Lançamento de mais um livro pela SCB:
COSMOVISÃO CRIACIONISTA BÍBLICA
O propósito desta publicação, intitulada “Cosmovisão Criacionista Bíblica”, é apresentar subsídios bíblicos e acadêmicos a favor da Cosmovisão Criacionista, que possam ser úteis para aqueles que desejem compreender mais profundamente os fundamentos essa cosmovisão em contraposição à Cosmovisão Evolucionista tão difundida hoje, e costumeiramente apresentada como uma “verdade cientificamente comprovada”.
Esta publicação nada mais é do que uma coletânea de artigos de diversos Autores, publicados nos periódicos editados pela Sociedade Criacionista Brasileira – “Folha Criacionista” (hoje
denominada “Revista Criacionista”), e “Ciências das Origens” – selecionados com o objetivo de cobrir os principais aspectos conflitantes envolvidos na controvérsia entre as duas cosmovisões: a Criacionista e a Evolucionista. É com satisfação, em particular, que os Editores cumprimentam especialmente os colaboradores brasileiros da SCB pela Autoria destes seus relevantes artigos de excelente nível, que passaram a integrar esta Coletânea.
Para melhor atender à possível diversidade de interesse dos prováveis leitores, esses artigos propositadamente foram divididos em dois diferentes conjuntos visando cobrir os contextos respectivamente bíblico e científico referentes às duas cosmovisões que se contrapõem.
Mais informações na loja virtual da SCB, em www.scb.org.br
quinta-feira, 30 de abril de 2015
quarta-feira, 29 de abril de 2015
Origens da ciência
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domingo, 26 de abril de 2015
domingo, 19 de abril de 2015
quarta-feira, 15 de abril de 2015
terça-feira, 14 de abril de 2015
Misteriosas ondas do espaço eram só micro-ondas da Terra
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| A fonte estava bem aqui |
Fonte: Terra
Nota do blog Criacionismo: É mais um banho de água fria sobre o sensacionalismo científico que às vezes toma conta da mídia. Esse fato hilário deveria inspirar mais cautela em certos indivíduos afoitos por aí. [MB]
sexta-feira, 3 de abril de 2015
quinta-feira, 2 de abril de 2015
A teoria do Big Bang pode ser extinta
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| Modelo vem sendo questionado |
Outro exemplo é a poeira feita de elementos pesados em uma galáxia que seria apenas 700 milhões de anos mais nova que o Big Bang. Esses elementos se formam quando uma estrela se aproxima do final de sua vida, processo que demora bilhões de anos. Mais um caso de elementos mais velhos do que o início do Universo?
Então como explicar o início de... tudo? De acordo com este artigo (escrito por Rick Rosner) a teoria que subistituirá o Big Bang irá tratar o Universo como um processador de informação. O Universo é feito de informação e usa esses dados para se definir. Tanto a mecânica quântica como a relatividade pertencem às interações da informação e a teoria que uni-las será baseada nisso.
“O Big Bang não descreve um Universo capaz de processar informações. Processadores não explodem após um cálculo. Você não joga seu smartphone fora depois de mandar uma única mensagem. O Universo verdadeiro se recicla através de pequenas explosões, iluminando galáxias velhas que funcionam como memória quando necessário”, afirma.
Fonte: Galileu
Nota do blog Criacionismo: Pelo jeito, podem abandonar uma teoria antiga para trocá-la por uma ainda mais mirabolante. “Processador de informação”?! Um universo que se “recicla” por meio de pequenas explosões? E cada uma dessas explosões (com potencial para criar caos, como toda explosão) traria à existência um universo ordenado? E a origem da informação que será “processada”, alguém pensou nisso? Informação pode surgir por si só? E como explicar esse universo cíclico que alternaria períodos de ordem com períodos de desordem? O que faria reverter a entropia, uma vez alcançada? A matéria seria eterna? De onde vieram as partículas e a energia que compõem o Universo? Pelo menos os dados discrepantes estão fazendo com que os cosmólogos cogitem abandonar um modelo insuficiente, mesmo que tenha sido “vendido” como verdade por décadas (milhões de livros terão que ser reescritos). Em pior situação estão os defensores da evolução biológica, que veem dados discrepantes, insuficiências epistêmicas, e não têm coragem de sequer cogitar a hipótese de que seu modelo macroevolutivo esteja errado. Muitos biólogos estão conscientes da tremenda dificuldade em explicar a origem da vida a partir da não vida. Sabem que mesmo em supostos 4,5 bilhões de anos isso seria impossível. Abandonam o modelo, como alguns querem fazer com o Big Bang? Nada disso. Salvam a teoria dos fatos e chegam até a afirmar que a vida pode/deve ter vindo do espaço, já que na Terra não haveria tempo suficiente nem condições adequadas. Pra encerrar: Será que ninguém vai cogitar a possibilidade de que o Universo simplesmente tenha sido criado? A aparência de um Universo “maduro” há mais de 13 bilhões de anos pode ser comparada à aparência de Adão, já adulto, embora tivesse sido criado poucos instantes antes. [MB]
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quarta-feira, 1 de abril de 2015
quarta-feira, 25 de março de 2015
Darwin às avessas
Charles queria pesquisar. Na sua casa em Shrewsbury, na Inglaterra, mantinha uma coleção de besouros, e minerais, e ovos de pássaros, e morcegos, e cães, e insetos e ratos que fugiam do controle do pai – já temeroso pelo hábito do filho que caçava para colecionar. Como se fosse um personagem peculiar, típico dos filmes de Tim Burton, Charlinho perdia as horas lúdicas com amigos para passar longo tempo ao lado de seus escrupulosos animais, em análises que só ele compreendia. Mas desse hábito caçador cansou. Entendeu que mais proveitoso era observar. Movimentos, metamorfoses, cores, pernas e antenas. Rabos e cabeças também.
