quinta-feira, 22 de março de 2018
segunda-feira, 29 de maio de 2017
Origens - A grande extinção
sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
A Arca de Noé e o Dilúvio
sexta-feira, 18 de julho de 2014
Monte Santa Helena: explosiva evidência para a criação recente da Terra
Para traduzir a legenda, selecione no Youtube a opção "português-português".
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
É o Dilúvio de Noé uma cópia do Épico de Gilgamesh?
Resposta: É verdade que o relato do Dilúvio que a Bíblia apresenta partilha de muitas semelhanças óbvias com o Épico de Gilgamesh e com o Épico Babilônico de Atrahasis.
De fato, literalmente centenas de tradições de um dilúvio foram preservadas por todo o mundo, com elas a aparecerem na Europa, na Ásia, em África, na Austrália e no continente Americano (Sul e Norte), e o registro de Gênesis partilha de muitas semelhanças com a maioria delas.
Das tradições de um dilúvio que chegaram até aos dias de hoje, cerca de 95% descreve um cataclisma global,88% fala de uma família humana favorecida salva do afogamento para o restabelecimento da raça humana depois do dilúvio, 66% revela a forma como a família foi avisada antecipadamente do cataclisma vindouro, 66% culpa a maldade do ser humano como causa do dilúvio, e 70% registra um barco como o meio através do qual a família escolhida (e os animais) sobreviveram ao dilúvio.
Mais de um terço destas tradições menciona pássaros que foram enviados para fora do barco.
Uma vez que todas as culturas atuais descendem diretamente dos sobreviventes do Dilúvio, é perfeitamente lógico que as histórias deste evento traumático sejam, ao mesmo tempo, abundantes e globais – havendo sido passados de geração em geração.
Foi exatamente isso que aconteceu.
Muitas destas tradições são espantosamente consistentes, se levarmos em conta o isolamento relativo das culturas, o tempo que já passou desde o Dilúvio, e a tendência humana de embelezar, exagerar e distorcer as histórias com o passar do tempo.
A descrição Bíblica e o relato Babilônico parecem representar um relato distinto de uma tradição em torno do mesmo Dilúvio.
O problema dos anti-Cristãos é que eles partem do pressuposto errado (“Não houve nenhum Dilúvio!”) e que o relato Bíblico nada mais é que uma cópia de um não-evento. No entanto, as evidências sugerem o contrário: houve, de fato, um Dilúvio global catastrófico e a veracidade do relato Bíblico é confirmada pelo imenso número de relatos antigos.
Para além de abundantes evidências históricas, existe uma riqueza de evidências físicas que confirmam que a historicidade do Dilúvio é real, sólida e amplamente confirmada.
Quem questiona o Dilúvio de Noé não o faz por motivos históricos ou científicos, mas sim por motivos ideológicos.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Queda de meteorito deixa centenas de feridos na Rússia
Segundo agências de notícias russas, o Ministério de Situações de Emergência do país informou que 514 pessoas ficaram feridas e buscaram assistência médica, incluindo 82 crianças. Destas, 112 foram hospitalizadas.
Moradores que estavam a caminho do trabalho em Chelyabinsk ouviram um barulho que parecia ser de uma explosão, viram uma luz forte e sentiram uma onda de tremor, de acordo com um correspondente da Reuters na cidade industrial, que fica a 1.500 quilômetros de Moscou.
O meteorito atravessou o horizonte, deixando um longo rastro branco em seu caminho que podia ser visto a até 200 quilômetros de distância, em Yekaterinburgo. Alarmes de carros soaram, janelas quebraram e telefones celulares tiveram o funcionamento afetado pelo incidente.
"Eu estava dirigindo para o trabalho, estava bem escuro, mas de repente veio um clarão como se fosse dia", disse Viktor Prokofiev, de 36 anos, morador de Yekaterinburgo, nos Montes Urais. "Me senti como se estivesse ficado cego pela luz", acrescentou.
Não foram relatadas mortes em consequência do meteorito, mas o presidente Vladimir Putin, que nesta sexta recebe ministros da Fazenda dos países do G20, e o primeiro-ministro Dmitry Medvedev foram notificados sobre os acontecimentos.
Não há informações sobre a relação da queda do meteorito com a passagem, nesta sexta, de um asteroide de 50 metros de comprimento a 27.700 km acima da superfície da Terra. A distância é menor do que a órbita dos satélites de comunicação.
