Simpósio realizado no dia 9 de maio na Igreja Adventista do Juvevê, em Curitiba. Contou com palestras do Dr. Márcio Fraiberg, doutor em Educação (IAP); Dr. Tarcísio da Silva Vieira, doutor em Química (UFT); e Pr. Fernando Iglesias. Ao final, tivemos a participação do Coral do Juvevê. Os vídeos estarão no site da IASD Juvevê.
domingo, 10 de maio de 2015
320 mil acessos ao nosso blog "Criacionista pela Fé e pela Razão"
Passamos de 320 mil acessos ao nosso blog "Criacionista pela Fé e pela Razão"! Que o Criador continue abençoando! Obrigado pela sua visita ao nosso blog! Acesse aos nossos materiais que visam evidenciar que Deus é o nosso Criador!
sexta-feira, 8 de maio de 2015
Mais antiga evidência de vida na Terra está errada!
Análise dos que eram chamados ‘fósseis mais antigos do mundo’ - os microfósseis de 3,4 bilhões de anos de Apex chert - sugere que eles, na verdade, não são fósseis. De acordo com os pesquisadores, pilhas de minerais apenas deram essa aparência dentro das rochas.
Estes microfósseis são frequentemente rotulados como a mais antiga evidência de vida na Terra. Agora, os livros didáticos podem ser reescritos com base nestas novas reivindicações.
David Wacey, um curador na Universidade da Escola de Ciências da Terra de Bristol, trabalhou em colaboração com o falecido professor Brasier. Eles revelaram os novos dados, publicados na revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências dos EUA, que mostraram que os microfósseis de Apex chert compreendem pilhas de minerais de argila em forma de placa, dispostos em cadeias semelhantes a vermes ramificadas e cônicos. O carbono foi absorvido para as bordas destes minerais durante a circulação de fluidos, dando uma falsa impressão de vida fossilizada.
Ele disse que, em alta resolução, ficou claro que os "microfósseis” 'pareciam ter uma morfologia espetada’, que era devido aos cristais de argila revestidos de ferro e carbono.
Antes de sua morte, o professor Brasier comentou: "Esta investigação deve, finalmente, proporcionar um capítulo final para o debate do microfóssil de Apex. Essas discussões têm nos encorajado a refinar tanto as perguntas e as técnicas necessárias para procurar vida remota no tempo e no espaço, incluindo os sinais de Marte ou além. Espera-se que os livros didáticos e sites agora se concentrem nas descobertas recentes e mais robustas de microfósseis de idade semelhante aos de ‘Western Austrália’, também por nós examinados no mesmo artigo.”
Estes microfósseis são frequentemente rotulados como a mais antiga evidência de vida na Terra. Agora, os livros didáticos podem ser reescritos com base nestas novas reivindicações.
David Wacey, um curador na Universidade da Escola de Ciências da Terra de Bristol, trabalhou em colaboração com o falecido professor Brasier. Eles revelaram os novos dados, publicados na revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências dos EUA, que mostraram que os microfósseis de Apex chert compreendem pilhas de minerais de argila em forma de placa, dispostos em cadeias semelhantes a vermes ramificadas e cônicos. O carbono foi absorvido para as bordas destes minerais durante a circulação de fluidos, dando uma falsa impressão de vida fossilizada.
Wacey e sua equipe examinaram fatias ultrafinas de candidatos a ‘microfósseis', para construir mapas
em nanoescala de seu tamanho, forma, química e distribuição de carbono mineral. "Logo ficou claro que a distribuição de carbono era diferente de todas as outras observadas em microfósseis autênticos", disse ele. “A falsa aparência de compartimentos celulares é dada por vários pratos de minerais de argila que têm uma química inteiramente compatível com um ambiente hidrotermal de alta temperatura”.
Ele disse que, em alta resolução, ficou claro que os "microfósseis” 'pareciam ter uma morfologia espetada’, que era devido aos cristais de argila revestidos de ferro e carbono.
