A atividade vulcânica na região onde atualmente está a Índia, e não um asteroide, teria causado a morte dos dinossauros, de acordo com um novo estudo. Ao longo de dezenas de milhares de anos, a lava escorreu do planalto de Deccan, uma região vulcânica perto de onde atualmente está a cidade de Mumbai. Essa atividade teria expelido toneladas de níveis tóxicos de dióxido de carbono na atmosfera e provocado a extinção em massa por conta de um aquecimento global e acidificação dos oceanos, segundo uma pesquisa da Universidade de Princeton. Os achados, apresentados na última semana em São Francisco, EUA, durante o encontro anual da União Americana de Geofísica, serviram como munição para o debate que discutiu se um asteroide ou um vulcão teriam provocado a morte dos dinossauros há 65 milhões de anos.
De acordo com a outra teoria, um asteroide gigante teria se chocado em Chicxulub, no México, há aproximadamente 65 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista], e liberado quantidades tóxicas de poeira e gás na atmosfera, o que teria bloqueado os raios do sol e causado um esfriamento da Terra, sufocando os dinossauros e causando envenenamento da vida marinha. O impacto do meteoro também poderia ter desencadeado atividades vulcânicas, terremotos e tsunamis.
Contudo, esse novo estudo mostra que o planalto de Deccan – uma das maiores províncias vulcânicas do mundo - já existia antes da extinção dos dinossauros e pode ter contribuído total ou parcialmente para a sua morte em massa. Em 2009, companhias de petróleo estavam perfurando a região da costa indiana e eles encontraram sedimentos enterrados a 3,3 quilômetros de profundidade. Os pesquisadores encontraram fósseis que datam do período Cretáceo-Terciário, quando os dinossauros foram varridos da face da Terra.
Junto com os fósseis, foram encontradas algumas pequenas espécies de plâncton, que estavam em conchas, após as camadas de lava, o que poderia indicar que isso aconteceu anos após as erupções [ou logo em seguida?]. Os fósseis, tanto de animais terrestres quando de vegetais, sugerem que os vulcões causaram extinção em massa tanto na terra quando no mar.
De acordo com os pesquisadores que defendem que o vulcão teria provocado a extinção dos dinossauros, um meteoro não seria capaz de produzir níveis tóxicos suficientes de enxofre e dióxido de carbono para aniquilar os animais de vez, mas isso poderia ter contribuído para a sua extinção.
Fonte: History
Nota do blog Criacionismo: Esqueça os milhões de anos e tente visualizar uma catástrofe ocorrida em tempo relativamente curto (dias, semanas ou meses), envolvendo provavelmente diversos impactos meteoríticos (não apenas um), rompimento da crosta terrestre com liberação de água sob pressão e muitos derrames de lava (em quantidade hoje praticamente inacreditável, não fosse o registro fóssil para atestar isso) e muita, muita água – fator que explicaria a fossilização em massa de incontáveis espécimes, não apenas dinossauros. Aliás, se os dinos tivessem morrido por causa de nuvens tóxicas ou algo assim, o cadáver deles teria ficado exposto e decomposto, não fossilizado, o que depende de sepultamento em água e lama. Finalmente, se a extinção dos dinossauros ocorreu (unicamente) por causa de atividade vulcânica ou impacto meteorítico, por que apenas eles (bem fortes) foram extintos? Pelo visto, derrames de lava, meteoritos, inundação, extinções em massa, etc., são eventos interligados que poderiam compor um único cenário catastrófico ocorrido há alguns milhares de anos. Um evento chamado dilúvio.[MB]
Leia também: "Meteoritos do dilúvio?", "Nasa 'absolve' asteroide por extinção dos dinossauros" e "Dilúvio universal e suas implicações"
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
sábado, 8 de dezembro de 2012
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Niemeyer inclui em seu livro uma Igreja Adventista do 7º Dia
Por que Niemeyer decidiu incluir em seu livro uma Igreja Adventista do 7º Dia?
Filho de Oscar Niemeyer Soares e Delfina Ribeiro de Almeida, Oscar Niemeyer nasceu em 15 de dezembro de 1907 no Rio de Janeiro, bem antes do homem ir à Lua. De origens múltiplas, o que lhe agrada particularmente, o arquiteto mais famoso do país gosta de ressaltar os nomes e suas raízes: Ribeiro e Soares, portugueses; Almeida, árabe; e Niemeyer, alemão. Apesar das origens familiares católicas se diz ateu. Suas convicções, no entanto, não o impediram de projetar várias obras sacras.
