terça-feira, 30 de junho de 2009

"Criacionita pela fé e pela razão" no twitter

Partindo da premissa de que, nos dias de hoje, muitas pessoas estão cada vez mais sem tempo para as coisas de Deus, correndo de um lado para o outro no intuito de "ganhar a vida", nada melhor do que o novo meio de comunicação instantânea, o twitter, para alcançar o coração delas com a Palavra de Deus e temas correlacionados (incluindo o criacionismo). Pois, o twitter consiste em curtas mensagens de texto escritas pelo "twitteiro" e todos os internautas do mundo podem acessá-las.

O endereço do perfil "Sou do Criador" no twitter é: http://twitter.com/soudocriador

Ali você encontra mensagens de evangelismo, criacionismo e links de postagens atualizadas neste blog.

Vamos usar a Internet pra ganhar almas para Cristo Jesus!

Catástrofes do Dilúvio

video

Um esboço de como ocorreu a primeira destruição dos seres humanos ímpios, grande parte da fauna e da flora na face da Terra, no Dilúvio Universal descrito na Bíblia, e segundo a visão da ciência criacionista. O vídeo é um trabalho de computação gráfica.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Respondendo a um leitor cético ao criacionismo

Há algum tempo, recebi um comentário em meu blog de uma pessoa que não crê (ou não cria, não sei hoje) em Deus e muito menos em Sua criação. Tratei respeitosamente em respondê-lo no mesmo dia, por email. Como penso que é também uma resposta a alguns outros leitores deste blog, publico logo abaixo, tanto o comentário do nosso amigo como a minha resposta:

Eu leio tuas postagens tentando achar argumentos RACIONAIS (o nome do blog é "criacionista pela fé e pela RAZÃO")para a existÊncia de um criador mas não encontro. Só vejo citações bíblicas que supostameste são as palavras deste "Criador"...entende o paradoxo??? Não existindo o criador, logo ele não tem palvra. somente homens que escreveram em nome deste "ser imaginário".

Volto daqui uns dias.

Eder Oliveira
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RE: Olá "Eder"!

Primeiramente, quero agradecê-lo por ser leitor de meu blog (como vc escreveu) e por se interessar em saber se o Criacionismo tem algum fundamento científico ou não, já é um importante passo para entender as verdades do Senhor Deus. Lembro que assim como a Teoria da Evolução Geológica, por exemplo (click no texto em azul para ver uma das evidências), o Criacionismo não tem resposta para todas as questões que julga ser verdades, daí o uso da fé (certeza das coisas que não se vêem, que não se pode apalpar, etc.). Compreendo seu desconforto em crer no que a Bíblia diz sobre nossas origens, pois pensava como você pouco tempo atrás (eu era evolucionista). O primeiro passo é mostrar algumas evidências a você de que a Palavra de Deus, a Bíblia, é inerrante quanto às ideias que apresenta (dentre as quais, a que afirma ser Deus o Criador de tudo de bom que existe). Comece lendo os seguintes textos:

http://criacionistaconsciente.blogspot.com/2008/10/manuscritos-do-mar-morto-presentes-de.html

http://criacionistaconsciente.blogspot.com/2008/10/bblia-ainda-palavra-de-deus.html

Bom, vamos a algumas evidências científicas da criação divina, acesse os links que contém textos ou vídeos de estudos abaixo:

http://criacionistaconsciente.blogspot.com/2008/10/no-princpio-criou-deus-os-cus-e-terra.html

http://criacionistaconsciente.blogspot.com/2008/12/refletiremos-hoje-sobre-o-versculo-3-do.html

http://criacionistaconsciente.blogspot.com/2008/12/dilvio-universal-prof-dr-walter-veith.html

http://www.youtube.com/watch?v=7c_IT-NXlVo

http://www.youtube.com/watch?v=8SjjfEL29RE

http://www.youtube.com/watch?v=Uf3QC2n5g2c&feature=PlayList&p=111EEF9FF07A23D0&index=0&playnext=1

http://www.youtube.com/watch?v=JT19S7nP2JU

Procure assistir às palestras do professor Dr. Valter Weith, são muito esclarecedoras cientificamente. Pesquise no youtube pelo nome dele, são vários temas que buscam evidenciar a criação de Deus.

Algumas outras refutações ao Evolucionismo:

http://criacionistaconsciente.blogspot.com/2008/11/reflexo-sobre-grande-difuso-do.html

http://criacionistaconsciente.blogspot.com/2008/10/evolucionismo-em-xeque.html

http://criacionistaconsciente.blogspot.com/2008/11/hobbit-mais-um-fiasco-evolucionista.html

Considerações finais

Meu caro "Eder", é certo que ainda terá muitas dúvidas sobre o tema da Criação, mas o pouco que procurei e procurarei te mostrar (nas futuras postagens em meu blog) é merecedor de, pelo menos, o mínimo de crédito, não acha? Recomendo, por isso, o acesso a sites e blogs que estão listados na parte direita de meu blog tais como: Criacionismo, Ciência da Criação, Universo Criacionista, A.B.P.C. dentre outros. Estes sites/blogs possibilitarão um estudo mais aprofundado da causa criacionista, assim você terá o conhecimento dos "dois lados da moeda" quanto às nossas origens. Ok? Meus cumprimentos mais uma vez pelo interesse em me desafiar sobre minhas convicções! Isso é bom, pois somente com debates e troca de informações é que se chegará a algum concenso. Até mais!

André Luiz Marques

Contrariando Darwin: os piores machos têm mais descendência

Melhores machos têm menos filhos 26/6/2009

Estudo com animais aponta explicação para promiscuidade feminina e identifica que machos com qualidades genéticas inferiores são mais bem sucedidos no processo de fertilização (divulgação).

Agência FAPESP – Machos com maior qualidade genética não se dão tão bem na hora de ter filhos. Diferentemente do que se imaginava [baseando-se na teoria da evolução], são aqueles geneticamente menos favorecidos que acabam vencendo a corrida pela fecundação.

A conclusão está em um estudo publicado na edição desta sexta-feira (26/6) da revista Science, feito por cientistas da Universidade de Uppsala, na Suécia, e da Universidade de Aarhus, na Dinamarca.

Na maioria dos animais, as fêmeas procuram cruzar com vários machos em um mesmo período, ainda que uma simples relação possa ser suficiente para fertilizar seus ovos. As fêmeas fazem isso apesar de a poliandria implicar um custo maior, como o risco de contrair doenças sexualmente transmissíveis.

Estimava-se que esse comportamento se daria porque, dessa forma, as fêmeas poderiam escolher entre vários parceiros aquele que tivesse os espermatozóides com melhor qualidade genética.

No novo estudo, o sueco Göran Arnqvist e colegas testaram essa teoria com besouros minúsculos da espécie Callosobruchus maculatus (o popular caruncho-do-feijão) e verificaram que ela não se confirmou. As crias tinham também menor qualidade genética.

Os cientistas observaram que os machos com maior taxa de paternidade eram justamente aqueles geneticamente mais desfavorecidos. “Os resultados apontam que os genes que são bons para os machos podem frequentemente ser ruins para suas parceiras. Em besouros, pelo menos, a poliandria não recompensa as fêmeas com benefícios genéticos”, disse Arnqvist.

Segundo o estudo, a explicação para a escolha por parte das fêmeas pode ser por conta de um conflito entre alelos “sexualmente antagônicos”, que são benéficos para um sexo mas maléficos para o outro.

O artigo Postmating sexual selection favors males that sire offspring with low fitness, de Göran Arnqvist e outros, pode ser lido por assinantes da Science em www.sciencemag.org.

