sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Algumas das evidências da existência de Deus



Na Bíblia, a maior evidência da existência de Deus é o amor inigualável que Jesus Cristo demonstrou pelas pessoas. Hoje, a maior evidência da existência de Deus é a transformação que o Evangelho da Salvação causa naqueles que aceitam Jesus de coração, de toda alma (ser) e de todo o entendimento; correspondendo ao Seu grande amor e refletindo o caráter de Cristo sobre as outras pessoas.

Catastrofismo: uma proposta criacionista de grande impacto

Catastrofismo é uma hipótese científica, utilizada tanto pelos criacionistas quanto pelos naturalistas. Em resumo ela diz que a Terra tem sido afetada por eventos violentos, repentinos e de curta duração, com implicações locais ou globais.

Um exemplo típico é a teoria associada com a suposta extinção dos dinossauros. Segundo esta teoria, a 65 milhões de anos atrás o impacto causado por um asteróide de cerca de 10 km de diâmetro teria colocado um fim ao período Cretáceo. 70% de todas as espécies, incluindo os dinossauros, teriam sido extintas.

O paradigma dominante da geologia naturalista, o uniformitarismo, também conhecido por gradualismo, tem sido mais flexível nos dias atuais quanto a esta questão, procurando integrar uma visão onde eventos catastróficos sejam considerados como parte da história do planeta Terra.

O Catastrofismo É Observável

Eugene M. Shoemaker, fundador do campo conhecido por Ciência Planetária,

foi o primeiro a provar que impactos causados por meteoros e asteróides afetam tanto a vida quanto o biosistema do planeta Terra.1 Seus estudos mostraram também que eventos causados por impactos são muito comuns no sistema solar.

O evento mais recente, que ilustra esta descoberta, foi a seqüência de impactos causados pelas partes do cometa Shoemaker-Levy 9 no planeta Júpiter [foto acima, à direita], entre os dias 16 e 22 de julho de 1994. Foram 21 impactos ao todo. O maior deles, o do fragmento G, atingiu o planeta Júpiter no dia 18, deixando uma mancha escura de aproximadamente 12.000 km de diâmetro e liberando uma energia equivalente a 6 milhões de megatons (todo o arsenal atômico que existe no planeta liberaria uma energia 750 vezes menor!).

Dr. Shoemaker observou corretamente que tais eventos deixam “marcas” nos corpos celestes, sejam eles planetas ou luas. A nossa própria Lua é um exemplo com as suas muitas crateras.

Causas e Efeitos

Catástrofes naturais são decorrentes de várias fontes distintas. Por fontes naturais a ciência entende que são aquelas não resultandes da intervenção do ser humano, como é o exemplo do aquecimento global que o planeta Terra vem experimentando.

Estas catástrofes naturais podem ser categorizadas especialmente pela sua origem: impactos, atividades vulcânicas, atividades sísmicas e atividades atmosféricas. Para o estudo de cada uma delas, a ciência utiliza-se de áreas que se combinam para dar uma explicação o mais completa possível do evento e das suas implicações.

A avaliação dos efeitos de tais eventos, tanto na estrutura geoclimática do planeta como na performance do ecosistema e da biodiversidade que nele existe, é de grande interesse para a ciência, pois possui profundas implicações na averiguação das teorias relacionadas com as origens.

Permanecendo no Erro

O planeta Terra, não pode ter sido sempre igual ao que ele é hoje, sendo que o atualismo evolucionista (uniformitarismo) não é uma pressuposição científica consistente com a evidência.

Mudanças que ocorreram na superfície da Terra no passado podem ser explicadas por meio de causas que estão em operação hoje. Podemos compreender o planeta hoje, estudando o seu passado. Portanto, o passado é a chave para entendermos o presente.