Alguns veículos da imprensa chegaram a informar que uma chuva de meteoritos teria caído sobre os Urais.
"Não foi uma chuva de meteoritos, mas um meteorito que se desintegrou nas camadas baixas da atmosfera", disse à agência "Interfax" a porta-voz do Ministério para Situações de Emergência da Rússia, Elena Smirnij.
Elena acrescentou que a onda expansiva provocada pela queda do corpo celeste quebrou as janelas de "algumas casas na região".
A porta-voz ministerial também informou que a queda do meteorito não alterou os níveis de radiação, que se mantêm dentro dos parâmetros frequentes para a região.
Fonte: G1 Notícias
Nota: "Na última sexta-feira, pela manhã, pouco antes de acordar, uma cena muito impressionante me foi apresentada. Parecia que eu havia acordado, mas não estava em meu lar. Das janelas eu podia avistar um terrível incêndio. Grandes bolas de fogo caíam sobre as casas e dessas bolas voavam flechas incandescentes em todas as direções. Era impossível apagar os fogos que se acendiam, e muitos lugares estavam sendo destruídos. O terror do povo era indescritível. Depois de algum tempo, acordei e vi que estava em casa.
"Em todas as partes há homens que deviam estar empenhados em ministério ativo, dando a derradeira mensagem de advertência a um mundo caído. A obra que há muito devia ter estado em ativa operação, a fim de salvar almas para Cristo, ainda não foi realizada. Os habitantes das ímpias cidades, prestes a serem atingidas pelas calamidades, têm sido cruelmente negligenciados. Está próximo o tempo em que grandes cidades serão destruídas, e todos devem ser advertidos destes juízos vindouros. Quem, porém, está dando à realização desta obra o dedicado serviço que Deus requer?... " (Evangelismo, pág. 29/Carta 278, 1906).
Profecia de Ellen White ainda não cumprida, mas o cumprimento das profecias se acelera...
Veja o vídeo:
quarta-feira, 7 de março de 2012
Asteroide 2012 DA14 pode atingir a Terra em 2013
Segundo o Digital Journal, cientistas sugerem que se enfrente esse asteroide com grandes armas ou com... pintura. O problema com uma ou outra opção é que não há tempo para se construir uma nave para a operação. Uma nave espacial poderia atirar no asteroide ou simplesmente bater nele, na intenção de dividi-lo em pedaços ou de alterar seu curso.
O especialista David Dunham, da NASA, sugeriu: “Poderíamos pintá-lo.” A pintura poderia alterar a capacidade do asteroide de refletir a luz solar, alterar sua rotação e sua temperatura. No entanto, mesmo que se conseguisse alterar o curso do asteroide, ainda haveria o perigo de sermos atingidos por ele em 2056, quando de seu retorno, de acordo com Aleksandr Devaytkin, chefe do observatório em Pulkovo, Rússia.
Dunham disse também que “o asteroide pode se fragmentar ao entrar na atmosfera. Nesse caso, a maioria das partes não alcançaria a superfície do planeta”.
Só para lembrar, em novembro de 2011, o Asteroide 2005 YU55 passou “raspando” pela Terra a uma distância de 325 mil quilômetros, ou seja, mais de dez vezes a distância prevista para a passagem do 2012 DA14. Por isso, alguns cientistas não descartam realmente a possibilidade de colisão com a Terra, já que os 27 mil quilômetros de distância podem estar dentro da margem de erro dos cálculos astronômicos.
No ano passado, um terrível terremoto seguido de tsunami levou destruição ao Japão e fez com que o país ficasse economicamente abalado. A Europa enfrenta há algum tempo sua crise econômica que tende a se alastrar pelo mundo. Agora, imagine se um asteroide desses atinge um grande centro populacional... Que tipo de agravamento da crise econômica isso poderia isso gerar? Quantas mortes ocasionaria um evento como o ocorrido na deserta Tunguska, caso explodisse numa grande cidade? Quem viver poderá ver.[MB]
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Catástrofes naturais levam novas tragédias à Indonésia
Até agora 13 pessoas morreram, entre eles um bebê, vítimas do vulcão Merapi na ilha de Java, que já deixou outras 13 pessoas feridas. A erupção ocorreu no mesmo dia em que o país foi atingido por outras duas tragédias: um terremoto de 7,5 graus de intensidade e um tsunami, que atingiram a ilhas próximas a Sumatra.
