta do post "A hora da terra: A hora da profecia?", ontem publicado neste espaço em reprodução do artigo formulado pelo Pr. Douglas Reis do Blog Questão de Confiança, foi-me enviado um comentário contrário a se considerar o tema como eventualmente correlato aos eventos finais que se prenunciam nesta terra. Nosso posicionamento ao comentário da leitora restou assinalado neste contexto e também pode ser lido no link supra.
Temos uma pergunta de fundamental importância: Está a WWF acima de qualquer suspeita? Tem gente que entende que não, citarei uma (os destaques são sempre meus):
ESTABLISHMENT. As ONGs não nascem da simples explosão de rebeldia civil. Mesmo que algumas das mais célebres se enquadrem nessa descrição, suas origens são as mais diversas, refletindo justamente a complexidade sociopolítica da grande nação globalizada. Enquanto o Greenpeace, por exemplo, surgiu de uma experiência pacífica de ecoterrorismo, a WWF foi idealizada pelo biólogo inglês Julian Huxley, prêmio Nobel e irmão do escritor Aldous, e seus primeiros membros pertenciam à fina nata da elite acadêmica. Outro peso pesado, o Human Rights Watch, é produto da Guerra Fria: antes de abraçar os direitos humanos de maneira universal, sua missão limitava-se à defesa dos dissidentes do bloco comunista.
Embora tenham origens tão diversas, compondo um mosaico tão caótico de interesses, seus métodos de ação caminham para uma espécie de convergência multifacetada. O crescimento e a interdependência que hoje caracterizam o terceiro setor surpreendem até os seus primeiros idealizadores, como admitiu à Primeira Leitura René Parmentier, diretor de assuntos políticos do Greenpeace e um de seus fundadores. O ecologista, porém, considera que a rebeldia ainda é o motor da organização.
Algumas táticas tiveram de mudar porque, segundo Parmentier, “o mundo também muda.
A mídia, por exemplo, elemento indispensável nas primeiras campanhas do Greenpeace, não tem o mesmo apelo e poder que há duas décadas; seu alcance é muito mais pulverizado”. O foco, hoje, também é outro. Se, até meados dos anos 90, a preocupação era despertar a consciência do cidadão anestesiado, agora a luta é por organizar os cidadãos já despertos para exercer a maior pressão possível em prol das causas em pauta.
O sucesso dessa ideologia desideologizada, no entanto, não pode se confundir com as mistificações que a acompanham, assim como também não é suficiente para superar as contradições que se avolumam. As ONGs, afinal, são atores políticos como quaisquer outros grupos de interesse que mobilizam meios e opinião públicos por uma causa particular. Não é o caso de idealizá-las nem demonizá-las. Mas é preciso ter em mente que, hoje, agir em nome do interesse da sociedade ou da humanidade, ou pela democracia ou pelo desenvolvimento, não lhes confere legitimidade automática. Quem sabe ainda façam pelo homem o que já fizeram pelos macacos. É a esperança, já que os governos... (Eduardo Simantob é jornalista e colaborador da Folha de S.Paulo e da revista Primeira Leitura em Zurique)
Só para constar, não que tenha direta influência ou lhe traga imediata desqualificação, o Sr. Huxley é um dos formadores da síntese evolutiva moderna, o que nos leva à pensar sob qual influência este humanista sempre labutou. Arrisco dizer que não foi sob a guia de Deus. Vejam que interessante pérola do criador da WWF:
"... pegar as técnicas de persuasão e de informações e verdadeira propaganda que aprendemos a aplicar nacionalmente na guerra, e deliberadamente moldá-las para as tarefas da paz internacional, se necessário utilizando-as - como Lenin visualizou - para 'dobrar a resistência de milhões' às mudanças desejadas. A tarefa que está diante da UNESCO... é simples. A tarefa é ajudar o aparecimento de uma única cultura mundial..."