No entanto, as teses naturalistas sobre o planeta e a vida continuam sendo amplamente aceitas como verdadeiras e acima de qualquer contestação:

“O presente é a chave do passado.” (Sir Charles Lyell).2

“... contudo, num longo espaço de tempo as forças são balanceadas tão gentilmente, que a face da natureza permanece uniforme por longos períodos de tempo, embora, seguramente a mais simples futilidade dá a vitória a um organismo sobre um outro. Todavia a nossa ignorância é tão profunda, e tão alta a nossa presunção, que nos maravilhamos quando ouvimos da extinção de um organismo; e como não vemos a causa, nós invocamos cataclismas para devastar o mundo, ou inventar leis sobre a duração das formas de vida!” (Charles Darwin).3

Quando comparamos estas citações, que são a base do pensamento naturalista, nos perguntamos: Até quando a ciência permanecerá de olhos fechados para a evidência? Até quando ela irá falar de destruição em massa devido a eventos cataclísmicos e continuar aceitando o atualismo?

Referências

1. http://www.britannica.com/eb/article-9114891/
Shoemaker-Eugene-Merle

2. Charles Lyell, Principles of Geology, John Murrey, London, First Edition, 1830, Vol 1.

3. Charles Darwin, The Origin of Species, John Murrey, London, First Edition, 1959, p. 74.

Este artigo está baseado numa parte do Capítulo 7 “A Origem do Catastrofismo: Geofísica e Hidrodinâmica” do livro “Como Tudo Começou – Uma Introdução ao Criacionismo

Fonte: Universo Criscionista

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Nota: Estou lendo este livro (Como tudo Começou) e, em especial, gostei do capítulo 7, pois trata de um tema muito ligado à ciência geográfica, onde a explicação criacionista sobre a deriva continental e a tectônica de placas, por exemplo, é apresentada como sendo fatos decorrentes do catastrofismo. E isso encontra plena coerência com os relatos bíblicos. Leia Gênesis 7: 10-24 e associe com o exposto nesta postagem junto com um rápido estudo em vídeo sobre a teoria criacionista das hidroplacas, para compreender melhor o porquê do catastrofismo ser uma hipótese que faz tanto sentido do ponto de vista científico.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Astrofísica da Nasa dará palestra hoje às 20h


A astrofísica brasileira Gladys Vieira Kober, que trabalha para a Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) e é mestre em astrofísica extragalática, ministrará a palestra “Evidências da existência de Deus”, baseada no livro Um Ateu Garante: Deus Existe, do filósofo e ex-ateu Anthony Flew. Você pode acompanhar a programação ao vivo, hoje, às 20 horas, neste link.

[Lido no blog Criacionismo.com.br]

Nota: Não vou poder assistir ao vivo esta palestra, que parece ser bem interessante, pois estarei em aula. Mas quem puder assista, deverá valer muito a pena. Depois vou ver se dará para assistir a palestra gravada e expor aqui neste blog.

Trilobita: o enigma da complexidade

Traduzido por Márcia Oliveira de Paula

Introdução

O mundo atual está na crista da onda do aumento de informações na área de Biologia Molecular. As informações estão sendo geradas tão rapidamente que é impossível que os pesquisadores da área se mantenham atualizados com o fluxo de dados; assim, a interpretação fica atrasada em relação ao surgimento dos dados. Nossa compreensão das complexidades de estrutura e função dentro da célula é revolucionada mais e mais quando descobrimos novos detalhes dos processos celulares. Neste contexto, é uma tragédia particular que nós continuamos, cegamente, dogmatizando uma teoria fundamental da biologia que tem mais de 150 anos: a teoria da evolução.

É compreensível que Darwin e outros dos primeiros protagonistas da teoria da evolução não levassem em conta as dificuldades envolvidas na evolução de formas de vida complexas, quando quase nada se conhecia sobre elas. Este era o caso quando Darwin começou a formalizar sua versão de uma teoria para a evolução espontânea e não dirigida de formas de vida, na primeira metade do século 19. O mesmo aconteceu no século subsequente. Mas, durante os últimos 30 anos, o quadro tem sido mudado pelas ferramentas da sistemática molecular moderna, juntamente com os avanços em nossa compreensão dos processos celulares e moleculares em uma ampla variedade de organismos. Agora é impossível fazer comparações detalhadas dos aspectos moleculares de uma grande variedade de organismos e construir ligações filogenéticas entre estes organismos, baseando-se nestas comparações. Com estas poderosas ferramentas à disposição, não é mais necessário supor que tipos de processos operavam nos organismos extintos, que não estão mais à disposição para serem estudados. Muito da arquitetura molecular de tais formas pode ser reconstruída a partir de dados facilmente disponíveis para nós atualmente. As conclusões de tal trabalho são muito surpreendentes e compreendem o tópico desta apresentação.