Mais de cem morreram após a onda gigante. Até o momento, não há registro de brasileiros na região, segundo o Itamaraty (Ministério das Relações Exteriores).
Já a explosão do vulcão Merapi, com 2.914 m de atitude, ocorreu no amanhecer desta terça, provocando cenas de pânico na encosta muito habitada. Autoridades ordenaram a retirada das 40 mil pessoas que viviam ao redor da cratera, para estabelecer um raio de segurança de 10 km.
O vulcão, que fica a 26 km da cidade de Yogyakarta, é o que apresenta maior movimento dos 69 vulcões em atividade na Indonésia. A última erupção aconteceu em junho de 2006, deixando dois mortos.
País também é atingido por terremoto
No mesmo dia em que o vulcão Merapi entrou em erupção na ilha de Java, a vizinha ilha de Sumatra foi sacudida por um forte terremoto de 7,7 graus de intensidade, que provocou um tsunami, segundo dados do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).
Segundo a rede americana CNN e fontes do Ministério da Saúde local, pelo menos 112 pessoas morreram e mais de 500 são consideradas desaparecidas após a chegada das ondas gigantes.
Segundo o jornal Jakarta Post, centenas de casas foram arrasadas nos vilarejos de Pagai e Silabu, que ficam nas ilhas Mentawai.
O chefe da Equipe de Resposta a Desastres do Ministério da Saúde, Mudjiarto, disse que, na ilha de Pagai do Sul, as ondas avançaram até 600 m sobre a terra, atingindo os telhados das casas.
O parlamentar regional Hendri Dori Satoko disse à agência de notícias Reuters que a maior parte das construções na vila costeira de Betu Monga foi destruída. Segundo ele, das 200 pessoas que vivem no vilarejo, apenas 40 haviam sido encontradas. Outras 160 estavam desaparecidas, a maior parte mulheres e crianças.
- Nós temos pessoas relatando ao posto de segurança aqui que não puderam segurar suas crianças, que elas foram levadas embora [pela água]. Tem muita gente chorando.
Na Província de Banten, fortes chuvas inundam cidades
como Tangerang. Especialistas disseram que o tempo chuvos, que ocorre durante a estação normalmente seca no país, deve continuar nas próximas semanas. Essas mesmas chuvas fora de época mataram 56 pessoas na vizinha Tailândia. [...]
Fonte: R7 - via Diário da Profecia.
Nota: Infelizmente isso é resultado principalmente de uma alta concentração populacional em uma região altamente ativa tectonicamente, o chamado círculo ou anel de fogo do Pacífico (veja mapa abaixo). Oro a Deus para que conforte o coração das pessoas que perderam entes queridos ou conhecidos, assim como ajude os cristãos fundamentados na pura Palavra de Deus a mostrar para o povo do Oriente que só existe esperança de um mundo sem mais terremotos, tsumanis, vulcanismos e outros fenômenos que causam a morte e o sofrimento de milhares ou milhões de pessoas todos os anos quando Jesus Cristo voltar, para resgatar os que creram e creem nEle como seu Salvador pessoal, o mesmo Deus que é o Criador da Terra e da vida estabelecida sobre ela, assim como será o futuro Restaurador deste planeta que hoje está assim por causa das consequência do pecado. A quem tiver dúvidas sobre por que Deus permite o sofrimento nesta Terra, recomendo o livro Por que, Senhor?, escrito por José Pereira. Devo dizer também que estas catástrofes são parte do cumprimento profético bíblico para o fim dos tempos (veja, por exemplo, Mateus 24:7).
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Tempestade criou maior cemitério de dinossauros, diz estudo [E que tempestade!]

Cientistas afirmam ter confirmado que um cemitério de dinossauros no Canadá é o maior já conhecido. Segundo os pesquisadores do Royal Tyrrell Museum, em Alberta, uma tempestade, equivalente aos atuais furacões, dizimou os animais na região, que até então era uma área costeira, e formou o cemitério. As informações são do Live Science.
Os pesquisadores afirmam que a tempestade que atingiu a região foi catastrófica, o nível da água teria ficado entre 3,6 m e 4,6 m e rapidamente inundou o local. "A inundação pode ter atingido mais de 100 km de costa", diz o paleontólogo e geólogo David Eberth à reportagem.
