sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Como estás com teu Deus e O Rapaz Davi - Arautos do Rei
Faz parte do DVD "Admirável História", da 1ª formação do quarteto Arautos do Rei.
Duas belas canções que marcaram época na história da música sacra adventista - para finalizar mais uma semana de trabalho e/ou estudos, e receber o santo sábado do Senhor Deus. Desejo um bom fim de semana a todos(as), na paz do Senhor! Proponho que faça um exame de sua vida espiritual sobre a primeira das músicas e pense, com a ajuda da 2ª música, na capacitação que Deus dá para a superação de problemas (gigantes ou pequenos) àqueles que querem O servir, querido(a) leitor(a).
Um terço das espécies de dinossauros nunca existiu, diz teoria
Muitos dinossauros estão enfrentando a possibilidade de um novo tipo de extinção - uma controvertida teoria sugere que até um terço das espécies conhecidas de dinossauros talvez nem mesmo tenham existido. Isso acontece porque os jovens dinossauros não se assemelham a versões miniaturizadas de seus pais, de acordo com novas análises conduzidas pelos paleontologistas Mark Goodwin, da Universidade da Califórnia em Berkeley, e Jack Horner, da Universidade Estadual de Montana. Em lugar disso, como os pássaros e alguns outros animais ainda existentes, os exemplares jovens passavam por mudanças físicas dramáticas ao se tornarem adultos. Isso significa que muitos fósseis de dinossauros jovens, entre os quais espécimes aparentados ao tiranossauro rex, podem ter sido identificados erroneamente como exemplares de outras espécies, argumentam os pesquisadores.
Como o tiranossauro rex se tornava um terror
Um dos exemplos fortes que eles oferecem é o do Nanotyrannus. O animal, classificado como um parente de menor porte do tiranossauro rex, agora é visto por muitos especialistas como um exemplo de identificação incorreta, e representaria na verdade um tiranossauro juvenil classificado indevidamente.
Os fósseis que supostamente pertencem à espécie Nanotyrannus têm aparência semelhante à que um tiranossauro rex deveria ter em sua adolescência, apontou Horner em um novo estudo. Isso se deve ao fato de a estrutura craniana de um tiranossauro rex se alterar dramaticamente à medida que o animal crescia, segundo o pesquisador.
O crânio se alterava, de uma forma original alongada para o focinho e mandíbula curtos que nos são mais conhecidos; a mudança acontecia para quer o animal pudesse consumir maior quantidade de alimento. Mas a prova decisiva, de acordo com Horner, foi a descoberta de um dinossauro que tinha tamanho intermediário entre o de um tiranossauro rex adulto e o de um Nanotyrannus.
O Nanotyrannus - na opinião de Horner, efetivamente um jovem tiranossauro- contava com 17 dentes na mandíbula inferior, ante os 12 encontrados nas mandíbulas de tiranossauros adultos. Já o dinossauro de porte intermediário entre ambos contava com 14 dentes em sua mandíbula inferior, o que sugere que o esqueleto tenha pertencido a um tiranossauro rex jovem, que estava em meio à transição de seus dentes iniciais, menores e em formato de lâmina, para o número inferior de dentes molares que a espécie ostentava em seu estágio adulto.
A transformação do triceratope
Os crânios dos dinossauros, cujas dimensões variavam entre as de um prato e as de um crânio humano, provinham de diversos animais. Quando os paleontologistas estudaram os crânios, constataram que os pequenos chifres retos dos animais mais jovens se transformavam, à medida que os animais envelheciam. Os chifres dos animais jovens tinham as pontas para trás, enquanto os dos adultos apontavam para frente.
O folho característico do pescoço do animal também passava por alterações: os ossos triangulares que formavam uma crista em torno do folho nos animais jovens se alongavam e achatavam, formando um escudo em forma de leque, nos exemplares mais velhos.
"Neste projeto de 10 anos, pudemos recolher uma série muito boa sobre o crescimento dos dinossauros, algo que ninguém havia visto antes, e assim acompanhamos essa transformação à medida que ocorria", disse Goodwin. "Nós fomos capazes de documentar as mudanças extremas que ocorriam ao longo do crescimento, como por exemplo aquela que se refere à orientação dos chifres", afirmou.
Os pássaros como paralelo
Provas quanto aos motivos dessas mudanças físicas dramáticas nos dinossauros podem ser obtidas em seus mais próximos parentes vivos, dizem os especialistas. Os búceros, por exemplo, não ostentam sua característica estrutura de penas em forma de capacete até que tenham atingido três quartos do tamanho que terão como adultos.
Da mesma maneira que os chifres em um cervo, essas penas ajudam os demais animais a discernir entre os adultos maduros e os jovens. Da mesma forma, as mudanças na aparência dos dinossauros poderiam servir para promover a comunicação visual.
Por exemplo, os chifres ou calombos de cabeça, possivelmente acoplados a variações de cores, podem ter criado identificações visuais inconfundíveis que garantiam que membros de uma espécie se reconhecessem entre eles.
Também podem ter identificado dinossauros como machos ou fêmeas, ou os marcado como animais adultos em busca de reprodução ou jovens que necessitavam de proteção.
Conclusão exagerada?
Hans-Dieter Sues, paleontologista do Museu Nacional de História Natural dos Estados Unidos, em Washington, diz que os cientistas descobriram nos anos 70 que algumas espécies de dinossauros dotados de bicos na verdade representavam formas diferentes de animais em estágios de maturidade distintos, e que portanto o número de espécies identificadas era menor que o originalmente calculado.
Sues, que não participou da nova pesquisa, concorda em que algumas espécies de dinossauros do cretáceo tardio podem na verdade ser exemplares juvenis de outras espécies. "Muitos dinossauros - da mesma forma que muitos vertebrados atuais - mudavam muito de aparência ao crescer", ele disse.
Mas "algumas dessas conclusões são controversas", ele acautelou, acrescentando que a ideia de que até um terço das espécies precise de reclassificação representa um exagero. Ele acredita que uma segunda extinção "científica- de dinossauros seja improvável" a não ser que os caçadores de fósseis descubram novos exemplares que provem a teoria. "Testar hipóteses como essa é difícil", disse, porque "isso requer mais material fóssil do que dispomos atualmente".
Tradução: Paulo Migliacci ME
Fonte: The New York Times, por meio do Site Terra
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Nota: Não é difícil acreditar nessa teoria, visto que é só descobrir um novo fóssil por aí, mesmo que apenas fragmentos deles, e entra em ação a imaginação de muitos cientistas e, posteriormente, desenhistas, para tentar recriar o aspecto (algumas vezes equivocadamente, como sugere a teoria de Mark Goodwin, por se basearem em um paradigma, e não nos fatos) daquela criatura extinta. Muitas espécies de dinossauros que conhecemos hoje, por meio dos estudos de fósseis, realmente podem ser invenção e má interpretação do material descoberto. Já que é assim, acreditar na confiabilidade da interpretação "idônea" de tais cientistas e desenhistas, prefiro acreditar, também e principalmente pela fé, na Palavra de Deus, que diz que os animais foram criados por Ele (e não pelo acaso) e muitos deles foram extintos no Dilúvio.
Assim, tenho a vantagem de acreditar na palavra de quem nunca teve que voltar atrás em Suas palavras, pois Suas palavras são a verdade. "Santificai-vos na verdade; a tua palavra é a verdade" (João 17:17)
Estudo desafia ideias sobre ancestral dos pássaros
O arqueópterix [fóssil ao lado], um dinossauro classificado como ancestral dos pássaros, talvez não seja um pássaro, afinal. O primeiro fóssil dessa espécie de tamanho semelhante ao do corvo causou sensação imediata ao ser escavado no sul da Alemanha, em 1860. Tinha penas, e um osso bifurcado como os dos pássaros, mas também dentes e uma cauda longa e óssea, como os répteis. Por ter surgido no ano seguinte ao da publicação de "A Origem das Espécies", de Charles Darwin, a descoberta convenceu muitos cientistas a aceitar a teoria darwiniana da evolução por seleção natural. Thomas Henry Huxley, um dos mais firmes aliados de Darwin, reconheceu o fóssil em uma placa de calcário, e o identificou como espécie de transição entre os dinossauros e os pássaros. Ao longo do tempo, os 10 espécimes conhecidos de arqueópterix se tornaram amplamente aceitos como exemplos dos mais antigos pássaros identificados, datando de cerca de 150 milhões [sic] de anos atrás.
