sábado, 10 de maio de 2014
quinta-feira, 8 de maio de 2014
Imagens da Terra em tempo real
Veja imagens da Terra em tempo real direto da Estação Espacial Internacional (ISS). A novidade pode ser acompanhada pelo site USTREAM.
Parafraseando Yuri Gagarin: Estive no céu e vi Deus lá (ainda que de forma indireta). A Terra é uma maravilha de design inteligente claramente observável devido a muitos fatores que postamos neste blog constantemente, onde se resumem às condições finamente ajustadas para a manutenção da vida. São muitas e um milagre que o acaso não daria conta de criar.
André Luiz Marques
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Acessos ao nosso blog pelos norte-americanos passam aos dos brasileiros esta semana
Clique sobre a imagem para ampliá-la.
Esta semana os acessos ao nosso blog feitos pelos norte-americanos está maior do que os dos brasileiros. 868 e 705, respectivamente. Agradeço aos acessos de todos! André Luiz MarquesPeixe-robô imita grandes escapadas de peixes reais
Escapada robótica
Os peixes robóticos ainda não evoluíram o suficiente para substituir os submarinos robôs, mas agora eles começaram a acelerar firmes nesse rumo.
Em vez de construir um robô rígido, ou acionado por eixos e engrenagens rígidas, Andrew Marchese e seus colegas do MIT construíram o que eles chamam de um "robô mole".
O movimento do robô é feito por um sistema de "músculos artificiais fluídicos", que dão ao peixe robótico a capacidade para alterar continuamente o formato do corpo.
Os ganhos puderam ser percebidos imediatamente: o peixe-robô é tão rápido que consegue simular a rápida aceleração que permite que os peixes escapem dos predadores.
Dois canais internos, um em cada lateral do corpo do peixe-robô, recebem dióxido de carbono liberado na medida exata para executar o movimento ondulante característico dos peixes.
O dióxido de carbono fica em um pequeno tanque no centro do corpo do robô, com capacidade suficiente para até 30 manobras de escapada rápida.
"O peixe foi projetado para explorar capacidades de desempenho, não a operação a longo prazo," disse Marchese. "Os próximos passos envolverão construir algo que tenha um melhor equilíbrio entre desempenho e durabilidade."
Ele espera que a nova versão possa nadar por pelo menos 30 minutos e, no futuro, até mais, eventualmente reciclando o dióxido de carbono, fazendo-o fluir entre dois tanques.
Bibliografia:
Autonomous Soft Robotic Fish Capable of Escape Maneuvers Using Fluidic Elastomer Actuators
Andrew D. Marchese, Cagdas D. Onal, Daniela Rus
Soft Robotics
Vol.: 1(1): 75-87
DOI: 10.1089/soro.2013.0009
Fonte: Inovação Tecnológica
Nota: Esse ninguém duvida que é puro design inteligente. Mas, e os peixes reais que são muito mais perfeitos e complexos que esse peixe-robô?[ALM]
Autonomous Soft Robotic Fish Capable of Escape Maneuvers Using Fluidic Elastomer Actuators
Andrew D. Marchese, Cagdas D. Onal, Daniela Rus
Soft Robotics
Vol.: 1(1): 75-87
DOI: 10.1089/soro.2013.0009
Fonte: Inovação Tecnológica
Nota: Esse ninguém duvida que é puro design inteligente. Mas, e os peixes reais que são muito mais perfeitos e complexos que esse peixe-robô?[ALM]
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segunda-feira, 5 de maio de 2014
sexta-feira, 2 de maio de 2014
Neandertal era tão inteligente quanto homem moderno, diz estudo
Uma pesquisa da Universidade do Colorado em Boulder, nos Estados Unidos, publicada nesta quarta-feira pelo periódico Plos One, afirma que a inteligência dos neandertais é comparável à do homem moderno. Segundo o novo estudo, os neandertais eram igualmente talentosos para caçar, comunicar-se, inovar (na dieta, por exemplo) e adaptar-se a diferentes ambientes, ao contrário do que sugerem leituras convencionais.