Fonte: Agência FAPESP

Nota: Como se vê, a teoria da evolução está precisando de uma reforma geral, visto que suas bases estão ruindo... ah! já estão tentando dar um jeito nisso, com a Síntese Evolutiva Ampliada, que pretende deixar a "seleção natural" de Darwin em segundo plano (para poder descartá-la mais tarde, presumo). Porém, como se trata de remendos no mesmo trapo, digo, na mesma teoria (rsrs), o fim disso já se pode prever. Estes cientistas da nova teoria deveriam saber do que Jesus disse: "Ninguém põe remendo de pano novo em veste velha; porque o remendo tira parte da veste, e fica maior a rotura." (Mateus 9:16).

Sei que em ciência, retificar teorias pode não ser ruim, mas um avanço para a mesma. Todavia, as teorias evolutivas tem todas as suas bases equivocadas, começando pelas idades atribuídas ao seu desenvolvimento.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

A pergunta que não quer calar

Colaboração: Minuto Profético

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Bebê com 1% de chance de sobreviver surpreende os médicos ao se recuperar. Seria milagre?

Um bebê que estava morrendo de meningite surpreendeu os médicos ao sobreviver depois que o respirador artificial que usava foi desligado.

Os especialistas deram a Grace Vincent uma chance de sobrevivência de um por cento depois que ela contraiu a doença com apenas seis semanas de vida.

Vincent passou quatro dias em terapia intensiva antes que seus pais, Pete e Emily, decidissem que o equipamento que garantia sua sobrevida deveria ser desligado.

Mas, quando aguardavam sua morte ao lado do berço no Hospital Geral de Newcastle, viram com surpresa que Grace começou a respirar sozinha.

O bebê está se recuperando em casa, na cidade de Newcastle, no norte da Inglaterra, desde terça-feira.

A mãe do bebê, Emily Ashurst, de 26 anos, disse que Grace nasceu sem complicações no dia 3 de abril. O pai, Pete Vincent, um fuzileiro naval da Marinha britânica de 26 anos, tinha voltado do Afeganistão, onde forças britânicas participam da coalizão liderada pelos Estados Unidos, e estava se ambientando à vida de volta na Inglaterra, quando a filha ficou doente.

"A decisão de desligar a máquina foi baseada no que os médicos estavam nos dizendo" [Nota: ou seja, tiveram falta de fé em Deus], afirmou Vincent, segundo o jornal britânico The Daily Telegraph. "Os resultados dos testes eram muito ruins então nós pensamos que seria melhor para ela. Eles nos disseram que ela daria umas últimas respiradas." "Mas ela continuou respirando pelas próximas seis horas. Seis meses no Afeganistão foram fáceis em comparação a isto." Grace foi hospitalizada no dia 16 de maio com uma infecção de estreptococos do grupo B, que causa meningite e, de acordo com reportagem do Daily Telegraph, pode matar um em cada oito bebês.

Ki Pang, neurologista do Hospital Geral de Newcastle, disse que a sobrevivência do bebê foi "uma feliz surpresa", segundo o Daily Telegraph. "Quando Grace veio ao hospital foi óbvio para todos que ela era de fato um bebê extremamente doente." "Nós tivemos que dar a ela (...) uma máquina para ajudar a respirar, drogas para manter o coração batendo e havia sinais de que os órgãos estavam falhando." "Depois que foi tomada a decisão de suspender a sustentação (artificial) da vida ninguem achou que ela iria sobreviver", disse o médico, segundo o jornal britânico.

Fonte: BBC Brasil
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Nota: Glória a Deus pelo milagre que fez na vida deste bebê!! Mais um testemunho a favor da mão poderosa do Criador e Mantenedor da vida. Com certeza, Deus tem um plano muito especial na vida desta criança, começando pelo testemunho que deu sobre a existência de milagres. Também é um testemunho de que o homem (no caso, os pais da criança) não pode decidir sobre vida ou morte de outro semelhante (no caso, o bebê) ou de si mesmo (eutanásia), mesmo em situações adversas como a apresentada na notícia, mas somente Deus, o dono da vida, tanto animal como humana. Que sirva de lição para os pais e sociedade "pós-modernista".

A medicina convencional, com sua visão naturalística acerca da vida NÃO pode explicar fatos como este reportado e prefere considerar como "um pequeno mistério" ou "sorte" ou ainda "uma feliz surpresa", como disse o neurologista Ki Pang.

Com isso, me lembro das palavras de Jesus em resposta às irmãs Marta e Maria, quando informaram o Mestre de que Lázaro estava doente (Jesus sabia que ele iria morrer e que o ressuscitaria por um milagre, para honra e glória do Senhor): "Esta enfermidade não é para morte, e sim para a glória de Deus, a fim de que o Filho de Deus seja por ela glorificado." (João 11:4).

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Biólogo do Unasp fala sobre criacionismo e evolucionismo, em entrevista

O professor Wellington Romagnolli é graduado em Biologia na primeira turma de Ciências e Biologia do Unasp [Centro Universitário Adventista de São Paulo], campus São Paulo, e pós-graduado em Docência do Ensino Superior também pelo Unasp, campus Hortolândia. Criacionista convicto, ele bate o martelo: “Sou criacionista pela fé e pela razão” [esse é dos meus, hehe!], e acredita que qualquer teoria necessita de fé para ser aceita. Para Romagnolli, a origem da vida define totalmente o tipo de pessoa que somos.

Quais são as formas de ensino sobre a origem da vida?

O acaso, chamado evolucionismo e algumas vezes naturalismo, e o planejamento inteligente, que é a criação. Essas são as teorias mais fortes. Entre elas há um dégradé, tentativas de misturar as duas teorias.

O que o impulsionou a dar mais atenção ao debate sobre a origem das espécies?

Eu aprendi que a crença em uma ou outra teoria da origem da vida, afeta profundamente sua visão de mundo, valores e seu destino. Quem você é está ligado ao que você acredita.

O que leva a sociedade a estabelecer forte oposição ao ensino criacionista nas escolas?

Preconceito e desinformação. Só que o que acontece, é que a sociedade vive em praticamente um empate técnico. No Brasil, não há pesquisas em torno desse assunto. Já nos Estados Unidos, as pesquisas feitas apontam que há um empate na sociedade: existem as pessoas que acham correto ensinar o criacionismo nas escolas e as pessoas que pensam não ser possível ensinar o criacionismo de maneira racional.

Você acha que com o pós-modernismo a sociedade não tenta mais impor suas verdades ou a mídia ainda possui uma narrativa evolucionista?

A humanidade ainda quer algo para acreditar, inclusive as pessoas mais estudadas. O evolucionismo não deixa de ser uma narrativa e é passado pela mídia. Mas é necessária tanta fé para acreditar no evolucionismo, quanto no criacionismo.

O ensino da criação prejudica o vestibulando que ingressará em uma universidade que cobra o evolucionismo como resposta correta?

As escolas adventistas defendem o ensino das duas frentes sobre a origem da vida, fazendo isso através de um estudo comparado. Na minha opinião, acho isso muito mais produtivo porque não apresenta a visão só de um. Cria polêmica e quando há polêmica o aluno se interessa mais e aprende mais. O estudo comparado não prejudica o vestibulando e sim enriquece o conteúdo que ele tem.

Quais as questões que o evolucionismo não soluciona?

O evolucionismo tem muita dificuldade em explicar a tremenda complexidade dos sistemas vivos (células, genes). Além disso, o acaso dificilmente consegue explicar a ausência de fósseis intermediários que ligam fósseis de diferentes eras.