Agora, os cientistas estão examinando pequenas amostras de um osso longo de um dos espécimes, pela primeira vez com o uso de microscópios de alta potência, e identificaram padrões inesperados indicando que a espécie crescia em ritmo mais rápido que o dos répteis vivos mas equivalente a apenas um terço do crescimento dos pássaros modernos. Os indícios, reportados pelos pesquisadores na quinta-feira, servem para contestar a hipótese de que o arqueópterix já havia desenvolvido as características fisiológicas de um pássaro moderno.
Em estudo publicado pela revista online PLoS One, a equipe científica comandada por Gregory Erickson, paleontologista da Universidade Estadual da Flórida, concluiu que o arqueópterix era simplesmente um dinossauro emplumado que talvez tenha sido capaz de certa medida de deslocamento aéreo, ainda que possivelmente não de voo controlado. Em resumo, apesar de estar equipado com penas, o animal não serviu de arquétipo aos pássaros.
Erickson declarou em entrevista que um estudo com um microscópio polarizador demonstrou que a densa microestrutura dos ossos do animal não apresentava muitos traços de vasos sanguíneos. Ele afirma que isso constitui indício de um metabolismo lento, o que indicaria que o espécime provavelmente precisava de mais de dois anos de desenvolvimento para atingir o tamanho adulto. Os pássaros contam com metabolismo especialmente rápido, o que os torna capazes de deixar o ninho em dias ou algumas semanas.
Mark Norell, um dos co-autores do estudo e especialista em pesquisa de dinossauros no Museu Americano de História Natural, em Nova York, diz que as constatações demonstram que "a transação para os pássaros, em termos fisiológicos e metabólicos, aconteceu bem depois do arqueópterix". Como resultado, acrescenta, o surgimento evolutivo dos pássaros "continua a ser um imenso mistério". [Ué, os evolucionistas não sabiam com certeza sobre a origem e evolução dos pássaros?]
Tanto Norell quanto Erickson enfatizaram que suas constatações não solapam a teoria, já tradicional entre os paleontologistas, de que os pássaros evoluíram dos dinossauros terópodes. Os pássaros, nesse sentido, são dinossauros aviários, ainda que alguns ornitologistas considerem que essa classificação é um tanto forçada [analise os argumentos desses ornitólogos...].
Paleontologistas e ornitologistas que não participaram da pesquisa afirmam q
ue as descobertas são um passo importante para o estudo do elo entre pássaros e dinossauros, mas não constitui surpresa. "O arqueópterix foi sempre visto como um exemplo maravilhoso de espécie de transição" [pelos evolucionistas], disse Helen James, ornitologista do Museu Nacional de História Natural dos Estados Unidos, em Washington. "Seria de esperar que sua fisiologia tenha sido transicional, se comparada à dos pássaros e dos répteis modernos".
Lawrence Witmer, paleontologista da Universidade do Ohio e pesquisador que também trabalha com o arqueópterix, afirmou que não estava surpreso com a descoberta de que a espécie não era "totalmente aviária", mas que ainda assim ela apresentava muitos traços presentes em pássaros posteriores, o indica que não perderia seu posto como "membro muito básico" na árvore genealógica das aves.
No novo estudo, os cientistas trabalharam com Zhonge Zhou, do Instituto de Paleontologia e Paleoantropologia dos Vertebrados, em Pequim, conduzindo exames ósseos semelhantes em diversos espécimes recentemente localizados na China de espécies de dinossauros emplumados. Os cientistas [evolucionistas] concluíram que o confuciusornis é a primeira espécie conhecida em que a transição para um ritmo de crescimento semelhante ao das aves foi concluída.
O confuciusornis viveu cerca de 130 milhões [sic] de anos atrás. Ainda que seu ritmo de crescimento fosse um pouco mais lento que o dos pássaros de porte semelhante, essa espécie não tinha dentes ou cauda longa e parecia crescer mais rápido que o arqueópterix e outros espécimes intermediários conhecidos. Fósseis de pássaros mais avançados, com ossos bem equipados com vasos sanguíneos, surgiram pouco menos de 100 milhões [sic] de anos atrás.
De fato, foram as numerosas descobertas na China que levaram ao primeiro exame detalhados dos ossos do arqueópterix. Dois anos atrás, Oliver Rauhut, da Coleção Paleontológica e Geológica do Estado da Baviera, em Munique, autorizou os cientistas a pesquisas com o fóssil do museu, que como todos os demais espécimes conhecidos é o de um animal jovem.
Os técnicos do museu extraíram amostras - apenas fragmentos de ossos - de uma parte já danificada de um osso de coxa. O ritmo de crescimento ósseo, determinaram os cientistas, não se assemelhava ao dos pássaros, mas refletia ritmo metabólico superior ao dos répteis não dinossauros, ou seja, eles tenderiam mais a ser animais de sangue quente que animais de sangue frio.
Quanto a isso, o arqueópterix parece ser um intermediário entre répteis e pássaros, com crescimento em ritmo possivelmente semelhante ao dos marsupiais, segundo os estudiosos [evolucionistas]. Comparações com outros espécimes de dinossauros aviários indicaram que a estrutura óssea do arqueópterix sob exame não era anormal. "As teorias quanto aos passos seguintes para a evolução das aves modernas terão de ser reavaliadas" [claro, porque os passos anteriores já está dogmatizados, mesmo carecendo de justificação teórica. Por que não reavaliam tudo?], afirmaram os cientistas ao final de seu artigo, "para ajudar a compreender uma história evolutiva que está se provando complexa" [...até demais... para uma coisa que fica simples de se entender, pelo olhar criacionista. As espécies não macroevoluíram.].
Tradução: Paulo Migliacci ME
Fonte: The New York Times, por meio do Site Terra
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Nota: Os cientistas evolucionistas "estão mais perdidos do que cego em tiroteio" (desculpe a expressão chula), quanto à suposta evolução dos pássaros "modernos" e também de outros animais, acrescento.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Criacionismo - parte 01 (de 24)
Para quem quer se inteirar mais sobre os fundamentos do criacionismo, este estudo vai proporcionar muita boa informação. Gostei da entrevista com o jornalista e estudioso da ciência da Criação, Michelson Borges, detentor do blog Criacionismo.com.br. Vale a pena estudar todo o material, mesmo sendo extenso.
A sequência do estudo você pode acompanhar selecionando a próxima seção, no menu que será apresentado no final deste vídeo, e assim por diante para os outros; ou veja diretamente pelo Youtube clicando aqui.
Cientistas decifram estrutura 3D do genoma humano
Que a molécula de DNA tem a forma de uma rosca-sem-fim, comumente chamada de espiral dupla, todo mundo sabe. O que é bem menos difundido é o fato de que, se o genoma de cada célula for esticado, ele terá dois metros de comprimento. Sabendo disso, uma pergunta imediatamente se coloca: como é que as moléculas de DNA se enrolam para caber dentro da célula, sem se embaraçar e sem dar nós? Essa pergunta agora foi respondida por pesquisadores das universidades de Harvard e MIT, nos Estados Unidos, que decifraram a estrutura tridimensional do genoma humano, gerando a primeira imagem 3D do DNA em seu estado natural, no interior de uma célula."Nós sabemos há muito tempo que o DNA, em pequena escala, tem o formato de espiral dupla", diz o pesquisador Erez Lieberman-Aiden, um dos autores da descoberta. "Mas se a espiral dupla não se dobrasse, o genoma de cada célula teria dois metros de comprimento. Os cientistas de fato não entendiam como a espiral dupla se dobra para caber no núcleo de uma célula humana, que tem cerca de um centésimo de milímetro de diâmetro."
