terça-feira, 5 de março de 2013
segunda-feira, 4 de março de 2013
Conspiração nazista - Discovery Channel
Neste documentário da Discovery você verá que a conspiração nazista misturou as ideias nazistas com a teoria da evolução, o misticismo, o ocultismo, a falsa religião, o racismo, a soberba e outras das principais ideias deletérias que já passaram pela mente humana (inspiradas por Satanás). É preciso falar mais alguma coisa que as ideias evolucionistas de Darwin, inspiraram de forma direta o Nazismo, por meio de Hitler e os seus (como Heinrich Himmler e o geógrafo Friedrich Ratzel)? E olha que é a Discovery mostrando isso.[ALM]
sábado, 2 de março de 2013
"A fé é racional; porque senão seria fideísmo"
Não tenha dúvida, "A FÉ é racional." Se a fé não for RACIONAL não é FÉ, é FIDEÍSMO!
O Escritor e teólogo, Aurélio Agostinho de Hipona, numa de suas Cartas, afirmou:
“É impossível que Deus odeie em nós o atributo pelo qual nos fez superiores aos demais seres vivos. Devemos, portanto, recusar-nos a crer de um modo que não receba ou não busque razão para nossa crença, uma vez que sequer poderíamos crer se não tivéssemos almas racionais”.
Pode-se citar diversas passagens das Escrituras em que Cristo, os apóstolos e os profetas do Velho Testamento instigam as pessoas a usarem sua inteligência e a razão (p. ex. Is. 1:18, Mt. 22:36,37; 1Pe. 3:15). Portanto, o fideísmo é também uma heresia. Infelizmente, é fácil perceber que muitos cristãos, na prática, preferem ser cientistas no trabalho e intuitivos na fé. E o desastre se vê quando começam as conversas sérias: versículos evocados fora de contexto, má compreensão de preceitos elementares, papo superficial. Logo se apela para os testemunhos ralos e cheios de clichês tirados das musiquinhas da moda gospel, e fica por isso mesmo. Presenciar a tudo isso é tortura chinesa.
Fé é o que a pessoa que escreveu esse artigo talvez tenha, mesmo que a nível do consciente não o assuma; a própria ciência é um sistema de crenças em que existem valores que se sobrepõem a outros valores ― sem uma crença qualquer, o conhecimento seria impossível. Portanto, a fé tem muito da Razão (preconceito positivo).
O fideísmo é outra coisa: é o convencimento de que a crença dos outros não tem nenhum valor, e de que somente uma crença sectária é valorizada sem discussão possível (preconceito negativo). Seja racional com razoabilidade, sempre!
(Leandro P. dos Santos)
Nota: Baseado neste argumento acima, o Dr. Rodrigo Silva deu uma das melhores respostas em defesa da fé racional em Jesus na TV nacional, em entrevista no Programa do Jô. Veja:
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Cientistas identificam continente abaixo do oceano
Cientistas dizem ter identificado fragmentos de um antigo microcontinente abaixo das profundezas do Oceano Índico, nos arredores das Ilhas Maurício e Reunião, afirma um estudo publicado neste domingo (24), no site da prestigiada revista Nature Geoscience. As ilhas são conhecidas pelas belas praias e por serem destinos turísticos. Entre os participantes da pesquisa estão cientistas da Universidade de Oslo, na Noruega; da Universidade de Witwatersrand, na África do Sul; da Universidade de Liverpool, na Grã-Bretanha; entre outras instituições. A pesquisa sugere que o microcontinente, chamado pelos pesquisadores de Mauritia, rachou e se dispersou conforme o Oceano Índico se abriu e cresceu, entre 83,5 milhões e 61 milhões de anos atrás [segundo a majorada cronologia evolucionista]. Os fragmentos estariam sob grandes quantidades de magma abaixo do fundo do mar, próximo às ilhas. O microcontinente, que data do período pré-cambriano, se separou da Ilha de Madagascar, na África, diz o estudo.