Os restos de 76 milhões [sic] de anos desses animais se espalham por uma área de 2,3 mil m² e pertenciam a seres como o herbívoro Centrossauro, que era parecido com o Triceratops. De acordo os paleontólogos, a descoberta pode explicar o motivo pelo qual o oeste do Canadá é tão rico em fósseis de dinossauros.
A pesquisa ainda pode provar que dinossauros com chifres, como o Centrossauro e o Triceratops, viviam em grupos maiores do que se pensava com números que facilmente se aproximariam de centenas e até de milhares de animais.
A reportagem afirma ainda que o cemitério foi descoberto em 1997, mas a confirmação de seu tamanho ocorreu apenas neste mês e foi detalhada no livro New Perspectives On Horned Dinosaurs. A região de Alberta é considerada muito rica em fósseis. Lá viveram, por exemplo, o Velociraptor e o Tiranossauro Rex, além de outros animais pré-históricos, como os Pterossauros.
Fonte: Redação Terra
Nota: Vários outros cemitérios de dinossauros como este descrito acima já foram descobertos por todo o mundo e todos eles sugerem que os animais morreram afogados por inundações e muita lama que os pegaram de surpresa. As evidências do Dilúvio Universal descrito na Bíblia e em vários outros documentos históricos de diferentes povos da antiguidade estão aí, mas o apego ao paradigma evolucionista cega a maior parte dos cientistas, ao passo que estes tentam dar outras explicações (menos plausíveis) para o que aconteceu com esses animais do passado. Dilúvios locais ou um único mundial? Use o seu bom-senso para responder, juntando as peças do quebra-cabeça de evidências.[ALM]
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Derretimento de geleiras faz terra subir no Alasca
À medida que as geleiras derretem, a terra sobe e o mar recua em JuneauCornelia Dean
De Juneau, no Alasca
O aquecimento global tende a conjurar imagens de mares em alta e áreas costeiras ameaçadas. Mas em Juneau, no Alasca, como em praticamente lugar algum do mundo, a mudança climática está tendo efeito oposto. À medida que as geleiras derretem, lá, a terra sobe, e o mar recua.
Morgan DeBoer, empresário do setor de imóveis, abriu um campo de golfe com nove buracos na região da Baía Glacier, em 1998; quando sua família chegou à região, 50 anos atrás, o terreno que hoje abriga a pista de golfe estava sob as águas. "As marés mais altas do alto chegavam, então, ao meio da minha pista", diz DeBoer. Agora, com a linha de maré recuando ainda mais, ele está contemplando a possibilidade de acrescentar mais nove buracos e instalar um campo de golfe de tamanho regulamentar. "A terra continua a subir".
As questões geológicas envolvidas são complexas, mas se pode resumi-las da seguinte forma: liberta da pressão de bilhões de toneladas de geleiras, a terra sobe mais ou menos como uma almofada retoma sua forma original quando alguém se levanta do sofá. A terra tem subido tão rápido que a alta dos mares - um produto onipresente do aquecimento global não consegue acompanhar o ritmo, por aqui. Como resultado, o nível relativo do mar está caindo em ritmo "dos mais altos já registrados", de acordo com um relatório preparado em 2007 por um painel de especialistas convocado por Bruce Botelho, o prefeito de Juneau.
A Groenlândia e alguns outros lugares experimentaram efeitos semelhantes causado pelo degelo generalizado iniciado mais de 200 anos atrás, dizem os geólogos. Mas eles acrescentam que os efeitos são mais perceptíveis aqui em Juneau e nas cercanias, onde o índice de recuo das geleiras é da ordem de 10 m ao ano ou mais.
Como resultado, a região enfrenta desafios ambientais incomuns. À medida que o nível do mar cai com relação à terra, os lençóis aqüíferos também caem e os riachos e terras alagadas secam. Terra emerge da água e substitui os alagadiços, o que altera os limites de terrenos e faz com que as pessoas passem a discutir quem é proprietário dessas novas áreas e como elas deveriam ser usadas.
E a água que o derretimento das geleiras gera transporte à costa os sedimentos que as geleiras acumularam durante milênios e eles turvam as águas marinhas e obstruem canais até recentemente navegáveis. Algumas décadas atrás, barcos de grande porte navegavam regularmente pelo Canal de Gastineau, que unia o centro de Juneau à Ilha Douglas, chegando à Baía Auke, um porto cerca de 15 km a noroeste.
