terça-feira, 31 de dezembro de 2013

O Sol se deteve em Josué 10:12, 13?

Por Leandro Quadros

Recebi uma pergunta interessantíssima de um internauta sobre o texto de Josué 10:12, 13, que diz o seguinte:

“Então, Josué falou ao SENHOR, no dia em que o SENHOR entregou os amorreus nas mãos dos filhos de Israel; e disse na presença dos israelitas: Sol, detém-te em Gibeão, e tu, lua, no vale de Aijalom. E o sol se deteve, e a lua parou até que o povo se vingou de seus inimigos. Não está isto escrito no Livro dos Justos? O sol, pois, se deteve no meio do céu e não se apressou a pôr-se, quase um dia inteiro”.

A pergunta é: “Se o que determina a mudança do dia é a rotação da Terra em torno de seu próprio eixo, como a Bíblia pode dizer que o Sol parou?”

É importante não esquecermos que “a Bíblia faz uso de uma linguagem comum, não técnica”, e que “o uso de uma linguagem não científica não vai de encontro à ciência, pois ela é anterior à ciência” (Norman Geisler e Thomas Howe, Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e “Contradições” da Bíblia [São Paulo: Mundo Cristão, 1999], p.26).

A Bíblia foi escrita dentro dos padrões antigos de linguagem e segundo a compreensão científica que eles tinham naquela época. Julgar os autores bíblicos de “erro” é que é anticientífico, pois, avaliar uma linguagem popular tendo como base as descobertas científicas atuais, é um erro grosseiro e uma forma de preconceito para com aqueles que viveram noutra época diferente da nossa.

Se não esquecermos que a Bíblia é a perfeita palavra de Deus no imperfeito sotaque humano; e que “não são as palavras da Bíblia que são inspiradas, mas os homens é que o foram”, (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 21), não teremos dificuldades em compreender esse texto de Josué 10, bem como Levítico 11:5,6, por exemplo, que afirma serem o arganaz e o coelho animais que “ruminam” (na verdade, eles não fazem isso. Porém, para quem observa, a impressão é que ruminam mesmo, devido à maneira como movem o queixo).

Atualmente, apesar dos avanços da ciência, cristãos, ateus, agnósticos, budistas, hinduístas, islâmicos (etc) se utilizam de descrições tecnicamente erradas mas que, mesmo assim, são adequadas. Por exemplo, ainda hoje dizemos que o Sol “nasce” e se “põe”, mesmo sabendo que esse astro não se move!

Se esse tipo de descrição não técnica é adequada hoje, por que não seria adequada nos tempos bíblicos? Desse modo, que padrão objetivo um ateu ou agnóstico possui para questionar a forma de expressão dos autores bíblicos? Com certeza, nenhum.

Finalizo com algumas citações de Ellen White que apresentam um conceito correto e equilibrado sobre a maneira como Deus inspirou os profetas, para que escrevessem as Verdades divinas na linguagem humana:

“A Bíblia foi escrita por homens inspirados, mas não é a maneira de pensar e exprimir-se de Deus. Esta é da humanidade. Deus, como escritor, não Se acha representado. Os homens dirão muitas vezes que tal expressão não é própria de Deus. Ele, porém, não Se pôs à prova na Bíblia em palavras, em lógica, em retórica. Os escritores da Bíblia foram os instrumentos de Deus, não Sua pena. Olhai os diversos escritores.

“Não são as palavras da Bíblia que são inspiradas, mas os homens é que o foram. A inspiração não atua nas palavras do homem ou em suas expressões, mas no próprio homem que, sob a influência do Espírito Santo, é possuído de pensamentos. As palavras, porém, recebem o cunho da mente individual. A mente divina é difusa. A mente divina, bem como Sua vontade, é combinada com a mente e a vontade humanas; assim as declarações do homem são a Palavra de Deus (Manuscrito 24, ano de 1886. Publicado em Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 21).

Isso está em perfeita harmonia com o que diz o apóstolo em 2 Pedro 1:19-21 sobre a dupla autoria da Bíblia (divina e humana):

“Assim, temos ainda mais firme a palavra dos profetas, e vocês farão bem se a ela prestarem atenção, como a uma candeia que brilha em lugar escuro [...] Antes de mais nada, saibam que nenhuma profecia da Escritura provém de interpretação pessoal, pois jamais a profecia teve origem na vontade humana, mas homensfalaram da parte de Deus, impelidos pelo Espírito Santo”. (Nova Versão Internacional).

[Acesse facebook.com/NaMiradaVerdade.NT e leandroquadros.com.br/livros]

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

sábado, 28 de dezembro de 2013

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Um feliz Natal e um próspero Ano Novo pra você!

"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz." (Isaías 9:6)

Apesar de saber que Jesus não teria nascido em dezembro, quero aproveitar esta data  comemorativa para lhe desejar o meu feliz Natal e um abençoado ano de 2014, meu amigo e minha amiga! Que o Criador e Salvador do mundo, Jesus Cristo, possa ser o verdadeiro centro de suas festividades! Que a paz de Cristo esteja com você e toda a sua família! São os meus sinceros votos. 

André Luiz Marques!

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Conhecendo a Deus para adorá-lo - Dr. Adauto Lourenço

O Cristão e o Natal

Osso no pescoço sugere que neandertais falavam como humanos

Um osso no pescoço dos neandertais dá indícios de que eles eram capazes de falar, de acordo com um estudo publicado nesta semana na revista científicaPLoS One. O osso hioide, que fica na parte superior do pescoço, logo acima do maxilar, suporta a musculatura na base da língua, e sem ele a fala articulada seria impossível. O osso hioide que os pesquisadores estudaram provém de uma caverna em Israel, e foi o primeiro do tipo a ser descoberto. As informações são do site iScience Times.

A descoberta desse osso, em 1989, imediatamente levou à especulação sobre a capacidade dos neandertais de falar. A ideia, porém, foi recebida com cautela e gerou controvérsia no meio acadêmico. Cientistas do Canadá, Austrália, Estados Unidos e outros países voltaram a analisar o osso, desta vez com simulações feitas em computador. Com o uso de microtomografia em raio-x, eles verificaram como o osso hioide interagia com os músculos ao redor.

Os cientistas descobriram que a estrutura do osso mostrava sinais de "intensa e constante atividade metabólica", que pode ser fruto da linguagem. Para um dos autores do estudo, Stephen Wroe, pesquisador na Austrália, a análise mostra que o osso hioide não apenas parece com o que os humanos têm atualmente, mas também era usado de maneira bastante similar.

Fonte: Terra

Nota: Tá na cara que os neandertais eram humanos, como desde sempre os criacionistas afirmam. Só os evolucionistas que não querem entender isso. Some essa notícia com as seguintes e tire mais certeza disso: Neandertal era humano, e não outra espécie; Estudo questiona inteligência inferior do neandertal; Neandertais inventaram ferramentas sozinhos.[ALM]

domingo, 22 de dezembro de 2013

Evidências - Por que Deus Mandou Matar?

A complexa bioengenharia das plantas está de acordo com a teoria da evolução?

Por Jeffrey Tomkins, Ph.D.

[Português de Portugal] Já te questionaste como é que as plantas sabem quando é a altura certa para florescer? Como é que elas sabem que é chegada a hora de florescer e reproduzir como forma de se perpetuar a lema mesma para as futuras gerações? Ao contrário dos animais, as plantas não se podem levantar e mover para outro sítio como forma de se ajustarem ao seu meio ambiente. Essencialmente, elas têm que responder ao meio ambiente, no local onde se encontram plantadas, através de sistemas que detectam e respondem aos sinais ambientais importantes tais como a duração do dia, a qualidade da luz, a temperatura, a disponibilidade da água, e até sinais químicos emitidos por outros organismos...(1, 2)

Vivemos num mundo de flutuações sazonais e como tal quando se fala em florescimento e produção de sementes, o timing é tudo para as plantas. Em muitos climas, existem apenas alguns períodos do ano durante o qual este processo pode decorrer de modo eficaz. As plantas respondem tanto à duração do dia como à temperatura através duma elaborada rede de foto-receptores e sistemas de detecção de temperatura. Estes sistemas de retorno ambiental encontram-se integrados na complexa interacção interna entre os hormonas das plantas e as redes detectoras de carboidratos. (1, 2, 3)

Os dias mais longos e as temperaturas mais quentes da Primavera notificam uma variedade de proteínas receptoras presentas nas folhas das plantas.(4) Este processo activa um conjunto de genes responsáveis pelo florescimento que produzem proteínas chamadas de “florigenes.” Estas agem como sinais à longa distância para as extremidades crescentes dos brotos, activando a formação de flores. (1, 2, 3)


Embora os cientistas tenham feito um progresso extenso no entendimento dos factores-chave e da operacionalidade dos foto-receptores e dos hormonas (e do seu papel no florescimento), sabe-se muito menos em torno do papel que os carboidratos desempenham neste processo. Curiosamente, pesquisas recentes revelaram que mutações em genes-chave que codificam para uma variedade teh enzimas envolvidas no metabolismo dos açucares e dos amidos afecta uma variadade de processos de desenvolvimento, incluindo o florescimento. (5)


A visão emergente da bio-complexidade neste campo é inacreditável.