[Leia o artigo completo clicando aqui]

Pesquisa descobre milhares de espécies no fundo do mar

As obscuras e frias profundidades marinhas estão longe de ser desérticas: milhares de espécies animais, algumas delas fora do comum, vivem entre os 200 e os 5 mil metros de profundidade, revela uma equipe internacional de cientistas, depois de 10 anos de trabalho e mais de 200 expedições.

Mais de dois mil estudiosos de 80 países participam do primeiro "Censo da Vida Marinha", um catálogo da fauna das profundidades oceânicas, que teve as primeiras conclusões divulgadas domingo em Washington. Sua publicação está prevista para 4 de outubro de 2010, em Londres.

Desde o lançamento deste projeto, em 2000, foram indexadas 17.650 espécies, entre elas vários tipos de caranguejos, camarões e outras muitas criaturas raras que vivem 200 metros abaixo da superfície do mar - profundidade limite alcançada pelos raios de Sol.

A maioria se alimenta sobretudo de excrementos de animais. Outros se nutrem de bactérias que decompõem hidrocarbonetos, enxofre e metano, assim como de esqueletos de baleia que jazem no fundo dos oceanos.

Para a investigação, os cientistas recorreram a câmaras, sonares e à tecnologia de ponta como minissubmarinos robotizados ou controlados por especialistas, capazes de descer a até 5 mil metros de profundidade.

Edward Vanden Berghe, que dirige o Sistema de Informação Biogeográfica dos Oceanos (Obis), do "Censo de Vida Marinha", assinalou que, como é de esperar, o número de espécies registradas diminui consideravelmente ao aumentar a profundidade.

No entanto, os biólogos do Obis puderam catalogar até agora 5.722 espécies que se desenvolvem a mais de mil metros de profundidade, precisou.

Os cientistas - entre eles 344 de 34 países que estão diretamente envolvidos no inventário de espécies - destacaram que seus trabalhos deixaram em evidência a abundância, a diversidade e a distribuição da fauna marinha dos fundos oceânicos, considerados até então vazios.

"A abundância de vida existe em função, principalmente, dos nutrientes disponíveis e diminui rapidamente com a profundidade", observou Robert Carney da Universidade de Louisiana (sul). "É nas margens extremas da plataforma continental onde encontramos a transição entre a abundância de nutrientes resultantes da fotossíntese e a pobreza das profundidades sem luz do oceano", explicou.

Ele destacou que tal diversidade animal é difícil de compreender uma vez que o lodo que reveste as grandes profundidades parece uniforme e pobre em nutrientes. "Esta grande diversidade reflete, pois, as intrigantes adaptações e as surpreendentes estratégias de sobrevivência das espécies", acrescentou.

Entre as criaturas mais estranhas observadas, citam um peixe "raro e alongado de cor laranja" definido como um "neocyema" capturado em profundidades de entre 2 mil e 2,5 mil metros sobre a dorsal de metade do Oceano Atlântico. Até agora, só cinco especímens foram capturados.

Outro encontrado na mesma zona, a uma profundidade de mil a 3 mil metros, recorda o elefante voador "Dumbo" de Disney pelo enorme par de orelhas que lhe servem de asas.

O espécimen capturado media cerca de dois metros de comprimento e pesava seis quilos. O site do projeto na internet é o www.coml.org.

Fonte: Site Terra
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Nota: "E disse Deus: Produzam as águas cardumes de seres viventes; e voem as aves acima da terra no firmamento do céu. Criou, pois, Deus os monstros marinhos, e todos os seres viventes que se arrastavam, os quais as águas produziram abundantemente segundo as suas espécies; e toda ave que voa, segundo a sua espécie. E viu Deus que isso era bom. Então Deus os abençoou, dizendo: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei as águas dos mares; e multipliquem-se as aves sobre a terra. E foi a tarde e a manhã, o dia quinto." (Gênesis 1: 20-23).

Lembrando que "espécie" em Gênesis não é o mesmo "espécie" da categoria taxonômica. Criacionismo sim, Fixismo não.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Presidente Evo Morales visita a Universidade Adventista da Bolívia

Cochabamba, Bolívia… [ASN] O presidente da Bolívia, Evo Morales, visitou, na manhã de 19 de novembro, a Universidade Adventista da Bolívia.

