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segunda-feira, 29 de maio de 2017

Origens - Enigmas sem respostas

Origens - Dinossauros na cosmovisão bíblica

Origens - A grande extinção

Origens - Os dinossauros sob o microscópio

Origens - Por trás das pegadas dos dinossauros

Origens - Desenterrando peças do passado

Origens - Aves: descendentes de dinossauros?

Origens - O mundo dos dinossauros

Origens - O que são os dinossauros?

Origens - da Terra ao laboratório

Origens - Em busca dos dinossauros

Origens - O mistério dos dinossauros: Dinosauros

sexta-feira, 3 de março de 2017

Dinossauros e o Dilúvio

A extinção dos dinossauros

Museu de História Natural de NY
Semelhanças entre as propostas evolucionista e criacionista

A maioria das pessoas aprendeu na escola que os dinossauros foram extintos devido à queda de um asteroide há 65 milhões de anos. Essa hipótese foi apoiada inicialmente em 1978 com a descoberta de uma fina camada de irídio nas rochas que se formaram no fim do período Cretáceo. O irídio é um elemento raro no planeta Terra, mas é encontrado com frequência em asteroides e cometas. A segunda evidência a favor do impacto do asteroide veio com a descoberta de uma enorme cratera soterrada em Chicxulub, no Estado de Yucatán, México, medindo cerca de 180 quilômetros de diâmetro.[1] Em 1980, o geofísico Luiz Alvarez, da Universidade da Califórnia, foi o responsável por apresentar a hipótese de que os dinossauros foram extintos devido ao impacto de um gigantesco asteroide. Ele formulou essa ideia a partir de dados que recolheu em campo.[2]

Durante os últimos 30 anos, essa hipótese vigorou, embora muitas outras hipóteses também tenham sido elaboradas e divulgadas concomitantemente pela comunidade científica.[3] A seguir apresentaremos, em ordem cronológica, as principais hipóteses evolutivas para a extinção dos dinossauros desenvolvidas nos últimos anos, a fim de compará-las com as características que já têm sido descritas e divulgadas há dezenas de anos pelo modelo criacionista.

A extinção se deu por combinação de impacto extraterrestre e outros eventos descritos na Bíblia. Em 1994, um estudo realizado por geólogos sugeriu que um ou mais asteroides teriam se chocado contra a Terra em 7640 a.C. (±200), tendo outro fragmento menor se chocado em 3150 a.C. (±200).[4] Por meio de estudos históricos, estratigráficos de tectitos, dendrocronologia e núcleos de gelo extraídos de Camp Century, Groenlândia, foi possível chegar a resultados que poderiam explicar as extinções do Holoceno e a origem de eventos relacionados ao relato bíblico do dilúvio.

A extinção se deu devido ao impacto de asteroide da família Baptistina. Em 2007, estudo feito com modelos computacionais publicado na revista Nature sugeriu que um “engavetamento” de asteroides causou grande colisão de uma rocha de 170 quilômetros de diâmetro há 160 milhões de anos (segundo a cronologia evolucionista).[5] Essa colisão teria provocado uma chuva de asteroides a partir dos fragmentos (de rochas visíveis hoje e conhecidas como família Baptistina) lançados pelo sistema solar, e um deles mais tarde se chocou contra a Terra iniciando um processo que acabou com os dinossauros. Outros fragmentos caíram na Lua, em Vênus e em Marte, criando grandes crateras.

A extinção não foi causada pelo impacto de asteroide. Em 2009, um estudo sugeriu que o impacto do asteroide (Península de Yucatán) não teve o efeito dramático na diversidade de espécies, pois teria ocorrido pelo menos 300 mil anos antes da extinção.[6] Durante escavações na cratera de Chicxulub, na região de El Penon, México, o grupo encontrou registros de 52 espécies em sedimentos abaixo da camada do período do impacto (fronteira KT) e as mesmas 52 em sedimentos acima, ou mais recentes. Segundos os cientistas, “não encontramos sinal de uma única espécie que foi extinta como resultado do impacto de Chicxulub”.


A extinção foi gradual até o período Paleoceno. Em 2009, um estudo sugeriu que alguns dinossauros sobreviveram até o Paleoceno e, portanto, a extinção dos dinossauros teria sido gradual.[7] Porém, muitos céticos contra-argumentaram que os fósseis analisados pudessem ter sido reformulados geologicamente, isto é, lavados e arrastados por córregos e rios para fora de seus locais originais e, em seguida, reenterrados em sedimentos muito posteriores. Em 2012, a fim de evitar novas alegações de reformulações geológicas, o mesmo autor do estudo publicou outra pesquisa na qual usou um novo método de datação para analisar diretamente uma amostra de osso fóssil (não a rocha onde ele foi encontrado) de um dinossauro saurópode e determinou que esse osso tem 64,8 ± 0,9 milhão de anos, portanto, 700 mil anos mais jovem do que qualquer outro osso de dinossauro conhecido (relativo ao Paleoceno, primeira época do Paleogeno).[8] Os autores confirmaram que as áreas de amostragem dos ossos analisados representaram sistemas geoquímicos fechados a partir do momento da sua mineralização original até o presente. Eles encontraram uma concentração de 34 ossos (não espalhados, como seria de se esperar) de um mesmo hadrossauro na rocha calcária de San Juan, sem sinais de desgaste e erosão.