Essa ausência de fósseis de ligação é total?

Não, mas não é nem um pouco satisfatória, já que não consegue explicar o aparecimento de inúmeras espécies porque não existem intermediários na camada geológica.

E as questões que o criacionismo não soluciona?

Na questão filosófica, o criacionismo tem dificuldades de explicar a presença do mal no mundo. Por exemplo, um parasita, será que foi Deus que criou? E o pecado? Essas questões o criacionismo tem dificuldade de explicar. Na parte científica, é a datação da Terra. Nós, criacionistas, acreditamos que a Terra é relativamente nova, mas em muitos aspectos ela possui aparência de mais idade.

Quais são os indicadores dessa aparência de idade?

A formação das camadas geológicas leva a crer que a Terra teria mais anos do que o criacionismo diz ter. Outro aspecto são as datações radiométricas (procedimento para calcular a idade de rochas e minerais) que apontam milhões e milhões de anos.

Se Darwin pudesse contemplar as novas teorias e avanços em todas as áreas hoje, sua teoria seria legitimadora ou contrária a já escrita?

É difícil dizer, mas a teoria de Darwin veio antes de todas as descobertas genéticas e antes do desenvolvimento das pesquisas na estrutura do DNA. Talvez, com isso, ele não tentaria propor uma teoria em que o acaso forma um ser tão complexo.

É possível separar criacionismo e religião / evolucionismo e ateísmo?

O povo quer separar. Eu acho difícil. O evolucionista inglês Richard Dawkin é considerado o melhor da atualidade. Ele diz que o evolucionismo deu a base para ele se tornar um ateu. Eu sou criacionista, se você crê em um criador, você quer saber quem é. O pessoal do Design Inteligente quer desvincular o criacionismo de uma divindade. Eles acreditam que alguém criou, mas não querem saber quem foi, e assim, são chamados de evolucionistas disfarçados.

No meio científico, o estigma de “crente” ainda é muito forte para criacionistas declarados?

Muito. O preconceito é muito forte sim. O professor Admir Arrais quase foi impedido de defender sua tese de doutorado na área de genética. Pessoas são impedidas de publicar artigos no meio científico só por serem criacionistas, mesmo que o assunto não tenha nada a ver com criação e evolução.

Como seria o ensino ideal sobre a origem da vida?

Seria um estudo comparado entre criacionismo e evolucionismo, apresentando os melhores argumentos de ambos e deixando o aluno escolher qual visão de mundo o satisfaz mais. Já que não temos conclusões finais, é justo apresentar os dois lados e permitir que o aluno faça a escolha dele. Não há problema um aluno criacionista conhecer bem o evolucionismo e vice-versa. Não diminui o conhecimento, só soma.

Naysa Rabêlo

Fonte: ABJ Notícias - Jornal eletrônico do curso de Jornalismo do Unasp
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Nota: Muito boa a entrevista, gostei! Porém, lembro que a formação das camadas geológicas só leva a crer numa idade bem antiga para a Terra aqueles que ignoram (tanto por não conhecerem como por desconsiderarem) os processos decorrentes do dilúvio descrito na Bíblia. Outra coisa: No cálculo da datação radiométrica existe um erro gravíssimos, ao considerarem o índice de decomposição como sendo uma constante (com base no uniformitarismo), onde as idades teóricas calculadas a partir das relações de isótopos não são verdadeiramente as idades das rochas ou da Terra, mas são simplesmente relações entre os próprios minerais que se originaram na crosta terrestre. Disponibilizo logo abaixo alguns dos estudos que apoiam essas afirmações:

A verdadeira idade da Terra (parte 1 de 7)
A questão do grande tempo geológico e a evidência científica de uma criação recente
Um Exame Crítico da Datação Radiotiva das Rochas

quinta-feira, 18 de junho de 2009

A formação de fósseis - O que as evidências nos revelam, de fato?

Muitos conceitos errôneos sobre a formação dos fósseis ainda permanecem como parte da discussão sobre as evidências evolucionistas no registro fóssil. Estas idéias influenciam diretamente as interpretações que são dadas aos achados paleontológicos. Portanto, para que um fóssil possa ser formado, devem existir fatores que possibilitem a preservação do organismo contra fatores que possam inibir a sua preservação.

Um dos principais fatores que precisa ser inibido rapidamente é o da decomposição orgânica. Fósseis de animais aquáticos (como a água-viva) [foto acima] que apresentam uma grande quantidade de detalhes na sua estrutura macia aparecem extremamente bem preservados, mostrando que a fossilização foi rápida. Para que animais como a água-marinha sejam fossilizados rapidamente, há necessidade de um soterramento (sepultamento) rápido, para que o processo de decomposição possa ser desacelerado e inibido. Contudo, apenas isto não seria suficiente. Um ambiente anóxico (com pouco oxigênio) seria um outro fator importante para a preservação do material orgânico até que o processo de fossilização fosse finalizado.

Ainda um terceiro fator importante é o enclausuramento em sedimentos que impossibilitariam a dissolução do organismo.

Estes três fatores são necessários para contrapor os mecanismos de intemperismo e erosão (processos mecânicos), a oxidação e a dissolução (processos químicos) e atividade microbial e de animais predadores (processos biológicos). Todos estes fatores juntos demonstram que a formação de um fóssil ocorre numa situação anormal. Um animal ou planta que tenha uma morte natural (normal) dificilmente passaria pelo processo de fossilização.

Três conclusões importantes sobre os fósseis podem ser traçadas então:

1. A abundância de fósseis demonstra a fragilidade da vida em relação a situações anormais do meio ambiente e também atesta a quantidade destas situações anormais que ocorreram no passado (catastrofismo).

2. Os fatores mencionados para a formação dos fósseis, salientando o bom estado de preservação em que os mesmos são geralmente encontrados, demonstram que a grande maioria encontrada no registro fóssil passou por um processo rápido de sepultamento.

3. As informações contidas nos fósseis estão geralmente ligadas à história da morte do organismo e não necessariamente sobre como ele teria vivido.

Charles Darwin concluiu corretamente que “... o número de variedades intermediárias, as quais existiram previamente [deveriam] verdadeiramente ser enormes. Por que, então, as formações geológicas e cada um dos estratos não estão repletos destes tais elos intermediários? A geologia, sem dúvida, não revela tal cadeia orgânica finamente graduada; e isto, portanto, é a objeção mais óbvia e séria que pode ser levantada contra a teoria [da evolução]”.¹ Darwin baseou a lógica da sua teoria da evolução das espécies no princípio da sucessão da fauna.²

William Smith, um engenheiro inglês do início do século XIX, foi quem observou que rochas e fósseis, mesmo de locais diferentes, apresentavam algumas similaridades quanto ao tipo das camadas e os tipos de fósseis encontrados em cada camada. Baseado nesta observação, ele estabeleceu um princípio que ele chamou de sucessão da fauna. Ele chegou a essa conclusão baseado no Princípio da Superposição.

O princípio da sucessão da fauna adotado por Darwin estava baseado no princípio da superposição, o qual já foi demonstrado não ser válido (ver na área da Geologia o artigo “Coluna Geológica: Interpretação Errada a Partir da Base”). Darwin construiu todo um argumento lógico sobre um princípio não válido. O seu raciocínio estava equivocado na base. O mesmo argumento continua sendo utilizado pela ciência naturalista de hoje. Se esta interpretação errônea do registro fóssil for removida, o que a evidência tem a dizer?