Ao mapear tridimensionalmente o DNA, os pesquisadores fizeram duas descobertas surpreendentes. Primeiro, o genoma humano é organizado em dois compartimentos separados, mantendo os genes ativos facilmente acessíveis, enquanto o DNA não utilizado fica muito mais compactado em outro compartimento.
Os cromossomos deslizam para dentro e para fora dos dois compartimentos repetidamente, conforme seus DNAs tornam-se ativos ou inativos. "De forma muito inteligente, as células separam os genes mais ativos, tornando mais fácil para as proteínas e outros reguladores alcançá-los", diz Job Dekker, outro membro da equipe.
A segunda descoberta é que o genoma adota uma organização muito incomum, conhecida como fractal. A arquitetura específica que os cientistas encontraram, chamada "glóbulo fractal", permite que a célula empacote o DNA em um formato incrivelmente denso - a densidade de informações alcançada é trilhões de vezes mais alta do que a encontrada em uma memória de computador.
E isso sem permitir que o genoma se embarace ou dê nós, o que inviabilizaria o acesso da célula ao seu próprio genoma. Além disso, o DNA pode facilmente ser desdobrado e novamente dobrado durante os processos de ativação genética, repressão genética e replicação celular.
(Inovação Tecnológica)
Nota do blog Criacionismo: Você prestou bastante atenção à linguagem de design? Se não, é só voltar aos trechos que grifei no texto. Curiosamente, a matéria não dedica uma linha, uma palavra sequer sobre a evolução de um mecanismo tão complexo (é a mesma coisa na matéria publicada pela Science). Revelador, não? [MB]
Leia também: "Jornal Nacional fala de design mas nega o Designer"
Após 4 séculos da condenação, Vaticano homenageia Galileu [antes tarde do que nunca]
O Vaticano presta uma homenagem ao astrônomo italiano Galileu, quatro séculos depois que a Inquisição o condenou por dizer que a Terra girava em torno do Sol, com uma exposição de instrumentos científicos que inclui o primeiro telescópio com que ele estudou as estrelas.A exposição, que abrirá as portas na quinta-feira sob o nome de "Astrum 2009", foi organizada na sede dos Museus do Vaticano por ocasião do Ano Internacional da Astronomia.
"Trata-se de uma seleção de instrumentos que ilustram o percurso dos progressos feitos pela astronomia. Com uma especial atenção ao telescópio de Galileu", explicou Tommaso Maccacaro, presidente do Instituto Nacional Italiano de Astrofísica.
No total, 130 objetos estão expostos, entre instrumentos, mapas, maquetes, quadros, fotografias, códices, manuscritos e livros. Entre as peças mais importantes figura uma réplica do telescópio que Galileu usou em 1609 para observar pela primeira vez as estrelas e que marca o nascimento da astronomia moderna.
O original se encontra em Florença e foi construído com pedaços de madeira fina amarrados com couro e um sistema de lentes que permitem ampliar quase 20 vezes a imagem.
Galileu Galilei (1564-1642), nascido em Pisa (centro da Itália), começou a observar a Lua e as estrelas com esse telescópio e suas descobertas permitiram a ele confirmar a rotação da Terra em torno do Sol, teoria que já havia sido proposta por Copérnico.
Essas afirmações o fizeram ser perseguido pela Santa Inquisição, que o obrigo
u a negar suas teses. Somente em 1992 a Igreja Católica reconheceu que se equivocou em sua condenação e agora presta homenagem ao astrônomo com uma mostra no ano em que a ONU proclamou como o Ano Internacional da Astronomia para comemorar a primeira utilização de um telescópio por Galileu.
Boa parte da exposição é dedicada aos telescópios, desde o rudimentar de Galileu até os grandes e complexos empregados pelos observatórios do século XIX. Um magnífico astrolábio do século XVI, cercado por livros e escritos do mesmo período, assim como enormes globos celestes, um de 1567 e outro de 1696, ilustram os conhecimentos astronômicos da época.
A exposição, considerada uma das mais completas já realizadas na Itália sobre a história da astronomia, apresenta também uma série de valiosos manuscritos, entre eles o original do Sidereus Nuncius, com os resultados de Galileu sobre suas observações celestes.
Destaca-se também o atlas das estrelas de Johann Elert, realizado em 1801, e as fotos das expedições astronômicas italianas, em particular a realizada na Índia em 1874 para observar a passagem de Vênus diante do Sol, um fato muito raro, segundo Ileana Chinnici, comissária da exposição.
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Nota: Demorou, mas veio o reconhecimento público de mais um erro do Vaticano (que por sinal tem o dogma de que o papa é infalível em suas tomadas de decisões...). A verdade é que o que a Bíblia ensina nem sempre é interpretado e retransmitido aos fieis da forma correta, pela "Santa Sé". A inquisição foi a forma que o Vaticano encontrou, na Idade Média, para emudecer aqueles que apresentavam ideias diferentes das suas, mesmo que essas ideias condizessem com os fatos, como no caso dessas de Galileu.
Quero lembrar que cristianismo não é sinônimo de Igreja Católica A. Romana. Vou repetir mais uma vez aqui as palavras de Rui Barbosa: "O catolicismo, romanizando-se, se tornou um elemento deletério que decompôs a sociedade [e a ciência - acrescento]". A tradição da ICAR, que ao longo de sua história foram incorporadas filosofias pagãs, é colocada acima do que a Palavra de Deus diz. No Catecismo da IACAR, está escrito que se houver uma contradição entre as Escrituras Sagradas e a tradição católica, deve prevalecer a tradição, pois o vigário chefe tem a permissão de Deus para, se necessário, alterar a Bíblia. Leia algumas das declarações oficiais da própria ICAR, logo abaixo:
“O Papa tem poder para mudar os tempos, ab-rogar leis e dispensar todas as coisas, mesmo os preceitos de Cristo.” — Extraído de “Decretal de Translat, Episcop.”, cap. 6.
Declara a “Civilitá Cattolica”, de 18 de março de 1871:
“O Papa é o supremo juiz da lei na Terra. É o representante de Cristo.” — Mencionado em “Vatican Council”, por Leonard Wooslay Bacon, ed. da “American Tract Society”, p. 220.
“O Papa é de tão grande autoridade e poder que pode modificar, explicar ou interpretar mesmo as leis divinas… O Papa pode modificar as leis divinas visto seu poder não provir dos homens mas de Deus, e age como vigário do Filho de Deus na Terra, com o mais amplo poder de ligar e desligar o rebanho.” — Extraído de “Prompta Bilbiotheca”, publicado em Roma, em 1900.
O Papa Nicolau em seu discurso de nº 96 declara:
“A vontade do Papa representa a razão. Ele pode dispensar a lei, e fazer do errado, direito, por meio de correções e mudanças das leis.”
O mesmo papa declara o seguinte em seu discurso de nº 40:
“O Papa está livre de todas as leis, de maneira que não pode incorrer em nenhuma sentença de irregularidade, suspensão, excomunhão ou penalidade por qualquer crime.”