A extinção se deu devido ao frio repentino seguido por outras mudanças ambientais. Em 2010, cientistas afirmaram que os dinossauros não foram extintos pela ação de um cometa, mas por uma queda brusca de temperatura.[9] Segundo o estudo, fósseis encontrados na Noruega indicam que a temperatura dos mares caiu de uma variação entre 9 ºC e 13 ºC para entre 4 °C e 8 °C há cerca de 137 milhões de anos (segundo a cronologia evolucionista). Os pesquisadores atribuem o frio a uma mudança repentina na corrente do Golfo, no Oceano Atlântico, fenômeno que poderia voltar a acontecer. De acordo com os cientistas, a extinção dos dinossauros foi resultado de uma série de eventos ambientais que começaram com a mudança na temperatura, ao contrário do que diz a teoria mais aceita: que a extinção foi resultado de um evento cataclísmico – como a queda de um meteoro.

A extinção se deu por múltiplos fatores resultantes do impacto de asteroide. Em 2010, um estudo sugeriu que o impacto de um asteroide como o de Yucatán teria liberado um milhão de vezes mais energia do que qualquer bomba atômica já testada.[10] Segundo os pesquisadores, o impacto liberou grandes quantidades de água, poeira, gases e partículas de carboneto e fuligem, o que teria causado um bloqueio da luz solar e o consequente esfriamento da Terra. Ademais, a grande quantidade de enxofre liberada pela colisão contribuiu para a formação de chuvas ácidas na terra e nos oceanos, e também teria tido um efeito na queda da temperatura. Além disso, o impacto provocou incêndios de grande escala, terremotos com mais de 10 pontos na escala Richter e deslizamentos de dimensões continentais, que, por sua vez, causaram tsunamis muitas vezes maiores do que a onda que se formou no Oceano Índico e atingiu a Indonésia, em dezembro de 2004. Todas essas catástrofes associadas teriam causado o desaparecimento de cerca de 70% de todas as espécies que habitavam a Terra na época.

A extinção continua um mistério em relação à origem do meteoro de Yucatán.Pesquisas anteriores sugeriam que um corpo celeste se chocou contra outro asteroide do cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter há [supostos] 160 milhões de anos, que se despedaçou em fragmentos gigantescos. Um deles acabou atingindo a Terra, no que hoje é a península de Yucatán. Porém, um estudo realizado pela Nasa em 2007 analisou com instrumentos infravermelhos da sonda WISE 120 mil asteroides, entre eles 1.056 da família Baptistina, que alguns acreditavam ser responsável pelo desaparecimento dos dinossauros, e revelou que o asteroide Baptistina não é provavelmente o culpado, mantendo aberto o caso como um dos maiores mistérios da Terra.[11]

A extinção se deu exclusivamente por atividade vulcânica na região da Índia.Segundo resultados apresentados em 2011 durante o encontro anual da União Americana de Geofísica, em São Francisco, EUA, a atividade vulcânica na região onde atualmente está a Índia, e não um asteroide, teria causado a morte dos dinossauros.[12] Ao longo de dezenas de milhares de anos, a lava escorreu do planalto de Deccan, uma região vulcânica perto de onde atualmente está a cidade de Mumbai. Essa atividade teria expelido toneladas de níveis tóxicos de dióxido de carbono na atmosfera e provocado a extinção em massa por conta de um aquecimento global e acidificação dos oceanos. O estudo mostra que o planalto de Deccan – uma das maiores províncias vulcânicas do mundo – já existia antes da extinção dos dinossauros e pode ter contribuído total ou parcialmente para a morte em massa.

A extinção se deu pela combinação de vulcanismo e chuva de asteroides. Em 2011, um estudo sugeriu que os dinossauros foram extintos devido a duas catástrofes sem precedentes: erupções vulcânicas, principalmente, e chuva de meteoritos, como consequência secundária.[13] Segundo os estudiosos, a maioria das criaturas já havia sido morta por erupções colossais de um vulcão três vezes maior que a França, no momento em que aconteceu o impacto do asteroide. Para os pesquisadores, a erupção vulcânica teria ocorrido há cerca de 65 milhões de anos (segundo a cronologia evolucionista), produzindo os maiores rios de lava da história do planeta, alterando o clima e a atmosfera terrestre. O impacto das catástrofes teria deixado a Terra inabitável por pelo menos 500 mil anos.

A extinção foi repentina (não gradual) devido ao impacto. Em 2012, pesquisadores analisaram fósseis de dinossauros saurópodes encontrados nas montanhas dos Pirineus, na fronteira entre França e Espanha, e seus resultados reforçaram a hipótese de que a extinção desses animais foi repentina e ocorreu, provavelmente, como consequência do impacto de um asteroide sobre a Terra.[14] O resultado da análise desses fósseis mostra que esses saurópodes mantiveram sua diversidade até a extinção, o que indica que ela ocorreu de forma repentina e não gradual.


