quarta-feira, 21 de junho de 2017

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Origens - Terra Viva


Nesta temporada compreenderemos mais sobre o terceiro planeta do sistema solar: o nosso lar. Enquanto fazemos um estudo sobre a sua geografia, acompanhe-nos em nossa jornada pela Islândia, onde é possível observar diversos fenômenos físicos, biológicos e humanos que afetam a Terra. Estréia 01 de Julho na TV Novo Tempo#OrigensNT #TerraViva

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Exame Crítico da Datação Radiométrica - Livro

Recomendo este livro que acaba de sair do forno, pela Sociedade Criacionista Brasileira: Exame Crítico da Datação Radiométrica. Segue a descrição:

A Datação Radiométrica é um dos assuntos cruciais envolvidos na controvérsia entre a estrutura conceitual evolucionista e a estrutura conceitual criacionista, pelas implicações relativas às distintas interpretações das idades de formações geológicas e de fósseis encontradas na natureza.

Este livro pretende fornecer subsídios para quem realmente desejar compreender as bases filosóficas e as evidências reais que fundamentam os pressupostos assumidos pelas duas posições antagônicas aceitas para a interpretação dos fatos observados na natureza.

Na primeira parte desta publicação encontra-se uma seleção de artigos já anteriormente publicados nos periódicos editados pela Sociedade Criacionista Brasileira e, na segunda parte, uma coletânea de artigos mais recentes publicados na revista “Acts and Facts” publicada mensalmente pelo “Institute for Creation Research”, instituição criacionista sediada nos Estados Unidos da América.

Todos esses artigos, em seu conjunto, constituem um valioso acervo de informações básicas sobre a história do desenvolvimento dos Métodos de Datação Radiométrica e do estado atual da arte nesse interessante e importante campo de pesquisas.

Esta publicação é fruto da colaboração iniciada há três anos entre a SCB e o seu Núcleo Criacionista da cidade de Maringá, PR (“NUMAR-SCB”) que reúne mais de uma dezena de professores universitários e pesquisadores de alta qualificação acadêmica.

O desejo dos Editores é que esta seja uma publicação que possa trazer à baila argumentos de peso a favor da interpretação alternativa dos fatos a partir de pressuposições distintas das usualmente levadas em conta no campo da datação radiométrica, permitindo aos leitores avaliarem a questão por si mesmos considerando as informações adicionais aqui expostas, nem sempre fáceis de serem encontradas na literatura especializada sobre o assunto.

Com 220 páginas

Vários autores

PRIMEIRA PARTE

Uma Terra Recente?

Um Levantamento de Métodos de Datação 25

Eugene F. Chaffin

O Debate Sobre a Idade da Terra 50

Lawrence Badash

A Terra Recente 63

Henry M. Morris

Um Exame Crítico da Datação com Radiocarbono à Luz de Dados Dendocronológicos 72

Sidney P. Clementson

Confirmada a Idade Magnética Recente da Terra 89

Thomas G. Barnes

Um Exame Crítico da

Datação Radioativa das Rochas 99

Sidney P. Clementson

Taxas de Difusão de Hélio Apontam para uma Terra Recente 110

Adauto J. B. Lourenço

Tempo: Um Problema para os Modelos da História da Terra 122

Urias Echterhoff Takatohi

Uma Revisão Crítica do Uniformismo na Geologia e o Dilúvio Universal 140

A. W. Mehlert

Duas descobertas muito relevantes para a datação radiométrica 158

Rodrigo M. Pontes

SEGUNDA PARTE

Relógios nas Rochas? 169

Vernon R. Cupps, Ph.D.

O Ícone das “Isócronas” 176

Vernon R. Cupps, Ph.D.

O relógio “Nobre” 184

Vernon R. Cupps, Ph.D.

Datação com Metal Alcalino: O Modelo de Datação de Rb-Sr 193

Vernon R. Cupps, Ph.D.

Relógios de Terras Raras os Modelos de Datação Sm-Nd e Lu-Hf

(Primeira Parte) 201

Vernon R. Cupps, Ph.D.

Relógios de Terras Raras Os Modelos de Datação Sm-Nd e Lu-Hf

(Segunda Parte) 206

Vernon R. Cupps, Ph.D.

Relógios de Metais Pesados: Os Modelos de Datação U-Pb E Th-Pb 211

Vernon R. Cupps, Ph.D.

Relógios de Metais Pesados o Modelo de Datação Pb-Pb 216

Vernon R. Cupps, Ph.D.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Argumentos que um criacionista NÃO deve utilizar

“Darwin se converteu antes de morrer.” Muitos usam essa história, entretanto, provavelmente ela não seja verdadeira, e não há corroboração daqueles que eram próximos a ele – nem mesmo de sua mulher Emma, que era contrária à ideia evolucionária. E também o fato de alguém abandonar uma filosofia não serve para desprovar tal filosofia. Muitos abandonam o cristianismo, mas isso não invalida sua exatidão.

“A espessura da camada de poeira da lua prova uma lua jovem.” Durante muito tempo, os criacionistas alegaram que a camada de poeira na lua era muito fina para um processo de assentamento de poeira que estivesse caindo sobre ela há bilhões de anos. Eles basearam essa afirmação em estimativas iniciais ̶ por evolucionistas ̶ do influxo de poeira da lua, e preocupações de que as naves espaciais que pousassem na lua se afundariam nesta camada de poeira. Mas essas primeiras estimativas estavam erradas, e na época do desembarque do Apollo, a NASA não estava preocupada com o afundamento. Assim, a espessura da camada de poeira não pode ser usada como prova de uma lua jovem (ou de uma lua nova). Veja também Poeira da Lua e a Era do Sistema Solar.