Hoje, boa parte do canal é um lodaçal cujo fundo fica exposto na maré baixa. "Há tanto sedimento vindo da geleira de Mendenhall e dos rios que o canal está basicamente obstruído", diz Bruce Molnia, geólogo do Serviço de Levantamento Geológico dos Estados Unidos, que estuda as geléias do Alasca. As pessoas já conseguem atravessar o canal a pé, na maré baixa ¿ou correr através dele, como na Mendenhall Mud Run. Na maré baixa, as bóias de navegação repousam sobre o lodo.
Por fim, quando a terra continuar subindo e o canal se obstruir de todo, a Ilha Douglas terminará conectada ao continente por uma faixa de terra, diz Eran Hood, hidrologista da Universidade do Alasca Sudeste e autor de um relatório sobre o impacto da mudança climática sobre Juneau, publicado em 2007. Quando isso acontecer, disse Hood, um refúgio de 1,6 mil hectares para a fauna de terras úmidas estará perdido. "Não haverá substituição daqueles alagadiços", ele diz.
Em alguns pontos ao longo da costa, a mudança foi tão rápida que os praticantes de caiaque cujas cartas de navegação não estão muito atualizadas podem ter de carregar os barcos nas costas para passar por escolhos altos e secos a ponto de permitir a presença de grama ou até mesmo de pequenas árvores. Em Juneau e na região vizinha, "pode-se andar e ver o que era o fundo do mar se transformando em pradaria, que pode vir a ser uma floresta no futuro", afirmou Hood.
As mudanças topográficas ameaçam importantes ecossistemas e espécies vitais para a economia local, como o salmão. "A base da economia de nossa região são as espécies de salmão e seu retorno é qual será o impacto quando eles retornarem e as correntezas tiverem secado?", questiona Botelho, que nasceu e viveu a vida inteira em Juneau. "O salmão define a nossa identidade como região, define quem somos nós".
Ele disse que não imaginava que houvesse espécies em risco iminente, mas acrescentou que "qualquer pessoa que esteja acompanhando a mudança climática certamente sabe que existem riscos, talvez até ainda mais graves". Hood disse que muita gente em Juneau quer lutar para tentar uma via aquática conhecida como Duck Creek, que serve para a desova dos salmões. Mas os pequenos riachos como esse "parecem estar secando", disse.
A terra em Juneau subiu em até 10 m com relação ao mar, em pouco mais de 200 anos, de acordo com relatório de 2007. E deve continuar a subir à medida que o aquecimento global se acelera, por até um metro adicional até 2010, de acordo com os cientistas.
A elevação é alimentada ainda mais pelo movimento das placas tectônicas que formam a crosta da Terra. À medida que a placa do Pacífico pressiona para cima a da América do Norte, Juneau e a Floresta Nacional Tongass, uma área de relevo acentuado em torno da cidade, tendem a subir ainda mais. "Quando combinamos a ação tectônica ao reajuste glacial, temos um ritmo de elevação quase incompreensível", disse Molnia.
Tradução: Paulo Migliacci ME
Fonte: Site Terra, com informações do The New York Times
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Nota: Muitos vão alegar que o derretimento do gelo nos pólos e áreas próximas faz parte do ciclo natural da Terra, com base na teoria das Eras glaciais. Mas cada vez está mais claro que isso é parte dos resultados da má gestão ambiental exercida pelo homem, a partir das duas Revoluções Industriais principalmente, causando o aquecimento global. Ou pelo menos, é o homem que está acelerando o processo de aquecimento global de forma acentuada.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Teoria do impacto sofre forte golpe
Do blog Criacionismo.com.br:A conhecida teoria de que os dinossauros teriam sido extintos pelas consequências da queda de um asteroide há 65 milhões de anos acaba de levar um importante golpe. Segundo um novo estudo, o impacto que formou a cratera de Chicxulub, no México, com 180 quilômetros de diâmetro, não levou à extinção em massa no fim do período Cretáceo, quando desapareceu uma enorme quantidade de espécies de animais e plantas. Em artigo publicado na edição desta segunda (27/4) do Journal of the Geological Society, um grupo internacional de pesquisadores descreve que a queda do asteroide teria ocorrido pelo menos 300 mil anos antes da extinção. O estudo, feito a partir de análises em cortes de sedimentos rochosos, foi coordenado por uma das principais opositoras da teoria de que a extinção teria sido provocada pelo impacto, Gerta Keller, da Universidade Princeton, nos Estados Unidos.