O líder do país, juntamente com seu assessor Iván Canelas, a ministra da Justiça, Celima Torrico, e o prefeito de Cochabamba, foram recebidos pelas autoridades acadêmicas da Universidade.

No escritório do reitor, Tito Benavidez, o presidente Evo Morales expressou seu respeito e admiração pela educação adventista. “Vocês ajudam o estado boliviano na área da educação. Universidades como esta são importantes porque profissionalizam a juventude boliviana” agradeceu Morales.

Em seguida, em um programa especial realizado no Coliseu da Universidade, que estava lotado, o diretor de Educação da União Boliviana, Dr. Javier Guerrero, explicou aos presentes a filosofia da educação cristã. Após suas palavras, o presidente Morales fez um discurso destacando os valores da igreja, da educação adventista e ressaltando a importância da educação privada e da liberdade religiosa.

Falando sobre a visita, o presidente da União Boliviana, pastor Roberto Gullón, enfatizou que “tudo saiu muito bem. Foi uma oportunidade para que nos conhecessem melhor”.

Como lembrança foram entregues ao presidente Evo Morales uma Bíblia personalizada, o DVD do centenário da Igreja Adventista na Bolívia e o livro “Tiempo de Esperanza”. [Equipe ASN - Emilio Espinoza / Márcia Ebinger]

Fonte: Portal Oficial da IASD
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Nota: Aproveitemos a certa liberdade religiosa que ainda dispomos na América Latina para evangelizar (ou reevangelizar) tanto a poderosos como a simples cidadãos. Jesus está voltando...

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Micro-avião "feinho" bate recordes de eficiência aerodinâmica


Feiura eficiente

À primeira vista, o Mavion não impressiona em nada: ele não é bonito e não parece transmitir aquele apelo tão característico das últimas inovações tecnológicas.

Mas a eficiência parece não precisar ser necessariamente bela: o pequeno micro-avião bateu todos os recordes de eficiência aerodinâmica, podendo alterar entre o modo avião e o modo planador de forma a otimizar tanto o tempo de voo quanto a distância percorrida.

O Mavion também mostrou-se altamente resistente a impactos, o que o torna adequado para operações em terrenos desconhecidos, com a posterior recuperação do aparelho.

Avião-planador

O projeto é do engenheiro Jean-Marc Moschetta, do Instituto Superior de Aeronáutica e Espaço, localizado em Toulouse, na França.

"A visão geral no desenvolvimento do bimotor Mavion foi criar um avião de asas fixas que possa ser facilmente adaptado como um planador, mas também para pousar em locais pequenos e estreitos," diz Moschetta.

O micro-avião tem 30 centímetros de envergadura - distância entre as pontas das asas - e dois motores com hélices girando em sentidos opostos. Segundo Moschetta, isso é crucial para que a alteração entre o modo planador e o modo avião possa ser feita de forma totalmente suave.

Voo vertical

Os ganhos com aerodinâmica foram tão significativos, que o pesquisador afirmou que já está planejando o desenvolvimento de uma versão capaz também de voar verticalmente.

"O objetivo definitivo do conceito é demonstrar uma capacidade dupla de voo usando o mesmo veículo: o voo rápido para frente e a capacidade de planar," diz o engenheiro. "Os dois rotores de movimentos opostos oferecem uma forma simples de melhorar o controle de estabilidade, que é particularmente importante também no voo vertical."

Concordando que o design de seu micro-avião é "inovador, mas simplista" Moschetta afirma que o projeto tem grandes possibilidades de uso prático, principalmente em vigilância e sensoriamento.

Fonte: Redação do Site Inovação Tecnológica - 19/11/2009
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Nota: Pois é... mais uma maravilha inventada pelo homem. Mas o homem ainda continua "invejando" e muito as aves no que se refere à sua integração perfeita entre design e eficiência em voo, se inspirando nesses animais para elaborar suas máquinas voadoras, que ainda assim, deixam muito a desejar em relação a elas, as aves. Inspiração esta ilustrada na 1ª imagem mostrada logo abaixo.