É importante ressalvar que a sinalização à base dos carboidratos e o sistema de controle não são feitos em isolamento, mas co-processados de forma integral com os sinais sensoriais hormonais, foto-receptores, e térmicos. Surpreendentemente, estas complicadas e integradas redes bioquímicas encontram-se implantadas nas plantas sem o uso dum sistema nervoso central tal como aquele que se encontra em muitos animais.

A combinação de vários sistemas sensoriais e sistemas de comunicação nas plantas, tais como aqueles envolvidos no florescimento, são um claro exemplo dum conjunto de características tudo-ou-nada. As plantas entrariam em colapso na sua capacidade de interagir com o meio ambiente e sobreviver se qualquer uma destas capacidades fosse removida.

Estas novas descobertas na biologia das plantas são testemunhos convincentes em favor do Criador Poderoso que arquitectou estes espantosos sistemas vivos. De modo crescente, as descobertas científicas revelam a sua complexidade, que se encontram em total oposição à tese de que ela é o efeito dum processo aleatório (isto é, causada pela evolução impessoal).


Fonte: ICR, via Darwinismo

Nota do blog Darwinismo: A ciência, quando interpretada fora das prisões naturalistas, é um poderoso testemunho em favor do Criador. Por isso (ou também por isso) é que é verdadeiramente hilariante ver um anti-Cristão a usar o que ele pensa ser a “ciência” para atacar a leitura contextual e literal de Génesis, quando a ciência se encontra totalmente em favor da Palavra de Deus.

Nem poderia ser de outra forma porque o Autor da vida é o Autor de Génesis.

"E disse Deus: Produza a terra erva verde, erva que dê semente, árvore frutífera que dê fruto segundo a sua espécie, cuja semente esteja nela sobre a terra. E assim foi. E a terra produziu erva, erva dando semente conforme a sua espécie, e a árvore frutífera, cuja semente está nela, conforme a sua espécie. E viu Deus que era bom." (Génesis 1:11-12)

Referências:

1. Srikanth, A. and M. Schmid. 2011. Regulation of flowering time: all roads lead to Rome. Cellular and Molecular Life Sciences. 68 (12): 2013.
2. Wigge, P. et al. 2005. Integration of Spatial and Temporal Information During Floral Induction in Arabidopsis. Science. 309 (5737): 1056-1059.
3. Paul, M. et al. 2008. Trehalose metabolism and signaling. Annual Review Plant Biology. 59 (1): 417-441.
4. In some plant species, this process is triggered by longer days and cooling temperatures in the late summer and early fall.
5. Wahl, V. et al. 2013. Regulation of Flowering by Trehalose-6-Phosphate Signaling in Arabidopsis thaliana. Science. 339 (6120): 704-707.

Razão em um lugar de dor - Dr. John Lennox e Rosemary Avery


Para ativar a tradução, clique em "Youtube" abaixo do vídeo (vai abrir o vídeo na página do Youtube) e clique em "Legendas" e selecione a tradução desejada.

Programa Minha Vez: Mensagens Subliminares

E-mails que nos alegram (4)

Olá irmão André,

Conheci o seu blog depois que vi uma postagem no blog do Michelson Borges, gostei muito das postagens e me edifiquei muito com elas, quero te dar meus parabéns pela milésima postagem. Na sua postagem de numero mil gostei do trecho que diz assim "Somei todas as coisas e cheguei à conclusão de que a Igreja Adventista do Sétimo Dia é a igreja que mais se aproxima daquilo que Deus revelou na Bíblia..."

Moro no DF e não conheço muitas igrejas adventistas, já fui católico até o dia que me converti ao meio evangélico me batizando na Igreja Batista em 2005, atualmente frequento a Igreja Ministério da Fé.

Sinceramente pelo que leio a respeito acho a igreja adventista diferenciada das demais, mas gostaria de entender mais sobre o que é ser adventista. Quando pergunto a alguém sobre os adventistas é dito algo que já se tornou até clichê "adventista é aquele que guarda o sábado", sei que há muitas coisas a mais para saber.

Então, gostaria de conhecer mais sobre a igreja e doutrina adventista, poderia me ajudar?

Deus te abençoe e te ajude a continuar com esse excelente trabalho de divulgação da palavra de Deus em seu blog.

(SDA - Distrito Federal)

sábado, 21 de dezembro de 2013

Por que sou criacionista e adventista

Criacionista Consciente
Hoje tenho a felicidade de escrever a 1000ª (milésima) postagem em nosso blog "Criacionista pela Fé e pela Razão", ou "Criacionista Consciente", como queira. Num espaço de 5 anos, venho postando artigos, vídeos, imagens etc. de informações que corroboram com o criacionismo bíblico e o evangelho eterno da salvação em Jesus Cristo, nosso Criador, Salvador e Senhor. Como marca histórica de 1000 postagens, quero escrever sobre quais motivos me levaram a crer no criacionismo como minha cosmovisão e me converter do catolicismo ao adventismo.

Primeiramente, creio que Deus criou todas as coisas boas que há no Universo devido à minha formação religiosa. Nasci num lar cristão, de uma família de católicos apostólicos romanos que tem muita fé em Deus e que soube me ensinar valores e princípios cristãos que trago até os dias de hoje. Sou grato aos meus pais por me instruírem no caminho da salvação, naquilo que tinham conhecimento. Desde que me entendo como pessoa, sempre cri no Criador da vida. Creio em Deus porque "...a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos." (Hebreus 11:1). Isso jamais será abalado em minha vida, com a graça de Deus, independentemente de evidências materiais, apesar de Deus dar evidências para se crer nEle. Mas essa minha fé não era uma fé cega, um fideísmo, desprovida do mínimo de argumentos para se crer em Deus. Minha fé também foi pautada pelos testemunhos de transformação de vida de pessoas, como meu pai Carlito e meu tio José, que antes eram alcoólatras e há muitos anos deixaram esse vício pelo poder de Deus. Também pelo estudo da Bíblia com meus pais, na catequese etc. Logo abaixo, apresento uma foto de meu batismo (com 10 anos de idade - algo raro) na Igreja Católica de São João do Ivaí-PR.

Meu batismo na Igreja Católica.
Razão 
Anos depois, ao entrar para a faculdade de Geografia da Universidade Estadual de Maringá-PR, meu
interesse pela ciência (razão) foi aguçado e algumas ideias que comecei a aprender na faculdade começaram a entrar em contradição com o que aprendi durante minha vida cristã. Ideias como o evolucionismo, o marxismo, o comunismo, o secularismo e o relativismo. (que fundamentam a ciência geográfica, em boa parte) em maior ou menor grau passaram a me fazer pensar melhor sobre minhas crenças. Foi num período em que eu também comecei a estudar mais a Bíblia e ter contato com a doutrina da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Pensei até em conciliar a minha fé em Deus com essas ideias, como a maioria dos cristãos fazem hoje em dia, principalmente depois de ler o livro "Criação e Evolução - Deus, o Acaso e a Necessidade" (Freire-Maia, 1986). Houve então um período em que me declarava evolucionista teísta (no primeiro ano da faculdade, em 2007).

Mas, como diz o Dr. Marcos Eberlin, "Nada melhor do que um dado atrás do outro". Comecei a perceber, por meio do estudo comparativo entre o evolucionismo e o criacionismo, que as evidências científicas, na verdade, corroboram com a ideia de que há um Criador da vida e de tudo de bom que há. Seguem alguns exemplos: 