Fóssil da cabeça de um T-Rex

A extinção se deu por impacto de asteroide e tempestade de fogo. Em 2013, um estudo sugeriu que o asteroide e os efeitos resultantes dele tenham causado uma tempestade de fogo global que seria parte da explicação da extinção.[15] Entretanto, o que eles não explicam é o fato de que tempestade de fogo, nuvem de poeira e terremotos por si só não explicam a imensa quantidade de formações fósseis de dinossauros espalhados pelo mundo, incluindo a Antártica. Tanto é que uma equipe de cientistas do Reino Unido apontou um buraco na teoria da tempestade de fogo.[16]

A extinção se deu pela combinação de mudanças climáticas e baixa diversidade de herbívoros. Em 2015, um estudo publicado na revista Biological Reviews afirmou que os dinossauros foram vítimas de uma combinação mortal – as mudanças ambientais devastadoras e a baixa diversidade de herbívoros, que serviam como base da cadeia alimentar.[17] Há [supostos] 160 milhões de anos, na Terra, as mais de dez mil espécies de dinossauros viviam uma situação sem precedentes. A erupção de vulcões como o Deccan Traps, onde hoje está a Índia, provocou chuva ácida, mudanças na temperatura global e chegou a ser considerada a maior causa da dizimação dos grandes répteis. O asteroide teria apenas matado os poucos sobreviventes. As primeiras vítimas do caos ambiental foram os herbívoros. A queda na diversidade das espécies que se alimentavam de plantas prejudicou os carnívoros, seus predadores, que se tornaram mais vulneráveis às mudanças da biosfera.

A extinção se deu por erupções vulcânicas resultantes do impacto meteorítico. Estudos realizados entre 2015 e 2016 contestaram a ideia de que o enorme meteorito que supostamente teria atingido o planeta há 66 milhões de anos (segundo a cronologia evolucionista) fosse o único culpado.[18, 19] A extinção dos dinossauros teria ocorrido devido à série de potentes erupções vulcânicas causadas pelo impacto, gerando mudanças climáticas. Portanto, Paul Renne, pesquisador que liderou um dos estudos divulgado na revista Science, sugeriu que ambos os acontecimentos são responsáveis. Não um ou o outro.[18] O estudo se utilizou de análises da atividade vulcânica onde hoje é a Índia, que indicaram que os vulcões duplicaram suas erupções no Planalto de Deccan durante os 50 mil anos que se seguiram ao impacto do asteroide, e durante os quais ocorreu a maior extinção em massa do planeta.

A extinção se deu pelo frio resultante do impacto de um meteorito. Em 2016, um estudo contestou a hipótese de que a extinção dos dinossauros tivesse ocorrido devido à poeira levantada pelo impacto.[20] Em vez disso, a análise sugeriu que o enxofre tivesse sido liberado pelo impacto de um meteorito que esfriou a Terra e contribuiu para a sentença de morte dos dinossauros. Após o impacto, o enxofre presente abundantemente naquela região foi liberado na atmosfera, onde se transformou em aerossóis de sulfato, provocando um período de frio e trevas.

A extinção foi gradual devido a desastres vulcânicos e mudanças ambientais. Em 2016, um estudo sugeriu que apenas o impacto de Yucatán não seria suficiente para a extinção dos dinossauros.[21] A pesquisa diz que já havia desastres vulcânicos acontecendo durante milhares de anos, que vinham contribuindo para o enfraquecimento da linhagem e a extinção de diversas espécies. Portanto, a extinção teria sido gradual, tendo seu início 24 milhões de anos antes do impacto de Chicxulub, no México. O estudo também revelou um aumento no nível do mar durante esse período, reforçando a hipótese de que isso poderia provocar uma fragmentação do habitat, deixando alguns animais isolados e reduzindo a capacidade de reprodução. O estudo nos permite entender que novas espécies não estavam sendo produzidas tão rapidamente quanto as espécies que foram extintas. Isso possivelmente tornou os dinossauros vulneráveis ​​a mudanças ambientais drásticas – especialmente a algo como um “apocalipse”.

Até aqui apresentamos os principais modelos evolutivos que têm sido elaborados na tentativa de explicar a extinção dos dinossauros. Mas qual é o modelo adotado pela comunidade de cientistas criacionistas? Seria também um modelo baseado em “evidências”? Há dados científicos que o apoiam? A resposta é sim! A propósito, ao analisarmos os modelos evolutivos apresentados acima, percebemos que muitos de seus argumentos se assemelham ao que o modelo catastrofista do dilúvio já prevê há bem mais tempo.

O geólogo Dr. Nahor Neves de Souza Jr., em seu livro Uma Breve História da Terra, conta que nas seis missões do Projeto Apollo (1969 a 1972), desenvolvidas pela Nasa, foram coletados mais de 380 kg de amostras de solos das crateras de impacto e rochas da superfície da Lua.[22] O resultado das análises das amostras sugere que todas tinham a mesma “idade”. Em outras palavras, é possível que a Lua tivesse sido vítima de um gigantesco e violento episódio, conhecido como o “grande bombardeamento”, que teria afetado de igual modo todo o Sistema Solar.

Quem não lembra da ordem dos planetas no Sistema Solar? Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter... Entre Marte e Júpiter parece que falta um planeta. O espaço é ocupado por um cinturão de asteroides. O mesmo fenômeno que causou os impactos na Lua pode ter atingido a Terra. Se realmente houve um planeta entre Marte e Júpiter, e se por algum motivo ele explodiu, isso explicaria muito bem esse bombardeamento de meteoritos e até mesmo os cometas. Há muitas evidências de que a Terra também passou por um tremendo bombardeamento de meteoritos no passado, só que aqui existem as intempéries que acabam mascarando ou mesmo eliminando algumas marcas de impacto.

