domingo, 25 de maio de 2014
sexta-feira, 23 de maio de 2014
Relógio astronômico marca com precisão movimentos do Sistema Solar
“The Midnight Planétarium” ou, em tradução livre, “O Planetário da Meia-Noite” é um relógio simplesmente extraordinário. Muito mais do que um simples relógio de pulso, o objeto é um feito incrível de engenharia e design. Além de mostrar o tempo, o relógio também exibe com precisão o movimento de seis planetas de nosso sistema solar à medida que eles orbitam o Sol.
Cada um destes planetas é representado por uma pedra preciosa ou semipreciosa criteriosamente selecionada para representar as cores que cada planeta possui: serpentina (a pedra, e não a fita de papel do Carnaval, obviamente) representa Mercúrio, enquanto cloromelanita faz as vezes de Vênus, turquesa é utilizada para simbolizar a Terra, jaspe-vermelho representa Marte, ágata azul, Júpiter e a pouco conhecida pedra sugilite simboliza Saturno.
Os dois outros planetas de nosso sistema solar foram excluídos porque o tamanho acentuado de suas órbitas faria com que os movimentos no relógio se tornassem imperceptíveis e impraticáveis. A título de curiosidade, Urano completa uma volta no sol apenas a cada 84 anos terrestres, enquanto Netuno realiza a mesma viagem ainda mais vagarosamente: em 164 anos.
Cada um destes planetas é representado por uma pedra preciosa ou semipreciosa criteriosamente selecionada para representar as cores que cada planeta possui: serpentina (a pedra, e não a fita de papel do Carnaval, obviamente) representa Mercúrio, enquanto cloromelanita faz as vezes de Vênus, turquesa é utilizada para simbolizar a Terra, jaspe-vermelho representa Marte, ágata azul, Júpiter e a pouco conhecida pedra sugilite simboliza Saturno.
Os dois outros planetas de nosso sistema solar foram excluídos porque o tamanho acentuado de suas órbitas faria com que os movimentos no relógio se tornassem imperceptíveis e impraticáveis. A título de curiosidade, Urano completa uma volta no sol apenas a cada 84 anos terrestres, enquanto Netuno realiza a mesma viagem ainda mais vagarosamente: em 164 anos.
Cada um destes planetas é representado por uma pedra preciosa ou semipreciosa criteriosamente selecionada para representar as cores que cada planeta possui: serpentina (a pedra, e não a fita de papel do Carnaval, obviamente) representa Mercúrio, enquanto cloromelanita faz as vezes de Vênus, turquesa é utilizada para simbolizar a Terra, jaspe-vermelho representa Marte, ágata azul, Júpiter e a pouco conhecida pedra sugilite simboliza Saturno.
Os dois outros planetas de nosso sistema solar foram excluídos porque o tamanho acentuado de suas órbitas faria com que os movimentos no relógio se tornassem imperceptíveis e impraticáveis. A título de curiosidade, Urano completa uma volta no sol apenas a cada 84 anos terrestres, enquanto Netuno realiza a mesma viagem ainda mais vagarosamente: em 164 anos.
Nota: E querem que você e eu acreditemos que o Universo que este relógio extremamente complexo e organizado tenta imitar, seja o resultado da ação do acaso e forças naturais, um Universo com leis finamente ajustadas e que permitem ser o próprio Universo mais preciso que esse relógio engenhado pelos seus projetistas inteligentes (os suíços). Pela lógica evolucionista, esse relógio evoluiu, e não foi planejado por uma mente inteligente. Aí fica difícil acreditar na evolução cosmológica. O Universo é puro design inteligente, só na enxerga quem não quer.[ALM]
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segunda-feira, 19 de maio de 2014
Fêmur gigante e restos de dinossauro achados na Argentina
Fonte: G1 Notícias
Nota do blog Criacionismo: Nunca é demais lembrar: para haver fossilização, é preciso que o ser vivo seja completamente coberto por lama, a fim de que seja preservado sem se decompor e não seja devorado por carniceiros. E para sepultar um animal de 100 toneladas (e há fósseis de animais de grande porte espalhados por todo o mundo) seria necessária uma quantidade descomunal de lama e um sepultamento imediato. [MB]
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domingo, 18 de maio de 2014
quinta-feira, 15 de maio de 2014
O carro-chefe da célula: cinesina
Gente, racionalmente, como isso teria surgido a passos de evolução? Como as cinesinas sabem para onde levar suas moléculas? Quem estabeleceu as leis que elas seguem? Só um planejamento inteligentíssimo pra criar essas nanomáquinas moleculares altamente complexas e perfeitas, além de inúmeras outras que integram a vida. Louvado seja o Criador e Designer da vida!
