
Ontem (29/07/09), na primeira aula que tive da disciplina Sociologia e Sociedade no Brasil, do curso de Geografia, da Universidade Estadual de
Maringá (UEM), passei por maus bocados. Visto que meu novo professor decidiu fazer sua primeira apresentação à classe no velho estilo ateu de se comportar, seguindo assim boa parte da aula, com direito a ataques à Bíblia, ao Criador e pasme, por
coincidência ou não falou mal até mesmo da religião que sigo (Adventista do Sétimo Dia), sem saber que eu era adventista, claro. Fui obrigado a tomar a palavra por um instante e defender meus princípios, uma vez que o ataque foi
direto.
Antes de começar a aula, ainda não sabíamos quem seria nosso(a) professor(a) da referida disciplina. Mas como já era de se esperar (sempre tenho isso comigo), logo que o professor entrou na sala de aula tive o desprazer de saber que vou ter que lidar mais um semestre com um professor militante no ateísmo, seguidor das ideias
darwinistas, certas ideias marxistas e que acha que ciência e Deus não se combinam -- que são erros combatidos neste blog, diga-se de passagem. Até aí tudo normal, pra um ambiente
universitário que é o "covil" dos
céticos, de modo geral.
O professor começou a aula expondo o conceito de sociologia, relacionando com a geografia, como de praxe. Falou sobre os autores
Otávio Ianni,
Durkheim, Max Weber, Karl Marx e suas contribuições para a Sociologia. Até aí tudo bem. Porém, logo mostrou-se despojado demais, falando palavrões (constrangendo as meninas da classe), alegando que já somos adultos e que não teria problemas em ouvir as besteiras que dizia a cada duas ou três frases (força de expressão). Acho isso um
desrespeito aos alunos e um comportamento incompatível com a função que exerce, pois o mínimo que se espera de um professor é uma boa educação.
Numa certa parte da aula, o professor passou a sabatinar a classe com as ideias
platônicas e
aristotélicas de que não existe a verdade absoluta, mas sim relativa. Disse que "a Bíblia é uma boa fonte para consulta histórica, mas não tem valor como sendo a Palavra de Deus". Muitos colegas só faltaram beijar os pés do professor, uma vez que já estão enredados com sua filosofia e vãs
sutilezas (
Colossenses 2:8).
Bom, pra encurtar a história, quando o professor estava falando sobre a Revolução Cubana, comentou que gostou que os "safados" dos adventistas foram expulsos do país
comunista naquele período, alegando que estorvam a maioria não trabalhando no sábado, já que a grande maioria descansa no domingo. Logo me lembrei das profecias bíblicas e do Espírito de Profecia acerca da discriminação e perseguição que os fieis aos mandamentos de Deus passaram e passarão (por exemplo, Mateus 24:9), assim como as profecias acerca da mudança (não autorizada) da Lei de Deus, por mãos humanas (Daniel 7:25, por exemplo). Interrompi o professor e disse que não são os adventistas que estão errados, mas todos aqueles que não guardam o quarto mandamento da Lei de Deus, descrito em Êxodo 20: 8-11, uma vez que este mandamento ainda está em vigor, segundo a Bíblia (leia mais sobre isso
aqui e
aqui). O clima na sala de aula ficou tenso, mas procurei manter a prudência e a mansidão, conforme orientações do Mestre dos mestres (Mateus 10:16). O professor pensou que ninguém ali era adventista, por isso falou mais esta bobagem e mentira. Não pediu desculpas, mas ficou um tanto surpreso e constrangido.
Como logicamente o professor não iria me dar tempo pra explicar com mais detalhes o que defendia, apenas me declarei contra o ateísmo; a ciência montada sobre as teorias evolucionistas (não comprovadas cientificamente), que por sua vez estão montadas sobre o naturalismo filosófico (a fonte do grande erro); a incredulidade na existência de Deus e à negação
dEle como Criador dos céus, da Terra e de toda a vida; contra a ideia de que a Bíblia não é íntegra em seu todo, além de outras coisas mais, subentendidas. Não criei inimizade com o professor João, apenas expus meu ponto de vista, que oro a Deus que jamais seja corrompido por ideias de homens, que não tiveram ou não tem o temor do Senhor. Peço ainda para que Deus toque no coração dos meus colegas de classe, que presenciaram meu testemunho, e parem pra refletir sobre seus conceitos (ou pré-conceitos), assim como faça isso no coração de meu professor.
Se tenho receio em reprovar na disciplina? Tenho sim. Mas tem horas que não dá pra ficar quieto, como neste caso. Não vou querer ficar discutindo a toda aula é claro, pois estou ali para aprender sociologia, porém, filtrando as palavras do mestre.
André Luiz Marques