quarta-feira, 30 de abril de 2014

segunda-feira, 28 de abril de 2014

sexta-feira, 25 de abril de 2014

12 evidências que refutam a evolução dos pássaros

Muitas pessoas acreditam que os dinossauros ainda existem nos dias de hoje, e não só as pessoas que pesquisaram o Mokele-mbembe (o saurópode do Congo) ou o monstro do Lago Ness (que já foi descrito como um plesiossauro da Escócia). Os cientistas crentes na teoria da evolução pensam que os dinossauros ainda se encontram vivos hoje em dia, mas que a única diferença é que eles são chamados de aves.

A ciência é uma área que lida com tópicos que podemos estudar, observar e testar. Nunca foi visto um dinossauro (ou qualquer outro animal) a evoluir para um pássaro. Uma vez que não podemos observar o processo hoje em dia, temos que abandonar o campo da ciência e entrar na mais liberal arte forense. O cientista forense irá usar objetos que se podem testar, estudar e observar no presente como forma de confirmar ou refutar a sua hipótese em relação ao que aconteceu no passado. [Leia o artigo completo clicando aqui]

Preguiça tem estômago especialmente projetado

Design inteligente da preguiça
As preguiças de três dedos têm um desenho abdominal único: suas vísceras são fixadas nas costelas inferiores de forma a impedir que sejam espremidas contra os pulmões enquanto ficam penduradas de cabeça para baixo, revelou um estudo publicado nesta quarta-feira (23). Endêmica na América do Sul e Central, a preguiça passa grande parte da vida pendurada pelas patas traseiras para alcançar as folhas jovens e tenras que crescem na ponta dos galhos. Com seu metabolismo lento, a preguiça pode demorar um mês para digerir uma única folha e o animal é capaz de armazenar um terço de seu peso corporal em urina e fezes, que ela excreta cerca de uma vez por semana. “Isso significa que o estômago e o intestino compõem uma parte considerável de sua massa corporal”, disse Rebecca Cliffe, do Laboratório Swansea de Movimentação Animal em Gales, coautora do estudo publicado no Biology Letters, periódico da Royal Society. “Com sua fonte de energia limitada, seria energeticamente muito custoso, se não impossível, para a preguiça respirar enquanto permanece de cabeça para baixo”, afirmou à AFP.

Cliffe e uma equipe de pesquisas disseram acreditar ter resolvido o mistério: muitas aderências únicas no abdômen ancoram órgãos como fígado, estômago e rins, evitando que pressionem o diafragma enquanto o animal está em posição invertida. “Essas aderências aparentemente inócuas provavelmente são importantes para a provisão de energia e a sobrevivência do animal”, destacou o estudo. Segundo Cliffe, elas poderiam reduzir em 13% o gasto de energia da preguiça.

Fonte: G1 Notícias

Nota o blog Criacionismo: O que “surgiu” primeiro: o comportamento das preguiças ou o sistema de aderência delas? Se o comportamento era outro e elas viviam bem assim, para que mudar e sofrer com a ausência de um sistema de aderência? E, caso tivessem surgido antes do comportamento, para que serviriam as tais aderências e os órgãos "ancorados", se não houvesse um comportamento que os justificasse? [MB]

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Encontraram mesmo "outra Terra"?

Concepção do planeta Kepler 186-f
Desde a descoberta do primeiro planeta a orbitar uma estrela similar ao Sol, em 1995, a humanidade estava à espera deste anúncio. Finalmente ele chegou, com toda pompa e circunstância, num artigo publicado no periódico científico Science: encontramos um planeta praticamente idêntico à Terra orbitando outra estrela numa região que o torna capaz de abrigar água líquida – e vida – em sua superfície. O anúncio foi feito na tarde de [ontem] numa entrevista coletiva conduzida pela Nasa [...]. O planeta orbita uma estrela chamada Kepler-186 e tem, segundo as estimativas, praticamente o mesmo diâmetro da Terra – 1,1 vez o do nosso mundo. Até onde se sabe, ele é o quinto a contar de seu sol e leva 129,9 dias terrestres para completar uma volta em torno de sua estrela. Ou seja, um ano lá dura mais ou menos um terço do que dura o nosso.

A estrela-mãe desse planeta é uma anã vermelha com cerca de metade do diâmetro do nosso Sol, localizada a cerca de 490 anos-luz daqui. Um dos aspectos interessantes dessa descoberta em particular é que, além de estar na chamada zona habitável – região do sistema em que o planeta recebe a quantidade certa de radiação de sua estrela para manter uma temperatura adequada à existência de água líquida na superfície –, o planeta está suficientemente distante dela para não sofrer uma trava gravitacional. Caso fosse esse o caso, o Kepler-186f, como foi batizado, teria sempre a mesma face voltada para a estrela, como acontece, por exemplo, com a Lua, que sempre mostra o mesmo lado para a Terra. Embora modelos mostrem que a trava gravitacional não é um impeditivo definitivo para ambientes habitáveis (a atmosfera trataria de distribuir o calor), é sempre melhor ter um planeta com dias e noites, em vez de um em que um hemisfério é sempre aquecido pelo Sol e outro passa o tempo todo na fria escuridão.