Antes de sua morte, o professor Brasier comentou: "Esta investigação deve, finalmente, proporcionar um capítulo final para o debate do microfóssil de Apex. Essas discussões têm nos encorajado a refinar tanto as perguntas e as técnicas necessárias para procurar vida remota no tempo e no espaço, incluindo os sinais de Marte ou além. Espera-se que os livros didáticos e sites agora se concentrem nas descobertas recentes e mais robustas de microfósseis de idade semelhante aos de ‘Western Austrália’, também por nós examinados no mesmo artigo.”
Fonte: Jornal da Ciência
Nota: E como fica mais uma vez a cara dos evolucionistas diante dos fatos científicos? [ALM]
Marcadores:
biologia,
ciência,
evidências,
fósseis,
geologia,
paleontologia
quinta-feira, 7 de maio de 2015
O design inteligente e o ciclo semanal de sete dias
![]() |
| Ritmos da vida |
Jeremy Campbell diz em seu livro: “O ritmo circaceptano é uma das grandes surpresas que surgiram pela Cronobiologia moderna. Há [alguns anos], poucos cientistas teriam esperado que ciclos biológicos de sete dias viessem a ser tão difundidos e estabelecidos [...]. Eles são de origem muito antiga, aparecendo em primitivos organismos unicelulares, e são pensados para estar presentes mesmo em bactérias, a forma mais simples de vida agora existente” (p.75).[1]
Uma das descobertas surpreendentes de Franz Halberg é a de um ritmo inato de cerca de sete dias que ocorre em uma alga primitiva de supostos cinco milhões de anos na linha evolutiva de tempo.[2] Devido a suas células microscópicas se assemelharem a uma taça de champanhe graciosa, a alga (planta) é popularmente conhecida como “copo de vinho da sereia” (Acetabularia mediterranea). Quando essa alga “primitiva” está sujeita a horários artificiais alternados de luz e pequenos momentos escuros ao longo de muitos dias, essa única célula intacta é de alguma forma capaz de traduzir toda a influência da luz e do escuro em medidas de uma semana de sete dias.
A existência de tais ritmos circaceptanos endógenos precisos (incluindo a precisa excreção de sete dias de 17-cetosteróides [metabólitos urinários] em homens saudáveis) sugere que todos os ritmos circaceptanos são realmente endógenos − descritos como um “built-in” (geneticamente determinado) sobre o período exato de sete dias.[3] Parece, no entanto, que esses ritmos endogenamente derivados são capazes, ao mesmo tempo, de responder às influências externas (reflexos circadianos do dia e da noite ou indução das marés lunares). [2-5]
À primeira vista, pode parecer que os ritmos semanais (como a semana de sete dias) foram impostos e herdados por uma cultura humana de milhares de anos atrás.[6] No entanto, essa teoria não se sustenta quando se percebe que o ciclo circaceptano ocorre em outros seres vivos, além de humanos. Portanto, a Biologia, não a cultura, é, provavelmente, a fonte do ciclo semanal de sete dias.[7] Aliás, a França (1793-1805) mudou a semana de sete dias para uma semana de dez dias, e a União Soviética (1929-1940) a mudou para uma semana de cinco dias, ambos os países acreditando que os sete dias fossem mera influência religiosa. A experiência da mudança terminou em fracasso completo em ambos os países, e a semana voltou ao seu modelo original.[8]
Para Campbell, esse ritmo inato tem a ver com a lógica interna do corpo, não com a lógica externa do mundo.[1] Mas não para por aí: experimentos envolvendo ratos, moscas, plantas, artrópodes, abelhas, besouros e outras formas de vida revelaram ritmos circaceptanos semelhantes ao do “copo de vinho da sereia”.[2, 4, 5, 9] Segundo Campbell, “a estrutura temporal interna, em algumas de suas manifestações, parece determinar a estrutura do tempo exterior, em lugar do contrário. Ritmos de cerca de sete dias surgiram em milhões de criaturas vivas anos antes de a semana do calendário ser inventada, e pode ser a razão pela qual ela foi inventada” (p. 83).[1]