Busquei na Geologia, e os radio-halos de Polônio circunscritos em rochas pré-cambrianas e a estratificação do tipo plano-paralela me deram evidências de que a formação das rochas que formam a base dos continentes foi de forma rápida e o Dilúvio descritos na Bíblia são plausíveis, bem como a refutação das "Eras Geológicas" e refutação da própria suposta idade da Terra de 4,5 bilhões de anos. Busquei na Arqueologia, e as descobertas sobre os Pergaminhos do Mar Morto me deram a evidência de que a Bíblia é essencialmente a mesma desde que foi escrita pela primeira vez. Busquei na Antropologia, e essa ciência me deu argumentos de que a evolução não confere com a verdade. Percebi na Astronomia que o fino ajuste do Universo e as leis que o governam são evidências de um plano inteligentíssimo de um Ser Todo-Poderoso e que os relatos bíblicos estão em pleno acordo com as descobertas astronômicas. Vi na Biologia que o design inteligente que a vida apresenta é uma forte evidência de que Deus criou cada forma de vida, mas não necessariamente da forma como cada espécie é hoje (não sou criacionista fixista). Encontrei na Física que os grandes físicos e pais da ciência moderna davam glórias a Deus em cada descoberta que faziam, como Newton e Torricelli. Na ciência que mais estudo, a Geografia, percebi que a interação do homem com o espaço geográfico aonde vive deve ser menos agressiva, pois consequências catastróficas podem ocorrer, conforme a Bíblia alerta que Deus destruirá aqueles que destroem a Terra (Apocalipse 11:18) e aprendi também que a Terra só possibilita o desenvolvimento da vida por estar finamente ajustada, com seu campo magnético e atmosfera que minimizam os efeitos da radiação solar, sua força gravitacional adequada, sua distância média do Sol, sua Lua que ajuda nas marés e proteção contra meteoritos, enfim, um planeta privilegiado e planejado para a existência da vida. Na História,  encontrei o cumprimento exato das profecias bíblicas, como o da história dos 4 reinos da Terra (Daniel 2), e que o "Jesus histórico" não pode ser refutado pelos críticos da Bíblia, com uma ajuda da Arqueologia. Na Matemática, percebi que o Criador lançou mão de cálculos complexos para criar a perfeição do Universo e da vida, como o emprego da Sequência de Fibonaci e da Proporção Áurea nas estruturas cósmicas e também nos mais pequeninos seres vivos. Na Paleontologia, cheguei à conclusão de que os fósseis se formaram por meio de um evento catastrófico global, o Dilúvio descrito na Bíblia. Quanto à Pedagogia e Psicologia, percebi que Jesus sabia ensinar com autoridade e na linguagem que as pessoas entendiam, além de saber transformar homens rudes em pessoas reconhecidamente entendidas e mansas de coração, pois Ele conhece a mente de cada um de Seus filhos e sabe lidar com cada trauma, medo ou outro fator psicológico, como ocorreu na transformação de Pedro, João e Tiago. A Química me revelou que a viabilidade da evolução ao nível molecular é improvável. Na Sociologia, percebi que o Darwinismo Social foi deletério à humanidade. 

Baseado em todos estes exemplos e muitos outros, evoluí para o criacionismo, abandonando definitivamente a ideia da evolução. Como diz o Dr. Rodrigo Silva, "A fé é racional - porque senão seria fideísmo". Por isso que minha fé também se baseia em evidências, apesar de não depender delas para existir. Li e assisti muitos estudos que especialistas em cada área da ciência apresentam, desde o que meus professores da faculdade de Geografia me apresentaram, baseados nas ideias evolucionistas, até o que cientista criacionistas apresentam, como o geólogo Dr. Nahor Neves, o físico Dr. Adauto Lourenço, o químico Dr. Marcos Eberlin, os biólogos Dra. Márcia de Oliveira, Dr. Wellington Silva e Ms. Hugo Hoffmann, o arqueólogo Dr. Rodrigo Silva, o zoólogo Dr. Walter Veith, o físico nuclear Dr. Robert Gentry, o jornalista e pesquisador em criacionismo Michelson Borges, dentre muitos outros. 
Criacionismo bíblico
Fé racional
Como já escrevi, meu contato com a teologia adventista foi crescendo por meio do estudo da Bíblia em programas da Rádio e da TV Novo Tempo, como o "Evidências", apresentado pelo Dr. Rodrigo Silva, e os programas "Está Escrito" e "A Voz da Profecia", apresentados pelo Pr. Fernando Iglesias, na época, além do que começava a aprender nos cultos de sábado e curso bíblico ministrado pelo meu amigo Hugo Ícaro, ancião da Igreja Adventista do Sétimo Dia -Vila 7- de Maringá. Logo percebi que minha fé racional passava a se identificar mais com a teologia adventista do que com a católica, pois sempre pensei sobre a questão do dia de guarda verdadeiro (o sábado), sobre os problemas em reverenciar imagens de santos, sobre o problema da transubstanciação da cerimônia de se comungar e da própria ideia de ser um evolucionista teísta (ideia oficial do Vaticano), sobre a diferença entre os Dez Mandamentos da Bíblia (Êxodo 20:3-17) e os dez mandamentos do Catecismo etc. Quanto a outras religiões, comparei praticamente todas (usando as doutrinas comuns entre elas) e descartei as que também não seguem a Palavra de Deus em sua íntegra. Mas quero deixar claro que não quero de maneira alguma ofender a você, leitor, pela religião que professa, se for diferente da minha escolhida.

Somei todas as coisas e cheguei à conclusão de que a Igreja Adventista do Sétimo Dia é a igreja que mais se aproxima daquilo que Deus revelou na Bíblia, incluindo a crença de que o relato do Gênesis sobre a Criação é literal, e não simbólico, pela própria forma como está claro no hebraico antigo, idioma em que o Velho Testamento foi escrito, e pelo argumento de que, se o relato da Criação não fosse literal, todo o evangelho perderia o sentido, visto que se o pecado não entrou no mundo por meio de Adão e Eva, e pelo pecado a morte, para que Jesus teria vindo a este mundo, salvar as pessoas do que, sendo que a morte sempre teria existido no mundo e seria algo natural desde que o mundo é mundo? Ao terminar os estudos bíblicos e ser tocado pelo Espírito Santo de Deus, decidi me converter do catolicismo para o adventismo, em 16 de março de 2008. Abaixo, apresento uma foto de meu batismo na Igreja Adventista do Sétimo Dia da Vila Sete, em Maringá.

Meu batismo na Igreja Adventista
Minha história de conversão do catolicismo ao adventismo e do evolucionismo teísta para o criacionismo é um pouco parecida com a história de conversão do jornalista Michelson Borges, editor do blog Criacionismo. E falando nele, comecei a perceber, por meio das postagens do Michelson, que "água e óleo não se misturam", ou seja, criação e evolução é uma "mistura impossível".

Por tudo isto que escrevi aqui neste blog ao longo de cinco anos, creio que já posso dizer que tenho 1000 motivos para lhe dizer que Deus existe (rsrs). Mas espere aí... Na verdade, hoje tenho 1001 motivos para lhe dizer que Deus existe, e o milésimo primeiro é que, independentemente desses mil motivos científicos e teológicos publicados no nosso blog, o mais elevado e também o mais simples deles é o testemunho de uma vida transformada pelo poder de Deus. Pessoas que muitos diziam que não tinham mais jeito, que caem aos pés de Cristo e deixam Ele transformá-los em pessoas de bem. Se você, amigo e amiga, não deu uma chance para Deus mudar o rumo de sua vida, permita que Ele o faça, e você verá o quanto Deus existe e te ama como uma criatura especial feita por Suas mãos. Mas lembre-se: "Sem fé é impossível agradar a Deus" (Hebreus 11:6). Se você não tem fé, mesmo assim, peça-a a Deus, e Ele te concederá, conforme Jesus prometeu. Uma fé inabalável, racional, provida de evidências, que estão espalhadas no testemunho de outras pessoas transformadas por Deus, na vida de Jesus, na Bíblia, na Lei Moral e na natureza. Que o Criador e Salvador te abençoe! Amém!

Por fim, posso hoje dizer que sou, juntamente com minha amada Camila, um Criacionista pela Fé e pela Razão e um Adventista do Sétimo Dia  feliz e esperançoso na breve volta de Jesus para salvar a todo aquele que nEle crê.

André Luiz Marques



sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Academia em Debate - Origem do Universo

Panspermia inversa

Um grupo de investigadores da Universidade da Pensilvânia apresentou à sociedade científica um artigo que atribui à Terra o papel de mãe de todo ser vivo que possa vir a ser encontrado em nosso sistema planetário. Segundo publica nesta segunda-feira o portal RT, os autores do trabalho partem da hipótese de que a vida fora do nosso planeta pode ter evoluído a partir de micróbios terrestres que teriam chegado a outros locais a bordo de pedras que teriam sido lançadas ao espaço pelos fortíssimos impactos de meteoritos contra a Terra.

De acordo com a publicação, o estudo está baseado na teoria da panspermia cósmica, surgida na Grécia provavelmente no século V a.C., e que acredita que formas de vida primitiva chegaram à Terra deste mesmo modo.

Agora, os autores fazem uma inversão nos papeis, e indicam que nosso planeta pode ter fornecido material orgânico para o espaço a partir de impactos poderosos, como o que acabou ocasionando a extinção dos dinossauros. A explosão do meteorito sobre a superfície terrestre pode ter lançado 70 milhões de toneladas de pedras ao espaço, algumas das quais podem ter ido parar em outros corpos celestes do sistema solar.