Ao crescer, foi analisar animais maiores e transformou o que era hábito em teoria e objetivo de estudo. Falo de Charles Robert Darwin, criador da teoria da seleção natural das espécies, disseminada após o quinquênio de suas viagens a bordo do navio Beagle a ilhas e demais lugares remotos. “Os cinco anos de pesquisa mais produtivos da minha vida”, contou em seu livro A Origem das Espécies, publicado em 1859. Para pôr o ponto final na obra, Charles concluiu que “tudo na natureza é resultado de leis fixas”. Tornou-se agnóstico.
Vocação para a ciência
Um século depois, outro garoto, o Ruy, também queria pesquisar. Na garagem da sua casa em Marília, São Paulo, mantinha um laboratório de química que já era maior que o da própria escola. Como se tivesse saído de um filme do Tim Burton, Ruyzinho perdia as horas lúdicas com amigos para misturar elementos e ver o “sangue do diabo”, um pó vermelho, não ser capaz de tingir nem a roupa dos outros. Mas desse hábito não cansou. Entendeu que dele poderia fazer sua futura profissão. Biologia, química e tudo o que tinha a ver com ciência. Falo agora de Ruy Carlos de Camargo Vieira, presidente da Sociedade Criacionista Brasileira (SCB). Antes, evolucionista por formação.
Hoje, com 84 anos e cabelos grisalhos, ajeita os óculos de grau sobre o nariz e mostra convicção na decisão que tomou em 1952, quando se tornou adventista e aposentou as teorias evolucionistas. “Cristo representa tudo para mim. Não há ninguém como ele. Ele é criador, mantenedor e sustentador de todas as coisas”, reconhece com um sorriso no rosto.
O currículo acumulado é de dar inveja. Engenheiro mecânico e eletricista, foi professor de Mecânica dos Fluidos no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), lecionou Física Técnica na Universidade de São Paulo (USP), chefiou o departamento de Hidráulica e Saneamento na USP – fundando a pós-graduação que é considerada a melhor na área no Brasil –, representou o MEC no Conselho da Agência Espacial Brasileira, foi membro-fundador da Academia de Ciências do Estado de São Paulo, diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) em duas gestões e membro do Conselho Federal de Educação. Alguém com bagagem científica suficiente para colocar em xeque as teorias da origem do Universo.
Sua aproximação com o criacionismo se deu de forma contrária à do evolucionismo. A começar pela alfabetização. Enquanto em casa não se dialogava a respeito do assunto, na escola Vieira era bombardeado pelas teorias de Darwin. O que fazia sentido para ele, já que era a única coisa que até então haviam lhe ensinado sobre o surgimento de todas as coisas. “Mas na época era mais passivo”, recorda.
As profecias e Newton
A reviravolta só aconteceu quando foi morar na capital paulista, em 1946. “Quando fui para São Paulo estudar, morei com minha avó, que era metodista. Ali tive os primeiros contatos com a Bíblia. Inclusive ganhei uma bem grande do meu avô e fui com ela para algumas reuniões da escola dominical. Mesmo assim, eu me questionava muito a respeito da criação em seis dias e sobre o dilúvio.” No entanto, a vida seguia e a prioridade do momento não era alterar o curso de uma ideia tão bem fixada. À época, Vieira ingressava no colegial, correspondente ao ensino médio de hoje.