Além disso, um ciclo de sete dias foi encontrado em flutuações da pressão sanguínea, no conteúdo ácido no sangue, em hemácias, no batimento cardíaco, na temperatura oral, na temperatura da mama feminina, na química e no volume da urina, na taxa entre dois importantes neurotransmissores – noradrenalina e adrenalina –, e no aumento e diminuição de várias substâncias químicas do corpo, como o hormônio de enfrentamento do estresse, o cortisol.[3, 7, 10] Para Perry e Dawson, “os ritmos semanais parecem mais fácil de ser detectados quando o corpo está sob estresse, como quando ele está se defendendo contra um vírus, bactéria ou outro intruso prejudicial. Por exemplo, os sintomas do resfriado (que são realmente sinais de que o corpo está se defendendo contra um vírus) passam em cerca de uma semana” (p. 22).[6]
Outra curiosidade diz respeito à associação entre o descanso no sétimo dia da semana e a longevidade humana. Pesquisas afirmam que indivíduos que descansam no sétimo dia da semana possuem uma expectativa de vida maior que outros que não o fazem.[11, 12, 13] Os números apontam para um acréscimo de vida de 4 a 10 anos a mais, devido ao descanso nesse dia representar uma forma cultural de gestão do estresse e diminuição da pressão sobre o organismo humano.
Atualmente, muitos hospitais estão evitando cirurgias eletivas no sétimo dia da semana, isso porque o transplante de órgãos, por exemplo, também é afetado devido ao repouso do sistema imunológico nesse dia.[3] Campbell explica: “Quando um paciente humano recebe um transplante de rim, há um ritmo de cerca de sete dias, um aumento previsível e queda na probabilidade de que o sistema imunológico do corpo rejeitará o novo rim. Um pico principal de rejeição ocorre sete dias após a operação, e quando um soro é dado para suprimir a reação imune, uma série de picos ocorre, com o aumento do risco de rejeição, em uma semana, duas semanas, três semanas e quatro semanas” (p. 76).[1]
Quanto mais fundo se investiga o funcionamento interno da vida, uma ainda mais complexa, intrincada e maravilhosa exibição de projeto começa a aparecer. O Designer não apenas deixou Suas impressões digitais em tudo o que projetou, como também deixou Seu “cartão de visitas” contido nas células vivas, dizendo aos seres humanos o momento em que Ele projetou a vida: em uma semana de sete dias. Foi quando Ele encerrou o relógio da vida e o definiu, assinalando em cada uma de suas formas um ritmo de sete dias. É o ritmo do projeto ideal; uma sincronia para viver e funcionar como planejado.
(Everton F. Alves é mestre em Ciências da Saúde pela Universidade Estadual de Maringá)
Fonte: Criacionismo
Referências:
1. Campbell J. Winston Churchill’s Afternoon, Nap. New York: Simon and Schuster, 1986.
2. Halberg F. Quo Vadis Basic and clinical Chronobiology: promise for health maintenance. Am J Anat. 1983; 168(4):543-594.
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/6230000
3. Levi F, Halberg F. Circaseptan (about-7-day) bioperiodicity - spontaneous and reactive -and the search for pacemakers. Ric Clin Lab. 1982 Apr-Jun;12(2):323-70. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/7111982
4. Meyer-Rochow VB, Brown PJ. Possible natural circaseptan rhythm in the beach beetle Chaerodes trachyscelides white. Acta Neurobiol Exp (Wars). 1998; 58(4):287-90. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/9949556
5. Mikulecky M, Bounias M. Worker honeybee hemolymph lipid composition and synodic lunar cycle periodicities. Braz J Med Biol Res. 1997; 30(2):275-9. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/9239316
6. Perry S, Dawson J. The Secrets Our Body Clocks Reveal. New York: Rawson Associates, 1988.
7. Haus E .Chronobiology in the endocrine system. Adv Drug Deliv Rev. 2007; 59(9-10):985-1014.http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17804113