Aves como uma espécie de falcão chamado de Cinereous Harrier ( 2ª foto logo abaixo), podem fazer manobras incrivelmente bruscas, rápidas e precisas (de forma simultânea) ao voar para capturar suas presas, onde o homem ainda não pôde criar uma máquina que faça como o Harrier, neste ponto.

Se é tão trabalhoso e difícil, mesmo para cientistas que se debruçam durante anos num projeto como o daquele aviãozinho, que diremos pois, do acaso cego e burro ter produzido seres tão belos e ao mesmo tempo extremamente funcionais, como os pássaros?

Gosto muito de aeronaves e dos animais que voam, tendo como especiais o avião de caça AV-8 Harrier Jump Jet (admiro-o por ser capaz também de pairar e pela sua tecnologia, e não pela sua função, que é combater) e o Colibri (espécie de beija-flor mostrada na 3ª foto abaixo), que é uma ave que revela um design inteligente encantador, sendo uma das obras-primas do Criador, na minha opinião. A propósito, o avião AV-8 Harrier foi inspirado no falcão Harrier (que é capaz de pairar, além das outras habilidades já citadas), conforme já evidencia a relação dos nomes, claro.


Leia também: Super olho de camarão inspira nova geração de DVDs [e revela design inteligente]

A ideologia darwinista e a mídia tupiniquim

Em termos de benefícios para a humanidade, o que seria mais importante: saber que “os mais aptos sobrevivem” ou conhecer mecanismos que impeçam a proliferação de doenças e que as eliminem? O que seria mais relevante pensando no bem-estar do homem de um modo geral: a Teoria da Evolução ou a descoberta da vacina? Quem, sob este aspecto, mereceria mais mérito e prestígio: Charles Darwin, Isaac Newton, Alexander Fleming, Albert Sabin ou Wilhelm Conrad Röntgen? Por que então a ênfase dada à Seleção Natural pela mídia é infinitamente mais comum do que, por exemplo, a descoberta do RX e a Lei da Gravitação Universal? O que justificaria dar-se a Darwin muito mais honra do que a Wilhelm Röntgen? Mesmo excluindo as descobertas médicas, por que a mídia, especialmente a mídia tupiniquim, coloca Isaac Newton em segundo plano, dando ao naturalista inglês Charles Darwin um glamour digno apenas das grandes celebridades?

Ora, a resposta é tão óbvia que o termo óbvio seria assim completamente desnecessário!
Charles Darwin, antes de qualquer cousa propôs, não uma nova ciência, mas uma "nova" ideologia. Ele fincou a base daquilo que se conhece por naturalismo filosófico, como uma reação aos ideais criacionistas que imperavam no seu tempo. E isso ele deixa bem claro no seu livro: “A Origem do Homem e a Seleção Sexual”, quando discorre acerca dos motivos que o levou a escrever seu outro livro “A Origem das Espécies”:


"Seja-me permitido dizer, como justificativa, que tinha em mente dois assuntos distintos: o primeiro, o de que as espécies não haviam sido criadas separadamente; e o segundo, o de que a seleção natural tinha sido o agente principal das mudanças, embora largamente coadjuvado pelos efeitos hereditários dos hábitos e claramente pela ação direta das condições ambientais. Contudo, não tenho sido capaz de neutralizar a influência da minha primitiva opinião, então quase universal, de que cada espécie fora criada intencionalmente e isto levou ao tácito assentimento de que todo particular da estrutura, com exceção dos rudimentos, tivesse uma determinada utilidade, embora desconhecida. Todo aquele que assim pensasse, naturalmente poderia estender em muito a ação da seleção natural, tanto no passado como no presente. Alguns daqueles que admitem o princípio da evolução, mas rejeitam a seleção natural, ao tecerem críticas ao meu livro parecem esquecer que eu tinha pelo menos dois objetivos em mente. Com efeito, se me equivoquei ao atribuir à seleção natural uma excessiva importância, a qual hoje estou bem longe de admitir, ou se lhe exagerei o poder que em si mesmo é provável, pelo menos espero ter prestado um bom serviço, ajudando a pôr por terra o dogma das criações separadas."

Fonte: "A Origem do Homem e a Seleção Sexual". Hemus Editora, página 76, 77.