Fonte: RT, via Terra

Nota: Não bastasse a falácia de que os dinossauros foram extintos por um meteoro, agora querem que você e eu acreditemos que a vida tenha pego "carona" em uma ou mais partes dos meteoritos que teriam "lambido" a Terra e colonizado outros planetas, numa panspermia cósmica invertida... Bom, vamos lá: Existem várias evidências de que os dinossauros foram extintos por um dilúvio global e por não somente um, mas vários meteoros no período do evento catastrófico do Dilúvio. O próprio fato do registro fóssil é a maior evidência de que houve uma extinção em massa dos seres antediluvianos. Agora, crer que a panspermia invertida ocorreu, é algo ainda mais difícil de se acreditar sem o respaldo de evidências plausíveis. Como essa vida teria resistido ao impacto e à temperatura derivada do impacto do meteorito? Como essa vida teria resistido à radiação cósmica que é altíssima fora da proteção da atmosfera terrestre? Como essa vida teria resistido ao vácuo e à diferença de temperatura do espaço? Como essa frágil vida teria sobrevivido milhares de anos numa viagem cósmica até chegar a um outro planeta habitável? Como essa frágil vida teria sobrevivido a outro impacto, aquele contra o outro suposto planeta habitável? Como será que esse meteorito "contaminado" com vida teria tomado uma rota justamente em direção a um planeta que propicie a vida? Como essa vida teria encontrado a mesma condição de sobrevivência nesse novo planeta? Qual a probabilidade de tudo isso e mais fatores tenham ocorrido todos juntos? Eu admiro a fé desses que creem na panspermia cósmica, seja ela a normal ou a inversa. Faça um exercício mental dos dois casos e tire as suas conclusões sobre a panspermia. Eu já tirei a minha: fé irracional. Por que não se acreditar que a vida tenha tido sua origem pelo poder de um Ser todo poderoso (baseado em evidências de design inteligente, por exemplo) e que essa vida está sofrendo por causa das consequências do pecado que penetrou neste mundo, onde o Dilúvio foi uma medida necessária por parte do Criador e que Ele oferece ao homem uma nova chance pela morte substitutiva de Cristo na cruz do Calvário e pela fé nEle?[ALM]

Academia em Debate - Design inteligente

Igreja Adventista ultrapassa a marca de 18 milhões de membros

A Igreja Adventista do Sétimo Dia, uma das denominações cristãs que mais crescem no mundo, já passou a marca de mais de 18 milhões de membros batizados. Havia 18.028.796 adventistas do sétimo dia em todo o mundo em 30 de setembro de 2013, de acordo com o escritório da igreja de Arquivos, Estatística e Investigação.

Estima-se que 25 a 30 milhões de homens, mulheres e crianças frequentam os cultos adventistas semanais. A igreja não batiza bebês ou crianças muito pequenas, assim, há lacuna entre os participantes e os membros batizados.

Em outubro, o Secretário Executivo da Igreja Adventista G. T. Ng observou o crescimento contínuo no número de membros da igreja: "A cada dia, 3.052 pessoas se unem à igreja. A cada hora, 127 pessoas são batizadas. A cada minuto, dois indivíduos são batizados, e louvamos a Deus por isso", disse ele a líderes da igreja durante o seu relatório no Conselho Anual de 2013, em Silver Spring, Maryland.

David Trim, diretor de Arquivos, Estatística e Pesquisa, comentou sobre o marco: "Estamos entusiasmados com este crescimento no momento em que, a nível global, muitos grupos religiosos não são mais crescentes. Agradecemos a Deus que, em face de desafios como opressão política, perseguição religiosa, e o aumento do materialismo e do secularismo, esse movimento, que enfatiza a esperança e plenitude, continua a crescer e já passou este marco estatístico."

Formalmente organizada em 1863, a Igreja Adventista do Sétimo Dia opera 112 faculdades e universidades, mais de 1.900 escolas secundárias e cerca de 6.000 escolas primárias, com um registro total de mais de 1,75 milhão, juntamente com 172 hospitais tratando de mais de 16 milhões de pessoas anualmente. O compromisso da Igreja para servir a humanidade inclui a Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA), bem como campanhas evangelísticas e ministérios de transmissão projetados para compartilhar a mensagem dos três anjos com um mundo que precisa de respostas baseadas na Bíblia.

Fonte: Adventist News Network

Nota: Que Deus seja louvado e que a mensagem do Evangelho Eterno do Reino e da Salvação em Jesus Cristo seja proclamada aos quatro cantos do mundo! Que possamos espalhar as 3 mensagens angélicas de Apocalipse 14:6-12 a todos! Nossa meta é 7 bilhões de pessoas, que vivem no mundo hoje. Que trabalhando na seara do Senhor e orando possamos aguardar a breve volta de Jesus para nos salvar e nos levar para o Céu! Maranata! Abaixo, apresento dois dos mais de 18 milhões de adventistas no mundo, minha amada Camila e eu. [ALM]

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Fósseis da “Era do Gelo” são achados no Sertão de Alagoas

Sepultamento em massa
Além de terra, minerais e água, o solo do município de São José da Tapera esconde história. Fósseis de Preguiça Gigante, Mastodonte, Tatu-Gigante, Toxodon e Paleolhama foram descobertos recentemente nas escavações das obras trecho 4 do Canal Adutor do Sertão. Vestígios de vida da Era do Gelo em pleno Sertão alagoano. No dia 6 de dezembro os últimos fósseis foram retirados da escavação pelo paleontólogo, professor universitário e diretor técnico de Paleontologia do Museu de História Natural da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Jorge Luiz Lopes. “Foi um achado incrível. Temos dentes, ossos, e tudo foi devidamente preservado e catalogado. Nesta última viagem, foram 12 caixas só para trazer o material para o museu em Maceió”, afirmou. [...]

De acordo com Lopes, o aumento em obras de grande porte, como o Canal do Sertão e duplicações de rodovias, que envolvem relatórios exigidos pelos órgãos ambientais competentes, além da ampliação na pesquisa e extensão de paleontologia, têm favorecido o crescimento de incidência de fósseis no estado. “Quando um fóssil é encontrado em uma obra, é necessário que o serviço seja paralisado até que se faça uma pesquisa e remoção do material e depois é liberado”, destacou. [...]

Graças a esses fatores, o número de municípios que registram incidências de descobertas de fósseis em Alagoas quadruplicou nos últimos oito anos, segundo o paleontólogo. “Nos municípios de Penedo, São Luis do Quitunde, Anadia, Maravilha, Ouro Branco e Poço das Trincheiras sempre havia relatos de achados de fósseis. Hoje passou de seis para 24 municípios com incidências, principalmente fósseis mamíferos, que são o foco dos nossos estudos”, contou.

Nos 24 municípios pesquisados, há mais de 100 sítios paleontológicos, sendo 50 só de fósseis mamíferos já georeferenciados pela equipe do museu da Ufal. “Nessas pesquisas já chegamos a catalogar 14 espécies diferentes de animais mamíferos fossilizados em Alagoas, a exemplo da Preguiça Gigante, do Mastodonte, que eram parentes dos elefantes e os toxodons, parentes do hipopótamo. Dinossauro, por enquanto, não achamos”, destacou o especialista.

[Agora começa a ficção:] Há milhões de anos, as condições climáticas e ambientais da região que hoje é Alagoas favoreceram o processo de fossilização, segundo Jorge Lopes. “Esses organismos viraram fósseis por causa do clima do passado. Eles não se degradaram no clima de hoje, graças às condições do tempo e ambientais de antigamente.”

De acordo com Lopes, o fóssil mais antigo chega a registrar 420 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista]. “Há três meses, um morador encontrou fósseis de vestígios de atividades, como pegadas e vestígios de organismos no Semiárido. Ou seja, são fósseis do período devoniano, da era Paleozoica.” [...]

O crescimento do acervo e coleções de fósseis em Alagoas é tão grande, que, segundo o professor, a estrutura do museu hoje não comporta tal aumento. [...]

Fonte: G1 Notícias

Nota do blog Criacionismo: Assim como ocorre em Santana do Araripe, por exemplo, não deixa de surpreender a ocorrência de fósseis de animais marinhos em regiões hoje desérticas ou elevadas em relação ao nível do mar. Outro detalhe interessante, além da abundância dos fósseis, é a proporção dos animais que foram sepultados. Animais de grande porte e sepultamento em massa sob lama e água são elementos do cenário proposto pela teoria diluvianista. [MB]

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Naturalismo no Nat Geo Wild e suas controvérsias

Assistindo hoje a documentários da vida selvagem no canal Nat Geo Wild percebi que diversas vezes são usadas expressões se referendo aos animais como: "ele foi desenhado...", "uma máquina criada para...", "perfeitamente projetado para...". Notei que nem mesmo os naturalistas conseguem evitar a ideia de que os animais foram criados, apesar de eu saber que são expressões figurativas.

Parece que a mente humana vê claramente que tudo teve um Projetista, mas os evolucionistas não admitem isso, e tentam fazer os telespectadores (no caso) acreditarem que seres tão complexos e organizados tenham evoluído ao longo de milhões e milhões de anos por causas puramente naturais. Richard Dawkins tenta enfiar na cabeça das pessoas que o design inteligente da vida é apenas aparente, mas o raciocínio lógico das pessoas diz que a vida foi planejada, tendo que se esforçar muito para crer no contrário, que somos resultado do acaso e da necessidade.

Para os que se negam a ver Deus na natureza, a Bíblia apresenta um texto enfático e direto:

"Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis;" (Romanos 1:20)

Que o Criador da vida possa te abençoar para que você veja claramente a grandeza dEle por meio de Sua criação! Amém! 

André Luiz Marques

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

É o Dilúvio de Noé uma cópia do Épico de Gilgamesh?

Pergunta: Será que a Bíblia copiou a descrição do Dilúvio de registros mitológicos e de lendas?

Resposta: É verdade que o relato do Dilúvio que a Bíblia apresenta partilha de muitas semelhanças óbvias com o Épico de Gilgamesh e com o Épico Babilônico de Atrahasis.