8. Zerubavel E. The Seven Day Circle. Chicago: Univ. of Chicago Press, 1985.
9. Schweiger HG, Berger S, Kretschmer H, Mörler H, Halberg E, Sothern RB, Halberg F. Evidence for a circaseptan and a circasemiseptan growth response to light/dark cycle shifts in nucleated and enucleated Acetabularia cells, respectively. Proc Natl Acad Sci U S A. 1986; 83(22):8619-23. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/3464973
10. Lee MS, Lee JS, Lee JY, Cornélissen G, Otsuka K, Halberg F. About 7-day (circaseptan) and circadian changes in cold pressor test (CPT). Biomed Pharmacother. 2003; 57(Suppl 1):39s-44s.
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/14572676
11. Buettner D. The secrets of long life. (Cover story). Nat Geogr 2005; 208:2-27.
12. Buettner D. The Blue Zones: Lessons for Living Longer from the People Who’ve Lived the Longest. Washington, D.C.: National Geographic Society, 2009.
Marcadores:
Adventismo,
biologia,
design inteligente,
evidências
quarta-feira, 6 de maio de 2015
Mais antiga cópia dos Dez Mandamentos é exibida em Israel
O documento, escrito em hebraico e com mais de 2 mil anos de idade, é geralmente mantido nas instalações da Autoridade de Antiguidades de Israel, fora de alcance ao público e em condições draconianas de conservação, similares à caverna onde foi encontrado.
O documento já havia ganhado uma exposição excepcional em Nova York, em 2011, e em Cincinnati, em 2013. Mas seu acesso ao público é muito raro, até mesmo em Israel.
Agora, o público pode apreciá-lo por ocasião da exposição intitulada "Uma breve história da humanidade", montada no Museu de Israel com recursos oriundos do estabelecimento e inaugurada recentemente. O texto está protegido numa redoma dotada de um dispositivo climático devido à sua fragilidade.
O documento, de 45,7 cm de comprimento e 7,6 centímetros de largura, com as instruções morais que Moisés teria recebido de Deus no Monte Sinai, faz parte dos 870 manuscritos encontrados por um beduíno no noroeste do Mar Morto entre 1947 e 1956 perto de Qumran.
Muitos especialistas estimam que os Manuscritos do Mar Morto foram escritos pelos essênios, uma seita judaica dissidente que se retirou no deserto. Outros especialistas acham que poderiam vir de bibliotecas do Templo Judaico que estava sendo erguido em Jerusalém, e foram escondidos em cavernas com a aproximação dos romanos que destruíram o local em 70 d.C.
O manuscrito original da teoria da relatividade de Albert Einstein está em exibição na mesma exposição, que foi inaugurada em 30 de abril e vai até janeiro de 2016.
Fonte: G1
Nota: Você conhece quais são os Dez Mandamentos, descritos em Êxodo 20? Na imagem abaixo há uma comparação entre os Dez mandamentos da Bíblia com os dez mandamentos do Catecismo (livro de doutrinas da Igreja Católica Apostólica Romana). Compare e veja que alteraram a Lei de Deus (sem Sua autorização), que é eterna. Isso foi profetizado por Daniel 7:25. [ALM]
Marcadores:
Bíblia,
Deus,
Lei de Deus
terça-feira, 5 de maio de 2015
O apêndice não tem nada de “órgão vestigial”
![]() |
| Um órgão, múltiplas funções |
A medicina tem lucrado muito com o conceito evolucionista de que o apêndice não tem função, causa inflamação e leva pessoas à morte. Assim, o apêndice é frequentemente retirado por meio de cirurgias. No entanto, pesquisas demonstram por meio de experimentos em coelhos que a apendicectomia (retirada do apêndice) em filhotes recém-nascidos prejudica o desenvolvimento da imunidade da mucosa.[3] Estudos morfológicos e funcionais do apêndice de coelhos indicam que ele é provavelmente o equivalente à bursa das aves em mamíferos.[4, 6] A bursa (órgão linfoide onde são formados os linfócitos B) tem um papel crucial no desenvolvimento da imunidade humoral em aves. A semelhança histológica e imuno-histoquímica do apêndice humano e do coelho sugere que o apêndice humano tem uma função similar à do apêndice do coelho.