Há muito tempo pesquisadores criacionistas, como o Dr. Nahor, vêm defendendo a correlação entre bombardeio de múltiplos meteoritos, extensos derrames de material vulcânico e um cataclismo hídrico ocorridos praticamente ao mesmo tempo. Em Uma Breve História da Terra, o Dr. Nahor apresenta dados coletados em pesquisas feitas por ele durante vários anos e fala a respeito da Bacia do Paraná, por exemplo, que se estende por milhões de quilômetros quadrados e que em algum momento no passado foi coberta com tremenda quantidade de lava.[22] Extinções em massa, extravasamento de material vulcânico, tectônica de placas, intensa queda de meteoritos – tudo isso é previsto no modelo diluvianista do Dr. Nahor e outros estudiosos criacionistas.

Então, aquela história de um grande meteorito que teria levado os dinossauros à extinção é verdadeira? Em parte. O modelo criacionista prevê que apenas um meteorito provavelmente não seria capaz disso nem responderia pela existência de tantos fósseis no mundo inteiro. Mas pense numa enxurrada de meteoritos caindo em terra e mar há bem menos tempo do que supõe a esticada cronologia evolutiva. Os que caíram na terra acabaram rachando a crosta, dando origem aos deslocamentos de placas tectônicas, aos terremotos e aos derrames de lavas. Os que caíram em mar poderiam gerar tsunamis de centenas de metros de altura, varrendo os continentes e destruindo tudo pela frente, sepultando quantidades incríveis de rochas, plantas e animais.

Portanto, quando analisamos o modelo catastrofista do dilúvio em contraste com os outros modelos evolutivos, percebemos que, individualmente, nenhuma das hipóteses evolutivas consegue explicar a imensa quantidade de formações fósseis que temos hoje em nosso planeta. Por isso, quanto mais os cientistas evolucionistas tentam inferir o cenário da extinção e formação dos fósseis de dinossauros, mais o dilúvio de Gênesis se afigura como a explicação perfeita para o que encontramos hoje no registro geológico. Imagine a cena em que o impacto de inúmeros asteroides (não apenas um) resultou no rompimento da crosta terrestre com liberação de água sob pressão e muitos derrames de lava (em quantidade hoje praticamente inacreditável, não fosse o registro geológico para atestar isso) e muita, muita água – fator que explicaria a fossilização em massa de incontáveis espécimes, não apenas dinossauros.

Aliás, se os dinos tivessem morrido por causa de nuvens tóxicas ou algo assim, o cadáver deles teria ficado exposto e decomposto, não fossilizado, o que depende de sepultamento rápido em água e lama. A propósito, um fator que foi ignorado (quase completamente) entre as pesquisas evolutivas, mas que, de igual modo, parece estar se tornando consenso é que grande parte dos dinossauros morreu repentinamente. Além disso, os fósseis também revelam sinais de agonia e morte por sufocamento.[23-25]
Pelo visto, meteoritos, tectonismo, derrames de lava, inundação, extinções em massa, épocas do gelo, etc., são eventos interligados que poderiam compor um único cenário catastrófico ocorrido há alguns milhares de anos. Um evento chamado dilúvio.

(Michelson Borges é jornalista pela UFSC, autor de livros sobre criacionismo e mestre em teologia pelo Unasp; Everton F. Alves é mestre em Ciências [Imunogenética] pela UEM e diretor de ensino do Núcleo Maringaense da Sociedade Criacionista Brasileira [NUMAR-SCB]; seu e-book pode ser lido aqui)