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quarta-feira, 14 de maio de 2014
Estudo da USP analisa saúde dos adventistas brasileiros
Uma pesquisa científica pioneira realizada pela USP (Universidade de São Paulo), que vem analisando o estilo de vida de membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Brasil com idade entre 35 e 74 anos, promete trazer contribuições importantes para a saúde pública no Brasil. Trata-se do Estudo ADVENTO (Análise de Dieta e Hábitos de Vida na Prevenção de Eventos Cardiovasculares em Adventistas do Sétimo Dia), financiado pela USP, Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e Incor (Instituto do Coração), e apoiada institucionalmente pela organização adventista. Embora os resultados ainda sejam preliminares, o estudo já mostrou menores níveis de colesterol, glicose, creatinina e marcadores inflamatórios nos indivíduos que têm maior número de hábitos saudáveis, como dieta vegetariana ou mais próxima do que recomenda a Igreja Adventista. O estudo foi noticiado pelo maior portal de notícias evangélico do Brasil, o Gospel Prime (confira a reportagem direto da fonte) na sexta-feira, 2 de maio.
O coordenador geral da pesquisa é o cardiologista do Incor do Hospital das Clínicas da USP e chefe da UTI do Hospital Adventista de São Paulo, Everton Padilha Gomes. Segundo ele, o estudo, proposto em sua tese doutoral, busca analisar o estilo de vida entre adventistas e compará-lo com o de uma população não pertencente à Igreja. “Este é um estudo pioneiro no Brasil por correlacionar dieta e aparecimento de aterosclerose subclínica. Graças a pesquisas semelhantes desenvolvidas em outros países, hoje se sabe, por exemplo, da importância de cuidados com a pressão arterial e com a dieta para a prevenção dessas doenças”, explica Gomes.
Além da dieta, a pesquisa clínica leva em conta também outros hábitos de vida, a exemplo de tabagismo e etilismo passado, bem como o estado psicossocial, padrões de desempenho neurocognitivo e capital social (capacidade de assistência ou rede de solidariedade com que uma pessoa possa contar).
No total, 1.500 adventistas serão pesquisados, divididos em três grupos: 700 ovolactovegetarianos, 300 vegetarianos estritos e 500 não vegetarianos.
Diante das possíveis contribuições do estudo para a saúde pública no País, o objeto de estudo vem despertando o interesse de outros grupos de pesquisa. “Pesquisadores da Universidade Federal do Espírito Santo também já começaram a desenvolver estudo semelhante”, informa.
De acordo com o coordenador geral do Estudo ADVENTO, no decorrer da investigação vêm surgindo também parcerias com o setor privado. “A empresa de cosméticos Natura, que conta com um setor voltado para pesquisas, doou equipamentos para que analisemos também a pele dos adventistas”, ressalta.
Para a realização da pesquisa, a universidade brasileira firmou ainda um convênio técnico com a Loma Linda University, nos Estados Unidos, que acaba de divulgar os resultados de um segundo estudo científico de longo prazo, o Loma Linda University Adventist Health Study-2 (AHS-2), que concluiu que aqueles que são vegetarianos têm menos risco de doença cardíaca, em comparação com aqueles que comem carne. O AHS-2 pesquisou 96 mil indivíduos dos Estados Unidos e do Canadá. O primeiro, denominado AHS-1, foi realizado entre 1974 e 1988 e, a partir do exame da saúde de mais de 34 mil adventistas na Califórnia, Estados Unidos, concluiu que o grupo examinado vivia mais que os demais habitantes da região.
Segundo acredita o pesquisador adventista, a sobrecarga no sistema público de saúde desperta cada vez mais o interesse de organizações governamentais e privadas em pesquisar grupos que estão mais próximos daquilo que a sociedade médica recomenda para uma melhor saúde, adotando hábitos efetivos na prevenção de doenças. Por isso, grupos como os adventistas têm se tornado foco das atenções.
“Um estudo como esse pode gerar uma percepção positiva duradoura em relação à Igreja. Eu espero que essa compreensão do que a saúde representa para os adventistas gere uma influência positiva na vida das pessoas e a decisão de praticar um estilo de vida mais saudável”, acredita Gomes.
O Estudo ADVENTO conta com uma página oficial na internet que traz informações sobre seus objetivos e onde também são respondidas dúvidas dos internautas e esclarecidas questões alusivas aos métodos e procedimentos adotados para a coleta de dados, bem como em relação a quem pode fazer parte do grupo considerado.
De acordo com o médico, ainda estão sendo admitidos adventistas dos Estados de São Paulo e Espírito Santo para participarem do grupo que será analisado.