As lacunas do registro fóssil

Dr. David Rup, diretor do The Field Museum of Natural History de Chicago disse [a algum tempo]: “...nós estamos agora cerca de 120 anos após Darwin, e o conhecimento do registro fóssil tem sido amplamente expandido. Nós temos agora cerca de um quarto de milhão de espécies de fósseis, mas a situação não tem mudado muito. O registro da evolução ainda permanece surpreendentemente abalado e, ironicamente, nós temos até mesmo menos exemplos de transição evolucionária que possuíamos durante o tempo de Darwin. Eu quero dizer com isto que alguns dos casos clássicos de uma mudança darwiniana no registro fóssil, tal como a evolução do cavalo na América do Norte, tem sido descartada ou modificada como resultado de informação mais detalhada — aquilo que parecia ser uma simples progressão exata, quando relativamente poucos dados eram disponíveis, agora aparenta ser muito mais complexa e muito menos gradualista. Portanto, o problema de Darwin não tem sido aliviado durante estes últimos 120 anos, e nós ainda temos um registro que mostra mudança mas que dificilmente poderia ser considerado como a conseqüência mais racional da seleção natural”.³

A maneira abrupta na qual grupos inteiros de espécies repentinamente aparecem em certas formações [ a "explosão do Cambriano", por exemplo (ilustração logo acima)] tem sido instada por vários paleontologistas... como uma objeção fatal para a crença da transmutação das espécies. Se muitas espécies, pertencentes a um mesmo gênero ou família, tiverem realmente surgido simultaneamente, este fato seria fatal para a teoria da evolução através da seleção natural”.

Complexidade desde o início

A complexidade do olho do trilobita [foto abaixo] e o seu design é tão intrigante que o físico nuclear Dr. Ricardo Levi-Setti, reconhecida autoridade em trilobitas, disse: “Quando nos damos conta de que os trilobitas desenvolveram e usaram tais dispositivos há quinhentos milhões de anos, nossa admiração é ainda maior. Uma descoberta final — a de que a interface refratora entre os dois elementos das lentes no olho dos trilobitas foi projetada de acordo com as construções ópticas desenvolvidas por Descartes e Huyghens no século XVII — beiram a pura ficção científica... O olho de um trilobita bem poderia qualificar-se para a obtenção de uma patente de invenção”.5 O olho do trilobita é um feito tecnológico incomparável.6

O registro fóssil tem produzido constantemente evidências contra a origem espontânea da vida, de tal forma que os próprios evolucionistas ao tratarem deste assunto dizem: “Nós não sabemos como começou a vida neste planeta. Não sabemos exatamente quando ela começou, não sabemos sob quais circunstâncias”.7 A evidência não é contra a origem da vida mas sim contra a origem espontânea da vida!

Referências

1 Charles Darwin, On the Origin of the Species by Means of Natural Selection, publicado por John Murray, Londres, 1859, primeira edição, p. 323.
2 Ibid, Capítulo 10.
3 David M. Raup, “Conflicts Between Darwin and Paleontology”, Field Museum of Natural History Bulletin, Vol. 50, Nº 1, janeiro de 1979, p. 25.
4 Charles Darwin, On the Origin of the Species by Means of Natural Selection, publicado por John Murray, Londres, 1859, primeira edição, p. 344.
5 Ricardo Levi-Setti, Trilobites, (Chicago: The University of Chicago Press, 1993), p.55,57.
6 Lisa J. Shawver, Trilobite Eye: An Impressive Feat of Early Evolution, Science News, Vol. 105, 2 de fevereiro de 1974, p.72.
7 Dr. Andrew Knoll falando no programa NOVA. A transcrição deste programa pode ser encontrada no seguinte endereço: www.pbs.org/wgbh/nova/origins/knoll.html

Fonte: Universo Criacionista, com adaptações.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Israel exibe mosaico bem preservado com 1,7 mil anos


Um mosaico [foto] de 1,7 mil anos descoberto na cidade de Lod, em Israel, foi exibido nesta quarta-feira pela Autoridade de Antiguidades do país. Segundo as autoridades, o achado do fim do período romano é uma "verdadeira jóia arqueológica" e se encontra "extraordinariamente bem preservado". As informações são da agência AP.
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O artefato artístico ocupa na totalidade uma área de aproximadamente 180 m² e possui imagens coloridas de mamíferos, aves, peixes, plantas e barcos da época. Os pesquisadores, no entanto, desconhecem a utilidade do edifício onde o mosaico foi encontrado em 1996.
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O local onde foram realizadas as escavações vai se tornar um centro arqueológico para a comunidade de Lod.
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Fonte: Redação do site Terra, com informações da agência AP
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Nota: A arqueologia é realmente uma ciência que me encanta. É provável que alguns desses animais retratados no artefato estejam hoje extintos. Uma pena.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Amamentação aumenta rendimento escolar, afirma pesquisa

Os bebês alimentados com leite materno nos primeiros meses de vida geralmente têm melhores notas que os que usam mamadeira, diz um estudo publicado nesta segunda-feira pela revista Journal of Human Capital. O melhor rendimento escolar básico também se traduz em maiores possibilidades de boas qualificações em colégios do ensino médio e na universidade, acrescentou.

A pesquisa, realizada por professores da Universidade Americana e da Universidade do Colorado, estudou o rendimento de 126 crianças que foram amamentadas com leite materno e o comparou com um número similar que usou mamadeira.

Segundo os cientistas, a pesquisa determinou que, por um mês de amamentação, essas crianças registraram um melhor rendimento médio no ensino médio de 0,019 ponto. Por outro lado, as probabilidades de conseguir entrar na universidade aumentaram também em uma média de 0,014 ponto.

"Os resultados de nosso estudo sugerem que os benefícios intelectuais e de saúde (da amamentação) podem ter como resultado benefícios educacionais de longo prazo para as crianças", afirmou Joseph Sabia, da Universidade Americana e um dos autores da pesquisa.

Fonte: Site Terra, com inforações da Agência EFE
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Nota: Um resultado já esperado, agora confirmado mais uma vez: Quanto mais natural for nossa alimentação, mais saudáveis seremos. O leite materno foi criado por Deus como único alimento completo para os bebês, trazendo nutrição e imunidade. A amamentação também proporciona um momento muito importante para firmar cada vez mais o afeto entre mãe e filho(a). O leite de vaca, por exemplo, não é biologicamente compatível ao leite da mulher. Cada mamífero deve ser alimentado com o leite de sua própria mãe, conforme plano original do Criador.

O que se observa é que muitas pesquisas tem mostrado que via de regra, a praticidade exagerada (mamadeira em vez do peito, no caso) não combina com saúde.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Por que a Terra está se afastando do Sol?

A distância entre o Sol e a Terra é conhecida como Unidade Astronômica, ou simplesmente UA, uma espécie de “quilômetro espacial”, usada para expressar as enormes distâncias interplanetárias. Uma Unidade Astronômica mede 149.597.870,696 km. A medição mais precisa feita até hoje dessa distância entre o Sol e a Terra foi concluída em 2004 pelos astrofísicos russos Gregoriy A. Krasinsky e Victor A. Brumberg. E, ao término de seu trabalho, eles fizeram uma descoberta surpreendente: a Terra está se afastando do Sol a uma velocidade de 15 centímetros por ano. Quinze centímetros por ano não parece ser muito, talvez apenas o suficiente para permitir uma previsão de que a Terra terá problemas de resfriamento global em algumas centenas de milhões de anos. Mas é o suficiente para exigir uma explicação. Afinal de contas, o que está afastando a Terra do Sol?