E, aqui, uma pequena mostra de como funciona a ideologia darwinista nos bastidores da mídia tupiniquim:


[Lido no blog Humor Darwinista]

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

A Bíblia não apoia a escravidão

Nunca foi plano de Deus a existência de dominantes e dominados, a ponto de o mais forte ou mais poderoso ou mais rico passar a explorar seu próximo como mão-de-obra escrava. O que lemos nas Escrituras, sobretudo no Antigo Testamento, sobre este tema, revela que existe relatado ali a escravidão e a "escravidão". Devemos entender que Deus apenas tolerou temporariamente a escravização de pessoas entre o povo de Israel porque este povo sofria grande influência da cultura de se escravizar dos povos dele vizinhos, estabelecendo Deus regras de como os israelitas deveriam tratar os seus servos, já que era um processo de reeducação do povo escolhido para ser luz para o mundo. Podemos ler estas regras em Êxodo 21:1-11, 23:9 e Deuteronômio 15:12-18, além de outros trechos bíblicos.

Há diferença entre escravo e “escravo” nas Escrituras. José, filho de Jacó, quando foi vendido aos egípcios, foi ser escravo de Potifar, assim como os israelitas foram escravizados, isto é, explorados contra sua vontade e sem receber nada em troca (a não ser maus tratos), no próprio Egito, logo após a morte de José, e na Babilônia. Os escravos dos povos vizinhos a Israel eram mau tratados e explorados de uma forma parecida como foram os escravos africanos, na Idade Média, pois não tinham o temor do Senhor. Os “escravos” dos hebreus eram tratados com dignidade, a pedido de Deus, quase como se fossem alguém da família. Isso quando os israelitas obedeciam a Deus, bem colocado, pois quando não, voltava a ser mais um povo a cometer pecado contra o direito à liberdade e dignidade humanas.

Ter um rei também foi influência dos povos vizinhos a Israel. Deus, em Seu plano perfeito, deveria ser o Rei de Israel, mas o povo pediu um rei humano e muitas vezes sofreu as consequências disso, onde um exemplo foi a maldade do rei Saul. Assim como os patriarcas e reis como Davi e Salomão terem mais de uma mulher também foi uma influência cultural e não fazia parte dos planos de Deus. Ao longo das histórias de cada patriarca ou rei nota-se os problemas que a poligamia trouxe a eles. Deus apenas deixou que sofressem as consequências de suas escolhas, ao não obedecerem o plano de felicidade proposto por Ele.

Deus não pactua com a ideia de escravização, pois se assim o fosse, escravizaria Satanás e os outros anjos maus no Céu, afim de não os dar chance de espalhar o pecado para este planeta – Deus permitiu a tentação sobre os homens (começando por Adão e Eva) para provar seu caráter perante os outros seres criados que vivem em outros mundos e no Céu, mediante o livre arbítrio. A origem da escravização está e sempre esteve no Diabo, e este influenciou muitos povos humanos, infelizmente.

O apoio da Igreja Católica Apostólica Romana sobre a escravidão de negros, na Idade Média, não tem nada a ver com as Escrituras Sagradas, os ensinos de Jesus Cristo. Peço para que não se faça confusão entre a tradição católica e a verdade que está na Bíblia. Como lemos no Novo Testamento, Jesus foi quem mais serviu aqui nesta terra. Disse que o que seria maior no Céu é aquele que mais serve aqui na Terra. Considerava todos, judeus ou gentios, como dignos do mesmo amor e morreu na cruz por cada um de nós, livres ou escravos. Além de ter confirmado a Lei de Deus (os Dez Mandamentos de Êxodo 20), que ordena não prejudicar ao próximo (isso inclui a escravização) e amar-Lhe de todo o coração e entendimento acima de tudo. Muito em breve Deus vai interferir e acabar definitivamente com o pecado e "pecadeiros" (como diz Leandro Quadros), incluindo os que praticam a escravização (mesmo que não declarada) ainda hoje.

André Luiz Marques

O fim do mundo será em 2012? - Estudo com o Dr. Rodrigo Silva



Rodrigo Silva é doutor em Teologia Bíblica e especialista em Arqueologia Bíblica.

Veja a sequência do vídeo selecionando as partes 2 e 3 no final de cada apresentação, no menu, ou clique aqui e acesse pelo Youtube.