Fonte: Criacionismo

Referências:[1] Hildebrand AR, Pilkington M, Connors M, Ortiz-Aleman C, Chavez RE. Size and structure of the Chicxulub crater revealed by horizontal gravity gradients and cenotes. Nature. 2002; 376:415-417.
[2] Alvarez LW, Alvarez W, Asaro F, Michel HV. Extraterrestrial Cause for the Cretaceous Tertiary Extinction. Science. 1980; 208(4448):1095-1108.
[3] Renne PR, et al. Time Scales of Critical Events Around the Cretaceous-Paleogene Boundary. Science. 2013; 339(6120):684-687.
[4] Kristan-Tollmann E, Tollmann A. The youngest big impact on Earth deduced from geological and historical evidence.Terra Nova 1994; 6(2):209-17.
[5] Bottke WF, Vokrouhlický D, Nesvorný D. An asteroid breakup 160 Myr ago as the probable source of the K/T impactor. Nature. 2007; 449(7158):48–53.
[6] Keller G, Adatte T, Juez AP, Lopez-Oliva JG. New evidence concerning the age and biotic effects of the Chicxulub impact in NE Mexico. Journal of the Geological Society 2009; 166(3):393-411.
[7] Fassett JE. New geochronologic and stratigraphic evidence confirms the Paleocene age of the dinosaur-bearing Ojo Alamo Sandstone and Animas Formation in the San Juan Basin, New Mexico and Colorado. Palaeontologia Electronica 2009; 12(1):3A:146p. Disponível em: http://palaeo-electronica.org/2009_1/149/149.pdf/
[8] Fassett JE, Heaman LM, Simonetti A. Direct U-Pb dating of Cretaceous and Paleocene dinosaur bones, San Juan Basin, New Mexico. Geology. 2012; 40(4):e260-e261. Disponível em: http://geology.gsapubs.org/content/40/4/e260.full
[9] Price GD, Nunn EV. Valanginian isotope variation in glendonites and belemnites from Arctic Svalbard: Transient glacial temperatures during the Cretaceous greenhouse. Geology. 2010;38(3):251-254.
[10] Schulte P, et al. The Chicxulub Asteroid Impact and Mass Extinction at the Cretaceous-Paleogene Boundary. Science. 2010;327(5970): 1214-1218.
[11] Origin of Dinosaur-Killing Asteroid Remains a Mystery Mission News, NASA (19/09/2011). Disponível em:https://www.nasa.gov/mission_pages/WISE/news/wise20110919.html
[12] Keller G. The Cretaceous–Tertiary mass extinction: theories and controversies. In: Keller G, Adatte T. (Eds.) The End-Cretaceous Mass Extinction and the Chicxulub Impact in Texas. Tulsa: SEPM (Society for Sedimentary Geology) Special Publication 100:7-22, 2011. Disponível em:https://geoweb.princeton.edu/research/keller/pubs/Keller_2011_SEPM_100_KT_controv.pdf
[13] Keller G, et al. Deccan volcanism linked to the Cretaceous-Tertiary boundary mass extinction: New evidence from ONGC wells in the Krishna-Godavari Basin. Journal of the Geological Society of India 2011; 78(5):399-428.
[14] Vila B, et al. The diversity of sauropod dinosaurs and their first taxonomic succession from the latest Cretaceous of southwestern Europe: Clues to demise and extinction. Palaeogeography, Palaeoclimatology, Palaeoecology 2012; 350-352:19-38.
[15] Morgan JV, Artemieve N, Goldin T. Revisiting wildfires at the K–Pg boundary. Journal of Geophysical Research: Biogeosciences 2013; 118:1508–1520.
[16] Belcher CM, et al. An experimental assessment of the ignition of forest fuels by the thermal pulse generated by the Cretaceous–Palaeogene impact at Chicxulub. Journal of the Geological Society of London 2015;172: 175–185.
[17] Brusatte SL, et al. The extinction of the dinosaurs. Biological Reviews 2015;90(2):628-642.
[18] Renne PR, Sprain CJ, Richards MA, Self S, Vanderkluysen L, Pande K. State shift in Deccan volcanism at the Cretaceous-Paleogene boundary, possibly induced by impact. Science. 2015; 350(6256):76-8.
[19] Peterson SV, Dutton A, Lohmann KC. End-Cretaceous extinction in Antarctica linked to both Deccan volcanism and meteorite impact via climate change. Nat Commun. 2016; 7(12079):1-9.
[20] Brugger J, et al. Baby, it's cold outside: Climate model simulations of the effects of the asteroid impact at the end of the Cretaceous. Geophysical Research Letters 2016: 44.
[21] Sakamoto M, et al. Dinosaurs in decline tens of millions of years before their final extinction. PNAS. 2016;113(18):5036-5040.
[22] Souza Jr NN. Uma breve história da Terra. 2. Ed. Brasília: SCB, 2004. 208p.
[23] Faux CM, Padian K. The opisthotonic posture of vertebrate skeletons: post-mortem contraction or death throes?Paleobiolology 2007;33(2):201–226.
[24] Cutler A, Britt B, Scheetz R, Cotton J. The Opisthotonic Death Pose as a Function of Muscle Tone and Aqueous Immersion. Journal of Vertebrate Paleontology, SVP Program and Abstracts Book, 2011, p.95.
[25] Reisdorf AG, Wuttke M. Re-evaluating Moodie’s Opisthotonic-Posture Hypothesis in Fossil Vertebrates Part I: Reptiles—the taphonomy of the bipedal dinosaurs Compsognathus longipes and Juravenator starki from the Solnhofen Archipelago (Jurassic, Germany). Palaeobiodiversity and Palaeoenvironments 2012;92:119-168.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

terça-feira, 14 de julho de 2015

Paleobiologia e o enigma das descobertas de tecidos moles

Eles não deviam estar lá
A Paleobiologia é um campo científico que se dedica ao estudo dos organismos fósseis sob a ótica da Biologia e utiliza conceitos e ferramentas dessa ciência para esclarecer aspectos fundamentais sobre a história e os processos evolutivos dos organismos.[1] Nas últimas décadas, paleobiólogos têm descoberto tecidos moles -embora os evolucionistas prefiram o termo “tecido não resistente” − no interior dos ossos de dinossauros fossilizados.[2] Eles parecem tão frescos a ponto de sugerir que os corpos foram enterrados apenas alguns milhares de anos atrás.

Em 2005, um estudo norte-americano liderado pela Dra. Mary Schweitzer (confira) desafiou as evidências de uma cronologia que coloca em 65 milhões anos a época da extinção dos dinossauros. Os autores resolveram quebrar um precioso fóssil - um fêmur de Tiranossauro rex −, ainda que com certa relutância, para estudá-lo por dentro e procurar tecidos moles preservados. Para tanto, eles usaram alguns ossos isolados de um espécime procedente da Formação Hell Creek, em Montana (Estados Unidos), e obtiveram certo sucesso.[3] Os autores descobriram filamentos flexíveis e transparentes que se assemelham a vasos sanguíneos (mantêm elasticidade, são transparentes e ocos).