A ICAR parece ir de um extremo do erro ao outro: Na Idade Média, negava e condenava alguns fatos científicos; hoje, se retrata, mas passa a apoiar, em grande parte, teorias que NÃO são fatos científicos, como é o caso do evolucionismo. Ela consegue essa proeza ao interpretar que os primeiros capítulos do livro de Gênesis não são literais em sua maior parte, assim como as outras citações de nossas origens ao longo dos próprios Velho e Novo Testamentos (inclusive com citações do próprio Cristo). Enfim, faz uma verdadeira salada com a coerência entre a Bíblia e a ciência. O Criacionismo está aí para esclarecer as coisas e procurar pela verdade, levem os resultados dos fatos onde quer que seja. Até agora, pelas evidências, estão levando a declarar Deus como Criador, Salvador e futuro Restaurador deste mundo.
"Toda verdadeira ciência não é senão uma interpretação da escrita de Deus ao mundo material. A ciência traz de suas pesquisas apenas novas provas da sabedoria e poder de Deus." - Ellen G. White
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Treze anos de Novo Tempo em Maringá
Por Ronaldo Nezo, do blog Fato Pensado:Trezes anos atrás entrava no ar a primeira rádio cristã de Maringá. Estou falando da Novo Tempo. Lá estava eu naquele dia. Recordo que toda a semana anterior ao lançamento foi de muita agitação. Trabalhamos demais. Havia muita expectativa. Eu e outros companheiros tínhamos vindo para Maringá com objetivo de realizar um sonho... Mas sequer sabíamos como seria.
Eu era bastante jovem. Mal tinha chegado na casa dos vinte anos. Conhecia de rádio. Trabalhava numa emissora na cidade de Umuarama. Foi lá que comecei meio por acaso aos 14 anos. Entretanto, tanto meu conhecimento quanto dos colegas era restrito. Falar a uma multidão de pessoas evangélicas, de igrejas diferentes, idades diversas, numa cidade que desconhecia a comunicação cristã era uma novidade. Novidade assustadora, confesso.
Afinal, qual a fórmula de sucesso? Como garantir que uma emissora exclusivamente cristã pudesse ter audiência? E mais que isto: patrocinadores? Gente disposta a apoiar financeiramente este projeto? Qual seria o retorno? Havia muitas perguntas sem resposta. Mas estávamos empolgados. Sem a presença da minha família, lembro que não tinha hora para entrar e nem para sair. Não foram raras as vezes que trabalhei até depois da meia-noite – mesmo depois de a Novo Tempo entrar no ar.
Hoje, treze anos depois, podemos dizer que acertamos. A emissora faz parte da vida de milhares de pessoas. E não apenas em Maringá. Mas tamanho sucesso não foi por nossa causa. Trabalhamos muito, nos doamos... No entanto, quem fez a diferença foi Deus. Só por Ele podemos dizer que a rádio conquistou tanta gente.
Ainda recordo que naquele dia 12 de outubro de 1996, quando a programação foi lançada oficialmente, o telefone disparou. Eram tantas ligações que não dávamos conta de atender. Em poucos dias o pessoal da antiga Telepar, empresa de telefonia, apareceu para conversar com a direção. Fomos informados que, apesar das cinco ou seis linhas disponíveis, perdíamos mais de 60% das ligações. Eram ouvintes que tentavam pedir música, fazer oferecimentos, elogiar a programação – e até reclamar. Afinal, nem tudo estava perfeito.
Menos de um ano depois, uma pesquisa sobre a audiência das rádios FM’s trazia a Novo Tempo em terceiro lugar. Uma vitória e tanto. Uma vitória que guardo com carinho entre as boas lembranças que tenho dos anos que ano passei vivendo o dia-a-dia desta abençoada emissora.
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Nota: Fui reevangelizado por meio dessa rádio e quero desejar meus parabéns a todos que levam à diante essa ideia. Faz quase dois anos que sou oficialmente adventista do sétimo dia, convertido do catolicismo. Que o Senhor Deus continue a abençoar este veículo de comunicação e ajude a muitas pessoas a se decidirem por Cristo Jesus. Parabéns Novo Tempo!
No blog da Rádio Novo Tempo de Maringá você poderá escutar e participar da programação. É só acessar.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Contato com a família e com a natureza
Da esquerda para a direita: Meus pais (Sr. Carlito e Dna. Laudelina), Irmãos (Leandro, Carlito Jr. e Kaito) e eu (ao lado do "corinthiano sofredor" rs).Uma Breve História da Terra
A seguir, revisão bibliográfica/resumo do livro "Uma Breve História da Terra", escrito pelo geólogo criacionista Nahor Neves Souza Jr. É o próximo livro, que corrobora com o criacionismo, que pretendo ler, em paralelo com outros materiais de fundamentação evolucionista, sugeridos pelos professores da faculdade. Já conheço certa porção do que é apresentado no livro do prof. Nahor, por assistir palestras suas e outros trabalhos, via internet; mas quero me aprofundar. Por isso, recomendo o livro aos interessados. O estudo que ele e sua equipe de pesquisadores fizeram com relação às rochas basálticas da Bacia Paraná, encontrando uma realidade científica bem diferente da que é-nos apresentada nas faculdades de geociências, lança um novo olhar científico acerca das interpretações litoestratigráficas convencionais.Uma Breve História da Terra
Alguns fenômenos geológicos, observados atualmente, podem resultar em desastres naturais, como os terremotos (geralmente associados à movimentação das placas tectônicas), os grandes deslizamentos de encostas (fluxos gravitacionais), as erupções vulcânicas, etc. Em muitas ocasiões, esses eventos catastróficos desencadeiam determinados processos (segregação e estratificação espontâneas, fluxos de lava basáltica, etc.) que são passíveis de correlação com vestígios dos mesmos fenômenos desenvolvidos, muito mais intensamente, no passado.
A geologia histórica parece identificar-se muito melhor com os grandes desastres naturais, que se desenvolvem muito rapidamente, do que com os processos geológicos ordinários (não catastróficos). Por outro lado, os desastres naturais atuais são pontuais no tempo e no espaço; já aqueles "desastres naturais" pretéritos se manifestaram globalmente e de maneira ininterrupta, durante um curto intervalo de tempo.
Identificam-se ainda, analisando criteriosamente as feições estruturais e texturais dos estratos sedimentares, evidências de outros eventos geológicos, não observados no presente, que certamente teriam provocado drásticas transformações na superfície da Terra, como: impactos de gigantescos meteoritos, extinção em massa (de plantas e animais) e processos de erosão e sedimentação abrangendo áreas imensas.
Esses eventos cataclísmicos ocorreram, no passado, isoladamente ou de maneira interligada (um fenômeno desencadeando outro)? É possível estimar, com razoável aproximação, a duração dos correspondentes fenômenos? As interrogações apresentadas merecem uma consideração séria e objetiva, pois se referem ao período mais conturbado da breve história da Terra.
No Estado de São Paulo, como em quase todo vasto território nacional, o clima subtropical a tropical favorece a ação intensa do intemperismo que tende a transformar materiais rochosos em solo. Assim, o geólogo brasileiro geralmente se defronta com a escassez de afloramentos onde se possa encontrar rocha sã ou inalterada, com suas características estruturais e texturais preservadas.
Nos canteiros de construção de grandes usinas hidroelétricas na região Sul e Sudeste do país, especialmente no Estado de São Paulo, entre as décadas de 60 e 80, viabilizou-se o exame em detalhe de milhares de metros de testemunhos de sondagem, bem como o contato direto com extensas superfícies de rocha basáltica (rocha de origem vulcânica) inalterada, nas escavações necessárias à implantação de diversas estruturas de barragem. Na ocasião, vários geólogos inclusive este autor foram beneficiados com a rara oportunidade de estudar, minuciosamente, amplas exposições dos derrames basálticos da Formação Serra Geral (Bacia Sedimentar do Paraná).