De fato, literalmente centenas de tradições de um dilúvio foram preservadas por todo o mundo, com elas a aparecerem na Europa, na Ásia, em África, na Austrália e no continente Americano (Sul e Norte), e o registro de Gênesis partilha de muitas semelhanças com a maioria delas.

Das tradições de um dilúvio que chegaram até aos dias de hoje, cerca de 95% descreve um cataclisma global,88% fala de uma família humana favorecida salva do afogamento para o restabelecimento da raça humana depois do dilúvio, 66% revela a forma como a família foi avisada antecipadamente do cataclisma vindouro, 66% culpa a maldade do ser humano como causa do dilúvio, e 70% registra um barco como o meio através do qual a família escolhida (e os animais) sobreviveram ao dilúvio.

Mais de um terço destas tradições menciona pássaros que foram enviados para fora do barco.

Uma vez que todas as culturas atuais descendem diretamente dos sobreviventes do Dilúvio, é perfeitamente lógico que as histórias deste evento traumático sejam, ao mesmo tempo, abundantes e globais – havendo sido passados de geração em geração.

Foi exatamente isso que aconteceu.

Muitas destas tradições são espantosamente consistentes, se levarmos em conta o isolamento relativo das culturas, o tempo que já passou desde o Dilúvio, e a tendência humana de embelezar, exagerar e distorcer as histórias com o passar do tempo.

A descrição Bíblica e o relato Babilônico parecem representar um relato distinto de uma tradição em torno do mesmo Dilúvio.

O problema dos anti-Cristãos é que eles partem do pressuposto errado (“Não houve nenhum Dilúvio!”) e que o relato Bíblico nada mais é que uma cópia de um não-evento. No entanto, as evidências sugerem o contrário: houve, de fato, um Dilúvio global catastrófico e a veracidade do relato Bíblico é confirmada pelo imenso número de relatos antigos.

Para além de abundantes evidências históricas, existe uma riqueza de evidências físicas que confirmam que a historicidade do Dilúvio é real, sólida e amplamente confirmada.

Quem questiona o Dilúvio de Noé não o faz por motivos históricos ou científicos, mas sim por motivos ideológicos.

Fonte: Darwinismo

domingo, 15 de dezembro de 2013

“Quando ideias religiosas tentam se passar por ciência”

Os comentários entre colchetes na notícia abaixo são de Michelson Borges.

[Coloquei o título acima entre aspas porque é assim que foi publicado no site da revista Galileu, dando mais uma contribuição para o esforço de convencer as pessoas de que a controvérsia entre o criacionismo e o evolucionismo seria uma questão de ciência x religião. Ao longo do texto, meus comentários seguem entre colchetes. – MB]

Está em andamento, aqui no Brasil, mais uma tentativa de dar um verniz de respeitabilidade científica ao velho criacionismo, a ideia de que os seres vivos da Terra não evoluíram de forma natural [note o conceito de macroevolução aqui; depois vou destacar o exemplo de evolução que eles dão e de como altera o conceito inicial], mas foram magicamente criados pelo Deus judaico-cristão-islâmico. [E o surgimento da vida a partir da não vida e da informação genética a partir do nada, não se trata de “mágica”? Ou é o quê? Uma “singularidade”, palavra usada quando não se quer admitir o milagre?] Nas redes sociais, volta e meia pipocam convites para eventos, em escolas e universidades, com palestrantes comprometidos com a tese [conheço muitos palestrantes também comprometidos com a “tese” darwinista]. Para evitar confronto direto, no caso de instituições públicas, com as leis que proíbem o uso de recursos do Estado para a promoção de ideias religiosas [embora alguns se valham de influência para promover ideias ateístas, o que não é sinônimo de laicismo] – e, também, para mais facilmente seduzir os incautos [criacionistas são sedutores em busca de incautos, viu essa?] – os organizadores costumam evitar menções explícitas ao criacionismo, a Deus ou à religião em seu material de divulgação, mas as entrelinhas sempre revelam o verdadeiro objetivo: promover o ideário criacionista como uma “alternativa científica” à Teoria da Evolução. [Sabe por que palestrantes criacionistas evitam essa palavra? Por causa do preconceito. Para serem ouvidos e terem suas ideias consideradas – e é simplesmente isso o que eles querem –, os criacionistas precisam contra a vontade “esconder o jogo”, caso contrário, são sumariamente censurados, silenciados antes mesmo de abrir a boca. E é assim também com muitos criacionistas que trabalham em centros de pesquisas e em instituições de ensino, que evitam declarar abertamente suas convicções a fim de não serem perseguidos e/ou discriminados.]

Em termos espirituais, é claro que cada um é livre para crer no que quiser. Mas quando ideias religiosas tentam se passar por ciência, um pouco de ceticismo vem a calhar [o ceticismo sempre vem a calhar, inclusive para colocar à prova ideias filosóficas – como o naturalismo do primeiro parágrafo deste texto – que procuram posar de ciência experimental; curiosamente, os teóricos da Teoria do Design Inteligente nunca utilizam argumentos religiosos em seus discursos e estudos. São ouvidos? Não, porque são chamados de criacionistas disfarçados. E, assim, os evolucionistas garantem o silêncio dos discordantes, esquecendo-se de que a ciência sempre avançou justamente porque muitos cientistas sempre consideraram o contraditório e estiveram abertos a rever suas ideias; isso até que o evolucionismo fosse alçado à posição de “maior ideia que a humanidade já teve” e ser blindado contra qualquer tipo de ataque]. Em ciência, uma “teoria” é um conjunto articulado de explicações bem testadas que dá conta de uma ampla série de fenômenos. Por exemplo, a Teoria da Relatividade Geral explica coisas como o movimento dos planetas em torno do Sol e a expansão do universo. [Ok, a relatividade e mesmo a gravidade podem ser constatadas empiricamente por meio de experimentos simples e reprodutíveis. Mas pergunto: Que tipo de experiência observável e reprodutível permite confirmar as alegações sobre a macroevolução supostamente iniciada há bilhões de anos e supostamente em curso desde então?]

No parágrafo acima, é importante dar ênfase especial à expressão “bem testadas”: toda teoria nasce como hipótese – uma proposta de explicação para algum fato conhecido – e se consolida à medida que permite entender coisas que, para as hipóteses concorrentes, são mistérios; e também à medida que faz previsões que se confirmam. [Muitas coisas que os evolucionistas defendem e nas quais acreditam não são “mistérios” para os criacionistas, apenas são interpretadas de modo diferente, à luz de outra cosmovisão que também se vale do método científico.]

A Evolução das Espécies é um caso clássico de teoria bem consolidada [!]: ela não só dá conta dos fatos tal como eram conhecidos no tempo de seus autores, Darwin e Wallace – por exemplo, a adaptação das espécies a seus ambientes [percebeu como o discurso é subitamente alterado para se tratar de “microevolução”? No primeiro parágrafo, quando chamei sua atenção, a conversa tinha que ver com macroevolução e naturalismo filosófico. E essa estratégia é típica: fala-se de macroevolução e apresentam-se evidências de “micro”] – como ainda permitiu entender fenômenos sem explicação clara naquela época, como extinções [o criacionismo também explica, sob sua ótica, o tema das extinções em massa; o problema é que elas não adicionam luz ao problema da origem da vida. Adaptações e extinções ajudam a explicar por que certos organismos estão por aqui, mas não como eles surgiram para ficar por aqui]. E previu, certeira, não só que a Terra deveria ser muito mais velha do que se imaginava no século 19 [na verdade, a geologia é que se adaptou aos apelos da teoria da evolução por uma Terra extremamente antiga, a fim de que houvesse tempo supostamente suficiente para o hipotético longo processo evolutivo], como também que todos os seres vivos têm um ancestral comum, algo magistralmente confirmado mais de cem anos depois, graças aos avanços da biologia molecular no século 20. [Fosse assim, as teorias a respeito do hipotético e desconhecido “ancestral comum” não viveriam mudando, com múltiplas “árvores da vida” derrubadas e reconstruídas ano após ano.]

Em comparação, o criacionismo, quaisquer que sejam seus méritos como doutrina religiosa, funciona muito mal como hipótese científica: ou ele não prevê nada (afinal, supõe-se que Deus pode fazer o que quiser do jeito que quiser, enquanto que a ciência, para prever, pressupõe [que bom que admitem, aqui, que as causas naturais são pressuposições abraçadas a priori] causas naturais amarradas por leis e limitações) ou só faz previsões fracassadas (como a de que a Terra teria surgido há poucos milhares de anos). [E as previsões criacionistas, baseadas na Bíblia não em pressuposições, de que os organismos estariam diminuindo de tamanho e complexidade? De que seriam encontrados fósseis de animais e de plantas de grande porte por todo o planeta, em decorrência de um sepultamento rápido sob água e lama? De que quanto mais os estudos em microbiologia avançassem, mais e mais complexidade irredutível seria detectada nos seres vivos? De que as centenas de alegados “órgãos vestigiais”, na verdade, teriam funções e teriam sido assim classificados por causa da nossa ignorância sobre eles? E por aí vai...]