Niemeyer diz na introdução do livro “As Igrejas de Oscar Niemeyer” que a avó materna organizava missas todos os domingos em Laranjeiras, localidade onde nasceu, cresceu e casou-se com Annita Baldo, filha de imigrantes italianos da província de Pádua. A família era muito temente a Deus. O livro reúne imagens e desenhos de 16 obras como a Catedral de Brasília, o templo da Igreja Adventista do Sétimo Dia em Paricatuba, PA, e a famosa Igreja da Pampulha, inaugurada em 1943 em Belo Horizonte, Minas Gerais.
Aos 103 anos, o brasileiro Oscar Ribeiro de Almeida de Niemeyer Soares já viu de tudo no Brasil. Passou pelos governos de Getulio Vargas, Juscelino Kubitschek, Fernando Collor e Luiz Inácio Lula da Silva. Sobreviveu ao período das ditaduras. O pioneiro na exploração das possibilidades construtivas e plásticas do concreto armado teve um encontro inesquecível com o empresário Milton Soldani Afonso e um dos frutos é uma das mais belas obras de Niemeyer.
O sonho de Milton de se ter no Brasil uma Igreja Adventista do Sétimo Dia construída com um projeto de Niemeyer ganhou probabilidades com o amigo Peter Gasper. Um dos pioneiros do lighting design brasileiro que atua iluminando obras arquitetônicas, com destaque para as de Oscar Niemeyer. A ligação de Gasper com Niemeyer serviu de ponte para que Milton Afonso lançasse o desafio para o mestre da arquitetura.
“Quando disse que sou Adventista do 7º Dia, Niemeyer perguntou o que difere dos judeus, que também guardam o sábado. Contei que acreditamos na primeira e segunda vinda de Jesus, o Messias Salvador. Niemeyer pediu um tempo para pensar e logo diria se aceitaria meu convite para projetar um Templo Adventista. Aguardei a resposta em oração”. Milton Afonso, um homem de fé, sabia que Niemeyer seria um instrumento nas mãos do Criador. E assim aconteceu!
“Chegou o dia esperado. Niemeyer disse que atenderia meu pedido, faria o projeto arquitetônico de uma Igreja Adventista do 7º Dia e mais, não cobraria nada por isso. Oscar Niemeyer mandou parar a impressão do seu livro e incluiu na obra o único templo evangélico”. O livro “As igrejas de Oscar Niemeyer” acaba de ser lançado no Brasil com o sonho de Milton, que está sendo realizado no norte do país. Dr. Milton conta que decidiu erguer a “igreja de Niemeyer” em Paricatuba, no município de Benevides, Região Metropolitana de Belém, terra natal de sua esposa Arlete Afonso. Depois do Memorial da Cabanagem, construído em concreto, em 1985, o templo com mil lugares é a obra do ícone no estado. Com formas arredondadas, toda a estrutura é apoiada em uma cruz de concreto e aço. Fica a 40 quilômetros de Belém, no campus da Faculdade Adventista da Amazônia (FAAMA), ao custo de R$ 10 milhões.
“Continuo ateu, mas ultimamente sinto-me inclinado a fazer igrejas. Agora uma Igreja Adventista”. Oscar Niemeyer
A “luz” que Peter Gasper deu foi importante nesse processo. A generosidade e talento do artista Niemeyer fez a diferença e a ousadia de Milton Afonso foi só o que o Criador precisava para projetar uma obra diferenciada no Brasil.
Seja feliz!
(J.Washington)
Fonte: Novo Tempo
domingo, 25 de novembro de 2012
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
sábado, 17 de novembro de 2012
Batismo do meu tio José
Na foto ao lado, meu tio recém-batizado, José, e eu na Igreja Adventista do Sétimo Dia de São João do Ivaí/PR (17/11/12). Depois de mais de 50 anos na Assembleia de Deus, ao lado da minha tia, "Dona Dita", agora ele faz parte de nossa igreja. Que Deus seja louvado pela decisão dele e conforte seu coração por ter perdido a minha tia recentemente, por causa de um infarto em casa. Amém!