Pesquisas científicas envolvendo as rochas basálticas, desenvolvidas pelo mesmo autor, junto à Universidade de São Paulo - USP durante 12 anos, possibilitaram-no acumular um significativo acervo de dados e chegar a conclusões surpreendentes. A título de exemplo, citaremos neste preâmbulo apenas a seguinte:
"O extravasamento dos derrames basálticos da Bacia do Paraná foi rápido e sucessivo. Os derrames encontravam-se em franco processo de resfriamento, ainda na fase líquida, quando já haviam sido sobrepostos por vários outros subseqüentes. É exatamente este o motivo da aparência de corpos intrusivos, apresentada pela maioria dos derrames Serra Geral".
Esta experiência pessoal harmoniza-se perfeitamente com outras realidades geológicas:
- Os extensos e espessos estratos sedimentares, cujos contatos (plano-paralelos) apresentam-se sem indícios de erosão ou de ação intempérica (evidências de rápida superposição);
- Dados experimentais, facilmente reproduzíveis, evidenciando o desenvolvimento espontâneo ou simultâneo das partes ("lâminas ou camadas") de determinados pacotes sedimentares estratificados.
- A possibilidade de se interligar, coerentemente, eventos geológicos globais e catastróficos (impactos de meteoritos, extinção em massa, etc.).
- Estas e outras evidências nos estimulam a elaborar um modelo alternativo de coluna geológica, onde as longas eras (Paleozóico, Mesozóico e Cenozóico) do éon Fanerozóico, estabelecidas pela Geocronologia Padrão, são confrontadas com as divisões de um novo paradigma geocronológico.
O modelo proposto não pretende questionar a datação radiométrica utilizada para as rochas Pré-Cambrianas. Pergunta-se, entretanto: as divisões do Fanerozóico podem ser correlacionadas, com precisão, a idades radiométricas ou absolutas? Sobre que fundamento se construiu a escala de tempo fanerozóica?
"A escala de tempo fanerozóica é baseada em numerosas seções de rochas sedimentares que foram correlacionadas em âmbito intercontinental por meio de fósseis" (EICHER, 1982).
Uma declaração ainda mais comprometedora é apresentada pelo mesmo autor, justificando sua tentativa de apontar um outro índice paleontológico, mais preciso, do tempo geológico:
"Persistem ainda suspeitas de que, devido a alguma fonte insuspeita de erro sistemático, o calendário radiométrico inteiro, da base ao topo, poderia estar drasticamente errado" (EICHER, 1982).
Será que as técnicas mais modernas de datação radiométrica, desenvolvidas nos últimos anos, aplicadas às rochas sedimentares, estabelecem valores absolutos e precisos para toda a escala de tempo fanerozóica, independentemente da datação bioestratigráfica (baseada na disposição, relativamente ordenada, dos fósseis no registro geológico)? Na realidade, a imprecisão da datação é um dos aspectos mais frustrantes da geologia tradicional.
Sendo assim, cremos haver espaço para a construção de um modelo de coluna geológica que esteja fundamentado não em métodos de datação, mas sim, nas feições litológicas, estruturais e outros dados geológicos de campo, passíveis de serem identificados e interpretados por qualquer pesquisador isento. O estudo focalizará, preferencialmente, o período compreendido pelo Fanerozóico (mais especificamente, do Cambriano ao Terciário), durante o qual formaram-se os extensos estratos sedimentares com conteúdo fossilífero significativo.
Convidamos então o leitor, independentemente de sua cosmovisão, para que analise imparcialmente o texto do livro a fim de que, juntos, interpretemos os fatos. Em uma segunda etapa, procuraremos associar, coerentemente, esses mesmos fatos à hipótese mais consistente. Finalmente, buscaremos respostas convincentes a algumas importantes indagações relativas à história de nosso planeta.
Fonte: SCB
domingo, 11 de outubro de 2009
"Siga a Bíblia" em Curitiba
A estrutura e a essência da Geologia
Escrito pelo ph.D. em Geologia, Clifford L. Burdick (1919-2005):Resumo
Este artigo não pretende ser um resumo completo da Geologia Diluvionista, mas principalmente uma resposta a algumas das críticas mais comuns apresentadas por autores tais como Dr. J. R. van de Fliert, da Holanda. Este autor publicou uma crítica à Geologia Diluvionista no número de setembro de 1969 do “Journal of the American Scientific Affiliation”, sob o título “Fundamentalismo e os Fundamentos da Geologia”.
O presente artigo foi escrito para mostrar que as supostas diferenças entre a Geologia Uniformista e a Geologia Diluvionista baseiam-se mais na semântica do que em evidências reais. O abismo da separação era maior há um século, quando Lyell era considerado muito seriamente. Hoje em dia os geólogos uniformistas admitem períodos de catastrofismo no passado, enquanto que os geólogos diluvionistas sempre reconheceram eventos tectônicos cataclísmicos na crosta da Terra, inclusive o dilúvio bíblico; reconhecem também que a maior porção do tempo geológico não foi muito diferente do presente. Por isso os geólogos diluvionistas argumentam que o sepultamento da vida fóssil exigiu catastrofismo.
Ao mesmo tempo em que os biologistas procuram na Geologia evidências da evolução orgânica, de acordo com a lei da superposição, alguns geólogos diluvionistas raciocinam em um círculo vicioso, pois quando se verificam ocorrências de exceções à ordem evolutiva dos fósseis nas rochas, são levados a duvidar da evidência física, em vez de ajustar as hipóteses para condizerem com os fatos.
Tentativas para datações da Lua esbarram nas mesmas dificuldades que são encontradas na radiometria das rochas da crosta terrestre.
Introdução
Uma crítica à Geologia Diluvionista, por J. R. Van de Fliert (1) publicada no número de setembro de 1969 do “Journal of the American Scientific Affiliation” continha a seguinte afirmativa: “Se alguns anos atrás me fosse dito que uma tentativa aparentemente séria seria feita para reintroduzir a teoria diluvionista em bases bíblicas como a única hipótese aceitável para a maior parte das ciências geológicas, eu não teria acreditado”.
A hipótese básica de Van de Fliert aparentemente é que o Dilúvio relatado na Bíblia é puro folclore, talvez baseado em alguma enchente local no vale do Rio Eufrates, como outros “Evolucionistas Teístas” têm alegado. O Dr. Van de Fliert parece crer que a teoria geológica diluvionista caiu por terra cerca de 150 anos atrás, tendo sido desaprovada cientificamente. Parece também surpreso com a audácia de competentes cientistas de nossa época em reintroduzir aquela teoria, em que pese o avanço da ciência.
Ao ver fotografias de pegadas de dinossauros juntamente com pegadas humanas gigantescas no leito do rio Paluxy, no Texas, publicadas no livro de Whitcomb e Morris “The Genesis Flood” (2), Van de Fliert pôs de lado tal evidência considerando-a como “supostas pegadas, mas de maneira nenhuma pegadas humanas”.
Não se torna claro como Van de Fliert pode ser tão positivo quanto a não serem humanas as pegadas, sem um exame in loco dessas formações cretáceas do Texas. O Dr. A. E. Wilder Smith da Faculdade de Medicina da Universidade de Illinois dedicou algum tempo ao exame dessas pegadas e voltou convencido, como pode ser visto em seu livro “Man’s Origin, Man’s Destiny”.
O Dr. Van de Fliert compara esse achado com os ossos de elefantes encontrados há algumas gerações, e então julgados como sendo ossos de seres humanos destruídos no Dilúvio, concluindo que os geólogos diluvionistas de nossos dias estão voltando à Idade Escura. Tal insinuação obscurece as verdadeiras questões em discussão, e não deveria encontrar lugar em literatura científica.
Nas críticas à Geologia Diluvionista, surge o argumento de que a Bíblia não é um compêndio científico, concluindo-se não ser portanto digna de fé ao tratar de questões científicas. Naturalmente, se fosse um compêndio científico, deveria ela atingir proporções enciclopédicas. Entretanto, o fato de não o ser, não prejudica a sua autenticidade ao fazer uma afirmação científica.