A vacuidade científica da tese criacionista leva seus cultores a atacar a evolução. [Não se trata de “ataque” – algo que este artigo da Galileu acaba fazendo contra os criacionistas –, mas de discussão, de levantamento de dados, de questionamento de uma ideia um tanto filosófica que posa de ciência empírica.] É uma manobra típica de quem, sabendo que não tem nada a oferecer, tenta dar a impressão de que o adversário também é vazio, estabelecendo, assim, uma falsa equivalência. [Se o criacionismo é assim tão fraco, por que a recusa em debater?]

Mas a evolução não é uma hipótese vazia: é uma teoria bem consolidada, que sobreviveu a inúmeros testes e que, se estivesse errada, teria sido desmentida, nos últimos 150 anos, pela geologia, pelo registro fóssil, pela biologia molecular. Só que não foi. [A microevolução conta com evidências sólidas, mas a microevolução ocorre em níveis taxonômicos bem baixos e é limitada. A macroevolução não dispõe de evidências e é defendida por meio de extrapolações de mentes banhadas pelo naturalismo filosófico. Mas alguma revista “científica” fala sobre isso?]

Fonte: Galileu

Deputado Pastor Eurico silencia Deputado Jean Wyllys sobre a questão do homossexualismo


Parabéns ao Deputado Pastor Eurico por honrar a moral, a família brasileira e o princípios cristãos neste discurso!

Design Inteligente UFMT - Dr. Marcos Eberlin

Cientistas descobrem segundo código genético

Há muito tempo os cientistas acreditavam que o DNA diz às células como produzir proteínas. Mas a descoberta de um segundo código secreto de DNA, nesta quinta-feira, sugere que o corpo na verdade fala dois idiomas diferentes.

A descoberta, publicadas na revista Science, pode ter fortes implicações em como especialistas médicos usam os genomas dos pacientes para interpretar e diagnosticar doenças, afirmaram os pesquisadores.

O recém-descoberto código genético, encontrado no interior do ácido desoxirribonucleico, o material hereditário existente em quase todas as células do corpo, foi escrito bem acima do código de DNA que os cientistas já tinham decodificado.

Ao invés de se concentrar nas proteínas, este DNA instrui as células sobre como os genes são controlados.

Sua descoberta significa que o DNA muda, ou que mutações que ocorrem com a idade ou em resposta a vírus podem fazer mais do que os cientistas pensavam anteriormente.

"Por mais de 40 anos, presumimos que as mudanças no DNA que afetam o código genético impactavam unicamente a forma como as proteínas são feitas", disse o principal autor do estudo, John Stamatoyannopoulos, professor associado de ciência do genoma e de medicina da Universidade de Washington.

"Agora nós sabemos que esta suposição básica sobre a leitura do genoma humano está incompleta", afirmou.

"Muitas mudanças no DNA que parecem alterar a sequência das proteínas podem na verdade causar doenças interrompendo programas de controle genético ou inclusive ambos os mecanismos simultaneamente", prosseguiu.

Os cientistas já sabiam que o código genético usa um alfabeto de 64 letras denominado códons. Mas agora os pesquisadores descobriram que alguns desses códons têm dois significados.

Denominados "duons", estes novos elementos da linguagem de DNA só têm um significado relacionado ao sequenciamento proteico e outro que é relacionado ao controle genético.

As últimas instruções "parecem estabilizar certas características benéficas das proteínas e de como são feitas", destacou o estudo. A descoberta foi feita como parte de uma colaboração internacional de grupos de pesquisa conhecidos como projeto Enciclopédia do Elementos de DNA ou ENCODE.

Ele é financiado pelo Instituto Nacional de Pesquisas do Genoma Humano com o objetivo de descobrir onde e como as direções de funções biológicas são armazenadas no genoma humano.

Fonte: Exame

Nota: Já estava difícil explicar a origem da informação codificada no DNA por causas puramente naturais e ao acaso "cego" e "burro", mas agora, o que diremos, pois, dessa nova descoberta de que o DNA tem um duplo código genético na mesma sequência? Isso é que eu chamo de design inteligentíssimo! Evidência das obras do Criador! Agora lascou-se tudo! Darwin deve estar se revirando no túmulo...[ALM]

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Está Escrito - Há um Criador

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

O Código da Vida - Dr. Marcos Eberlin

A viabilidade da evolução química ao nível molecular: As moléculas falam, e não mentem! - Dr. Marcos Eberlin

Fulgurites: outra evidência de uma Terra jovem

Dados discrepantes
Dois cientistas sul-africanos têm documentado um fenômeno que indica que determinado tipo de erosão do solo pode ter ocorrido em uma fração de segundos, em vez de eras, como os cientistas tradicionalmente têm acreditado. A conclusão poderia perturbar estimativas amplamente aceitas para a idade da Terra. A pesquisa realizada pelos professores Jasper Knight e Stefan Grab, da Escola de Geografia, Arqueologia e Estudos Ambientais da Universidade de Witwatersrand, em Johanesburgo, foi publicada na revista Geomorphology. Os cientistas concluíram que, “pela primeira vez, foi mostrado que raios que explodem pedras têm um papel importantíssimo na formação das paisagens e montanhas”.

A suposição anterior era de que as temperaturas frias em combinação com o congelamento da água e o descongelamento teriam sido responsáveis ​​por uma série de formações rochosas angulares na Faixa Drakensberg, na África do Sul. Os cientistas utilizaram uma bússola para documentar a tese. “A agulha da bússola sempre aponta para o norte magnético. Mas quando você passa uma bússola sobre a superfície de um terreno, se os minerais na rocha têm um campo magnético forte o suficiente, a bússola lerá o campo magnético da rocha, o que corresponde a quando foi formada. No Drakensburg, há um monte de rochas basálticas que contêm grande quantidade de minerais magnéticos, então eles têm um sinal magnético muito forte”, explicou Knight.

Passando uma bússola sobre o alvo de um raio, isso faz com que a agulha de repente oscile em torno de 360 ​​graus. Isso porque um raio de 54.000 graus pode, por um curto período de tempo, derreter parcialmente a rocha, e quando a rocha esfria novamente, assume a impressão magnética do campo magnético de hoje, não o do campo magnético de milhões de anos atrás, quando a rocha [teria sido] formada originalmente, explicou.

O desvio dos continentes ao longo dos anos fez com que o polo norte magnético mudasse. Como resultado, existem duas assinaturas geomagnéticas sobrepostas. “Isso é um indicador muito útil para identificar a localização exata que o raio atingiu”, disse Knight.

O relatório informa que a pesquisa indica que a suposição de que as montanhas são afetadas apenas pelo frio, vento e água “é completamente errada”. “Paisagens de montanhas da África, por vezes, evoluem muito rapidamente e muito dramaticamente durante curtos períodos de tempo”, disse Knight.

Brian Thomas, do Institute for Creation Research, disse que os novos resultados da investigação fazem “a atribuição de idade antiga para a Terra ainda menos crível”.

A maioria dos cientistas estima que a Terra tenha mais de quatro bilhões de anos, enquanto muitos que acreditam no relato de Gênesis sobre a criação em seis dias literais creem que ela tenha apenas milhares de anos de idade.

A constatação de que um raio pode realizar em um milésimo de segundo o que anteriormente se pensava levar gerações, põe em dúvida “as atribuições de antiguidade para as características do planeta Terra”, escreveu Thomas. “Como isso pode afetar as taxas de erosão estimadas para continentes inteiros? Os geólogos têm estudado as taxas de erosão em todo o mundo durante décadas. Em 2011, um estudo recolheu centenas de dados, descobrindo que a Terra é desgastada, em média, 40 pés a cada milhão de anos. A esse ritmo, todos os continentes seriam reduzidos ao nível do mar em apenas 50 milhões anos – muito rápido para acomodar as atribuições de idade de bilhões de anos de tantas rochas expostas”, explicou. Ele disse que essas estimativas nem sequer levam em conta os raios.

“Rachaduras ocasionadas por relâmpago podem não ser um processo erosivo bem conhecido, mas os geólogos estão geralmente mais familiarizados com os fulgurites – longos tubos ramificados de materiais rapidamente fundidos e ressolidificados, criados quando um raio atinge a areia e outros detritos do solo. No entanto, a superfície da Terra não exibe milhões ou até bilhões de anos de fulgurites.”

Ele disse que um bom físico notaria nos supostos 4,6 bilhões de anos da história da Terra que deveria haver centenas de tais marcas por metro quadrado de terra. “Onde estão todos os fulgurites desaparecidos? Por que os continentes e as montanhas altas ainda estão de pé, apesar dos danos elétricos dramáticos e das taxas de erosão relativamente rápidas. As respostas a essas perguntas é a mesma: o mundo tem apenas milhares, não bilhões de anos.”

O geomorfologista Bob Anderson, em um relatório no LiveScience, disse que uma vez viu um raio esculpir uma trincheira de 165 pés de comprimento e quatro centímetros de profundidade, durante uma caminhada ao longo de Front Range, nas montanhas do Colorado. “Uma coisa que eu já vi em cimeiras no Ocidente é uma pedra cujo local original era de um metro de distância de onde o bloco repousa sobre a superfície, uma superfície de rocha plana. Não há outro processo de superfície (de raio) que sabemos que poderia fazer isso”, disse ele.