Estou muito feliz em vê-lo compartilhando conosco a alegria de aceitar Jesus como nosso Criador, Salvador e Senhor, aguardando o Seu breve retorno para nos buscar e vivermos no Céu eternamente, ao lado dos nossos queridos. Meu tio é o segundo da família a ser adventista, sendo eu o primeiro. Que Deus abençoe para que toda a minha família um dia venha a ser adventista também!
Meu tio conta que a primeira vez que teve contato com uma Bíblia foi em 1951, quando o interior do estado do Paraná ainda era sertão. E foi desde aquela primeira vez que ele teve conhecimento do sábado como o verdadeiro dia de guarda, conforme afirmam as Sagradas Escrituras do Gênesis ao Apocalipse, em especial em Êxodo 20:8-11 e confirmado em Mateus 5:17 e 18. Porém, tinha pouco entendimento para aceitar o sétimo dia, além de ter se casado com minha tia, que já era da Assembleia de Deus enquanto viva (faleceu em 03/10/12, com muita fé em Jesus, e certamente estará um dia no Céu, depois da ressurreição em Cristo Jesus descrita em I Tessalonicenses 4:13-18).
Meu tio viveu muito tempo na bebedeira e outras coisas do mundo, dando muito trabalho pra minha tia, mas tudo foi superado em nome de Jesus há muito tempo. Uma vez perguntei para o meu tio qual era o segredo deles para ter um casamento de mais de 50 anos de existência. Ele me respondeu que foi principalmente por causa da paciência dela com ele.
Hoje, para a honra e glória de Deus, meu tio aceita o sábado como o verdadeiro dia de guarda e aguarda a breve volta de Jesus. Porém, já nasceu trabalhando na obra do Senhor, pois está evangelizando os netos e me contou que vai enviar um DVD promocional da revista Vida e Saúde (CASA) para uma parente nossa. Que Deus abençoe meu tio, que vem dando um belo testemunho de como o amor de Deus transforma as pessoas! Amém!
André Luiz Marques
Estou muito feliz em vê-lo compartilhando conosco a alegria de aceitar Jesus como nosso Criador, Salvador e Senhor, aguardando o Seu breve retorno para nos buscar e vivermos no Céu eternamente, ao lado dos nossos queridos. Meu tio é o segundo da família a ser adventista, sendo eu o primeiro. Que Deus abençoe para que toda a minha família um dia venha a ser adventista também!
Meu tio conta que a primeira vez que teve contato com uma Bíblia foi em 1951, quando o interior do estado do Paraná ainda era sertão. E foi desde aquela primeira vez que ele teve conhecimento do sábado como o verdadeiro dia de guarda, conforme afirmam as Sagradas Escrituras do Gênesis ao Apocalipse, em especial em Êxodo 20:8-11 e confirmado em Mateus 5:17 e 18. Porém, tinha pouco entendimento para aceitar o sétimo dia, além de ter se casado com minha tia, que já era da Assembleia de Deus enquanto viva (faleceu em 03/10/12, com muita fé em Jesus, e certamente estará um dia no Céu, depois da ressurreição em Cristo Jesus descrita em I Tessalonicenses 4:13-18).
Meu tio viveu muito tempo na bebedeira e outras coisas do mundo, dando muito trabalho pra minha tia, mas tudo foi superado em nome de Jesus há muito tempo. Uma vez perguntei para o meu tio qual era o segredo deles para ter um casamento de mais de 50 anos de existência. Ele me respondeu que foi principalmente por causa da paciência dela com ele.
Hoje, para a honra e glória de Deus, meu tio aceita o sábado como o verdadeiro dia de guarda e aguarda a breve volta de Jesus. Porém, já nasceu trabalhando na obra do Senhor, pois está evangelizando os netos e me contou que vai enviar um DVD promocional da revista Vida e Saúde (CASA) para uma parente nossa. Que Deus abençoe meu tio, que vem dando um belo testemunho de como o amor de Deus transforma as pessoas! Amém!
André Luiz Marques
Meu tio José e eu na IASD de São João do Ivaí/PR (17/11/12).
Meu tio José sendo batizado na IASD de São João do Ivaí/PR pelo pastor Gilson (29/10/12).
Certidão de batismo do meu tio José.
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