"... no momento, duas filosofias opostas de vida estão se confrontando... Você pode categorizar as duas filosofias como dois supernacionalismos, ou como individualismo versus coletivismo... ou como capitalismo versus comunismo, ou como cristianismo versus marxismo. Podem esses opostos serem reconciliados, pode essa antítese ser resolvida em uma síntese mais elevada? Acredito que não somente isso pode acontecer, mas que, por meio da inexorável dialética da evolução, isso precisa acontecer..." (Julian Huxley, UNESCO: Its purpose and Its Philosophy (Washington DC: Public Affairs Press, 1947), pg 61. Fonte - Crossroad)
Seria uma teoria da conspiração deste espaço e dos demais que levantaram suspeitas sobre a chamada "Hora da Terra"? Penso que não, aliás depois de pesquisar um pouco sobre o tema, tenho absoluta certeza que não. Só para fechar o posicionamento deste blog em se ter prudência com as iniciativas da WWF, há de ser pontuado ainda que o seu criador era um declarado eugenista. Decreto dominical e seus efeitos são factíveis para um organismo idealizado por alguém com este tipo de ideologia?
Mais detalhes sobre a WWF, se estes não forem suficientes, aqui.
Por outro lado, não há consenso nenhum nesta questão do aquecimento global, como a mídia secular tem até noticiado, embora o faça com menos alarde, ao revés de quando a questão é a favor do movimento que está varrendo o planeta, o ECOmenismo, termo muito bem cunhado pelo Pr. Sérgio Santeli no Blog Minuto Profético. Aliás, existe um movimento contrário ao propalado "Hora da Terra". Alguém o viu senão em links bem discretos?
Não bastassem todas estas questões supra levantadas, tem ainda a ser considerado o endosso da ONU ao movimento, através de seu Secretário Geral. Sobre qual a posição da ONU no desenvolvimento da agenda contrária aos interesses de Deus seria desperdício de tempo e espaço ora se ocupar. Mas a pergunta da BBC é bem propícia:
De que lado você vai ficar?
Sugiro guardar a consciência duas vezes: Faça seu papel na manutenção da Criação de Deus, mas não se perca na propaganda do inimigo dEle.
Por conta do post "A hora da terra: A hora da profecia?", ontem publicado neste espaço em reprodução do artigo formulado pelo Pr. Douglas Reis do Blog Questão de Confiança, foi-me enviado um comentário contrário a se considerar o tema como eventualmente correlato aos eventos finais que se prenunciam nesta terra. Nosso posicionamento ao comentário da leitora restou assinalado neste contexto e também pode ser lido no link supra.
Temos uma pergunta de fundamental importância: Está a WWF acima de qualquer suspeita? Tem gente que entende que não, citarei uma (os destaques são sempre meus):
ESTABLISHMENT. As ONGs não nascem da simples explosão de rebeldia civil. Mesmo que algumas das mais célebres se enquadrem nessa descrição, suas origens são as mais diversas, refletindo justamente a complexidade sociopolítica da grande nação globalizada. Enquanto o Greenpeace, por exemplo, surgiu de uma experiência pacífica de ecoterrorismo, a WWF foi idealizada pelo biólogo inglês Julian Huxley, prêmio Nobel e irmão do escritor Aldous, e seus primeiros membros pertenciam à fina nata da elite acadêmica. Outro peso pesado, o Human Rights Watch, é produto da Guerra Fria: antes de abraçar os direitos humanos de maneira universal, sua missão limitava-se à defesa dos dissidentes do bloco comunista.
Embora tenham origens tão diversas, compondo um mosaico tão caótico de interesses, seus métodos de ação caminham para uma espécie de convergência multifacetada. O crescimento e a interdependência que hoje caracterizam o terceiro setor surpreendem até os seus primeiros idealizadores, como admitiu à Primeira Leitura René Parmentier, diretor de assuntos políticos do Greenpeace e um de seus fundadores. O ecologista, porém, considera que a rebeldia ainda é o motor da organização.
Algumas táticas tiveram de mudar porque, segundo Parmentier, “o mundo também muda.