Apenas algumas semanas antes, Thomas havia levantado dúvidas sobre os resultados de uma sociedade geológica da América, cujo estudo concluiu que a taxa média de erosão por afloramentos rochosos é de 40 metros a cada milhão de anos. “A espessura média da crosta continental acima do nível do mar pode ser estimada em cerca de 634 metros, ou 2.044 pés. Para que fossem desgastados 2.000 pés da crosta a 40 metros por mil anos, seriam necessários apenas 50 milhões de anos. Assim, se a Terra tem bilhões de anos, por que sua superfície não está completamente plana?”

“O fato de que as montanhas e até mesmo continentes ainda existem é o testemunho da idade jovem da Terra. Parece que os continentes não podem ter bilhões de anos de idade, porque todos teriam sido desgastados em uma fração desse tempo. Mas eles ainda permanecem altos”, ele escreveu.

Fonte: WND Education, via Criacionismo

Nota: Lendo este artigo acima poderão surgir dúvidas, tais como: "E a taxa de soerguimento das montanhas e dos continentes como um todo, não é levada em conta nesse estudo sobre a taxa de erosão dos continentes?" "Não é levado em conta o ciclo das placas tectônicas?" Bom, a resposta é sim, são levados em conta, mas não da forma como sugere a geologia convencional evolucionista. Um fato é que a taxa de erosão é maior que a taxa de soerguimento, de modo geral, e a diferença entre as duas nos leva a pensar que em algumas dezenas de milhões de anos as montanhas teriam sido erodidas totalmente. Isso indica que a Terra é mais jovem do que se pensa convencionalmente. Para se ter uma ideia, leia um artigo escrito por Ariel Roth clicando aqui. Quanto aos fulgurites, mais estudos devem ser feitos e analisados, mas tudo indica até aqui que são evidências para uma Terra jovem.[André Luiz Marques]

Evidências - Devemos Guardar o Sábado? (Parte 1)

domingo, 8 de dezembro de 2013

Antevidência, e do tipo genial: O 3º pilar da teoria do design inteligente

A (in)viabilidade da evolução química - Dr. Marcos Eberlin

Camila & André - 11 meses de namoro

Te amo cada vez mais, meu amor!

Pesquisadores descobrem a verdadeira origem das pedras de Stonehenge

Após décadas de investigações, pesquisas e intrigas, parece que finalmente um dos grandes mistérios da antiguidade chega ao seu fim: a origem das pedras utilizadas na construção de Stonehenge, o misterioso monumento megalítico. Um grupo de geólogos galeses publicou um artigo na semana passada no Western Mail assegurando conhecer a procedência exata das pedras. Segundo a publicação, cujas informações já foram verificadas para publicação no Diário de Ciência Arqueológica as pedras foram retiradas e transportadas de uma montanha localizada em Pembrokeshire, a 241 quilômetros de distância (1.6 quilômetros a mais do que se acreditava).

Esta certeza deu aos pesquisadores mais elementos para tentar desvendar um dos maiores mistérios do mundo: como as pedras de Stonehenge alcançaram seu destino final. Entretanto ainda é bastante difícil acreditar que tenham sido transportadas por pessoas, uma dúvida semelhante as pirâmides do Egito e construções Incas. A ciência ainda tenta encontrar respostas para o fato, mas as especulações de ajuda alienígena continuam a ecoar.

Fonte: History

Nota de Hugo Hoffmann, biólogo: Para meu assombro, a matéria do canal pseudocientífico termina com estas palavras:

"É bastante difícil acreditar que tenham sido transportadas por pessoas, uma dúvida semelhante as pirâmides do Egito e construções Incas. A ciência ainda tenta encontrar respostas para o fato, mas as especulações de ajuda alienígena continuam a ecoar."

Pergunta: É mais razoável acreditar que alienígenas com suas naves e tecnologia superior auxiliaram os humanos a construir Stonehenge ou aceitar que os humanos que viveram milhares de anos atrás não eram tão "primitivos" como se pensa?

O texto abaixo ajuda-nos a entender como foi possível seres humanos contruírem Stonehenge, as pirâmides do Egito e as construções Incas:

"Apesar da impiedade do mundo antediluviano, aquela época não era, como frequentemente tem sido suposto, de ignorância e barbárie. Ao povo concedeu-se a oportunidade de atingir uma elevada norma de moral e adiantamento intelectual. Possuíam grande força física e mental, e suas vantagens para adquirirem tanto conhecimento religioso como científico eram sem rival." (Patriarcas e Profetas, p. 48)

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

É o darwinismo a causa do secularismo? Dr. John Lennox


Ative a tradução para o português clicando no botão "Youtube" (abrirá o vídeo na página do Youtube) selecionando no menu "Legendas", "Traduzir Legenda", "Português-Português".

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

O legado de Nelson Mandela

Nelson Mandela (1918-2013)
Nelson Mandela morreu, mas não sua luta ou sua história. Livros, documentários e filmes se encarregarão de mostrar ao mundo, para gerações futuras, como é possível um único homem mudar um país e influenciar o mundo.

Seu prêmio Nobel, foi o reconhecimento mundial de um homem que ficou preso por 27 anos acreditando em uma igualdade de oportunidade PARA TODOS! Poucos homens na história demonstraram mais o real cristianismo do que Nelson Mandela; e depois de 95 anos podemos afirmar que o mundo melhorou com sua passagem aqui. 

Fico imaginando quantas histórias não foram contadas, onde sua vida fez a diferença, quantas vidas transformadas, quanta liberdade e igualdade foi oferecida. Tudo isso simplesmente porque um homem resolveu não se calar diante da maldade e do ódio. 

Não tenho dúvidas que Nelson Mandela é um desses homens difíceis de se achar, que não se tropeça nele em cada esquina. Mas também tenho certeza de que Deus haverá de suscitar outros homens como ele, e assim veremos Deus mais de perto. 

[Veremos Mandela novamente] quando Jesus voltar! 

Homenagem da equipe do Está Escrito!

Nota: Estava lendo artigos a respeito dos dois lados da vida de Nelson Mandela. A maioria pensa que ele apenas foi pacífico a vida toda, mas a vida dele também foi marcada por participação em guerrilhas, terrorismo, amizade com grandes ditadores como Sadam Hussein, Fidel Castro (muitos vão criticar, mas este também) e simpatia por Lênin e o regime comunista (que, apesar de defender a igualdade, perseguiu religiosos etc.). Por outro lado, Mandela lutou pelo fim do Apartheid e se tornou um símbolo da luta contra a segregação racial no mundo, ganhando o prêmio Nobel da Paz. É difícil tirar uma conclusão, mas, até onde estou informado, no final de sua vida Mandela deu um bom testemunho cristão, vindo a se converter ao cristianismo e apoiando sempre o diálogo como forma de resolver conflitos humanos (a exemplo de Jesus). O que eu admiro na história de Mandela é o lado pacífico e de bom exemplo do ex-presidente da África do Sul e seu legado como homem que procurou a igualdade entre as pessoas. O restante eu deixo para Deus julgar, sem apoiar qualquer forma de injustiça para se tentar resolver injustiças. [André Luiz Marques]

Minha luta: cinema, leitura e músicas


Por Michelson Borges, autor do blog Criacionismo.

Existem evidências históricas para a ressurreição de Jesus? - Craig Versus Ehrman (1-14)


Veja a parte 2 e as demais clicando aqui.

domingo, 1 de dezembro de 2013

A pequena formiga que resistiu a 15 milhões de anos de evolução

Fossilizada em âmbar, a formiga Gracilidris foi datada de 15 a 20 milhões de anos. Como este era o único fóssil identificado desta espécie, presumiu-se que o género Gracilidris estivesse extinto, há milhões de anos.

Para surpresa das surpresas, uma mirmecologista (especialista na área das formigas), familiarizada com o fóssil primitivo da formiga, reconheceu as suas características numa colónia de formigas vivas, na América do Sul. Conclusão… a Gracilidris, como tantos outros animais considerados extintos até serem encontrados vivos, não desapareceu do mapa há 15 a 20 milhões de anos, mas continua viva… a trabalhar que nem uma formiga. A descoberta foi publicada na revista Zootaxa, que trata das diferentes taxonomias de animais.

Para os evolucionistas, as descobertas frequentes de “fósseis vivos” é incompreensível, dado os milhões de anos que passaram desde que os respectivos animais fossilizaram.

O que fazem os evolucionistas perante o sucedido:

- Recorrem a “equilíbrios pontuais”, isto é, consideram que certas espécies evoluíram sem necessitar de intermediários (fé);

- Afirmam que não houve necessidade dessa espécie evoluir ao longo dos milhões de anos porque não sentiu necessidade de adaptação (fé);

- Assumem que os métodos de datação não são fiáveis… ai não… desculpem, isso sou eu que assumo (constatação de uma realidade).