Dentro desses supostos vasos sanguíneos havia vestígios do que pareciam ser hemácias; e outros que pareciam osteócitos - células que constroem e mantêm o osso. Para os autores, o processo que preservou essas estruturas é diferente da fossilização comum; um meio desconhecido de preservação que ainda faz os pesquisadores pensarem duas vezes antes de dar um palpite a respeito. Embora o material estivesse preservado (confirmado pela elasticidade), unicamente as proteínas não poderiam ser utilizadas para dar detalhes do DNA do animal.[3] Os autores forneceram apenas uma vaga explicação de fatores geoquímicos e ambientais que poderiam ter preservado os tecidos, mas acrescentaram que a causa ainda é indeterminada.

Como era de se esperar, o anúncio de Schweitzer foi recebido com grande ceticismo por parte da comunidade evolucionista. Schweitzer, inclusive, teve problemas para publicar seus resultados. “Tive um revisor que me disse que ele não se importava com o que diziam os dados”, disse a pesquisadora. “Ele sabia que o que eu tinha encontrado não era possível. Eu escrevi de volta e disse: ‘Bem, quais dados convenceriam você?’ E ele disse: ‘Nenhum’.”[4: p. 37].

A melhor maneira de os evolucionistas descartarem essa forte evidência contra o cenário darwinista era alegar contaminação ou algo do gênero. Foi então que Jeffrey Bada, um geoquímico orgânico do Instituto Scripps de Oceanografia, em San Diego, disse: “Não posso imaginar tecido mole sobrevivendo por milhões de anos.”[5] Ele acrescentou que o material celular encontrado deveria ser a “contaminação de fontes externas”. Em 2008, um estudo publicado na revista PLoS One interpretou os restos de tecidos moles vasculares (túbulos ramificados e os glóbulos) nos fósseis de T. rex como sendo produtos de biofilmes bacterianos.[6] Mas, mesmo que os vasos sanguíneos fossem produtos do biofilme, este dificilmente poderia ter explicado a presença de proteínas e DNA.[7]

Schweitzer, entretanto, buscou levantar objeções contra a interpretação de biofilmes e, em estudos posteriores, acrescentou outros argumentos e mostrou linhas de evidência complementares para corroborar a interpretação de que os restos eram, sim, tecidos biológicos de dinossauros. Foi então que, em 2009, Schweitzer e colaboradores identificaram sinais de vasos sanguíneos e colágeno por meio de uma análise feita em um fêmur de Hadrosaur B. canadenses (Hadrossauro), o dinossauro bico-de-pato, um fóssil de 80 milhões de anos, encontrado na formação do rio Judith, sítio paleontológico no estado de Montana.[8]

Em vez de escavar o fóssil no local, os cientistas removeram a peça juntamente com a camada de arenito que a envolvia. O bloco foi selado e transportado para o laboratório a fim de evitar contaminação e degradação do material - para evitar novamente as críticas sobre contaminação.[8] Os pesquisadores, então, usaram análises independentes e distintas como microscopia de tunelamento de elétrons para examinar a aparência e a estrutura dos tecidos, e espectrometria de massa e testes de ligação de anticorpos para identificar proteínas. Os resultados mostraram evidências de colágeno, bem como de laminina e elastina, duas proteínas encontradas em vasos sanguíneos.

Em 2013, Schweitzer e colaboradores testaram uma hipótese anterior de que o ferro poderia desempenhar um papel na preservação de tecidos antigos dentro de fósseis de dinossauros.[9, 10] Os resultados sugeriram que a presença de hemoglobina − a molécula que contém ferro que transporta o oxigênio nas células vermelhas do sangue - pode ser a chave para preservar tecidos antigos dentro de fósseis de dinossauros, mas também pode escondê-los da detecção. Ao morrer, as células liberariam ferro nos tecidos que desencadearia a formação de radicais livres (antioxidante), funcionando como o formaldeído na preservação de tecidos e proteínas.

No entanto, a experiência realizada em laboratório é pouco representativa em comparação com o mundo real.[11] Eles mergulharam um grupo de vasos sanguíneos em líquido rico em ferro feito de células vermelhas do sangue, isto é, hemoglobina pura; e outro grupo foi mergulhado em água. Eles afirmaram que o grupo que permaneceu na água ficou irreconhecível dentro de dias, e o outro grupo em hemoglobina pura ficou reconhecível durante dois anos. Será que se a hemoglobina fosse diluída ela agiria da mesma forma? E a sugestão de que os vasos sanguíneos ficaram “reconhecíveis” por dois anos de alguma forma demonstra que eles poderiam durar 35 milhões de vezes mais?

Em 2012, uma equipe de pesquisadores do grupo Paleocronologia fez uma apresentação no período de 13 a 17 de agosto em uma reunião anual de Geofísica do Pacífico Ocidental, em Cingapura, idealizada pela conferência da União Americana de Geofísica (AGU) e pela Sociedade de Geociências da Oceania Asiática (AOGS).[12] Os autores descobriram uma razão para a sobrevivência intrigante dos tecidos moles e colágeno em ossos de dinossauros. Segundo eles, os ossos são mais jovens do que tem sido relatado. Para tanto, eles utilizaram o método de datação por radiocarbono (carbono-14) em múltiplas amostras de ossos de oito dinossauros encontrados no Texas, Alasca, Colorado e Montana. E, pasme! Eles reportaram a presença do carbono-14 (que decai rapidamente) nos ossos, revelando que eles tinham apenas entre 22.000 a 39.000 anos de idade.