A explicação que primeiro se ofereceu foi a de que o Sol está perdendo massa, via fusão nuclear e pela emissão dos ventos solares. Perdendo massa, ele perderia sua força gravitacional e permitiria que os planetas ao seu redor se afastassem. Outras possibilidades levantadas incluíram alterações na constante gravitacional G, efeitos da expansão do Universo e até influências da matéria escura. Mas nenhuma delas passou pelo crivo da comunidade científica.

Agora, Takaho Miura e seus colegas da Universidade de Hirosaki, no Japão, elaboraram uma nova explicação para o afastamento da Terra em relação ao Sol. O artigo científico deverá ser publicado em breve no periódico Astronomy & Astrophysics, mas a proposta foi adiantada em uma reportagem da revista New Scientist. Segundo os cientistas japoneses, o Sol e a Terra estão literalmente empurrando-se mutuamente devido à interação de suas marés.

O fenômeno é o mesmo que explica o afastamento da Lua em relação à Terra: as marés que a Lua levanta em nossos oceanos estão gradualmente transferindo energia rotacional para o movimento lunar. Como resultado, a cada ano a órbita lunar aumenta cerca de 4 centímetros, e a velocidade de rotação da Terra diminui em 0,000017 segundos.

Dezessete milissegundos por ano é outro dado nada apocalíptico, mas o suficiente para projetar que, ao contrário do que o senso comum aponta, ao invés do tempo estar passando mais rápido, ele de fato passa cada dia mais lentamente - literalmente 0,000017 segundos por ano - e os dias terrestres tenderão a ficar maiores no futuro.

Da mesma forma, afirmam os cientistas, a massa da Terra está causando o levantamento de marés na superfície do Sol, o que explica uma diminuição na rotação do Sol em 0,00003 segundos (3 milissegundos) por ano. Ao perder momento angular, o Sol permite que a distância entre ele e a Terra aumente gradualmente.
Embora já tenha sido aceito para publicação, o que significa que os revisores verificaram que a proposta é cientificamente válida, será necessário que outros astrofísicos avaliem os métodos e cálculos dos pesquisadores japoneses antes que se possa considerar esta como sendo a explicação “oficial” para o já bem documentado afastamento entre o Sol e a Terra.


Nota do blog Criacionismo: A causa os cientistas não conhecem com certeza, mas o afastamento parece ser fato. Então, perguntar não ofende: Se a Terra e o Sol têm bilhões de anos, eles não estariam próximos demais no passado distante? Essa proximidade permitiria o surgimento e a evolução da vida aqui? Parece que não querem lidar com essa questão...[MB]
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Nota deste blogger: Bela observação do Michelson Borges, na nota acima, gostei. Havia lido a notícia antes de ser re-publicada em seu blog e não tinha notado essa importante evidência, que é mais um forte argumento científico que põe o evolucionismo em xeque e dá crédito ao criacionismo.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Beija-flor voa mais rápido do que um avião caça, diz estudo

Um estudo da Universidade Berkeley, no Estado americano da Califórnia, revelou que o beija-flor macho atinge uma velocidade proporcionalmente "maior do que a de aviões caça" quando mergulha durante um vôo para impressionar as fêmeas.

O pesquisador americano Christopher Clark usou fêmeas de beija-flor empalhadas para induzir os pássaros a fazerem uma exibição impressionante, que ele registrou com câmeras especiais para capturar objetos em alta velocidade. As câmeras capturavam imagens de 500 quadros por segundo.

As aves da espécie conhecida como Anna [foto], que vivem no sudoeste dos Estados Unidos, atingiram velocidades que cobrem um trajeto 383 vezes o comprimento de seu corpo a cada segundo.

De acordo com Clark, o espaço percorrido medido, levando-se em conta o comprimento do corpo da ave e a velocidade máxima atingida pelo animal, foi "maior do que a de um avião caça com sua câmara de combustão auxiliar ligada (o que ajuda a aumentar a velocidade) ou do ônibus espacial durante a reentrada na atmosfera".

O caça pode chegar a cobrir 150 vezes a medida do seu comprimento em um segundo, e o ônibus espacial, 207 vezes. Mas os caças têm capacidade de acelerar mais e ultrapassar os beija-flores.

Nos últimos estágios de seu mergulho, quando as aves abrem as asas para um vôo ascendente, "a aceleração instantânea dos beija-flores é maior do que a de qualquer organismo de que se registrou previamente manobras aéreas", disse Clark.

E ele atinge essa velocidade sem a ajuda de um poderoso motor de jato, acrescenta. O especialista diz que o estudo é um exemplo de como tais exibições, realizadas com a intenção de atrair uma parceira para o acasalamento, podem ser observadas para verificar os limites das habilidades dos animais.

O mergulho do beija-flor da espécie Anna é mais veloz do que a do falcão peregrino, cuja velocidade máxima chega a cobrir 200 vezes o comprimento de seu corpo a cada segundo. O trabalho foi divulgado na revista Proceedings of the Royal Society B.

Fonte: Site Terra, com informações da BBC Brasil
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Nota: Isso é que é um super design inteligente! Eu já admirava muito o Calypte d'Anna pela sua beleza e simpatia, agora admiro-o ainda mais pela sua proporcional agilidade imbatível. Para mim, os beija-flores, de uma forma geral, são os animais que mais expressam o amor e inteligência de Deus, o Criador de toda a natureza, sendo a manifestação mais pura da glória desse Deus. Sem dúvidas é uma das obras-primas da Criação.
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Se um beija-flor tiver 10 cm de comprimento, tendo uma velocidade de 383 vezes este tamanho, terá uma velocidade aproximada de 38 m/s ou 136 km/h. Incrível! Seu corpo foi todo projetado, pelo Senhor, para suportar todo aquele dinamismo que nos encanta ao contempla-lo.
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Um caça supersônico, em média, pode atingir cerca de 2 vezes e meia a velocidade do som, que é de 340,29 m/s ou 1.224 Km/h. Ou seja, pode atingir 3.060 Km/h. O caça F-18 Super Hornet (foto), por exemplo, mede 18,38 m de comprimento e 13,62 m de envergadura.
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Leia também:
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Aviões com asas que balançam poderão economizar até 20% de combustível
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Decaimento da intensidade do campo magnético da Terra - Evidência de uma Terra jovem

O campo magnético da Terra é um escudo invisível que protege o nosso planeta da radiação que vem do espaço, principalmente do Sol. É por meio dele que o ponteiro da bússula se orienta e ele também é o responsável pela aurora boreal.

Medições diretas do campo magnético da Terra durante os últimos 140 anos mostram um declínio rápido da sua força. Dr. Thomas Barnes notou que medições feitas desde 1835 mostravam haver um decaimento da parte principal do campo magnético da Terra (a parte bipolar que é cerca de 90% do total observado) da ordem de 5% por século.¹Medições arqueológicas demonstram que a intensidade do campo magnético por volta dos anos 1.000 A.D. era cerca de 40% maior que a intensidade atual.² Dr. Barnes calculou que esta corrente não poderia estar decaindo a mais de 10.000 anos, pois a sua força teria sido tão grande que a Terra seria apenas um mundo de rochas derretidas.