O público mais atento já notou que algo vai mal com a teoria darwiniana. Já o público menos atento ainda não conseguiu ver a areia que os evolucionistas constantemente atiram para os seus olhos.

Descoberta de Harvard reforça teoria de origem da vida na Terra


Imagem mostra como teria sido o ciclo da protocélula com síntese de RNA e replicação da célula nos primórdios da Terra

A origem da vida na Terra é o tema de recente estudo conduzido por um pesquisador vinculado à Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Publicado nesta sexta-feira (29) pelo periódico científico Science, o estudo liderado pelo cientista Jack Szostak reforça teoria de que o início da vida no planeta envolveu replicação espontânea de RNA (sigla para ácido ribonucleico, cadeia de moléculas com dimensões inferiores às do DNA).

Essa replicação, segundo a teoria, teria ocorrido dentro de um tipo de compartimento estrutural celular, uma vesícula de ácido graxo.

Porém, esse "protótipo celular", essa protocélula, jamais pôde ser reproduzido em laboratório porque esse processo de polimerização do RNA requer altos níveis de íon de magnésio, que acabavam por desestabilizar as membranas do ácido graxo, que circundariam as primeiras células vivas.

É aí que entra o estudo conduzido por Szostak: o pesquisador afirma ter descoberto que uma pequena molécula chamada citrato revelou-se capaz de atuar como um escudo das membranas do ácido graxo, protegendo-as dos íons de magnésio, ao mesmo tempo em que auxilia a polimerização das moléculas do RNA e mantém a salvo as já contidas nas membranas.

Para Szostak e seu time, moléculas precursoras do citrato tiveram participação no sistema de replicação espontânea de RNA que deu origem à vida.

Além do citrato, os pesquisadores testaram a performance de moléculas como isocitrato e oxalato, com melhor desempenho do citrato.

A descoberta, diz a Science, ajudará cientistas a elaborarem um modelo de protocélula mais plausível, capaz de reproduzir a replicação espontânea de RNA que teria atuado como um catalisador da vida na Terra, provendo mais pistas sobre uma das mais importantes perguntas que ainda carecem de uma resposta exata da Ciência.

Fonte: UOL

Nota: Veja o "desespero" em tentar explicar a origem da vida por causas simplesmente naturais e espontâneas... Fazendo uma breve retrospectiva, já disseram que a vida teria vindo das águas do oceano, mas tiveram que mudar porque a salinidade e outras condições marítimicas não teriam possibilitado a formação de uma única proteína se quer e muito menos informação genética como o RNA e o DNA; depois, tiveram que levar a estória para o continente, junto a lagos e o problema persistiu; mais recentemente, nos apresentaram que a origem da vida teria se dado na chamada "sopa primordial", uma poça de água e outros elementos  formados próximo a atividades vulcânicas para se ter um "berço" de substância morna para propiciar a origem da vida... Já até tiveram que jogar o problema literalmente para o espaço ao conceberem a teoria da panspermia cósmica, que diz que a vida teria vindo de outro lugar do Universo por meio de uma carona em algum cometa, pois não puderam explicar a origem da vida na própria Terra por meio do acaso.

Bom, agora querem que você e eu acreditemos que, além da violação da lei da biogênese (vida só provém de vida), a primeira forma de vida (uma suposta protocélula) teria que ter tido um escudo protetor altamente adaptado a proteger o primeiro RNA (leia-se informação genética que em si demanda um projetista para a sua formação), a molécula de citrato, envolvendo um ácido graxo que protegeria o RNA, ou seja, um milagre atrás do outro para se ter a primeira protocélula, visto que tudo tinha que estar lá desde o começo, ou não se teria a chance da formação da suposta primeira forma de vida. E mais: esse primeiro RNA teria tido a capacidade de se auto-replicar, suportar as condições adversas do ambiente em que o envolvia sem ser destruído dentro da "sopa primordial"...Depois disso, a primeira célula teria tido condições de se reproduzir perfeitamente (apenas em uma única chance!) e ir melhorando as suas adaptações ao ambiente extremamente nocivo à vida e a sua complexidade e organização, contrariando a 2ª lei da termodinâmica (tudo tende à desordem na natureza, e não à ordem). Tudo isso em apenas uma chance! Fico por aqui nos exemplos, mas têm muito mais.

Resumindo, querem que acreditemos em um milagre após o outro para a origem da vida. Ora, milagre por milagre, por que não acreditar que uma mente sábia e toda-poderosa teria planejado e criado a vida e tudo o que há a partir do nada, já que nos são "esfregadas na cara" as evidências de design inteligente em cada forma de vida? Ah sim, é que querem persistir no engano do naturalismo filosófico. Ah, crer num Criador não é científico? Podemos explicar tudo por causas meramente naturais? O que estou vendo até aqui é que estão cada vez mais afundando a cabeça no "pode de maionese" da evolução, piorando cada vez mais o nível de complexidade e probabilidade para a origem e desenvolvimento da vida pelo viés darwinista. Que me desculpem os evolucionistas, mas não tenho tanta fé assim para crer na origem espontânea e evolução da vida. [André Luiz Marques]

Veja também: Evidências: Como a vida começou?

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Evidências - Argumentando com classe

Heróis da Fé - Pioneiros da Igreja Adventista do Sétimo Dia

Descoberta contradiz teoria do Big Bang

“Embora seja difícil de entender a dimensão deste ‘grande grupo de quasares’ (LQG), podemos dizer com toda a certeza que é a maior estrutura já vista em todo o Universo”, disse o Dr. Clowes, da Universidade Central de Lancashire’s Jeremiah Horrocks Institute. “Isso é extremamente empolgante, porque vai contra a nossa compreensão atual da escala do Universo. Mesmo viajando na velocidade da luz, levaríamos cerca de quatro bilhões de anos para atravessar essa estrutura. Isso é importante não apenas por causa de seu tamanho, mas também porque desafia o princípio cosmológico, que tem sido amplamente aceito desde Einstein. Nossa equipe tem estudado casos semelhantes que agregam ainda mais peso a esse desafio, e vamos continuar a investigar esses fenômenos fascinantes.”

Esse grande grupo de quasares desafia o princípio cosmológico, a suposição de que o Universo, quando visto em uma escala suficientemente grande, tem a mesma aparência, não importa de onde você o esteja observando. A teoria moderna da cosmologia é baseada na obra de Albert Einstein, e depende do princípio cosmológico. O princípio é assumido, mas nunca foi demonstrado através de observações que não gerassem dúvidas.

Quasares são núcleos de galáxias dos “primeiros dias” do Universo. Um único Quasar emite de 100 a 1.000 vezes mais luz e energia do que uma galáxia inteira com 100 bilhões de estrelas. Eles se submetem a breves períodos de altíssimo brilho que os tornam visíveis através de grandes distâncias. Esses períodos são “breves” em termos de Astrofísica, mas na verdade são cerca de 10 a 100 milhões de anos. Desde 1982, tem sido aceito que os quasares tendem a se agrupar em grupos ou “estruturas” de dimensões surpreendentemente colossais, formando os grandes grupos de quasares, ou LQGs, na sigla em inglês.

Para dar uma noção de escala, nossa galáxia, a Via Láctea, está separada de sua vizinha mais próxima, a galáxia de Andrômeda, por cerca de 0,75 Megaparsecs (MPC), ou 2,5 milhões de anos-luz. Grupos de galáxias podem ter de 2 a 3 MPC, porém, os LQGs podem ter cerca de 200 MPC ou mais de diâmetro.

Com base no princípio cosmológico e na moderna teoria da cosmologia, cálculos sugerem que os astrofísicos não poderiam encontrar uma estrutura maior do que 370 MPC. O que eles não esperavam do recém-descoberto LQG é que sua dimensão fosse de 500 MPC. Como esse grupo de quasares é alongado, sua dimensão chega a 1.200 MPC (4 bilhões de anos-luz), cerca de 1.600 vezes maior do que a distância entre a Via Láctea e a galáxia de Andrômeda.

A cor de fundo da imagem ao lado indica os picos e depressões na ocorrência de quasares na distância do
LQG. Cores mais escuras indicam mais quasares, cores mais claras indicam menos quasares. O LQG é claramente visto como uma longa cadeia de picos indicados por círculos pretos. (As cruzes vermelhas marcam as posições dos quasares em um LQG diferente e menor.) Os eixos horizontais e verticais representam ascensão reta e declinação, o equivalente celeste de longitude e latitude. O mapa cobre cerca de 29,4 por 24 graus no céu, indicando a grande escala da estrutura recém-descoberta.

A equipe publicou seus resultados na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.

Fonte:
Galeria do Meteorito

Nota do blog Criacionismo: Quando evidências contrárias vão se acumulando, um modelo pode ser revisto ou até descartado (dependendo, é claro, do grau de teimosia de seus defensores, como dizia Thomas Kuhn). Pelo menos na astronomia os pesquisadores parecem ter mais coragem de divulgar dados que contradigam o modelo mais aceito. Infelizmente, quando o assunto é evolução, a tendência dos evolucionistas é ignorar os fatos contraditórios ou reinterpretá-los de acordo com o modelo, salvando a teoria. [MB]
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