“E quando me aproximei de verdade mesmo? Foi quando estudei sobre as profecias.” No penúltimo ano da faculdade de Engenharia Mecânica e Elétrica da Escola Politécnica da USP, em 1952, Vieira participou de uma série evangelística, na capital paulista, sobre as profecias dos livros de Daniel e Apocalipse. Três anos antes, sua avó havia morrido e ele já havia se aproximado da Bíblia, livro no qual encontrava conforto e as memórias da senhora metodista.
Vieira então iniciou os estudos bíblicos naquele ano, e logo em agosto foi batizado. “Mas ainda pensava muito sobre a criação em seis dias e o dilúvio.” Com esse assunto na cabeça, Vieira ia para a faculdade quando se deparou com um livro exposto no sebo à rua: Observações Sobre as Profecias de Daniel e Apocalipse de São João, escrito por Isaac Newton em 1733.
“Eu conhecia o Newton autor do cálculo, não o Newton das profecias!” Como fora este o assunto que o aproximou do evangelho, ler as palavras do pai do cálculo sobre as profecias criou em Vieira a convicção cristã mor para não voltar ao evolucionismo.
Uma causa para viver
Uma escolha que deixou rastros. Devido a seu conhecimento, não demorou para que Ruy recebesse cargos em sua igreja local e contribuísse para a conversão de outras pessoas. Mas a maior contribuição ocorreu em 1972, ano em que fundou a SCB nos moldes da Creation Research Society.
“Eu estava acompanhando uma palestra sobre datação com carbono 14 e perguntei ao palestrante, Orlando Rubem Ritter, o que é que ele tinha de fonte sobre o assunto. Então ele me indicou a Sociedade Criacionista Americana, que tinha uma revista com quatro publicações anuais”, lembra. A partir do exemplo americano, Vieira conseguiu fundar no país a primeira sociedade criacionista, com apoio, inclusive, da Sociedade Bíblica Brasileira.
A aventura deu certo. A SCB já traduziu 30 livros, 3.600 artigos, 20 vídeos, adaptou revistas e dublou um filme. Além de produzir a revista Folha Criacionista, hoje Revista Criacionista, disponível desde 2005 apenas na versão online – principal impresso da SCB. Outras iniciativas incluem palestras, folhetins a vestibulandos, o seminário “Filosofia das Origens” e um gama de materiais disponíveis no próprio site da entidade (scb.org.br).
O resultado desse avanço são as conversões de pessoas, como a de um dos associados da SCB e também palestrante dos encontros. Ex-agnóstico, Tarcísio da Silva Vieira se converteu após participar de um dos eventos realizados em Brasília, em 2002. Consequência indireta dos esforços de Vieira. “E para mim é isso o que mais importa”, enfatiza o senhor de cabelos grisalhos.
É por isso que se vê a história de Ruy ao pé da trajetória de Darwin. Mas às avessas. Porque o ponto final dado por Vieira foi que Deus existe. Pela história, e pela arqueologia, e pela palentologia, e pela astronomia e pela biologia e por todas as “ias” científicas. Assim, Vieira entendeu que, se há uma origem, ela se deu com Deus, aquele que fez “o céu, a terra, o mar e as fontes das águas” (Apocalipse 14:7). Algo de que nunca mais duvidou. Ponto final. [Arte: Eduardo Olszewski]
Isadora Stentzler é jornalista
Fonte: Revista Adventista
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quinta-feira, 19 de março de 2015
Ateus e agnósticos promovem evento sobre evolução e criacionismo em universidade pública
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| Ateus e agnósticos podem, criacionistas não? |
Quando palestras ou eventos promovidos por acadêmicos, muita vezes qualificados, pesquisadores de renome nacional e/ou internacional, docentes de Universidades públicas, são promovidos em Universidades públicas, para discutir o Design Inteligente, uma teoria científica, ou o criacionismo científico, que busca na racionalidade da ciência razões para a sua fé, toda uma galera se levanta, majoritariamente de ateus e agnósticos, e faz uma forte campanha inquisitiva com ameaças e denúncias de uso de dinheiro público e de universidades LAICAS para a propagação de supostas "crenças religiosas". Sites e blogs notoriamente ateus divulgam opiniões de ateus que não raramente difamam os participantes acusando-os de "sem qualificação para falar de ciência" ou de desonestos e outros adjetivos pejorativos, e de não terem convidado o outro lado para o contra-ponto. E não se fartam até que o evento seja cancelado. Você certamente conhece alguns desses casos.