Alguns acreditam que não se trata de um declínio, mas de inversões. Esta idéia vem da descoberta de anomalias (flutuações) do campo magnético que ficaram registradas nas rochas da dorsal oceânica. Ao invés de serem consideradas corretamente como flutuações da intensidade do campo magnético, elas foram erroneamente interpretadas como inversões do campo magnético. A linha traçada no meio da curva de flutuação mostra a intensidade média do campo magnético, dentro da flutuação encontrada, e não um campo magnético “normal” e um outro em “inversão”. Não existe nenhuma rocha na dorsal oceânica onde a ponta do compasso apontasse para o sul em vez do norte!
Decorrente desta interpretação, uma compreensão limitada de como o campo magnético da Terra funciona e sobre as razões do seu decaimento são aparentes em muitas áreas da ciência.

A origem do campo magnético da Terra ainda é uma área de muito debate. Uma das teorias principais propoe que o campo magnético é resultante do ferro e níquel que formam o núcleo do planeta. Esta teoria tem um sério problema, pois acima da temperatura chamada ponto Curie, os pequenos domínio magnéticos se desfazem. O ponto Curie para o ferro é de 750°C. A região mais fria do núcleo da Terra possui temperaturas entre 3.400° a 4.700°C.

Portanto, qual seria a origem deste campo magnético?
Duas descobertas importantes podem fornecer uma resposta simples e elegante, cientificamente falando.

Em 1820, Hans Christian Ørsted (1777-1851) descobriu que uma corrente elétrica produz um campo magnético. Seria possível uma corrente elétrica ser a causa do campo magnético da Terra? Ser for, qual então seria a origem desta corrente elétrica?

A resposta viria 11 anos mais tarde. Em 1831, Michael Faraday (1791-1867) demonstrou que um campo magnético não estático induz uma corrente elétrica. Se fosse dada a Terra no momento da sua criação um campo magnético, este decairia por não ter uma fonte contínua. No entanto, este decaimento induziria uma corrente elétrica. Esta corrente elétrica, por sua vez, também iria decair, e ao decair, produziria um campo magnético. Este sistema cíclico possuiria uma taxa de decaimento. James Joule em 1840 descobriu que a energia elétrica não se perde neste processo, mas é transformada em calor.

Baseado nestas descobertas científicas é que o Dr. Barnes fez a sua proposta do decaimento livre da corrente elétrica no núcleo metálico da Terra.

Esta proposta é perfeitamente consistente com observações da taxa de decaimento e experimentos relacionados com materiais semelhantes ao do núcleo da Terra.³

O decaimento é exponencial.

Tomando-se todas as medições do século passado que expressam a intensidade do campo magnético (International Geomagnetic Reference Field Data), este tem diminuido constantemente, implicando numa meia vida de aproximadamente 1500 anos.

Dr. R. Humphrey demonstrou que durante o período de 1970 a 2000 (registros mais precisos) a parte bipolar do campo magnético da terra perdeu 235±5 bilhões de megajoules de energia, e ganhou 129±8 bilhões de megajoules na sua parte não bipolar. A perda total observada foi de 1,41±0,16%. Nesta proporção o campo magnético da Terra perderia metade da sua intensidade a cada 1465±166 anos.4

O campo magnético da Terra sugere um planeta extremamente jovem, com milhares de anos de vida e não com bilhões de anos.

Referências

1 K.L. McDonald e R.H. Gunst, “An Analysis of the Earth’s Magnetic Fiel from 1835 to 1965”, ESSA Technical Report, IER 46-IES 1, U.S. Government Printing Office, Washington, 1967. Ver também Thomas G. Barnes, Origin and Destiny of the Earth’s Magnetic Field, segunda edição (El Cajon, California: Institute for Creation Research, 1983).
2 R.T. Merrill e M.W. McElhinney, The Earth’s Magnetic Field (London: Academic Press, 1983), p. 101-106.
3 F.D. Stacey, “Electrical Resistivity of the Earth’s Core”, Earth and Planetary Science Letters 3:204-206 (1967).
4 R. Humphreys, “The Earth’s Magnetic Field Is Still Losing Energy”, CRSQ 39(1) 1-11 (Março de 2002).

Este artigo está baseado numa parte do Capítulo 3 “A Origem do Universo: Astronomia e Cosmologia” do livro “Como Tudo Começou – Uma Introdução ao Criacionismo”

terça-feira, 9 de junho de 2009

Aviões com asas que balançam poderão economizar até 20% de combustível

Redação do Site Inovação Tecnológica - 28/05/2009

Em comparação com os pássaros, os aviões mais modernos são máquinas de voar extremamente rudimentares e ineficientes. Ainda que eles funcionem bem e sirvam às atuais necessidades da humanidade, os engenheiros aeronáuticos sempre têm se debatido sem sucesso em busca de projetos de fato diferentes de máquinas de voar. E o voo dos pássaros não é uma inspiração razoável - ele é complicado demais para se reproduzir mecanicamente.

Minúsculos jatos de ar poderão redirecionar o ar em volta das asas do avião de forma a criar um fluxo lateral, fazendo-o ir de um lado para o outro sobre a asa, simulando o movimento.

Aviões com asas que batem

Com esse quadro em mente, é possível estimar-se o impacto de uma descoberta experimental - sim, foi uma experiência prática, e não uma teoria - feita por um grupo de engenheiros europeus.
Eles descobriram que aviões que consigam mexer as asas lateralmente poderão ser até 20% mais econômicos do que os aviões atuais.

"Isso causou um bocado de surpresa para todos nós na comunidade da aerodinâmica," conta o professor Duncan Lockerby, da Universidade de Warwick, no Reino Unido.

"E nós descobrimos isso, essencialmente, agitando um pedaço de asa de avião de um lado para o outro no interior de um túnel de vento," conta ele.

[Leia mais clicando aqui]
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Nota: Se um avião é bem menos complexo e eficiente para voar do que um pássaro e mesmo assim possui um design inteligente por trás de sua origem, como consentir com a ideia da evolução das espécies pelas variáveis acaso e necessidade? Mesmo sabendo que a "seleção natural" proposta por Darwin teria preservado os exemplares mais adaptados, fica a dúvida: como a complexidade e eficiência dos mecanismos orgânicos surgiriam assim do nada, mesmo que gradualmente ao longo de milhões de anos, por repetidas "tentativas" aleatórias da natureza? Haja fé...

Fica evidente que toda a vida na Terra, inclusive e principalmente a raça humana, é resultado de um projeto arquitetônico inteligente. A Bíblia não está blefando ao exprimir que Deus é o criador de tudo o que há. “Faça perguntas às aves e aos animais, e eles o ensinarão. Peça aos bichos da terra e aos peixes do mar, e eles lhe darão lições. Todas essas criaturas sabem que foi a mão do Deus Eterno que as fez” (Jó 12:7-9 BLH).

Crer na evolução das espécies seria o mesmo que acreditar que o 14-Bis de Santos Dummont, ao longo do tempo foi evoluindo naturalmente (sem a interferência da inteligência humana), passando pelos velhos Fokker F-27 Friendship e McDonnel Douglas MD-80 até chegar aos moderníssimos Boeing 787-8 e Airbus A380, por exemplo. Muito simples, não?

Ossada de elefante gigante é achada na Indonésia

O esqueleto de um elefante gigante de 200 mil anos [há controvérsias], o mais completo já achado na Indonésia, foi encontrado na ilha de Java, segundo anunciaram nesta terça-feira pesquisadores australianos.

"Trata-se de uma espécie extinta e é enorme, muito maior que os elefantes asiáticos de hoje. Somente o fêmur mede 1,2 m", indicou a universidade australiana de Wollongong em comunicado.