Sabe-se hoje que o apêndice humano é importante no início da vida porque ele atinge o seu maior desenvolvimento logo após o nascimento e, em seguida, regride com a idade, assemelhando-se, eventualmente, a outras regiões de GALT como placas de Peyer no intestino delgado. De acordo com o Dr. Moore, o apêndice em lactentes e crianças tem a aparência de um órgão linfoide bem desenvolvido e possui importantes funções imunológicas.[7] Pesquisa recente revelou que o apêndice humano pode proteger contra a infecção recorrente por Clostridium difficile.[8] Os resultados indicaram que indivíduos sem apêndice foram quatro vezes mais propensos a ter uma infecção recorrente por Clostridium difficile (um patógeno comum em hospitais). Enquanto a infecção recorrente nos indivíduos com o apêndice intacto foi de apenas 11%, em indivíduos sem o apêndice a recorrência atingiu 48% dos casos.
Outro estudo sugere que o apêndice vermiforme funciona como uma casa segura para a sobrevivência de bactérias intestinais comensais (bactérias boas), facilita o crescimento da flora bacteriana normal (cultiva as bactérias boas), e permite a recolonização do cólon após diarreias ou uso de antibióticos que matam as bactérias benéficas.[9] A forma do apêndice é perfeita para armazenar essas bactérias benéficas. Ele possui um fundo cego e uma abertura estreita, impedindo assim o influxo dos conteúdos intestinais. As bactérias benéficas estão presentes no intestino e vivem em harmonia com o hospedeiro, ajudando a digerir a celulose, sintetizando compostos nutricionais como a vitamina K e componentes vitamínicos do complexo B. Também ajudam a matar bactérias que podem agredir o intestino humano.
Um estudo de anatomia comparativa sugeriu que o apêndice evoluiu minimamente 32 vezes, mas foi perdido menos que sete vezes.[10] O autor concluiu a partir de seus resultados, e juntamente com outras evidências médicas e imunológicas, que as hipóteses de Darwin já estão refutadas. Ademais, o autor sugeriu que o apêndice é adaptável, mas não evoluiu como uma resposta a qualquer fator social ou dieta particular avaliada no estudo. Como pode ser observado, não é pelo fato de a ciência não saber a função de um órgão que isso significa que esse não tenha alguma função. Somente agora a ciência sabe que o apêndice humano não é um órgão vestigial, como tem sido argumentado durante tantas décadas a favor do evolucionismo. Ainda assim, diante de tantas evidências, há os que se mantêm céticos devido ao filtro naturalista e ao dogmatismo darwiniano.
(Everton F. Alves, mestre em Ciências da Saúde)
Fonte: Criacionismo
Referências:[1] Barras C. Appendix Evolved More Than 30 Times. Science magazine. [Fev. 2013]. Disponível em:http://news.sciencemag.org/plants-animals/2013/02/appendix-evolved-more-30-times
Referências:[1] Barras C. Appendix Evolved More Than 30 Times. Science magazine. [Fev. 2013]. Disponível em:http://news.sciencemag.org/plants-animals/2013/02/appendix-evolved-more-30-times
[2] Spencer J, Finn T, Isaacson PG. Gut associated lymphoid tissue: a morphological and immunocytochemical study of the human appendix. Gut. 1985; 26(7):672-679.
[3] Dasso, J. F. and M. D. Howell. Neonatal appendectomy impairs mucosal immunity in rabbits. Cellular Immunology 1997; 182:29-37.
[4] Weinstein PD, Mage RG, Anderson AO. The appendix functions as a mammalian bursal equivalent in the developing rabbit.Advances in Experimental Medicine & Biology 1994; 355:249-253.
[5] Dasso JF., H. Obiakor, H. Bach, A.O. Anderson and R.G. Mage. A morphological and immunohistological study of the human and rabbit appendix for comparison with the avian bursa. Developmental & Comparative Immunology 2000; 24:797-814.
