quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

A Era do Homem



Do nosso amigo Sérgio Lutzer.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

sábado, 26 de janeiro de 2013

A criação revela um Deus de amor


Os nove pilares da teoria da evolução biológica

1. Em longo prazo, todos os seres vivos derivam, por transformações sucessivas, de seres vivos antecessores que deles eram diferentes.

2. Trata-se de um processo dotado da mais ampla continuidade e, por isso, todos os seres vivos guardam, entre si, certo grau de relacionamento evolutivo.

3. Esse processo teve início com o surgimento da vida a partir de matéria não viva (inorgânica).

4. A evolução é tanto um fenômeno do passado quanto do presente; tudo leva a crer que será também um fenômeno do futuro.

5. As causas desse processo são hoje as mesmas que atuaram no passado mais longínquo.

6. A mutação e a seleção natural representam os fatores mais importantes de toda a evolução.

7. O processo evolutivo se deve às mesmas causas em todos os seus níveis – da mais elementar variação das frequências gênicas (microevolução) à origem das mais altas categorias sistemáticas (megaevolução). Isso significa que as mesmas causas provocam as diferenciações em nível de raça, espécie, gênero, etc., como de reino, filo, classe, ordem, etc.

8. A evolução é, em geral, lenta, gradual e contínua.

9. A evolução não realiza um projeto; é ateleológica. Nada estava previsto em seu curso. As direções da evolução são mero resultado da interação entre o acaso (mutação) e a necessidade (seleção natural).

Minha pergunta: Quanto disso é verdadeiramente científico, admitindo-se a priori que, por científico, entende-se aquilo que está testado e comprovado?

O próprio autor no texto, responde:

“Não há um item sequer da lista acima de nove pontos que esteja provado.” E, com espetacular franqueza (e honestidade intelectual), ele continua: “Eu, por exemplo, apesar de aceitar a Teoria Geral da Evolução (1 a 4), nada sei sobre o item 5, duvido muito do 6, acho que o 7 deve estar errado, creio que o 8 não é geral e nego totalmente o 9.”

(Newton Freire Maia, A Ciência por Dentro, Editora Vozes: Petrópolis, RJ; colaboração: Prof. Euler Bahia, reitor do Unasp)

Fonte: Criacionismo

Livro "Em Seis Dias"

Estou lendo o livro "Em Seis Dias: Por que 50 cientistas decidiram aceitar a criação", do Ph.D. John F. Ashton, traduzido pela Sociedade Criacionista Brasileira. Disponível no site da SCB (http://www.scb.org.br/) ou nas lojas da CASA Publicadora Brasileira. Dentre outros 40 cientistas (contando com Ashton) que explicam no livro suas razões de acreditar no criacionismo bíblico, temos: Jeremy L. Walter (engenheiro mecânico), Jerry R. Bergman (biólogo), Ariel A Roth (Biólogo e escritor de vários livros ligados ao assunto criação e evolução), Andrew Mcintosh (matemático), Dwain L. Ford (Químico), Nancy M. Darral (Botânica), Ker C. Thomson (geofísico), Walter J. Veith (zoólogo), Ben Clausen (físico nuclear), Andrew Snelling (geólogo) e Colin W. Mitchell (geógrafo). Um livro bem recomendado. 

André Luiz Marques

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Programa especial: "Em busca das origens"


Veja mais informações clicando aqui.

Nas mãos do Criador

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

sábado, 12 de janeiro de 2013

Jesus, o Criador - João 1:3


"Todas as coisas foram feitas por intermédio dele; sem ele, nada do que existe teria sido feito." (João 1:3)

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Estudo desvenda por que dedos enrugam na água

Cientistas da Universidade de Newcastle, na Grã-Bretanha, descobriram por quais motivos os dedos ficam enrugados após muito tempo na água. O estudo indica que isso pode ser uma vantagem adquirida pelo ser humano durante a evolução da espécie. Segundo a BBC, para chegar a essa conclusão, os pesquisadores fizeram um experimento. Eles selecionaram voluntários para pegar bolas de gude imersas em um balde d’água com uma mão, passá-las por uma pequena abertura para a outra mão e depositá-las em outro local. Com isso, os cientistas descobriram que quem estava com os dedos enrugados pela umidade concluía a tarefa mais rápido do que os voluntários com os dedos normais.

Antes, se pensava que os dedos enrugados indicavam o inchaço da pele por causa do contato prolongado com a água, como uma reação automática, mas sem função. Agora, os cientistas sugerem que as rugas têm a função de tornar mais fácil o manuseio de objetos na água ou em superfícies molhadas.

As rugas indicam um sinal de vasoconstrição em resposta à água em uma reação controlada pelo sistema nervoso. Por saber que o sistema nervoso controla essa reação, é possível entender que existe uma função por trás disso. Ficar com os dedos enrugados foi uma grande vantagem para os primatas sempre que eles precisavam caçar alimentos na natureza, característica importante que evoluiu com a espécie.

Agora, os cientistas se concentrarão em descobrir se essa reação também acontece entre outros primatas. A confirmação disso pode revelar que a função original dessas rugas pode ter sido locomotora, ou seja, ela ajudou os primatas a se deslocar em vegetação úmida ou árvores molhadas.

Fonte: Info

Nota do blog Criacionismo: Se você descobrisse um objeto que revela uma função específica, concluiria pelo “acaso” (ou, vá lá, mutações casuais selecionadas naturalmente) ou pelo design inteligente? Se desconhecem a função, os darwinistas deixam o mecanismo de lado. Quando descobrem a função, lá vem de imediato a “explicação”: foi a evolução. Note como o texto acima segue a regra: começa supondo que “pode ser” que o enrugamento dos dedos tenha sido uma “vantagem evolutiva”, para depois encerrar afirmando que essa característica “evoluiu”. Típica estratégia de “lavagem cerebral”: apresenta-se a hipótese para depois afirmá-la. Agora releia este trecho: “As rugas indicam um sinal de vasoconstrição em resposta à água em uma reação controlada pelo sistema nervoso. Por saber que o sistema nervoso controla essa reação, é possível entender que existe uma função por trás disso.” O que “surgiu” primeiro: O processo de enrugamento? O mecanismo vasoconstritor? Ou a capacidade do sistema nervoso de disparar o processo? De que serviria qualquer um deles sem o outro? E como um funcionaria sem o outro? O corpo dos seres vivos está repleto desses sistemas de complexidade integrada e irredutível.[MB]

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

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