“Keller e colegas continuam a reunir informações estratigráficas [ramo da geologia que estuda a sucessão das camadas ou estratos que aparecem em um corte geológico] detalhadas que confirmam uma nova compreensão a respeito do impacto de Chicxulub e a extinção no fim do Cretáceo. Os dois eventos podem não ter qualquer relação”, disse Richard Lane, diretor da Divisão de Ciências da Terra da National Science Foundation (NSF), que apoiou o estudo.
“Verificamos que entre 4 e 9 metros de sedimentos foram depositados a cerca de 2 ou 3 centímetros a cada mil anos após o impacto. O nível da extinção em massa pode ser observado em sedimentos bem acima desse intervalo”, disse Gerta.
Defensores da teoria de Chicxulub apontam que a cratera e o evento de extinção aparecem distantes no registro sedimentar por conta de distúrbios provocados pelo terremoto ou por um tsunami resultante do impacto do asteroide.
“O problema com essa ideia é que o complexo de arenito não foi depositado por horas e dias, como seria o caso em um tsunami, mas sim por um período muito longo”, disse Keller. O estudo verificou que os sedimentos que separam os dois eventos são característicos de sedimentação normal, sem evidência de distúrbios estruturais.
Os cientistas também encontraram evidências de que o impacto de Chicxulub não teve o efeito dramático na diversidade de espécies tal qual se estimava. Em escavação na região de El Penon, o grupo encontrou registros de 52 espécies em sedimentos abaixo da camada do período do impacto e as mesmas 52 em sedimentos acima, ou mais recentes.
“Não encontramos sinal de uma única espécie que foi extinta como resultado do impacto de Chicxulub”, afirmou Gerta.
A pesquisadora sugere que a extinção poderia ter sido causada por erupções vulcânicas massivas ocorridas na atual Índia. Os eventos teriam liberado enormes quantidades de gases e poeira que poderiam ter bloqueado grande parte da luz solar e causado efeito estufa de grande dimensão.
(Jornal da Ciência)
Nota: Se os pesquisadores pudessem analisar os fatos à luz do modelo diluvianista, veriam que as observações estratigráficas fazem sentido. No cenário apontado pelos criacionistas, vários (e não apenas um) asteroides teriam atingido intensamente a Terra há milhares de anos. Milhares? Sim, pois os estratos são plano-paralelos e não irregulares, como seria de esperar, caso a deposição de sedimentos realmente tivesse ocorrido ao longo de milhões de anos. Mas por que a cratera de impacto está abaixo dos fósseis dos animais extintos? Simples: o impacto dos asteroides causou rachaduras na crosta e liberou as águas das "fontes do abismo" (de acordo com o relato de Gênesis 6). Os asteroides que cairam no mar geraram tsunamis gigantescos. Os sedimentos da grande inundação resultante acabaram por cobrir as crateras de impacto e, em seguida, os animais, causando fossilização em larga escala. É exatamente isso o que se observa no registro geológico.[MB]
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Vaticano coordenará restauração de obras [de arte] após terremoto
A Comissão Pontifícia para os Bens Culturais da Igreja se encarregará, junto com o Ministério de Bens Culturais italiano, de coordenar e reunir todas as adesões para restaurar as obras de arte danificadas pelo terremoto que atingiu a região italiana de Abruzzo.O organismo vaticano, segundo a Santa Sé informou, reunirá "todas as adesões escritas para 'adotar' (restaurar de forma gratuita) uma ou mais obras de arte danificadas pelo terremoto".
A Comissão Pontifícia já pediu hoje a todas as entidades bancárias, culturais e de museus, aos laboratórios de restauração públicos e privados, e aos restauradores interessados que entrem em contato por escrito com ela, expressando "sua adesão e disponibilidade para adotar de forma gratuita uma obra de arte".
Desde o primeiro momento do terremoto, o Vaticano expressou sua preocupação com o destino das várias obras existentes nas localidades de Abruzzo afetadas pelo terremoto, especialmente a capital da região, L'Aquila.