Para os pesquisadores, rachaduras em continentes e dispersão de fragmentos estão muitas vezes associadas a “bolhas” gigantescas de rocha fervente que sobem pelo manto de magma abaixo da crosta terrestre, o mesmo de onde surge a lava dos vulcões.
O processo fragiliza as placas tectônicas por baixo, e faz com que elas rachem nos pontos frágeis. Esta é uma das causas da separação e deriva de continentes, sugere a pesquisa. O processo teria ocorrido na região e o microcontinente teria afundado sob o oceano, ficando soterrado sob depósitos de magma, com o passar do tempo.
Os cientistas afirmam que “bolhas” semelhantes causaram, por exemplo, a separação do antigo supercontinente de Gondwana em sua região oriental, há cerca de 170 milhões de anos [idem]. Gondwana incluía a maior parte de áreas de terra firme no Hemisfério Sul - como África, Antártica, América do Sul e Índia, dizem os pesquisadores.
Para chegar ao resultado, o pesquisador Trond Torsvik e seus colegas examinaram a composição da areia do litoral da Ilha Maurício. A areia foi formada pela erosão de rochas vulcânicas, que surgiram há nove milhões de anos [idem]. No entanto, junto dela, os cientistas encontraram minerais de zircônio que datam de 660 milhões a 1,97 bilhão de anos [idem].
A existência desses minerais, além de novos cálculos da proporção das placas tectônicas na região, explicam onde e como os fragmentos acabaram abaixo do fundo do oceano, afirmam os pesquisadores.
Fonte: G1 Notícas
Notas do blog Criacionismo:
Nota 1: Que catástrofe teria sido capaz de submergir continentes, rachar a crosta terrestre (iniciando os movimentos tectônicos) e fazer extravasar tremenda quantidade de material vulcânico?[MB]
Nota 2: As imensas áreas oceânicas (Atlântico, Índico, etc.) passaram a existir a partir da fragmentação e separação do mega-continente pangea. Mas, será que as “bolhas” ascendentes de magma seriam a causa da fragmentação do pangea? Muitos cientistas consideram milhares de impactos meteoríticos como o principal agente transformador do pangea e das principais modificações (catastróficas) estudadas pela tectônica de placas (PRICE, N. J., Major Impacts and Plate Tectonics – A Model for the Phanerozoic evolution of the Earth’s lithosphere, Ed. Routledge [London/New York], 346p. 2005). Quais seriam as implicações dessa “nova” interpretação? Creio que você já tem alguma ideia...
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Querendo ser sábios, tornaram-se loucos
"Homens de ciência julgam poder compreender a sabedoria de Deus, aquilo que Ele fez ou pode fazer. Prevalece largamente a ideia de que Ele é restrito pelas Suas próprias leis. Os homens ou negam ou ignoram Sua existência, ou julgam explicar tudo, mesmo a atuação de Seu Espírito sobre o coração humano; e não mais reverenciam Seu nome nem temem Seu poder. Não creem no sobrenatural, não compreendem as leis de Deus, nem Seu poder infinito para executar Sua vontade por meio deles. Conforme é usualmente empregada, a expressão “leis da natureza” compreende o que o homem tem podido descobrir com relação às leis que governam o mundo físico. Mas quão limitado é o seu conhecimento, e quão vasto é o campo em que o Criador pode atuar em harmonia com Suas próprias leis e, todavia inteiramente além da compreensão de seres finitos!” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 114).
Marcadores:
Adventismo,
ateísmo,
ciência,
Espírito de Profecia,
reflexão
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Astronautas cristãos dizem que viagens espaciais só fortalecem a fé
Ao contrário do que muitos podem pensar, a NASA é um local onde a fé tem um papel importante. Já foi noticiado que astronautas levaram Bíblias durante suas missões. Em especial, dois astronautas que participaram de viagens espaciais importantes com a nave Atlantis afirmam terem renovado sua fé em Deus observando do espaço a maravilha da criação. Mike T. Good e Mike Massimino são estrelas na mídia dos EUA, têm milhares de seguidores em redes sociais e continuamente dão palestras sobre o que viveram.