Alguns ossos do paquiderme foram descobertos no ano passado quando uma pedreira de areia desmoronou, o que causou a morte de dois trabalhadores. A tarefa desenterrar o esqueleto por completo, que durou quatro semanas, ficou com uma equipe de pesquisadores da Universidade de Wollongong e especialistas do Instituto de Pesquisa Geológica da Indonésia.

Os ossos, revestidos em gesso para sua proteção, foram enviados ao Museu de Geologia de Bandung, em Java Ocidental. Acredita-se [note o verbo] que o animal morreu na margem do rio Solo e a areia o cobriu rapidamente, protegendo seu corpo de ser devorado, segundo a hipótese citada pelo paleontólogo Gert Van den Bergh, da Wollongong.

Fonte: Site Terra, com informações da Agência EFE

Nota do Blog Criacionismo: É interessante notar quantos animais gigantes vêm sendo desenterrados em anos recentes. Mas o que chama atenção na matéria é a explicação (crença) de sempre para o soterramento do bicho: cheia do rio. Em todo lugar do mundo em que são encontrados fósseis de animais de grande porte, é a mesma "crença": algum rio deve tê-los soterrado depois de mortos. Portanto, é enchente local que não acaba mais! De posse dos mesmos dados e descobertas, criacionistas dão interpretação diferente: a Bíblia indica a existência de seres vivos de grande porte antes do dilúvio (isso tem sido verificado) e afirma que o dilúvio levou à extinção muitos desses seres, que somente poderiam ter-se fossilizado com um soterramento gigantesco e instantâneo (isso também tem sido verificado). Portanto, a hipótese diluvianista me parece um modelo bem de acordo com as evidências.[MB]
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Nota deste blogger: Fiz um comentário parecido com este acima no próprio site Terra, na página da notícia em questão. Caso eles não publiquem meu comentário (o que não é de se duvidar) disponibilizo-o abaixo:

É curioso notar a quantidade de ossadas de animais gigantes que vêm sendo descobertas. O mais curioso (e intrigante) é notar que os cientistas sempre associam a morte de muitos deles (se não todos) a um rápido soterramento por lama ou areia, como neste caso, onde atribuem o evento a enchentes de rios... oh! homens de duras servis! Está cada vez mais óbvio que os fósseis de todos os animais encontrados nas camadas geológicas foram depositados sistematicamente após o dilúvio descrito na Bíblia. Só não vê quem não quer ou tem o "rabo preso" a outro paradigma que tenta explicar as origens (o evolucionismo), quem tem medo de perder mais de 150 anos de estudos fundamentados na teoria da evolução, que já não é mais assim uma Brastemp para explicar os fatos da vida, pricipalmente na biologia molecular. Lembrando que a Bíblia apoia a ideia de que antes do dilúvio havia animais gigantes tais como os dinos e elefantes, como o encontrado. Procure um site criacionista e lerá sobre isso com maiores detalhes.

Disponibilizo também um endereço (abaixo) de uma página da Internet sobre elefantes, incluindo os já extintos (leia com senso crítico às datações, principalmente):

http://rpg_ficcao.sites.uol.com.br/Bestiario/Elefante.htm

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Livro raro de Charles Darwin vai a leilão

Um exemplar da primeira edição do livro A Origem das Espécies, do cientista britânico Charles Darwin, será leiloado no próximo dia 10, em Edimburgo, na Escócia. O livro transformou o mundo da ciência [para a pior, no que se refere a fatos] com as teorias da evolução e da seleção natural.

Somente 1.250 cópias foram publicadas na primeira edição, em 1859. Uma delas foi vendida em Norfolk, na Grã-Bretanha, em abril deste ano por 35 mil libras (cerca de R$ 112 mil).

A casa Lyon and Turnbull, onde o exemplar de Darwin vai a leilão, prevê que o martelo seja batido por até 15 mil libras (o equivalente a cerca de R$ 48 mil).

"O livro pertencia a uma mesma família escocesa, dos arredores de Inverness, provavelmente desde o século XIX", disse o especialista de livros raros, Simon Vickers, à BBC Brasil.

"Não há dúvida de que algumas das 1.250 cópias publicadas (na primeira edição) foram perdidas ou destruídas", acrescentou o especialista. "Por isso, é muito improvável que hoje ainda existam mais de 800 ou 900 cópias, no máximo." (...)

O ano de 2009 marca os 150 anos do aniversário da primeira publicação do livro A Origem das Espécies.

Em 2009, também comemora-se o bicentenário do cientista, nascido em 12 de fevereiro de 1809.

Darwin estudou medicina na Universidade de Edimburgo, em 1825, mas não chegou a completar o curso.

O cientista morreu aos 73 anos, em 1882, e foi sepultado ao lado de Issac Newton, na Abadia de Westminster - local onde a maioria dos reis e rainhas da Inglaterra estão sepultados.

Fonte: Site Terra, com informações da BBC Brasil
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Nota: Quem dá mais, quem dá mais?! Boa oportunidade para os "meninos e meninas de Darwin" (expressão original de Enézio E. A. Filho). Se bem que já existe uma nova teoria da evolução das espécies batizada de "Síntese Evolutiva Ampliada" que descarta quase toda a teoria original de Darwin, a qual começa a ganhar fãs mundo afora também.

Mesmo não concordando com a teoria de Charles Darwin, penso que raridades seculares como a apresentada acima devem ser preservadas para servirem de fonte histórica integral acerca das ideas dos seus autores. Sabe por que? Exemplo: Nas novas edições do livro "A Origem das Espécies" existem "pequenas grandes" alterações com relação ao original, feitas por conveniência de darwinistas para ocultar certas discrepâncias na teoria (adaptações convenientes à integridade da teoria). Ou seja, o original já não é mais o mesmo. Arremate o livro (ou ache uma das antigas edições desse livro na Internet, mais fácil e barato rsrs) e compare-o com os editados atualmente, verá as alterações. Caso alguém pense: "mas você defende a Bíblia e ela também já não é mais íntegra" refuto com o artigo Manuscritos do Mar Morto: Presentes de Deus.

O curioso nessa notícia acima é saber que Darwin foi sepultado ao lado de Isaac Newton... que contraste! Visto que Newton era um cientista criacionista (confira aqui, aqui e aqui) e provavelmente repudiaria a Teoria da Evolução se tivesse vivido após sua elaboração. Com isso, deixo uma das célebres frases de Isaac Newton: “Do meu telescópio, eu via Deus caminhar! A maravilha, a harmonia e a organização do universo só pode ter se efetuado conforme um plano de um ser todo-poderoso e onisciente”.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Propósitos do Criacionismo


A ciência que estuda a natureza, atribuindo sua criação ao Deus revelado na Bíblia Sagrada, tem por principais objetivos, segundo meu ponto de vista:
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1. Dar testemunho de que todas as coisas boas que há são obras do Deus "Eu Sou", evidenciando isso cientificamente, por meio de "impressões digitais", design inteligente e fenômenos sobrenaturais passiveis de serem identificados na natureza que apontam para o Criador;
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2. Confirmar de forma histórico-científica que a Bíblia Sagrada é íntegra em seu todo, porque foi toda inspirada por Deus, sendo útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça... (2 Timóteo 3:17);
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3. Desmascarar a ideologia evolucionista/naturalista de que todos os seres vivos atuais (inclusive o homem) evoluíram de um ser comum, inferior em complexidade e organização genética, sendo obras do acaso e da necessidade adaptativa, mostrando (o criacionismo) em contraposição que somos feituras de Deus, e não produtos da própria natureza;
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4. Apontar evidências de que o princípio uniformitarista (que diz que o presente é a chave do passado), base do evolucionismo, está constantemente sendo quebrado na natureza. Isso dissolve todo o fundamento evolucionista;
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5. Combater (pelo senso crítico) abominações infiltradas na sociedade tais como o paganismo (falsas religiões), ateísmo, racismo, nazismo, pornografia, homossexualismo, lesbicismo, perversão sexual, drogas, pedofilia, eutanásia, aborto, roubo e outros crimes, etc;
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6. Crítica ao comunismo, capitalismo selvagem e outros sistemas socioeconômicos que privam toda ou parte da sociedade de alguma forma;
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7. Combate ao humanismo, modernismo e outras filosofias que vão contra Deus e Seus princípios; e o mais importante
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8. Convidar o mundo a temer a Deus e dar-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorar aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas (Apocalipse 14:7).
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André Luiz Marques

Manifestações carismáticas

Na renovação carismática se diz que quando a pessoa repousa no Espírito, ela fica num estado que parece estar dormindo. Isso é realmente possível? E quem não consegue isso, significa que o Espírito não está com ele? Por favor: esta é a minha grande dúvida. - A.D, por e-mail.