O terremoto destruiu várias igrejas, nas quais eram guardados quadros e esculturas de grande valor. Até agora, foram resgatados intactos vários afrescos da escola do gênio do Renascimento italiano Rafael, assim como a Bula da Perdonanza, publicada em 1294 pelo papa Celestino V, o único que renunciou ao Pontificado, que estava na torre do Palácio Margherita em L''Aquila, praticamente destruído.
Devido ao terremoto, a abóbada românica de Santa Maria di Collemaggio, onde estavam guardados os restos mortais de Celestino V, desabou sobre o lugar onde se encontrava o túmulo. O relicário, no entanto, não sofreu nenhum dano e foi recuperado intacto.
[Site Terra]
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Nota: Em vez de dar prioridade ao bem-estar das pessoas que sofreram com os terremotos (perdendo parentes, sofrendo ferimentos, traumas psicológicos, espirituais e perdendo bens), o Vaticano, aparentemente, se mostra mais preocupado em restaurar obras de arte? Para uma igreja que quer ser vista como "santa" e ligada às coisas de Deus isso é uma tremenda demostração de onde está o foco da ICAR...
Para este comentário não ter "efeito bumerangue" ou "cuspe para o alto", posto alguns links onde contém informações sobre ajudas da Igreja Adventista do 7º Dia aos afetados pelos sucessivos terremotos na Itália e outras catástrofes:
Terremoto na Itália; Esperança duradoura; Coração catarinense.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Cientista previu terremoto, mas foi acusado de 'alarmar a população'
Morador de Áquila, o pequeno vilarejo italiano no epicentro do maior terremoto já ocorrido naquele país desde 1982, especialista em física, revelou nesta segunda-feira que havia alertado as autoridades locais, há algumas semanas, sobre a possibilidade de um tremor de terra "desastroso" em Abruzzo, região que sofreu um forte abalo nesta madrugada.– Há três dias estávamos vendo sinais fortes de terremoto – disse a jornais italianos Giampaolo Giuliani, técnico do Laboratório Nacional de Física e Astrofísica Gran Sasso, também em Abruzzo.
Segundo ele, o Instituto Italiano de Geofísica registrou cerca de 200 abalos sísmicos em Áquila, cidade no epicentro do terremoto, nos últimos dois meses. No final de março, Giuliani disse às autoridades que a série de tremores registrados poderia ser o anúncio de um evento mais forte.
Mas o técnico conta que foi acusado de "brincar com assuntos sérios" e que foi denunciado à polícia pela Prefeitura de Áquila por alarmar a população.
Avaliação
Entretanto, o diretor do Departamento de Proteção Civil do governo italiano, Guido Bertolaso, declarou que embora a região seja sujeita a abalos sísmicos, não era possível prever o grave terremoto desta madrugada.
Segundo Bertolaso, na semana passada, os principais especialistas em terremotos da Itália haviam se reunido em Áquila por causa dos contínuos tremores, mas concluíram que não era possível prever o ocorrido nesta segunda-feira.
Giampaolo Giuliano não concorda com esta avaliação.
– Esta noite meu sismógrafo indicava um forte terremoto. Esta informação estava online. Todos podiam observar o sismógrafo e muitas pessoas o fizeram. Vivemos a noite mais terrível de nossa vida – comentou o técnico, que disse estar desabrigado.
O Laboratório Nacional usa um sistema de análise chamado Revelador Gama. O método se baseia na observação da emissão de gás radon do terreno.
Segundo Giuliano, há dez anos, o instituto consegue prever eventos como o que atingiu a região do Abruzzo através deste tipo de estudo.
– Há três dias, estávamos vendo um forte aumento do radon, o que indica fortes terremotos – explicou o técnico ao jornal Corriere della Sera.
[Jornal Correio do Brasil Online]
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Mortos em terremoto na Itália chegam a 260
O número de mortos no terremoto que sacudiu o centro da Itália na segunda-feira subiu para 260, dos quais 16 são crianças, informou hoje o primeiro-ministro do país, Silvio Berlusconi.
Em entrevista coletiva na cidade de L''Aquila, uma das mais atingidas pelo terremoto e para onde viajou pelo terceiro dia seguido, Berlusconi disse ainda que nove corpos ainda precisam ser identificados.