[6] Fisher RE. The primate appendix: a reassessment. The Anatomical Record 2000; 261: 228-236.
[7] Moore KL. Clinically Oriented Anatomy. Baltimore: Williams & Wilkins, 1992.
[8] Im GY, Modayil RJ, Lin CT, Geier SJ, Katz DS, Feuerman M, Grendell JH. The Appendix May Protect Against Clostridium difficileRecurrence. Clin Gastroenterol Hepatol. 2011; 9(12):1072-7.
[9] Bollinger RR, Barbas AS, Bush EL, Lin SS, Parker W. Biofilms in the large bowel suggest an apparent function of the human vermiform appendix. J Theor Biol. 2007; 249(4):826-31.
[10] Smith HF, Parker W, Kotzé SH, Laurin M. Multiple independent appearances of the cecal appendix in mammalian evolution and an investigation of related ecological and anatomical factors. Comptes Rendus Palevol 2013; 12(6):339-354.
Marcadores:
biologia,
criacionismo,
darwinismo,
evidências,
Teoria da Evolução
Ciência, igreja e Estado se unem para salvar a Terra
As preocupações e orações dos líderes religiosos em todo o mundo estão em sintonia com os alertas dos cientistas: a mudança climática global é real e pode comprometer a justiça social e a paz. Esses dois magistérios, que geralmente não se bicam, afirmaram nesta terça-feira, durante um seminário no Vaticano, que a conferência do clima de Paris é provavelmente a última oportunidade de frear o aumento de temperatura da Terra. O evento, aberto pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, foi organizado por um conjunto de instituições religiosas, como a Pontifícia Academia de Ciências e a Pontifícia Academia das Ciências Sociais, teve participação de acadêmicos, políticos e líderes religiosos.
A “Declaração de Líderes Religiosos, líderes políticos, líderes empresariais, cientistas e profissionais de desenvolvimento” mostrou especial preocupação com comunidades mais pobres e mais vulneráveis ao aumento da frequência de secas, tempestades extremas, ondas de calor e elevação do nível do mar. O documento reforça a necessidade de um acordo ambicioso em Paris.
“O mundo tem ao seu alcance tecnologia, meios financeiros e know-how para mitigar a mudança climática e ao mesmo tempo acabar com a pobreza extrema, por meio da aplicação de soluções de desenvolvimento sustentável, incluindo a adoção de sistemas de energia de baixo carbono apoiados pelas tecnologias da informação e da comunicação”, diz um trecho da declaração.
Os signatários pedem, ainda, que os países desenvolvidos auxiliem e financiem os países pobres e mais vulneráveis e sugerem “a mudança do financiamento público de gastos militares para investimentos urgentes para desenvolvimento sustentável”.
Em seu discurso, Ban pediu aos líderes religiosos que ajudem a aumentar a consciência sobre o clima. “Ciência e religião não estão em desacordo sobre mudanças climáticas. Na verdade, estão totalmente alinhados”, afirmou. “A erradicação da pobreza extrema e a proteção do meio ambiente são valores que estão em plena consonância com os ensinamentos das grandes religiões [...]. Somos a primeira geração que pode acabar com a pobreza em nosso tempo de vida, e a última geração para combater a mudança climática antes que seja tarde demais.”
O secretário-geral da ONU reuniu-se durante cerca de meia hora com o papa Francisco, que afirmou que sua encíclica sobre mudança climática já está em tradução e deve ser publicada em junho. “Ela irá transmitir ao mundo que proteger o nosso ambiente é um imperativo moral urgente e um dever sagrado para todas as pessoas de fé e as pessoas de consciência”, disse Ban.
A teóloga Teresa Berger, da Universidade Yale, nos EUA, disse ao jornal The Guardian que a encíclica papal deverá trazer uma visão teológica que considera a exploração sem limites da Terra “um pecado”.
Fonte: Observatório do Clima
Leia também: "Vaticano e ONU querem governo mundial"
E assista a esta reportagem veiculada pela Globo.