A semelhança entre esses homens pré-históricos, considerados uma subespécie do Homo sapiens, e o homem moderno vem sendo atestada em um número crescente de pesquisas. Neste novo estudo, os cientistas usaram análises genéticas dos neandertais para examinar doze explicações comuns para sua extinção, ocorrida há 50.000 anos na Ásia e há 30.000 anos [segundo a cronologia evolucionista] na Europa. Conclusão: nenhuma delas é suficientemente embasada, como a teoria segundo a qual os neandertais não conseguiam se adaptar a diferentes ambientes — há indicativos de que eles caçavam em grupo e utilizavam a paisagem para ajudá-los nessa tarefa.
Uma prova de inteligência mencionada no estudo foi a descoberta, em um sítio arqueológico neandertal, de fósseis de dezoito mamutes e cinco rinocerontes na base de um buraco profundo. Trata-se de uma evidência de que os neandertais tinham a capacidade de planejar o futuro (para se defender, nesse caso), comunicar-se e fazer uso eficiente do ambiente em prol do bando.
A pesquisa cita também a possibilidade de que esses homens tivessem uma dieta diversificada. Segundo a disponibilidade de alimento, o cardápio neandertal podia incluir ervilha, pistache, semente de capim, azeitona silvestre, pinhão e tâmara, segundo indícios fornecidos por microfósseis.
Por fim, os pesquisadores acharam evidências de que esses homens usavam pintura corporal, feita com ocre, um pigmento natural. Juntos, esses achados sugerem que os neandertais cultivaram seus próprios rituais e usaram comunicação por símbolos.
Segundo os estudiosos, pesquisas anteriores deturparam a capacidade cognitiva dos neandertais, que são do Paleolítico Médio (entre 200.000 a 30.000 a.C.) [sic], ao compará-las à dos humanos do período Paleolítico Superior (entre 30.000 e 10.000 a.C.) [sic]. "Seria a mesma coisa que comparar o desempenho de um carro do século passado, como o Ford Model T, com os carros modernos, como a Ferrari, e definir que Henry Ford era inferior cognitivamente a Enzo Ferrari", diz Paola Villa, coautora do estudo e arqueóloga do Museu de História Natural da Universidade do Colorado.
A semelhança entre esses homens pré-históricos, considerados uma subespécie do Homo sapiens, e o homem moderno vem sendo atestada em um número crescente de pesquisas. Neste novo estudo, os cientistas usaram análises genéticas dos neandertais para examinar doze explicações comuns para sua extinção, ocorrida há 50.000 anos na Ásia e há 30.000 anos [segundo a cronologia evolucionista] na Europa. Conclusão: nenhuma delas é suficientemente embasada, como a teoria segundo a qual os neandertais não conseguiam se adaptar a diferentes ambientes — há indicativos de que eles caçavam em grupo e utilizavam a paisagem para ajudá-los nessa tarefa.
Uma prova de inteligência mencionada no estudo foi a descoberta, em um sítio arqueológico neandertal, de fósseis de dezoito mamutes e cinco rinocerontes na base de um buraco profundo. Trata-se de uma evidência de que os neandertais tinham a capacidade de planejar o futuro (para se defender, nesse caso), comunicar-se e fazer uso eficiente do ambiente em prol do bando.
A pesquisa cita também a possibilidade de que esses homens tivessem uma dieta diversificada. Segundo a disponibilidade de alimento, o cardápio neandertal podia incluir ervilha, pistache, semente de capim, azeitona silvestre, pinhão e tâmara, segundo indícios fornecidos por microfósseis.
Por fim, os pesquisadores acharam evidências de que esses homens usavam pintura corporal, feita com ocre, um pigmento natural. Juntos, esses achados sugerem que os neandertais cultivaram seus próprios rituais e usaram comunicação por símbolos.
Segundo os estudiosos, pesquisas anteriores deturparam a capacidade cognitiva dos neandertais, que são do Paleolítico Médio (entre 200.000 a 30.000 a.C.) [sic], ao compará-las à dos humanos do período Paleolítico Superior (entre 30.000 e 10.000 a.C.) [sic]. "Seria a mesma coisa que comparar o desempenho de um carro do século passado, como o Ford Model T, com os carros modernos, como a Ferrari, e definir que Henry Ford era inferior cognitivamente a Enzo Ferrari", diz Paola Villa, coautora do estudo e arqueóloga do Museu de História Natural da Universidade do Colorado.