“Os computadores da Nasa, ao calcular as posições dos planetas, descobriram o dia perdido de Josué e mais 40 minutos do relógio de Acaz.” Essa história é uma fabricação. A mesma história apareceu num livro não muito confiável chamado The Harmony of Science and Scripture (1936), por Harry Rimmer. Atribuir tal feito a um computador da Nasa está além da sua capacidade. Nenhuma autoridade da Nasa jamais confirmou essa história. Ela é mais uma lenda urbana. (O que aconteceu nesses dois casos foi que Deus provavelmente retardou o movimento de rotação da terra. O ponto de referência do escritor é a Terra, por isso que ele diz que o Sol “parou”.) Veja também: A NASA descobriu um “dia ausente”? Para a documentação histórica e científica que esta alegada descoberta é mitológica.

[Continue lendo]

segunda-feira, 29 de maio de 2017

O argumento cosmológico kalam - William Lane Craig

Sistema Solar está situado em zona neutra entre dois braços espirais da Via Láctea

Posição do Sistema Solar na Via Láctea:
Coincidência?
Em meio ao vasto agrupamento de poeira, gás e estrelas que dão forma à Via Láctea, o Sistema Solar habita permanentemente uma região entre dois braços espirais, sem jamais cruzá-los. Essa foi a principal conclusão de um grupo do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP). Por meio da análise de frequências de micro-ondas de radiação captadas por radiotelescópios espalhados pela Ásia, a equipe calculou a estabilidade orbital do Sol e a velocidade com a qual ele se desloca ao redor da galáxia, obtendo dados até agora pouco conhecidos envolvendo características do Sol e de sua vizinhança.

No estudo, aceito para publicação na revista Astrophysical Journal, os pesquisadores verificaram que o Sol está posicionado em uma zona neutra entre os braços em espiral chamados Perseu e Carina-Sagitário, dois dos quatro maiores braços espirais da Via Láctea, distantes um do outro cerca de 9 mil anos-luz (cada ano-luz corresponde a 9,5 trilhões de quilômetros). Verificaram que a estabilidade orbital do Sol garante sua presença em um braço anômalo, chamado de Ramo de Órion, formado pelo acúmulo de muitas estrelas que, como o Sol, ficam presas entre os braços Perseu e Carina-Sagitário. “Calculamos que em diversos momentos o Sol aproxima-se da borda de um dos dois braços, mas nunca os cruza”, informa o astrofísico Jacques Lépine, autor principal do estudo.

Isso acontece porque tanto o Sol quanto os braços espirais giram na mesma velocidade em torno do núcleo da Via Láctea. De acordo com os cálculos, a estrela está presa em um padrão de ressonância que faz com que o período de sua órbita (200 milhões de anos) seja o mesmo dos braços espirais.

A Via Láctea é formada por um grande disco achatado e braços, estruturas coalhadas de estrelas, poeira e gás que se espalham espiraladas a partir de um núcleo central alongado. “Pensava-se que o Sol atravessava esses braços a cada 150 milhões de anos, aproximadamente”, diz Lépine. “No entanto, nossos cálculos sugerem que isso não ocorre nunca.” Segundo o pesquisador, do contrário, o Sistema Solar — e, consequentemente, a Terra — estariam sujeitos a eventos catastróficos que poderiam aniquilar toda e qualquer forma de vida, como explosões de estrelas supernovas, um dos mais energéticos fenômenos do Universo, bastante comuns nos braços espirais das galáxias.

Projeto
1. Origem dos moving groups e estabilidade dinâmica do sol na galáxia (nº 16/18886-3); Modalidade Bolsa de Pós-doutorado; Pesquisador responsável Tatiana Alexandrovna Michtchenko (IAG-USP); Bolsista Douglas Augusto de Barros; Investimento R$ 39.478,07.

2. Caos e integrabilidade em discos galácticos (nº 15/10577-9); Modalidade Bolsa de Pós-doutorado; Pesquisador responsável Tatiana Alexandrovna Michtchenko (IAG-USP); Bolsista Ronaldo Savioli Sumé Vieira; Investimento R$ 188.137,80

Artigo científico
LÉPINE, Jacques R. D. et al. The dynamical origin of the Local Arm, and the Sun´s trapped orbit. Astrophysical Journal. mai. de 2017.

Fonte: FAPESP

Nota: Apesar de considerarem no artigo que a posição do Sistema Solar na Via Láctea seria por mero acaso, é evidente que essa posição foi finamente ajustada para que a vida fosse possível de ser mantida na Terra, onde, juntamente com uma gama de outros fatores extremamente planejados, fazem da Terra um planeta até então único no Universo, para que a vida exista. Olhar o Universo e a vida com os olhos do Design Inteligente e do Criacionismo faz muito mais sentido que confiar no acaso "cego" e "burro". Todas as condições para que aja vida na Terra é fruto de uma Mente que tudo sabe e tudo pode, conforme concluiu Isaac Newton: "A maravilhosa disposição e harmonia do universo só pode ter tido origem segundo o plano de um Ser que tudo sabe e tudo pode. Isso fica sendo a minha última e mais elevada descoberta." [ALM]

Origens - Enigmas sem respostas

Origens - Dinossauros na cosmovisão bíblica

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