A “Declaração de Líderes Religiosos, líderes políticos, líderes empresariais, cientistas e profissionais de desenvolvimento” mostrou especial preocupação com comunidades mais pobres e mais vulneráveis ao aumento da frequência de secas, tempestades extremas, ondas de calor e elevação do nível do mar. O documento reforça a necessidade de um acordo ambicioso em Paris.
“O mundo tem ao seu alcance tecnologia, meios financeiros e know-how para mitigar a mudança climática e ao mesmo tempo acabar com a pobreza extrema, por meio da aplicação de soluções de desenvolvimento sustentável, incluindo a adoção de sistemas de energia de baixo carbono apoiados pelas tecnologias da informação e da comunicação”, diz um trecho da declaração.
Os signatários pedem, ainda, que os países desenvolvidos auxiliem e financiem os países pobres e mais vulneráveis e sugerem “a mudança do financiamento público de gastos militares para investimentos urgentes para desenvolvimento sustentável”.
Em seu discurso, Ban pediu aos líderes religiosos que ajudem a aumentar a consciência sobre o clima. “Ciência e religião não estão em desacordo sobre mudanças climáticas. Na verdade, estão totalmente alinhados”, afirmou. “A erradicação da pobreza extrema e a proteção do meio ambiente são valores que estão em plena consonância com os ensinamentos das grandes religiões [...]. Somos a primeira geração que pode acabar com a pobreza em nosso tempo de vida, e a última geração para combater a mudança climática antes que seja tarde demais.”
O secretário-geral da ONU reuniu-se durante cerca de meia hora com o papa Francisco, que afirmou que sua encíclica sobre mudança climática já está em tradução e deve ser publicada em junho. “Ela irá transmitir ao mundo que proteger o nosso ambiente é um imperativo moral urgente e um dever sagrado para todas as pessoas de fé e as pessoas de consciência”, disse Ban.
A teóloga Teresa Berger, da Universidade Yale, nos EUA, disse ao jornal The Guardian que a encíclica papal deverá trazer uma visão teológica que considera a exploração sem limites da Terra “um pecado”.
Fonte: Observatório do Clima
Leia também: "Vaticano e ONU querem governo mundial"
E assista a esta reportagem veiculada pela Globo.
domingo, 3 de maio de 2015
Palestra "A Controvérsia Criacionismo X Evolucionismo" na UFPR
Início: Segunda, 25 de maio de 2015, 18:45 h
Fim: Segunda, 25 de maio de 2015, 21:45 h
Onde: UFPR Reitoria: Rua General Carneiro, 460 - Edifício D. Pedro I, Anfiteatro 100.
Organizador: Luciellen d'Avila Giacomel Kobachuk
Palestrante: Dr. Nahor Neves Souza Jr.
Graduado em Geologia (UNESP)
Mestre em Geotecnia (USP)
Doutor em Engenharia (USP)
Professor e pesquisador da USP e UNESP durante 13 anos
Professor do UNASP-EC
Diretor da Sub-Sede Brasileira do Geoscience Research Institute - LLU/California.
Esperamos você!
Fim: Segunda, 25 de maio de 2015, 21:45 h
Onde: UFPR Reitoria: Rua General Carneiro, 460 - Edifício D. Pedro I, Anfiteatro 100.
Organizador: Luciellen d'Avila Giacomel Kobachuk
Palestrante: Dr. Nahor Neves Souza Jr.
Graduado em Geologia (UNESP)
Mestre em Geotecnia (USP)
Doutor em Engenharia (USP)
Professor e pesquisador da USP e UNESP durante 13 anos
Professor do UNASP-EC
Diretor da Sub-Sede Brasileira do Geoscience Research Institute - LLU/California.
INSCREVA-SE AGORA!
Para saber mais, acesse A Controvérsia Criacionismo X Evolucionismo .
Compartilhe este evento com seus amigos nas redes sociais.
Para saber mais, acesse A Controvérsia Criacionismo X Evolucionismo .
Compartilhe este evento com seus amigos nas redes sociais.
Esperamos você!