Numa nota pessoal, lembro-me de ter já conversado antes com Elisa Quintana, pesquisadora da Nasa que é a primeira autora da descoberta. Em 2002, ela produziu uma série de simulações que mostravam que o sistema Alfa Centauri – o trio de estrelas mais próximos de nós, sem contar o Sol – podia abrigar planetas de tipo terrestre na zona habitável. Imagino a realização pessoal dela de, depois de “conceber” por tantos anos mundos como esse em computador, finalmente poder reportar uma descoberta dessa magnitude. Não de uma simulação, mas da fria realidade da observação!

Trata-se de um momento histórico. A partir de agora, os astrônomos devem se concentrar cada vez mais na busca de outros mundos similares à Terra e a Kepler-186f, gerando alvos para futuras observações de caraterização – a efetiva análise da composição desses mundos e suas atmosferas –, em busca, quem sabe, de evidências de uma outra biosfera. Nosso planeta está prestes a ganhar muitas companhias.

Fonte: Folha de São Paulo

Nota do blog Criacionismo: Não basta estar na “zona habitável” e não ter trava gravitacional para que um planeta reúna as condições necessárias para manter a vida. Na Terra, são milhares de condições finamente ajustadas que possibilitam a existência da vida. O que os evolucionistas fazem é partir do pressuposto (complicadíssimo de ser evidenciado) de que a vida surgiu aqui em nosso planeta e que, portanto, poderia surgir também em planetas relativamente parecidos com o nosso. É uma fé dupla: em pressupostos questionáveis (e extrapolados para além do nosso mundo) e no hipotético encontro com seres extraterrenos. [MB]

Nota deste blog: Até que ponto chegam os defensores do evolucionismo... Não conseguem nem explicar o surgimento da vida na Terra por fatores puramente naturais e ainda querem nos fazer acreditar que poderia haver o surgimento de vida espontânea em outro planeta, levando-se em consideração apenas o acaso. É muita fé no irracional. A probabilidade de haver um planeta com as mesmas condições que a Terra tem para abrigar a vida, frágil como ela é, é extremamente pequena, pra não dizer totalmente nula. Aí alguém, ao ler isso, vai e pergunta: e se nessa baixíssima probabilidade pudesse ter acontecido outro milagre do acaso e outro planeta habitável pudesse existir com vida e tudo lá, tudo por acaso? Bom, respondo então que seja feliz com sua crença, mas eu não tenho tanta fé assim no acaso. Para haver vida aqui na Terra, um conjunto incontável de fatores muito bem regulados e planejados teve que ser colocado, tudo ao mesmo tempo, funcionando como se fosse um relógio suíço, muito preciso. Alguns poucos exemplos da lista incontável e indispensável: A distância da estrela ao planeta deveria ser ideal; a velocidade de translação e rotação deveriam ser adequadas; a massa do planeta, bem como sua composição, pressão e temperatura atmosféricas deveriam ser finamente ajustadas; sua composição rochosa deveria dar condições minerais para a vida; o campo magnético e camadas da atmosfera deveriam estar funcionando muito bem para poder proteger o planeta de meteoros e/ou radiação cósmica; o satélite natural desse planeta deveria estar em uma órbita perfeita para regular as marés e criar o movimento de precessão do planeta, tão importante para a manutenção da vida; dentre muitos outros fatores indispensáveis. Uma coisa que quero deixar claro é que acredito sim na existência de outros planetas habitáveis no Universo, mas são obras de uma criação totalmente bem elaborada pelo Criador do Universo, mas não estarão ao alcance de seres pecadores como nós (somente os remidos em Cristo os verão). Fé por fé (fé no acaso ou fé num plano inteligente), fico com a mais racional, pois as evidências de design inteligente me fazem raciocinar que há um Projetista para tamanha perfeição do Universo, com destaque para o nosso planeta, que é um verdadeiro milagre no Universo, um Deus criador que se revela por meio da Bíblia. [ALM]

"No princípio criou Deus o céu e a terra." (Gênesis 1:1)

"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez." (João 1:1-3)

"Pois ele falou, e tudo se fez; ele ordenou, e tudo surgiu." (Salmos 33:9)

sexta-feira, 11 de abril de 2014

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