Não se deveria concluir que a fé total ou parcial na Palavra de Deus deva se basear no estado atual da ciência. A aceitação de Jesus, o Messias, como Aquele que Ele declarou ser, dá autenticidade aos relatos mosaicos da Criação e do Dilúvio, pois Cristo os corroborou. A despeito de tudo isto, muitos são levados a duvidar, devido à influência solapante da ciência materialista. Ao acharem também os cientistas evidências corroboradoras em novas descobertas científicas, prestarão um duplo serviço ao publicá-las - à ciência, e à fé na veracidade da Bíblia.
Catastrofismo
A Geologia Diluvionista implica certamente o Catastrofismo, o que entretanto não significa que o nosso mundo tenha permanecido em um contínuo estado de catástrofe. As interpretações diferentes freqüentemente se polarizam devido à ênfase exagerada dada à semântica. Novas descobertas demonstram que na disciplina da Geologia há lugar tanto para o catastrofismo quanto para o uniformismo.
Norman Newell, do Museu Americano de História Natural (3), admite que as idéias mais recentes sobre acontecimentos cataclísmicos, tais como a teoria da Grande Explosão Inicial, terremotos e enchentes calamitosos, forçam-nos a readmitir o catastrofismo como um processo tectônico, juntamente com o uniformismo.
Ensina-se aos estudantes de Geologia que o “presente é a chave para o passado”, e freqüentemente interpreta-se essa afirmação como significando que jamais aconteceu algo que não esteja acontecendo agora. Mas desde o final da Segunda Guerra Mundial, após o surgimento de uma nova geração, juntamos mais dados e começamos a compreender que houve muitos acontecimentos catastróficos no passado, alguns dos quais se deram somente uma única vez.
Novamente citando o artigo de Van de Fliert (4), aquele autor expõe (talvez inconscientemente) a harmonia essencial da Geologia de nossos dias com o conceito da Geologia Diluvionista. Admite ele que o pensamento geológico alterou-se desde o tempo de Lyell.
A maior parte dos geólogos atuais não aceita esse princípio (uniformismo) exatamente da maneira como compreendida por Lyell, mas sim no sentido de uma permanência das leis físicas e biológicas, o que não exclui, por exemplo, períodos com climas diferentes do conhecido hoje em dia, ou também alternâncias de períodos estáveis mais prolongados com episódios catastróficos ou paroxismos mais curtos.
Os geólogos diluvionistas e os criacionistas poderiam concordar com quase 100% desse conceito moderno de união do uniformismo com o catastrofismo. Como já mencionado, muitas supostas diferenças relacionam-se grandemente com questões semânticas. Uma definição cuidadosa dos termos freqüentemente elimina muitas diferenças aparentes.
Os geólogos diluvionistas são freqüentemente acusados de tentar abolir leis físicas e químicas bem estabelecidas. Nenhum cientista ou meteorologista poderia ser culpado da abolição das leis naturais quando o tempo mudasse de uma suave brisa para um furacão de 300 km/h, ou de uma garoa para 300mm de precipitação em 24 horas.
De igual maneira, não é compreensível por que uma chuva prolongada em escala mundial poderia ser responsável pela abolição das leis da natureza. Sabe-se que todo o vapor d’água hoje contido na atmosfera não poderia elevar o nível do oceano mais do que alguns poucos centímetros. Neste ponto, a Geologia Diluvionista sozinha não esclarece a discrepância científica, mas apela ao Criacionismo para a resposta.
O historiador inspirado Moisés explicou no livro de Gênesis que, quando Deus criou o mundo, separou as águas em duas partes principais, a parte inferior compreendendo os mares, e a parte superior acima do firmamento. Com o apoio ou não do Dr. Newell, os crentes na Bíblia compreendem que o Dilúvio foi um acontecimento miraculoso, não sujeito a análise repetida.
Essa cobertura superior de vapor bem poderia ter proporcionado uma camada de isolante térmico responsável por um clima relativamente uniforme em toda a Terra. Antes da precipitação da cobertura de vapor sobre a Terra, durante o Dilúvio Bíblico, muito possivelmente a cobertura de vapor propiciava rico revestimento vegetal mesmo nas zonas terrestres hoje cobertas de gelo. O Onipotente não está limitado ao uso de algumas poucas leis naturais que o homem tem sido bem sucedido em descobrir.
Extensas jazidas de carvão na Antártida evidenciam a existência anterior de um clima temperado, em escala mundial, que explica a presença de grandes manadas de mamutes, mastodontes, rinocerontes, megatérios, e outras criaturas encontradas em cemitérios de fósseis. A extinção repentina de tanta vida biológica sempre foi um enigma para os cientistas, e a melhor explicação que pode ser dada para esse caso parece ser a da alteração do clima.
Como essa explicação casualmente coincide com o relato bíblico, os cientistas e estudiosos do assunto podem portanto ter mais confiança na precisão científica das Escrituras. A mudança repentina do clima é evidenciada pelos mamutes perfeitamente preservados, bem como por outros animais que têm sido desenterrados do gelo ártico.
Se em 1845 alguém tivesse predito que a guerra mundial de 1940 seria decidida pela explosão de bombas atômicas, sem dúvida alguns cientistas o teriam ridicularizado. Seguindo as idéias de Dalton, a crítica teria afirmado ser a divisão do átomo uma violação das leis da Física, pois o átomo era considerado como a menor partícula da matéria. A partir daquela data, o homem descobriu leis da natureza anteriormente desconhecidas . Esse mesmo princípio pode ser aplicado à atitude de Deus no passado. Durante o dilúvio, Deus pode ter liberado forças e fatores que presentemente não são observáveis ou compreendidos claramente.
As Scablands de Montana (*)
Norman Newell iniciou o processo de reação ao uniformismo ortodoxo de Charles Lyell, e provocou uma volta ao catastrofismo. J. Harlen Bretz (5) do Departamento de Ciências Geofísicas da Universidade de Chicago, adicionou evidências à causa do catastrofismo com o seu notável artigo referente às scablands de Montana, publicado no Journal of Geology em setembro de 1969. Bretz é uma reconhecida autoridade em scablands, tendo dedicado anos ao estudo e a publicações referentes à geologia da região. Outros geólogos têm seguido a linha uniformista clássica para a explicação das gargantas fluviais fósseis cavadas no basalto.
Em 1938, Flint considerava que as scablands foram formadas por correntes lentas durante a remoção dos enchimentos. O termo “enchentes” era-lhe repugnante. Por outro lado, Bretz declarou que somente enchentes extraordinárias poderiam ter cruzado os divisores de água pré-glaciais, e somente velocidades extraordinárias (devido a grandes volumes) poderiam erodir os leitos rochosos tão tremendamente (6).
Os sobrecenhos franziram-se com essa interpretação. Surgiu uma tempestade de protestos. Mas Bretz não arredou pé, pois estava armado com fatos. Bretz (1969) descreveu o rompimento da barreira glacial do Lago Missoula da seguinte maneira:
Quando ela se rompeu, a água armazenada com quase 600 metros de profundidade ficou livre para escoar desde a bacia do rio Clark Fork, no oeste de Montana, até ao norte de Idaho. A água invadiu catastroficamente o Planalto de Colúmbia no sudoeste de Washington e atingiu o Oceano Pacífico pelo Rio Colúmbia, a 700 quilômetros de distância da barreira glacial. Enchente de tão grandes proporções é desconhecida atualmente em qualquer outra parte do mundo. Calcula-se que tenha durado duas semanas. Atingiu 240 metros no Passo Wallula, na divisa de Oregon e Washington.
(*) O termo “scablands” tem sua origem nas grandes escaras (em inglês “scabs”) que desfiguram o platô basáltico da parte leste do estado de Washington, nos Estados Unidos da América do Norte, desfazendo-o num intrincado de testemunhos, mesas e canhões.