Emblemático portanto o evento anunciado nesse folder, um encontro de ateus (e agnósticos ateus) realizado em uma Universidade pública e com o apoio/patrocínio de uma Universidade pública, e com alguns palestrantes de reputação acadêmica difícil de averiguar mas certamente não superior aos de muitos das palestras e eventos censurados, e tendo como tema Evolução x Criacionismo. Ou seja, não queremos aqui promover nenhum tipo de censura, pois a TDI BRASIL defende o livre debate acadêmico de idéias e teorias, mas fica a pergunta:
Poderia então uma Universidade laica e pública apoiar/patrocinar e ceder seu auditório para a realização de um encontro de ateus que tem como parte de seu tema o Criacionismo enquanto esses mesmos ateus são vigorosamente contra eventos semelhantes quando promovidos por acadêmicos em Universidades públicas sobre o mesmo tema? Ateu criticar pode, Cientista teísta ou defensor da TDI apoiar não pode não? Seriam nossas Universidades públicas verdadeiramente laicas ou seriam elas na realidade ateias, e apoiariam -com recursos públicos recolhidos dos impostos de todos nós- só uma parte da sociedade restrita por uma posição filosófica e (a)teológica? Você responde.
Fonte: TDI Brasil, no Facebook.
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quarta-feira, 18 de março de 2015
Por que nossos olhos não congelam em temperaturas abaixo de zero?
Toda vez que as temperaturas atingem níveis abaixo de zero, as pessoas buscam vestimentas para proteger todas as partes do corpo.
No entanto, na maioria das vezes, ninguém se preocupa em manter seus olhos quentes. Até mesmo os inuítes, siberianos, e exploradores da Antártida, que usam regularmente os trajes específicos para neve, deixam seus olhos expostos.
Se alguém utilizar óculos ou óculos de proteção, é, principalmente, para se proteger da neve, dos reflexos ou do vento, não do frio. Então, o que há em nosso globo ocular que parece torná-lo imune ao congelamento?
Ao contrário das outras partes de nosso corpo, os olhos são constantemente abastecidos por uma grande quantidade de sangue quente. Na verdade, a fonte primária de sangue que abastece nossos olhos, é a artéria oftálmica. Quando estamos em contato com ambientes frios, o corpo desvia ainda mais sangue para o cérebro (e outros órgãos vitais), que, por sua vez, ajuda a manter os olhos ainda mais quentes.
Além disso, os nossos olhos se situam em uma região bem protegida e profunda de nossas cabeças, onde os ossos, os tecidos e a gordura também ajudam a mantê-los aquecidos. As lágrimas de água salgada também são resistentes aos congelamento, mas podem solidificar em casos de frio extremo. Mesmo assim, os olhos não conseguem ser afetados.
Pode-se concluir que é praticamente impossível que os olhos congelem enquanto estiverem armazenados em um corpo vivo. A única forma disso acontecer, é através de métodos não naturais, como um procedimento médico conhecido como crioterapia, utilizado no tratamento de quebras e descolamentos da retina.
Fonte: Knowledgenuts via Jornal da Ciência. Foto: Reprodução / Knowledgenuts.com
No entanto, na maioria das vezes, ninguém se preocupa em manter seus olhos quentes. Até mesmo os inuítes, siberianos, e exploradores da Antártida, que usam regularmente os trajes específicos para neve, deixam seus olhos expostos.
Se alguém utilizar óculos ou óculos de proteção, é, principalmente, para se proteger da neve, dos reflexos ou do vento, não do frio. Então, o que há em nosso globo ocular que parece torná-lo imune ao congelamento?
Ao contrário das outras partes de nosso corpo, os olhos são constantemente abastecidos por uma grande quantidade de sangue quente. Na verdade, a fonte primária de sangue que abastece nossos olhos, é a artéria oftálmica. Quando estamos em contato com ambientes frios, o corpo desvia ainda mais sangue para o cérebro (e outros órgãos vitais), que, por sua vez, ajuda a manter os olhos ainda mais quentes.
Além disso, os nossos olhos se situam em uma região bem protegida e profunda de nossas cabeças, onde os ossos, os tecidos e a gordura também ajudam a mantê-los aquecidos. As lágrimas de água salgada também são resistentes aos congelamento, mas podem solidificar em casos de frio extremo. Mesmo assim, os olhos não conseguem ser afetados.
Pode-se concluir que é praticamente impossível que os olhos congelem enquanto estiverem armazenados em um corpo vivo. A única forma disso acontecer, é através de métodos não naturais, como um procedimento médico conhecido como crioterapia, utilizado no tratamento de quebras e descolamentos da retina.
Fonte: Knowledgenuts via Jornal da Ciência. Foto: Reprodução / Knowledgenuts.com
Nota: A conclusão mais coerente para essa resistência dos olhos humanos é que foram projetados para isso. Imagine a evolução dos olhos até se tornarem resistentes a baixas temperaturas, uma vez que os mamíferos precisam dos seus olhos para sobreviver. Provavelmente não teriam como sobreviver com olhos menos resistentes. [ALM]
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