Muitas igrejas têm afirmado que certos fenômenos físicos acompanham todas as pessoas que estão sob a influência do Espírito Santo (a terceira pessoa da Trindade). Eis alguns deles: sono, êxtase, transe, arrebatamento de sentidos, queda (a pessoa cai no chão depois de o pastor colocar a mão sobre a cabeça dela), gritos, etc.

Entretanto, a Bíblia apresenta um quadro diferente daqueles que estão sob a sagrada influência Divina:

Gálatas 5:22 e 23: "Mas o Espírito de Deus produz o amor, a alegria, a paz, a paciência, a delicadeza, a bondade, a fidelidade, a humildade e o domínio próprio. E contra essas coisas não existe lei" (NTLH).

Perceba que o fruto do Espírito, que se revela em nove qualidades de caráter, nada tem a ver com as manifestações carismáticas atuais. Pelo contrário: a presença do Espírito Santo, entre outras coisas que lemos, dá à pessoa paz e domínio próprio.

Efésios 4:30 e 31: "E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção. Longe de vós, toda amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem assim toda malícia."

Perceba: o Espírito fica triste quando há no meio do povo de Deus amargura, raiva, ira e gritaria (entre outras coisas).

Podemos concluir que, se o Espírito Santo produz nove qualidades de caráter que são pacíficas em si; e se Ele se entristecesse com gritos, as manifestações espirituais que não estão em harmonia com Gálatas 5:22 e 23 e Efésios 4:30 e 31 não vêm de Deus, por mais sinceras e amadas que tais pessoas sejam.

Leandro Quadros - Jornalista

Fonte: Outra Leitura

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Prova ao entardecer

Líderes adventistas já concordaram com a proposta do MEC. No sábado, dia 3 de outubro, os candidatos sabáticos, que não podem escrever antes do pôr do sol neste dia, poderão ingressar em pelo menos um local por cidade em que será aplicado o Enem e aguardar até o entardecer para iniciar a prova. A garantia aliviou a turma do Colégio Adventista de Porto Alegre, uma das 29 escolas da rede no Estado. Todos deverão informar na hora da inscrição a opção religiosa, avisa a assessora da Igreja, Licene Renck.

Se para os adventistas a questão está resolvida, para judeus ortodoxos não houve acordo. No judaísmo, o sábado é sagrado (shabat), e a prova ainda cairá em um feriado (o Sucot). Conforme Ilse Wofchuk, do Colégio Israelita, a comunidade ortodoxa da Capital é pequena. A Confederação Nacional Israelita pediu a mudança da prova, mas o Inep não vê saída, pois há três feriados judeus em sequência e um adiamento inviabilizaria o Enem.

Fonte: Site do Jornal Zero Hora de Porto Alegre/RS

terça-feira, 2 de junho de 2009

Terra vista do espaço durante a noite - reflexão

Clique sobre a imagem para vê-la em tamanho ampliado
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As regiões mais iluminadas mostram claramente as áreas mais populosas, urbanizadas e "desenvolvidas" da Terra. Note como a maior parte do território dos Estados Unidos, Europa (continente), Índia, leste da China, sudeste da América do Sul e Japão, por exemplo, está bem iluminada.
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O homem criou sua própria luz para tentar resolver por si mesmo alguns de seus problemas, mas mesmo assim só conseguiu multiplicá-los (por exemplo, o surgimento de doenças e distúrbios relacionados à quebra do ciclo natural do corpo, programado para ser ativo durante o dia e repousar à noite, conforme plano original de Deus), por muitas vezes, se afastar da verdadeira fonte de luz e vida, que é o Deus criador da Terra e do Céu. Isso não é uma crítica à invenção da lâmpada elétrica, mas ao mau uso que, muitas vezes, fazemos dela.
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Com isso, me lembro da palavra do sábio: "Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos." (Salmos 119:105). A Bíblia dá testemunho deste Deus e revela o caminho para a salvação do homem das trevas do pecado, oferecida por Deus, clareando nossa jornada aqui na Terra. Portanto, a Palavra de Deus é a luz mais importante para este mundo (até mais que a luz do Sol).
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André Luiz Marques

segunda-feira, 1 de junho de 2009

A questão do grande tempo geológico e a evidência científica de uma criação recente

RESUMO

Uma das diferenças mais cruciais entre o modelo criacionista e o modelo evolucionista é a questão sobre a quantidade de tempo para o desenvolvimento da vida na terra. A Evolução sugere bilhões de anos enquanto que a Criação propõe uma criação feita por Deus em seis dias, há alguns milhares de anos atrás. Alguns dados científicos desafiam o conceito de que a vida está em desenvolvimento na terra durante bilhões de anos . Seguem-se três exemplos:

1. Ecossistemas Incompletos. Em várias camadas contendo fósseis pode-se encontrar boas evidências fósseis de animais, mas pouca ou nenhuma evidência de plantas. Como poderiam os animais sobreviver sem nutrição adequada durante os milhões de anos postulados? A separação feita pelas águas do dilúvio bíblico pode explicar a incongruência.

2. Erosão Rápida dos Continentes. A taxa atual de erosão de nossos continentes é tão rápida que nós esperaríamos que eles fossem erodidos até o nível do mar em mais ou menos 10 milhões de anos. Mesmo após as correções feitas pelas práticas agrícolas do homem, a taxa é tão rápida que nossos continentes poderiam ter sido erodidos até ao nível do mar mais de 100 vezes (se eles pudessem ser renovados), em sua idade geológica postulada.

3. Ausência de erosão nas lacunas entre as camadas sedimentares. Freqüentemente entre grandes camadas de rochas sedimentares há lacunas onde estão faltando, segundo a escala de tempo geológico padrão, marcas de centenas de milhões de anos de depósitos. Nestas lacunas, supõe-se que a camada imediatamente superior é milhões de anos mais jovem do que a camada imediatamente inferior. Se esses milhões de anos realmente ocorreram, por que não vemos a erosão irregular abundante da camada inferior, que é esperada após tais períodos tão longos de tempo? Os contatos entre as camadas nestes intervalos são geralmente planos, com pouca evidência de erosão. Esse fenômeno é tão comum que levanta uma significativa pergunta sobre as longas eras geológicas propostas na coluna geológica. (...)


Autor: Ariel A. Roth - 1999
Tradução: Flavio Reti
Revisão: Marcia Oliveira de Paula

[Leia o artigo na íntegra clicando aqui]
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