Fonte: Veja
Nota: Mais uma vez, a visão criacionista é corroborada com as evidências. Os criacionistas sempre disseram que os Neandertais eram nada mais do que um grupo humano, e cada nova descoberta aponta para isso. Neste blog há vários artigos que vêm confirmando isso. É só digitar "neandertal" no campo de busca do blog. Os evolucionistas estão passando vergonha diante dos fatos. O problema é que as evidências nos mostram claramente que os neandertais eram mesmo humanos, mas os evolucionistas fingem ainda que não enxergam isso... Pobre teoria falida... Pobres órfãos de Darwin..[ALM]
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Infestado de vida: onde na Terra a vida não é possível?
Com informações da BBC
Endólitos
Quem visita o Deserto do Atacama, no norte do Chile, tem a impressão que nada poderia sobreviver nesse ambiente de rochas e areia.
É o lugar mais seco e um dos mais inóspitos do planeta. Algumas regiões podem ficar até 50 anos sem receber uma gota de chuva.
Mas o que também poderia ser a região mais sem vida do mundo pode ainda abrigar microrganismos chamados endólitos, que se escondem nos poros das rochas, onde há água suficiente para a sobrevivência deles.
"(Os microrganismos endólitos) se alimentam dos subprodutos de seu metabolismo," afirma Jocelyne DiRuggiero, microbióloga da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos. "E todos se encontram nas rochas, é muito fascinante."
Para os cientistas, os endólitos são a prova da capacidade incrível de que micróbios têm de encontrar formas de sobreviver. Em quatro bilhões de anos de evolução, os microrganismos tiveram tempo suficiente para se adaptar aos extremos da Terra.
Mesmo assim, ainda fica a pergunta: será que existem lugares no nosso planeta em que nenhuma estrutura viva possa sobreviver?
Veja uma lista de condições extremas do nosso planeta, explicando os limites que elas impõem à existência de vida.
Calor
Nos locais mais quentes, o recorde de tolerância atualmente é de um grupo de organismos chamados de metanógenos hipertermófilos, que se desenvolvem em volta das fontes de águas quentes, ou hidrotermais, no fundo do mar.
Alguns destes organismos podem crescer em temperaturas de até 122ºC.
E a maioria dos pesquisadores afirma que, em teoria, o limite de temperatura para que exista vida é de 150ºC. A esta temperatura, segundo os cientistas, as proteínas se desfazem.
Isto significa que os microrganismos podem se desenvolver em volta destas fontes hidrotermais, mas não diretamente em seu interior, onde as temperaturas podem alcançar até 464ºC. O mesmo acontece com o interior de um vulcão ativo em terra.
"Realmente, acredito que a temperatura é o parâmetro mais hostil", disse Helena Santos, fisiologista microbiana da Universidade Nova de Lisboa e presidente da Sociedade Internacional de Extremófilos.
"Quando as coisas ficam muito quentes (a vida) é impossível, já que tudo é destruído", disse.
Pressão
Cientistas descobriram que um microrganismo chamado Desulforudis audaxviatora cerca de 3,2 quilômetros de distância da superfície da Terra, em uma mina de ouro da África do Sul.
Este microrganismo provavelmente não teve contato com a superfície durante milhões de anos e sobrevive extraindo nutrientes das rochas que passam por desintegração radioativa.
Frio
Para sobreviver nestes ambientes, os microrganismos têm características como membranas e estruturas proteicas adaptadas e moléculas anticongelantes dentro de suas células.
Levando-se em conta que a Terra já ficou coberta de gelo várias vezes desde que o surgimento da vida no planeta, "um lago coberto de gelo na Antártida não parece tão extremo", disse Jill Mikucki, microbióloga da Universidade do Tennessee, Estados Unidos.
Endólitos
Quem visita o Deserto do Atacama, no norte do Chile, tem a impressão que nada poderia sobreviver nesse ambiente de rochas e areia.
É o lugar mais seco e um dos mais inóspitos do planeta. Algumas regiões podem ficar até 50 anos sem receber uma gota de chuva.
Mas o que também poderia ser a região mais sem vida do mundo pode ainda abrigar microrganismos chamados endólitos, que se escondem nos poros das rochas, onde há água suficiente para a sobrevivência deles.