Como era de se esperar, embora o trabalho tivesse sido aceito, os cientistas foram censurados e o resumo foi removido do site da conferência por dois presidentes, porque não podiam aceitar as conclusões. Quando os autores questionaram, eles receberam uma carta. Mas qual seria o motivo para isso? O pressuposto dos presidentes era o de que o carbono-14 não poderia estar presente em tais fósseis “velhos”. Negativas como essa têm impedido a realização de testes com a datação por carbono e prejudicado o progresso da ciência. Isso porque os evolucionistas sabem que, se uma análise fosse feita utilizando esse método de datação, seria altamente provável que mostraria uma “idade de radiocarbono” de milhares de anos, e não a de “milhões de anos”, como a da previsão evolutiva.

Em 2013, um estudo experimental realizado nos Estados Unidos por um cientista da microscopia, criacionista, encontrou tecidos fibrilares moles obtidos da região supraorbital de um chifre de Triceratops horridus (Tricerátopo) coletados na Formação Hell Creek, em Montana, EUA.[13] O tecido mole estava presente no osso pré e pós-descalcificado. Foram retiradas amostras da matriz óssea lamelar onde foram encontradas microestruturas parecidas com osteócitos. Os osteócitos são células derivadas dos osteoblastos que se diferenciam e preenchem a estrutura lamelar, compreendendo diversas funções histológicas, como, por exemplo, remodelação do esqueleto ou mesmo crescimento ósseo. Os autores notaram que alguns osteócitos apresentavam extensões filipodiais e, segundo eles, não havia nenhuma evidência de permineralização ou cristalização. Mas o que isso significa? Isso quer dizer que o material ósseo conservou proteínas ativas e, inesperadamente, DNA (que se degrada rapidamente). Ou seja, ele não foi degradado nem passou por processo de fossilização. Teoricamente, o material continua ileso, íntegro, desde a morte do dinossauro.

Após a publicação do artigo sobre a descoberta de tecidos moles, Mark Armitage foi demitido da Universidade Estadual da Califórnia por inferir que tais estruturas, talvez, tivessem milhares de anos em vez dos supostos milhões de anos.[14] Armitage, é claro, está processando a Universidade por ter sido despedido sem uma justa causa. O caso legal em torno da demissão de Armitage abre muitas questões importantes sobre a liberdade acadêmica. Na verdade, numerosos exemplos de supressão da “liberdade acadêmica” podem ser citados em que os cientistas têm sido discriminados por apresentar pontos de vista conflitantes com as perspectivas tradicionais.

Em 2015, foram encontradas fibras e estruturas celulares preservadas em espécimes de dinossauro de supostos 75 milhões de anos.[15] Os pesquisadores examinaram amostras de oito ossos de dinossauros do Cretáceo. Eles encontraram material consistente com as estruturas de fibra de colágeno endógeno e fragmentos de aminoácidos típicos de fibrilas de colágeno. Também observaram estruturas compatíveis com eritrócitos com espectros semelhantes ao do sangue total. Para a equipe, mesmo sem DNA, as células dos tecidos moles e as moléculas poderiam ensinar muito mais sobre a fisiologia e o comportamento dos dinossauros. Por exemplo, o tamanho das células do sangue pode revelar insights sobre o metabolismo e a suposta transição do sangue frio para o sangue quente. Exames tridimensionais das células do sangue revelaram que elas possuem núcleo, o que significa que as células do sangue humano não podem ter contaminado a amostra, porque não possuem núcleo.

Em 2015, pesquisadores norte-americanos publicaram os resultados de seu projeto iDINO (investigation of Dinosaur Intact Natural Osteo-tissue), cujo objetivo é a investigação da permanência de tecidos moles em ossos de dinossauros.[16] Os autores encontraram quantidades mensuráveis de carbono-14 em 16 amostras a partir de 14 espécimes fósseis de peixes, madeira, plantas e animais de toda a coluna geológica, Mioceno a Permiano, de todas as três eras: Cenozoica, Mesozoica e Paleozoica. As amostras vieram do Canadá, Alemanha e Austrália. Cerca de metade eram de ossos de dinossauros (sete espécimes). Todas as amostras foram preparadas por processos padrão para eliminar a contaminação e, em seguida, foram submetidas a um laboratório para espectrometria de massa atômica. As idades variaram entre 17.850 a 49.470 anos de radiocarbono.

Como pode ser visto, parece que está cada vez mais difícil defender o dogma de que os dinossauros viveram há milhões de anos na escala geológica, pois se há tecido mole em fósseis de dinossauros e até mesmo células sanguíneas e DNA, eles não podem ter morrido há tanto tempo, ainda que suposições sobre influências do ambiente e do ferro na preservação das biomoléculas tenham sido levantadas. Fato é que evidências científicas indicam que biomoléculas em restos fósseis não sobrevivem por até 80 milhões de anos, como algumas pesquisas apontam. Há evidências de que a degradação de biomoléculas ocorre depois da morte em um tempo entre semanas a décadas, com alguns fragmentos moleculares resistentes que poderiam sobreviver até no máximo 100 mil anos.[9, 17] Outra pesquisa sugeriu que o colágeno não deveria aguentar num organismo fóssil por mais de 2,7 milhões de anos, na melhor das hipóteses.[18]

Além disso, é curioso observar as tentativas de evolucionistas em relacionar muitas dessas descobertas com uma suposta contaminação, e também o modo como eles agem para abafar as descobertas ou métodos conflitantes com suas hipóteses de “milhões de anos”. Um pesquisador que segue apenas as evidências deve-se perguntar: Por quê? O público tem o direito de conhecer a cronologia real dos dinossauros e a verdade sobre a história da Terra.