Marcadores:
ciência,
criacionismo,
evidências,
evolucionismo,
geografia,
geologia
sexta-feira, 1 de maio de 2015
De volta à Educação Adventista
Depois de 2 anos fora da Rede Adventista de Ensino, estou de volta a essa rede que amo muito e apoio todos os dias.
Ministrarei aulas de Geografia no Colégio Adventista do Boqueirão, em Curitiba, na parte da manhã.
Já servi ao Senhor no Colégio Adventista do Centenário, Curitiba (2011-2013) e Colégio Adventista de São José dos Pinhais (2012-2013), e agora Deus me deu a oportunidade de O servir no Boqueirão.
Trabalhei como professor PSS (temporário) de 2013 a 2014 na Rede Pública Estadual de Ensino do Paraná, trabalhando com alunos do fundamental II e alunos do CEEBJA (educação de jovens e adultos).
Hoje, sou professor concursado da SEED-PR (Secretaria de Estado da Educação do Paraná), nomeado este ano de 2015, assumindo aulas como professor padrão (QPM) no período da tarde, com alunos do ensino regular Fundamental II e à noite com alunos do CEEBJA.
Dessa forma, de manhã, trabalharei no CAB (Colégio Adventista do Boqueirão), à tarde como professor QPM do Estado e à noite (por enquanto) no CEEBJA. É agora que fico rico (rs)...
Ministrarei aulas de Geografia no Colégio Adventista do Boqueirão, em Curitiba, na parte da manhã.
Já servi ao Senhor no Colégio Adventista do Centenário, Curitiba (2011-2013) e Colégio Adventista de São José dos Pinhais (2012-2013), e agora Deus me deu a oportunidade de O servir no Boqueirão.
Trabalhei como professor PSS (temporário) de 2013 a 2014 na Rede Pública Estadual de Ensino do Paraná, trabalhando com alunos do fundamental II e alunos do CEEBJA (educação de jovens e adultos).
Hoje, sou professor concursado da SEED-PR (Secretaria de Estado da Educação do Paraná), nomeado este ano de 2015, assumindo aulas como professor padrão (QPM) no período da tarde, com alunos do ensino regular Fundamental II e à noite com alunos do CEEBJA.
Dessa forma, de manhã, trabalharei no CAB (Colégio Adventista do Boqueirão), à tarde como professor QPM do Estado e à noite (por enquanto) no CEEBJA. É agora que fico rico (rs)...
Deus é bom e eterno é o Seu amor!
"Educação Adventista, sucesso junto ao Mestre!"
Professor André Luiz Marques
Marcadores:
Adventismo,
educação,
estudos,
geografia
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Programa "Origens" estreia na TV Novo Tempo
PROGRAMA “ORIGENS” NA TV NOVO TEMPO
Canais da TV Novo Tempo: Sky - Canal 14; NET - 184; Oi Livre - 214
Ou pela internet em: http://novotempo.com/tv/aovivo/
No próximo dia 1º de maio, sexta-feira às 19:30 hs., a TV Novo Tempo iniciará a apresentação da série de vídeos “Origens”, com programas inéditos sempre às sextas-feiras, que continuará com outros documentários sobre a temática das Origens, com a participação de renomados cientistas, incluindo alguns associados da SCB. Convide seus amigos para assistir essa interessante programação criacionista.
Estes programas serão também reprisados aos Sábados às 12:30 e às 23:30, às terças-feiras às 10:30 e às quintas-feiras às 23h.
Divulgue junto aos seus amigos e interessados.
Veja também todos os nossos sites em www.criacionismo.org.br
Marcadores:
criacionismo,
estudos,
evangelismo,
evidências,
origens
I Simpósio Criacionista - Espaço Novo Tempo de Curitiba
Clique sobre a imagem para ampliá-la.
Para inscrições e maiores informações acesse: http://scent.asp.org.br/
Marcadores:
Adventismo,
criacionismo,
design inteligente,
estudos,
evidências,
evolucionismo
Assinar:
Postagens (Atom)