"(Os microrganismos endólitos) se alimentam dos subprodutos de seu metabolismo," afirma Jocelyne DiRuggiero, microbióloga da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos. "E todos se encontram nas rochas, é muito fascinante."
Para os cientistas, os endólitos são a prova da capacidade incrível de que micróbios têm de encontrar formas de sobreviver. Em quatro bilhões de anos de evolução, os microrganismos tiveram tempo suficiente para se adaptar aos extremos da Terra.
Mesmo assim, ainda fica a pergunta: será que existem lugares no nosso planeta em que nenhuma estrutura viva possa sobreviver?
Veja uma lista de condições extremas do nosso planeta, explicando os limites que elas impõem à existência de vida.
Calor
Nos locais mais quentes, o recorde de tolerância atualmente é de um grupo de organismos chamados de metanógenos hipertermófilos, que se desenvolvem em volta das fontes de águas quentes, ou hidrotermais, no fundo do mar.
Alguns destes organismos podem crescer em temperaturas de até 122ºC.
E a maioria dos pesquisadores afirma que, em teoria, o limite de temperatura para que exista vida é de 150ºC. A esta temperatura, segundo os cientistas, as proteínas se desfazem.
Isto significa que os microrganismos podem se desenvolver em volta destas fontes hidrotermais, mas não diretamente em seu interior, onde as temperaturas podem alcançar até 464ºC. O mesmo acontece com o interior de um vulcão ativo em terra.
"Realmente, acredito que a temperatura é o parâmetro mais hostil", disse Helena Santos, fisiologista microbiana da Universidade Nova de Lisboa e presidente da Sociedade Internacional de Extremófilos.
"Quando as coisas ficam muito quentes (a vida) é impossível, já que tudo é destruído", disse.
Pressão
Por outro lado, aparentemente as altas pressões oferecem menos problemas para a existência da vida.
Com isto, pode-se concluir que é o calor, e não a profundidade, que provavelmente, limita a que distância abaixo da superfície da Terra onde pode haver vida.
A temperatura de 6000ºC do centro da Terra impede toda forma de vida, apesar de a profundidade a que se encontra essa temperatura ainda esteja sendo investigada.
Cientistas descobriram que um microrganismo chamado Desulforudis audaxviatora cerca de 3,2 quilômetros de distância da superfície da Terra, em uma mina de ouro da África do Sul.
Este microrganismo provavelmente não teve contato com a superfície durante milhões de anos e sobrevive extraindo nutrientes das rochas que passam por desintegração radioativa.
Frio
A vida também pode existir em outro parâmetro extremo, o frio.
As bactérias do gênero Psychrobater podem viver normalmente abaixo dos -10ºC na Sibéria e na Antártida.
Há pouco tempo foram encontradas células vivas em um lago subglacial abaixo do gelo da Antártida. O lago hipersalino Deep Lake abriga espécies halófitas únicas, que sobrevivem a -20ºC.
Para sobreviver nestes ambientes, os microrganismos têm características como membranas e estruturas proteicas adaptadas e moléculas anticongelantes dentro de suas células.
Levando-se em conta que a Terra já ficou coberta de gelo várias vezes desde que o surgimento da vida no planeta, "um lago coberto de gelo na Antártida não parece tão extremo", disse Jill Mikucki, microbióloga da Universidade do Tennessee, Estados Unidos.
Fonte: Inovação Tecnológica
Nota: Beleza... Agora "só" precisam explicar a formação natural da primeira forma de vida até se tornar nesses super microorganismos resistentes a condições extremas. Se não conseguem explicar isso nem aqui na Terra, imagine no Espaço...A evolução não é viável ao nível molecular e, consequentemente, ao nível biológico. A vida na Terra está bem protegida por condições adequadas e algumas podem sobreviver em condições extremas, mas a maioria não. Só que lembrando que até mesmo essas formas de vida resistentes são evidências de design inteligente, uma vez que estão bem adaptadas às condições em que se encontram, e só puderam resistir a isso tendo todas as defesas que têm ao mesmo tempo e de forma não gradual. As próprias formas de vida comuns na Terra estão altamente adaptadas a sobreviver a condições difíceis, pois a dinâmica da natureza é agressiva à vida como um todo, mesmo na Terra, só que dentro de limites já antevistos pelo Criador, os quais Ele deus condições para a vida superar tais condições desde o princípio. [ALM]
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