Bretz estava descrevendo uma comoção cataclísmica na natureza, muito semelhante em conseqüências ao dilúvio, embora em escala muito menor. Menciona ele que o trecho superior do Grand Coulee tinha 40 quilômetros de comprimento, enquanto que o maior salto tinha 15 quilômetros de largura.
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NOTA DO TRADUTOR
Transcreve-se a seguir, a título de informação ao leitor, pequeno trecho (páginas 400 e 401) do livro “Principles of Geomorphology” de William D. Thornbury, editado pela John Wiley & Sons, Inc., New York - London, 1954, que permite localizar o problema tratado neste artigo.“Bretz concluiu que as águas originadas do degelo ocuparam os vales preexistentes ao norte da região das ‘scablands’ em tamanha quantidade que se derramaram sobre o divisor de águas, constituindo uma imensa inundação com caráter catastrófico, apesar de curta duração, à qual denominou ele de inundação de Spokane.
As grandes torrentes que constituíram a ‘inundação’ presumivelmente deram origem a grandes barras que se projetaram acima do fundo das gargantas, sendo depois rapidamente destruídas, nesse processo modelando as gargantas e as outras impressionantes evidências de erosão.
A teoria representa um retorno ao catastrofismo, que muitos geólogos têm relutado em aceitar.”
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Datação da Idade da Terra
Esse assunto tem relação direta com a Geologia Diluvionista e com o Criacionismo. Como a disciplina da datação está ainda em sua infância, devem ser adiadas conclusões dogmáticas.
Foi Arthur Holmes (13) eminente geólogo britânico, que lembrou que, apesar de a Radiometria ter aparência de precisão matemática, um passo no equacionamento era uma pura hipótese (uma estimativa de alto nível) que a vida média dos elementos radioativos tem permanecido a mesma no decorrer do tempo geológico. Em outras palavras, supõe-se que a taxa de decaimento radioativo tem permanecido constante em função do tempo. Isso, de fato, não é passível de verificação científica.
Um empecilho para a atribuição de bilhões de anos à idade da Terra é a impossibilidade de determinação de todo o Hélio radiogênico que deveria estar presente na atmosfera e na litosfera, como resultado de tantos anos de desintegração radioativa. Somente um centésimo milésimo da suposta produção de Hélio pode ser determinada. Não há evidências de que quantidades apreciáveis de Hélio pudessem ter escapado da Terra, especialmente ao se encontrar Hélio na Lua, que tem massa muito menor do que a Terra. A única explicação plausível parece ser que a Terra e a Lua são muito mais jovens do que consideradas atualmente.
Devido à falta de atmosfera e blindagem, a Lua é constantemente bombardeada com “vento solar” consistindo de concentrações de gases raros, tais como Hidrogênio, Hélio, Neônio, Argônio, Criptônio, Xenônio, etc. De fato, a contaminação com Argônio proveniente do Sol resultou num grave problema para o uso do método de datação com o Potássio-Argônio, em muitas amostras de solo lunar.
A contaminação com Argônio em algumas amostras tem atingido a ordem de um milhão de vezes. A contaminação com Chumbo constitui um outro problema na datação, e cientistas de diferentes laboratórios têm usado diferentes fatores corretivos dessa contaminação, ao testarem amostras de solo lunar (14).A presença de gases na superfície da Lua pareceria indicar a origem de uma atmosfera embrionária, observação essa que por si própria pareceria indicar uma Lua recente.
O Dr. Melvin Cook relatou ao autor recentemente, em correspondência pessoal, que um estudo de todos os dados obtidos das amostras de rochas lunares parece indicar somente alguns poucos milhares de anos desde que a Lua atingiu sua atual condição superficial.
Radiação Cósmica
A radiação cósmica consiste de núcleos atômicos deslocando-se com velocidades da ordem de grandeza da velocidade da luz. As energias correspondentes são enormes, variando de um bilhão a um quatrilhão de eletron-volts. Samuel Glasstone (15) descreve a energia dos raios cósmicos:
Verifica-se o extraordinário poder de penetração dos raios cósmicos, em primeiro lugar pela sua capacidade de penetrar na atmosfera terrestre, cujo poder de absorção para as radiações ionizantes é equivalente a aproximadamente um metro de espessura de Chumbo. Mas não é somente isso. Os raios têm sido detectados sob o solo e sob a água, em distâncias equivalentes a 1400 metros de profundidade. Somente partículas com muitos bilhões de eletron-volts de energia poderiam ter penetrado em tais profundidades.
O Dr. James Van Allen (16) foi um dos principais responsáveis pela descoberta dos cinturões de radiação. Ele encontrou taxas de contagem de radiação superiores a 1000 vezes à esperada teoricamente para os raios cósmicos. Diz ele o seguinte:
Em altitudes mais elevadas ... até ser atingido o ponto de saturação do contador, obtinham-se taxas superiores a l000 vezes a expectativa teórica para os raios cósmicos. A partir da taxa de crescimento e da duração dos períodos de saturação, supusemos que a contagem máxima provavelmente atingiu diversas vezes esse nível.
Há evidências de que o campo magnético terrestre tem mudado de polaridade mais do que uma vez; e como o Dr. John Grebe ressaltou numa comunicação pessoal, durante a inversão da polaridade há um período sem magnetismo, durante o qual a radiação cósmica bombardearia a Terra com maior intensidade. A radiação de alta energia, então, é uma causa possível para a aceleração da taxa de desintegração do Urânio, Tório, e talvez outros elementos radioativos. Essa possibilidade lança dúvidas sobre todos os métodos de datação que envolvem radioatividade.
Certos meteoritos de Ferro têm aparentado idades de centenas de milhões de anos, enquanto que meteoritos de rocha são considerados como tendo somente dezenas de milhões de anos. Por que tal diferença? O Dr. Harold Urey (17) explica esse fato dizendo que os meteoritos de pedra estavam enterrados mais profundamente sob a superfície do astro-mãe, sendo assim blindados relativamente aos raios cósmicos de alta energia. Logo, parecem mais jovens. Os meteoritos de Ferro originaram-se na superfície, onde a intensa radiação “envelheceu-os” mais rapidamente. Pode-se pensar nesta altura, se, ao computar-se a idade da Terra em bilhões de anos não se está meramente observando uma aparência de idade?
Talvez Curt Teichert (18) melhor resumisse a situação ao dizer “Atualmente não se pode construir nenhuma imagem coerente da história da Terra, com base na datação com Radiocarbono”. O Dr. James B. Conant (19) - presidente emérito de Harvard, teve este comentário a acrescentar:
Não poucos físicos têm expresso grandes dúvidas quanto a se poder supor uniformidade no comportamento da matéria ao longo de tão enormes períodos de tempo. O que significa o conceito de tempo quando lidamos com milhares de milhões de anos? Da mesma maneira como os físicos acharam necessário reformular algumas idéias sobre o espaço e o tempo ao lidar com velocidades muito altas e distâncias muito pequenas, é possível também que as noções comuns sobre o tempo não possam ser extrapoladas à cosmologia. O laboratório de anéis de crescimento de árvores da Universidade do Arizona recebeu um auxílio de US$ 45.000,00 da National Science Foundation, para continuação da pesquisa do Dr. Charles W. Ferguson sobre a discrepância entre a idade-radioativa e a idade calculada a partir dos anéis de crescimento, para o pinheiro California bristlecone. Os seguintes noticiários dão os detalhes:
“Os cientistas têm especulado que a escala de datação do Radiocarbono desvia-se da cronologia baseada nos anéis de crescimento devido ao intenso bombardeio cósmico da atmosfera, que decresceu atingindo o nível atual há cerca de 2000 anos. Os mais antigos pinheiros bristlecone vivos são encontrados nas White Mountains da Califórnia oriental. Descobertos em 1956 pelo falecido Dr. Edward Schulman e pelo Dr. Ferguson, esses pinheiros estavam crescendo nas áridas “White Mountains” da Califórnia centro-oriental milênios antes dos egípcios começarem a construção das pirâmides. Isso se deu na época em que o famoso Hammurabi reinava no reino semítico ocidental de Babilônia, e compilava o seu grande código de leis” (20).