O Coronel Good afirmou com convicção: “Dizem que não há ateus nas trincheiras, e provavelmente não há nenhum nos foguetes espaciais.” Ele esteve duas vezes no espaço, uma delas na histórica missão que colocou o telescópio Hubble em órbita.
Seu parceiro Massimino também estava naquela viagem espacial. Durante uma entrevista, confessou: “Eu sonhava em ser astronauta quando era criança. Ttinha seis anos quando Neil Armstrong pisou na lua. Mas a visão da Terra... é tão impressionante ver a Terra do espaço! Nós podemos treinar nos simuladores, mas nada pode prepará-lo para o que seus olhos verão ao perceber a grandeza do espaço e a beleza da Terra... Não consigo descrever em palavras, mas posso dizer que quando fiz a caminhada espacial o pensamento que me veio é que eu estava no céu, então o Paraíso deve ser semelhante a isso.”
Ao ser perguntado como ele vê o Céu e o inferno, foi categórico: “Quando criança, aprendi que o Céu estava em cima e o inferno, embaixo. À medida que envelhecemos, entendemos que não é possível pensar nesses termos. Nada do que temos aqui irá conosco, por isso o mais importante é lembrarmos que o Evangelho de Mateus nos diz para não nos preocuparmos com o amanhã.”
Massimino contou ainda que a oração é algo muito comum entre os astronautas. “Eu orei muito para realizar todo o trabalho com sucesso e realmente me sinto mais perto de Deus.” O porta-voz do Centro Espacial explica que “a NASA não fornece recursos espirituais, mas objetos religiosos como cruzes, Bíblias, imagens e orações estão entre os itens pessoais mais comuns nas viagens ao espaço.”
É conhecida a história do astronauta Buzz Aldrin, que durante sua viagem à Lua orou e levou consigo um pedaço de papel com o Salmo 8:3, 4: “Quando vejo os Teus céus, obra dos Teus dedos, a Lua e as estrelas que preparaste; que é o homem mortal para que Te lembres dele? E o filho do homem, para que o visites?” Antes de voltar à Terra, Aldrin colocou esse papel sobre a superfície do satélite e regressou à nave.
Em Janeiro de 1971, dois membros da tripulação da Apollo 14, Shepard e Mitchell, depositaram na superfície lunar um pacote contendo uma Bíblia em microfilme e o primeiro versículo de Gênesis em 16 idiomas. Seis meses mais tarde, durante a missão Apollo 15, James B. Irwin, depois de andar na Lua, disse: “Senti o poder de Deus como nunca senti antes.” Em 1998, John Glenn, que voltou ao espaço após 36 anos, disse: “Para mim é impossível contemplar toda a criação e não crer em Deus.”
Parece que a NASA está cheia de cristãos. A maioria dos que trabalham no Centro Espacial Johnson, em Houston, Texas, frequentam a Igreja Presbiteriana Webster ou as paróquias católicas de Santa Clara de Assis e de Saint Paul. Um dos líderes da Saint Paul diz que o pessoal da NASA “desfruta de visão que os sacerdotes não têm, pois podem falar da glória da criação de Deus a partir do espaço”.
Fonte: Gospel Prime
O Coronel Good afirmou com convicção: “Dizem que não há ateus nas trincheiras, e provavelmente não há nenhum nos foguetes espaciais.” Ele esteve duas vezes no espaço, uma delas na histórica missão que colocou o telescópio Hubble em órbita.