(Everton Fernando Alves é enfermeiro e mestre em Ciências da Saúde pela UEM; seu e-book pode ser lido aqui)

Lido em: Criacionismo

Referências:

[1] Soares LPCM, Kerber BB, Osés GL, Oliveira AM, Pacheco MLAF. “Paleobiologia e Evolução: o potencial do registro fossilífero brasileiro.” Revista Espinhaço 2013; 2(1): 24-40.
[2] Morell V. “Dino DNA: the hunt and the hype.” Science. 1993; 261(5118):160-2.
[3] Schweitzer MH, Wittmeyer JL, Horner JR, Toporski JK. “Soft-Tissue Vessels and Cellular Preservation in Tyrannosaurus rex.” Science. 2005; 307(5717):1952-5.
[4] Yeoman B. “Schweitzer’s Dangerous Discovery.” Discover Magazine 2006; 27(4):37-41. Disponível em: http://discovermagazine.com/2006/apr/dinosaur-dna ou
https://web.archive.org/web/20121020174529/http://discovermagazine.com/2006/apr/dinosaur-dna
[5] Entrevista concedida por Jeffrey Bada. In: Yeoman B. “Schweitzer’s Dangerous Discovery.” Discover Magazine 2006; 27(4):37-41. Disponível em:http://discovermagazine.com/2006/apr/dinosaur-dna
[6] Kaye TG, Gaugler G, Sawlowicz Z. “Dinosaurian soft tissues interpreted as bacterial biofilms.” PLoS One. 2008; 3(7):e2808.
[7] Wieland C. “More confirmation for dinosaur soft tissue and protein.” Journal of Creation 2009; 23(3):10–11. Disponível em:http://creation.com/images/pdfs/tj/j23_3/j23_3_10-11.pdf
[8] Schweitzer MH, Zheng W, Organ CL, Avci R, Suo Z, Freimark LM, Lebleu VS, Duncan MB, Vander Heiden MG, Neveu JM, Lane WS, Cottrell JS, Horner JR,Cantley LC, Kalluri R, Asara JM. “Biomolecular Characterization and Protein Sequences of the Campanian Hadrosaur B. Canadensis.” Science. 2009; 324(5927):626-31.
[9] Schweitzer MH, Wittmeyer JL. “Dinosaurian soft tissue taphonomy and implications.” In: AAAS Annual meeting, Abstracts with Programs, St. Louis, Missouri, USA, 16-20 de Fevereiro de 2006.
[10] Schweitzer MH, Zheng W, Cleland TP, Goodwin MB, Boatman E, Theil E, Marcus MA, Fakra SC. “A role for iron and oxygen chemistry in preserving soft tissues, cells and molecules from deep time.” Proc Biol Sci. 2013; 281(1775):20132741.
[11] Smith C. “Dinosaur soft tissue.” [Jan. 2014]. Creation, 2014. Disponível em:http://creation.com/dinosaur-soft-tissue
[12] Miller H, Owen H, Bennett R, De Pontcharra J, Giertych M, Taylor J, Van Oosterwych MC, Kline O, Wilder D, Dunkel B. “A comparison of δ13C & pMC Values for Ten Cretaceous-jurassic Dinosaur Bones from Texas to Alaska, USA, China and Europe.” In: AOGS 9th Annual General Meeting. 13 to 17 Aug 2012, Singapore. Disponível em: http://4.static.img-dpreview.com/files/p/E~forums/50713079/dfdc0a3fdc564435bb159bce43a40d77
Uu dados complementares: http://2.static.img-dpreview.com/files/p/E~forums/50713079/2dadd8b7e62d4940b3099d0d3c56e650
Vídeo no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=QbdH3l1UjPQ
Carta: http://newgeology.us/presentation48.html
[13] Armitage MH, Anderson KL. “Soft sheets of fibrillar bone from a fossil of the supraorbital horn of the dinosaur Triceratops horridus”. Acta Histochem. 2013; 115(6):603-8.
[14] CBS Los Angeles. “Lawsuit: CSUN Scientist Fired After Soft Tissue Found On Dinosaur Fossil.” [Jul. 2014]. CBS Los Angeles, 2014. Disponível em:http://losangeles.cbslocal.com/2014/07/24/scientist-alleges-csun-fired-him-for-discovery-of-soft-tissue-on-dinosaur-fossil/
[15] Bertazzo S, Maidment SC, Kallepitis C, Fearn S, Stevens MM, Xie HN. “Fibres and cellular structures preserved in 75-million–year-old dinosaur specimens.” Nat Commun. 2015; 6:7352.
[16] Thomas B, Nelson V. “Radiocarbon in Dinosaur and Other Fossils.” Creation Research Society Quarterly 2015; 51(4):299-311.https://creationresearch.org/index.php/extensions/crs-quarterly/s5-frontpage-display/item/117
[17] Entrevista concedida por Mary Schweitzer. “Protein links T. rex to chickens.” [Abr. 2007]. Entrevistador: Paul Rincon. BBC News, 2007. Disponível em:http://news.bbc.co.uk/2/hi/6548719.stm
[18] Nielsen-Marsh C. “Biomolecules infossil remains: Multidisciplinary approach to endurance.” The Biochemist 2002; 24(3):12-14.
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