A suposta causa da incerteza do Carbono-14 é a variação da radiação cósmica e a conseqüente variação da formação de Carbono-14. Essa flutuação naturalmente é conflitante com o conceito da uniformidade, e é equivalente à aceitação de que a proporção de Carbono-14 existente na atmosfera não permaneceu constante durante o passado. Tal aceitação põe por terra a precisão de tais datas, de maneira geral.
Considerações finais
As opiniões arraigadas dos cientistas alteram-se muito vagarosamente quando confrontadas com visíveis evidências que exigem uma reformulação da teoria. Fatos revolucionários e impressionantes têm vindo à luz nos anos recentes, exigindo uma revisão da teoria evolucionista no campo da Geologia como, por exemplo, a descoberta de pegadas humanas fósseis juntamente com dinossauros, no Cretáceo, e também junto com trilobitas no Cambriano de Utah, a descoberta de pólen de coníferas e gimnospermas nas formações cambrianas e pré-cambrianas do Grande Canyon.
No seu artigo “The Case for Hierarchical Cosmology”, G. de Vaucouleurs escreveu:
A história da Ciência, certamente, está repleta de exemplos de pequenos fatos obstinadamente “feios”, que destroem “belas” teorias ... acima de tudo estou me referindo a uma aparente perda de contato com a evidência empírica e com os fatos observáveis, e pior do que isto, a uma recusa deliberada da parte de alguns teóricos em aceitar tais resultados quando eles se mostram em desacordo com algumas das teorias atuais do Universo, supersimplificadas e portanto intelectualmente atrativas (21).
Se novas evidências de campo fossem incorporadas à teoria científica, isso seria um grande passo em direção à demonstração da existência contemporânea dos principais tipos de vida biológica desde os dias da Criação. A extinção em massa da vida antiga devido a alguma calamidade catastrófica viria em apoio ao Dilúvio Bíblico como um dos maiores acontecimentos tectônicos de todas as épocas geológicas.
Bibliografia
(1) van de Fliert, J. R. 1969. Fundamentalism and the fundamentais of geology, Journal of The American Scientific Affiliation, September, pp. 69-81. (2) Whitcomb, John C. and Henry M. Morris. 1961. The Genesis flood. - Presbyterian and Reformed Publishing Co., Philadelphia, Penn. (3) Newell, Norman. 1965. Speech to American Geological Institute, New York. American Museum of Natural History. Reported address. (4) van de Fliert, J. R. Op. cit., p. 70. (5) Bretz, J. Harlan. 1969. The Lake Missoula floods and the channeled scablands, The Journal of Geology, 77(5):505-543: September.(6) Ibid., p. 507.(7) Trimble, D. E. 1963. Geology of Portland, Oregon, and adjacent areas. U. S. Geol. Survey Bulletin 1119:119. (8) Rastall, R. H. 1956. Geology, Encyclopedia Brittanica, 10:168. (9) Burdick, C. L. 1969. The Lewis overthrust, Creation Research Society Quarterly, 6(2):96-106. September. Ver também, do mesmo autor juntamente com Harold Slusher: The Empire Mountain - a thrust fault?, Creation Research Society Quarterly, 6(1):49-54. June(10) Schuchert, Charles. 1931. Physics of the earth. National Research Council Bulletin 80:14.(11) Rogers, John and Carl Dunbar. 1957. Principles of stratigraphy. John Wiley and Sons, New York, p. 128.(12) Dana, J. D. 1894. Manual of geology. Fourth Edition. American Book Co., New York, N. Y., p. 1007.(13) Holmes, Arthur. 1931. Physics of the earth. National Research Council Bulletin 80, p. 18.(14) Summary of Apollo II Lunar Science Conference. 1970. Science, 167 (3918):449. January 30.(15) Glasstone, Samuel. 1958. Source book of atomic energy, Second Edition. Van Nostrand, N. Y., p. 562.(16) Van Allen, J.A. 1959. Radiation belts around the earth, Scientific American, 200:44. Match.(17) Urey, Harold C. 1960. Citado por I. M. Levitt, Director: Fels Planetarium, The Franklin Institute. August 7.(18) Teichert, Curt. 1958. Some biostratigraphical concepts. Bulletin of the Geological Society of America, 69(1):102. January.(19) Conant, James B. 1951. Science and common sense. Yale University Press, New Haven, Conn., p. 282. (20) Radiocarbon dating of the bristlecone pine deviates from tree-ring dating by about 1000 years, Arizona Daily Star, Phoenix, July 8, 1970, p. 2, Section A. (21) Vancouleurs, G. de. 1970. The case for a hierarchical cosmology , Science, 167(3922):1204. February 27.
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NOTA DO TRADUTOR (2)
(Esta Nota foi acrescentada à primeira edição deste número da Folha Criacionista)
No terceiro número da Folha Criacionista tivemos a oportunidade de publicar um artigo sobre o famoso “Homem de Piltdown”, que acabou se constituindo em uma das maiores fraudes no âmbito da antropologia, e que por muito tempo foi divulgado como o “elo perdido” que havia faltado para “comprovar cientificamente” a evolução do homem a partir dos símios. Em vários outros artigos publicados pela Folha Criacionista foi tratado também o assunto referente ao “Homem de Piltdown”, como por exemplo, no artigo que se inicia na página seguinte. Mais recentemente (com relação à data em que está agora sendo feita a reedição das Folhas Criacionistas que se encontravam esgotadas já há anos), na “Folhinha Criacionista” número 6, de setembro de 1999, foram trazidas também fotografias ilustrativas da “descoberta” do “Homem de Piltdown.
Nosso Editor sênior teve a oportunidade de, em seus dias de Ginásio (hoje segundo grau, ou ensino médio), nos idos de 1940, receber o impacto daquilo que era então mostrado pelos compêndios escolares como a prova indiscutível da evolução do ser humano. Reproduzimos abaixo a figura da “reconstrução” do busto do “Homem de Piltdown”, que se encontrava em um dos livros de divulgação científica publicado na época, a “História da Ciência”, de David Dietz, editado pela Livraria José Olympio Editora, na página 328.
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Artigo publicado na Folha Criacionista 02 - dezembro 1970
Extraído do site da Sociedade Criacionista Brasileira
sábado, 10 de outubro de 2009
Campanha do Unasp propõe uso consciente de computador
Um grupo de estudantes do curso de Publicidade e Propaganda do Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp) lançou a campanha "1h100PC" (uma hora sem PC) com o objetivo de estimular o uso consciente do computador pela população.A proposta dos universitários é que as pessoas substituam uma hora do dia em que ficariam em frente ao computador pela prática de atividades que não consumam o mesmo tipo de energia, por exemplo uma simples conversa pessoal com amigos ou algum esporte.
Segundo Jonhnes Carvalho, um dos idealizadores da campanha, a ideia nasceu após um projeto sobre sustentabilidade desenvolvido na própria universidade.
No perfil de uma comunidade criada na rede de relacionamentos Orkut, os estudantes relacionam diretamente internet e poluição: "Talvez você não saiba, mas a internet polui, e muito. Ela já é responsável por 2% de todas as emissões globais de CO2 (mesma quantidade de poluição gerada pelos aviões)".
Em dezembro do ano passado, a comunidade tinha 200 membros, e, neste mês, atingiu 500 participantes. A meta, de acordo com os estudantes, é chegar a um milhão de adeptos.
O internauta Jonhnes Carvalho, de Artur Nogueira (SP), participou do vc repórter, canal de jornalismo participativo do Terra. Se você também quiser mandar fotos, textos ou vídeos, clique aqui.
Fonte: Site Terra