Seu parceiro Massimino também estava naquela viagem espacial. Durante uma entrevista, confessou: “Eu sonhava em ser astronauta quando era criança. Ttinha seis anos quando Neil Armstrong pisou na lua. Mas a visão da Terra... é tão impressionante ver a Terra do espaço! Nós podemos treinar nos simuladores, mas nada pode prepará-lo para o que seus olhos verão ao perceber a grandeza do espaço e a beleza da Terra... Não consigo descrever em palavras, mas posso dizer que quando fiz a caminhada espacial o pensamento que me veio é que eu estava no céu, então o Paraíso deve ser semelhante a isso.”
Ao ser perguntado como ele vê o Céu e o inferno, foi categórico: “Quando criança, aprendi que o Céu estava em cima e o inferno, embaixo. À medida que envelhecemos, entendemos que não é possível pensar nesses termos. Nada do que temos aqui irá conosco, por isso o mais importante é lembrarmos que o Evangelho de Mateus nos diz para não nos preocuparmos com o amanhã.”
Massimino contou ainda que a oração é algo muito comum entre os astronautas. “Eu orei muito para realizar todo o trabalho com sucesso e realmente me sinto mais perto de Deus.” O porta-voz do Centro Espacial explica que “a NASA não fornece recursos espirituais, mas objetos religiosos como cruzes, Bíblias, imagens e orações estão entre os itens pessoais mais comuns nas viagens ao espaço.”
É conhecida a história do astronauta Buzz Aldrin, que durante sua viagem à Lua orou e levou consigo um pedaço de papel com o Salmo 8:3, 4: “Quando vejo os Teus céus, obra dos Teus dedos, a Lua e as estrelas que preparaste; que é o homem mortal para que Te lembres dele? E o filho do homem, para que o visites?” Antes de voltar à Terra, Aldrin colocou esse papel sobre a superfície do satélite e regressou à nave.
Em Janeiro de 1971, dois membros da tripulação da Apollo 14, Shepard e Mitchell, depositaram na superfície lunar um pacote contendo uma Bíblia em microfilme e o primeiro versículo de Gênesis em 16 idiomas. Seis meses mais tarde, durante a missão Apollo 15, James B. Irwin, depois de andar na Lua, disse: “Senti o poder de Deus como nunca senti antes.” Em 1998, John Glenn, que voltou ao espaço após 36 anos, disse: “Para mim é impossível contemplar toda a criação e não crer em Deus.”
Parece que a NASA está cheia de cristãos. A maioria dos que trabalham no Centro Espacial Johnson, em Houston, Texas, frequentam a Igreja Presbiteriana Webster ou as paróquias católicas de Santa Clara de Assis e de Saint Paul. Um dos líderes da Saint Paul diz que o pessoal da NASA “desfruta de visão que os sacerdotes não têm, pois podem falar da glória da criação de Deus a partir do espaço”.
Fonte: Gospel Prime
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Na Mira da Verdade - A alma é imortal?
Marcadores:
Adventismo,
Bíblia,
espiritismo,
estudos,
evangelismo,
mortos,
vídeos
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Google comemora o 540º aniversário de Copérnico
Hoje o Google está comemorando o 540º aniversário de Nicolau Copérnico, o cientista que defendeu a teoria do heliocentrismo, que afirmava que o Sol está no centro do Universo.
Muitos críticos dizem que Copérnico defendeu essa ideia se contrapondo à Bíblia, que por sua vez supostamente afirma que a Terra estaria no centro do Universo (geocentrismo), porém isso não é verdade. O fato é que Copérnico discordou da ideia aristotélica que a Igreja Católica tinha absorvido na época, e essa ideia não tem nada a ver com os relatos bíblicos. A Bíblia não propõe o geocentrismo e nem faz referência sobre onde seria o centro de "tudo".
Mas Nicolau Copérnico contribuiu muito para com o desenvolvimento da ciência astronômica, assim como Galileu, Newton e outros do passado, com seus erros e acertos. Todavia, esses brilhantes cientistas criam na Bíblia e a estudavam como fonte segura de informações.
André Luiz Marques
Marcadores:
astronomia,
Bíblia,
ciência
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Assinar:
Postagens (Atom)