(Márcio Tonetti, USB)
O coordenador geral da pesquisa é o cardiologista do Incor do Hospital das Clínicas da USP e chefe da UTI do Hospital Adventista de São Paulo, Everton Padilha Gomes. Segundo ele, o estudo, proposto em sua tese doutoral, busca analisar o estilo de vida entre adventistas e compará-lo com o de uma população não pertencente à Igreja. “Este é um estudo pioneiro no Brasil por correlacionar dieta e aparecimento de aterosclerose subclínica. Graças a pesquisas semelhantes desenvolvidas em outros países, hoje se sabe, por exemplo, da importância de cuidados com a pressão arterial e com a dieta para a prevenção dessas doenças”, explica Gomes.
Além da dieta, a pesquisa clínica leva em conta também outros hábitos de vida, a exemplo de tabagismo e etilismo passado, bem como o estado psicossocial, padrões de desempenho neurocognitivo e capital social (capacidade de assistência ou rede de solidariedade com que uma pessoa possa contar).
No total, 1.500 adventistas serão pesquisados, divididos em três grupos: 700 ovolactovegetarianos, 300 vegetarianos estritos e 500 não vegetarianos.
Diante das possíveis contribuições do estudo para a saúde pública no País, o objeto de estudo vem despertando o interesse de outros grupos de pesquisa. “Pesquisadores da Universidade Federal do Espírito Santo também já começaram a desenvolver estudo semelhante”, informa.
De acordo com o coordenador geral do Estudo ADVENTO, no decorrer da investigação vêm surgindo também parcerias com o setor privado. “A empresa de cosméticos Natura, que conta com um setor voltado para pesquisas, doou equipamentos para que analisemos também a pele dos adventistas”, ressalta.
Para a realização da pesquisa, a universidade brasileira firmou ainda um convênio técnico com a Loma Linda University, nos Estados Unidos, que acaba de divulgar os resultados de um segundo estudo científico de longo prazo, o Loma Linda University Adventist Health Study-2 (AHS-2), que concluiu que aqueles que são vegetarianos têm menos risco de doença cardíaca, em comparação com aqueles que comem carne. O AHS-2 pesquisou 96 mil indivíduos dos Estados Unidos e do Canadá. O primeiro, denominado AHS-1, foi realizado entre 1974 e 1988 e, a partir do exame da saúde de mais de 34 mil adventistas na Califórnia, Estados Unidos, concluiu que o grupo examinado vivia mais que os demais habitantes da região.
Segundo acredita o pesquisador adventista, a sobrecarga no sistema público de saúde desperta cada vez mais o interesse de organizações governamentais e privadas em pesquisar grupos que estão mais próximos daquilo que a sociedade médica recomenda para uma melhor saúde, adotando hábitos efetivos na prevenção de doenças. Por isso, grupos como os adventistas têm se tornado foco das atenções.
“Um estudo como esse pode gerar uma percepção positiva duradoura em relação à Igreja. Eu espero que essa compreensão do que a saúde representa para os adventistas gere uma influência positiva na vida das pessoas e a decisão de praticar um estilo de vida mais saudável”, acredita Gomes.
O Estudo ADVENTO conta com uma página oficial na internet que traz informações sobre seus objetivos e onde também são respondidas dúvidas dos internautas e esclarecidas questões alusivas aos métodos e procedimentos adotados para a coleta de dados, bem como em relação a quem pode fazer parte do grupo considerado.
De acordo com o médico, ainda estão sendo admitidos adventistas dos Estados de São Paulo e Espírito Santo para participarem do grupo que será analisado.
(Márcio Tonetti, USB)
Lido em: Criacionismo
Nota: Uma das coisas que me atraíram para a Igreja Adventista do Sétimo Dia foi o fato de, no geral, os adventistas serem mais saudáveis que a população em geral por causa do seu estilo de vida. Agora, mais um estudo científico confirma isso. Um estudo da USP revela algumas vantagens de ser adventista. Mas a maior vantagem é a esperança na volta de Jesus! Seja um adventista do sétimo dia você também! Teologia de acordo com a Bíblia, saúde e esperança são alguns dos grandes benefícios. Me tornei adventista há 6 anos e vegetariano há 5 anos. Só tenho que agradecer a Deus pelos benefícios. Quem anda com Deus, até nisso leva vantagem.[ALM]
Nota: Uma das coisas que me atraíram para a Igreja Adventista do Sétimo Dia foi o fato de, no geral, os adventistas serem mais saudáveis que a população em geral por causa do seu estilo de vida. Agora, mais um estudo científico confirma isso. Um estudo da USP revela algumas vantagens de ser adventista. Mas a maior vantagem é a esperança na volta de Jesus! Seja um adventista do sétimo dia você também! Teologia de acordo com a Bíblia, saúde e esperança são alguns dos grandes benefícios. Me tornei adventista há 6 anos e vegetariano há 5 anos. Só tenho que agradecer a Deus pelos benefícios. Quem anda com Deus, até nisso leva vantagem.[ALM]
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segunda-feira, 12 de maio de 2014
domingo, 11 de maio de 2014
Evidências - O Servo Sofredor
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