A mídia, por exemplo, elemento indispensável nas primeiras campanhas do Greenpeace, não tem o mesmo apelo e poder que há duas décadas; seu alcance é muito mais pulverizado”. O foco, hoje, também é outro. Se, até meados dos anos 90, a preocupação era despertar a consciência do cidadão anestesiado, agora a luta é por organizar os cidadãos já despertos para exercer a maior pressão possível em prol das causas em pauta.
O sucesso dessa ideologia desideologizada, no entanto, não pode se confundir com as mistificações que a acompanham, assim como também não é suficiente para superar as contradições que se avolumam. As ONGs, afinal, são atores políticos como quaisquer outros grupos de interesse que mobilizam meios e opinião públicos por uma causa particular. Não é o caso de idealizá-las nem demonizá-las. Mas é preciso ter em mente que, hoje, agir em nome do interesse da sociedade ou da humanidade, ou pela democracia ou pelo desenvolvimento, não lhes confere legitimidade automática. Quem sabe ainda façam pelo homem o que já fizeram pelos macacos. É a esperança, já que os governos... (Eduardo Simantob é jornalista e colaborador da Folha de S.Paulo e da revista Primeira Leitura em Zurique)
Só para constar, não que tenha direta influência ou lhe traga imediata desqualificação, o Sr. Huxley é um dos formadores da síntese evolutiva moderna, o que nos leva à pensar sob qual influência este humanista sempre labutou. Arrisco dizer que não foi sob a guia de Deus. Vejam que interessante pérola do criador da WWF:
"... pegar as técnicas de persuasão e de informações e verdadeira propaganda que aprendemos a aplicar nacionalmente na guerra, e deliberadamente moldá-las para as tarefas da paz internacional, se necessário utilizando-as - como Lenin visualizou - para 'dobrar a resistência de milhões' às mudanças desejadas. A tarefa que está diante da UNESCO... é simples. A tarefa é ajudar o aparecimento de uma única cultura mundial..."
"... no momento, duas filosofias opostas de vida estão se confrontando... Você pode categorizar as duas filosofias como dois supernacionalismos, ou como individualismo versus coletivismo... ou como capitalismo versus comunismo, ou como cristianismo versus marxismo. Podem esses opostos serem reconciliados, pode essa antítese ser resolvida em uma síntese mais elevada? Acredito que não somente isso pode acontecer, mas que, por meio da inexorável dialética da evolução, isso precisa acontecer..." (Julian Huxley, UNESCO: Its purpose and Its Philosophy (Washington DC: Public Affairs Press, 1947), pg 61. Fonte - Crossroad)
Seria uma teoria da conspiração deste espaço e dos demais que levantaram suspeitas sobre a chamada "Hora da Terra"? Penso que não, aliás depois de pesquisar um pouco sobre o tema, tenho absoluta certeza que não. Só para fechar o posicionamento deste blog em se ter prudência com as iniciativas da WWF, há de ser pontuado ainda que o seu criador era um declarado eugenista. Decreto dominical e seus efeitos são factíveis para um organismo idealizado por alguém com este tipo de ideologia?
Mais detalhes sobre a WWF, se estes não forem suficientes, aqui.
Por outro lado, não há consenso nenhum nesta questão do aquecimento global, como a mídia secular tem até noticiado, embora o faça com menos alarde, ao revés de quando a questão é a favor do movimento que está varrendo o planeta, o ECOmenismo, termo muito bem cunhado pelo Pr. Sérgio Santeli no Blog Minuto Profético. Aliás, existe um movimento contrário ao propalado "Hora da Terra". Alguém o viu senão em links bem discretos?
Não bastassem todas estas questões supra levantadas, tem ainda a ser considerado o endosso da ONU ao movimento, através de seu Secretário Geral. Sobre qual a posição da ONU no desenvolvimento da agenda contrária aos interesses de Deus seria desperdício de tempo e espaço ora se ocupar. Mas a pergunta da BBC é bem propícia:
De que lado você vai ficar?
Sugiro guardar a consciência duas vezes: Faça seu papel na manutenção da Criação de Deus, mas não se perca na propaganda do inimigo dEle.
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