Acesse o site www.ofimdomundo.com.br e obtenha maiores informações acerca do polêmico filme "2012. O fim do Mundo", recentemente lançado nos cinemas, relacionando com o que diz a Bíblia acerca do fim do mundo.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Igreja adventista lança site sobre o fim do mundo


Diante de tantas curiosidades, especulações e comentários a respeito do ano de 2012, a Igreja Adventista lança site para cobrir todos os detalhes do que realmente a Bíblia ensina a respeito do fim.

O site foi muito bem produzido e responde muito bem todas as indagações referentes a este tema. Vale a pena conferir.

Endereço: www.ofimdomundo.com.br

[Lido no blog do Gilberto Theiss]

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Walter Veith é uma fraude dos adventistas?

Sobre algumas críticas que andam fazendo aqui neste blog, sobre a idoneidade científica do doutor em zoologia e criacionista Walter J. Veith, temos algumas considerações a fazer.

Os adventistas fomos acusados de fraudar as informações sobre o Dr. Veith, onde um crítico "disse" que, ao contrário do que os adventistas dizem, o Walter Veith nunca foi ligado ao então Departamento de Zoologia da Universidade de Western Cape, África do Sul; o que não procede, conforme podemos constatar lendo as referências de alguns dos artigos elaborados por ele e publicados, por exemplo, no site base de periódicos científicos internacionais Web of Science (ISI Web of Knowledge), que é um site não ligado a denominações religiosas, incluindo a Igreja Adventista do Sétimo Dia. Infelizmente, a priori, só é possível acessar os artigos neste site tendo acesso à CAPES, sendo professor, pesquisador ou aluno de alguma instituição de ensino superior. Todavia, clique aqui e aqui para constatar o exposto naquele site por meio de duas imagens em print screen, a título de exemplo.

Inicialmente, Veith foi um grande defensor do evolucionismo; mas hoje, depois de notar que estava em um "barco furado", ele é um forte defensor do criacionismo, pesquisando e rodando o mundo dando palestras defendendo a Criação de forma coerente com a ciência e a interpretação correta dos relatos bíblicos sobre a Criação. Palestras estas como sobre o Dilúvio Universal no contexto do embate criacionismo versus evolucionismo.

Walter Veith é reconhecido principalmente por seus trabalhos na área da nutrição e criacionismo, onde um de seus trabalhos, o livro sobre nutrição Dieth and Health: Scientific Perspectives foi publicado pela editora CRC Press (possivelmente também não dá pra ver, para quem não tem acesso a um computador registrado. Tente digitar "Walter Veith" na barra de pesquisa do site ou clique aqui para ver em print screen). A CRC Press é uma das mais conceituadas editoras científicas do mundo, onde somente pessoas bem gabaritadas tem seus trabalhos ali publicados. A editora também não tem nenhum vínculo com a IASD.

Na postagem "Da evolução à criação: a jornada de fé do Dr. Walter Veith" haviamos nos equivocado, de fato, ao escrever que este pesquisador é chefe do departamento descrito logo acima (2º parágrafo), retificando a informação em "foi chefe", assim que descoberto o engano (até agradeço ao crítico pelo alerta).

Ah! E sobre a insinuação de o Ph. D. em Engenharia Mecânica e criacionista, Walter Brown, nunca ter escrito nada de científico, um exemplo é o livro In the Beginning: Compelling Evidence for Creation and the Flood, publicado no Center for Scientific Creation; além de outros trabalhos publicados. Mas claro, para alguns, para ser científica uma pesquisa tem que ser publicada nas revistas mais conhecidas como a Nature e a Science, por exemplo, onde se sabe que muitas destas revistas ou outras mídias tem um caso de amor com o darwinismo, muitas vezes barrando, por preconceito ideológico, o que vem a negar seu paradigma. Felizmente não foi o caso do trabalho publicado pelo cientista também criacionista Dr. Robert Gentry, sobre os radiohalos de Polônio como sendo as "impressões digitais" da Criação. O argumento deste trabalho é válido até hoje. Veja um estudo sobre isso, em vídeo, clicando aqui.

Agradeço ao Dr. Rodrigo Meneghetti por colaborar com as informações sobre o Dr. Veith.

André Luiz Marques
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