sábado, 31 de outubro de 2009

Mistura Impossível

Leia este artigo muito bem elaborado por Michelson Borges, do blog Criacionismo.com.br:

À medida que as pesquisas no campo da Bioquímica e da Biologia Molecular avançam, mais o homem se conscientiza da enorme complexidade da vida. A ideia de que tudo teria surgido por mero acaso, através de fatores aleatórios ao longo de bilhões de anos, já não é tão aceita em nossos dias. E é nesse vácuo entre fé e teorias científicas ateias que vem surgindo com força o evolucionismo teísta.

É interessante observar as reviravoltas que ocorrem na História. Durante a Idade Média não foram poucos os casos em que a ciência teve que se submeter à Igreja. Por meio da "Santa" Inquisição, o romanismo impunha o medo e mantinha sua dominação ideológica sobre a massa desinformada. A própria Bíblia era negada ao povo pois, "a fim de Satanás manter seu domínio sobre os homens e estabelecer a autoridade do usurpador papal, deveria conservá-los na ignorância das Escrituras. Suas sagradas verdades deveriam ser ocultadas e suprimidas. Durante séculos a circulação da Bíblia foi proibida pela Igreja de Roma. Ao povo foi proibida a sua leitura. Sacerdotes e prelados interpretavam-lhes os ensinos de modo a favorecer suas pretensões" (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 33 - Ed. Condensada).

Os anos passaram. Pudemos ver, no fim do século 20, outra reviravolta. A Igreja Romana (quem diria!) se submetendo às proposições da ciência. Pior: às incertezas da ciência. Pelo menos foi o que se pôde perceber através dos jornais de todo o mundo, no fim de outubro de 1997.

A revista Veja, por exemplo, trouxe à página 47, de sua edição de 30 de outubro daquele ano, o seguinte subtítulo: "O Papa surpreende ao dizer que a teoria da evolução é mais do que uma simples hipótese." E o artigo de Laurentino Gomes continua: "A Igreja [Católica] há muito tempo admite que alguns textos bíblicos são narrativas alegóricas, que não devem ser tomadas ao pé da letra. É o caso do livro Gênese..."

Bem, isso não é nenhuma novidade, mas a seguinte declaração do falecido Papa foi: "As novas descobertas levam à constatação de que a teoria da evolução é mais do que uma hipótese... se o corpo humano tem sua origem em matéria pré-existente, a alma foi criada diretamente por Deus" (Aqui João Paulo II repetiu uma frase da encíclica "Humani Generis", do papa Pio XII). Essa declaração papal conferiu grande força à evolução teísta.

Na verdade, mesmo que o papa não tivesse dito isso, as pessoas estão percebendo que Deus se explica (ou se aceita) pela impossibilidade de, sem Ele, se poder explicar tudo o que existe. Cada vez mais a ideia lógica de um Planejador cósmico é admitida, mas o pensamento macroevolucionista ainda resiste, uma vez que, para muitos (como os católicos), é sinônimo de verdade científica incontestável.

Qual a solução, então? "Bem" - explicam alguns, - "Deus criou a matéria através do Big Bang e deu início ao processo evolutivo." Simples, não? Na verdade, parece simples, mas não é.

Se partirmos da premissa de que Deus é o Criador, mas Se utilizou de processos evolutivos para trazer a vida como a conhecemos à existência, a primeira a ser atingida por esse raciocínio "conciliatório" é a Bíblia. Vejamos por quê.

A Palavra de Deus deixa clara a nossa responsabilidade diante do Criador. Mas se a espécie humana é o resultado final do acaso e da evolução através das eras cronológicas, temos nós qualquer responsabilidade diante de um poder mais elevado? De acordo com o Dr. S. J. Schwantes (Colunas do Caráter, p. 205 - Casa), "que estímulo há para se forjarem caracteres nobres e se praticarem atos heróicos numa filosofia que não reconhece outra lei que não a da selva, nem outra sanção que não a sobrevivência do mais forte?"

Se a espécie humana evoluiu, tem significado o importante conceito "todos são criados iguais"? E como a regra áurea "fazei aos outros o que quereis que vos façam" encontra significado na sociedade, se a "sobrevivência dos mais aptos" tem sido responsável por trazer a humanidade ao seu presente estado de inteligência superior?

As duas ideias não parecem ser compatíveis. Aliás, se a teoria evolucionista estiver correta, nem ao menos poderemos estar certos de que a "raça" branca, a "raça" negra, ou qualquer outra "raça" não seja inferior.

Como se pode ver, a teologia bíblica é atingida bem no centro se rejeitarmos o relato da Criação. Importantíssimas doutrinas da Bíblia dependem desse relato. Por exemplo: a Bíblia afirma que a morte ocorreu como resultado do pecado (ver Gênesis 2). E na carta de Paulo aos Romanos, lemos que "por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte" (Romanos 5:12). Mas a evolução ensina que a morte existiu desde o princípio, muito antes que houvesse um ser humano. Em outras palavras: a morte não é um resultado do pecado.

Nesse caso, qual é o significado teológico da vida e morte de Jesus? Paulo diz: "Porque, como pela desobediência de um só homem (Adão) muitos se tornaram pecadores, assim também por meio da obediência de Um só muitos se tornarão justos" (Romanos 5:19).

Por que precisamos de redenção e libertação? Se não houve um Jardim do Éden, com sua árvore da vida, qual é o futuro que Apocalipse 22 descreve para os remidos? Se as rochas da crosta terrestre já estivessem cheias de restos fossilizados de bilhões de animais, e mesmo de formas hominídeas que pareciam homens, então o próprio Deus é diretamente responsável por ter criado o sofrimento e a morte, não como julgamento pela rebelião, mas como fator integral da Sua obra de criação e governo soberano. E isso significa caos teológico!

O quarto mandamento da Lei de Deus diz: "Lembra-te do dia do sábado para o santificar, seis dias trabalharás e farás toda a tua obra, mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus... porque em seis dias fez o Senhor os Céus e a Terra e o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado e o santificou" (Êxodo 20:8-11).

Além de ser um mandamento e um sinal distintivo entre o Senhor e Seu povo (ver Ezequiel 20:20), o sábado comemora a obra criadora de Deus, em seis dias literais. Cristo confirmou esse mandamento guardando-o (ver Lucas 4:16). A Bíblia assegura que na Nova Terra (Apocalipse 21) também será observado o sábado (ver Isaías 66:23).

Pela teoria evolucionista teríamos que ignorar também esse importante conceito bíblico que é uma evidência de nosso amor ao Criador (ver João 14:15), memorial da Criação e selo de obediência e fidelidade a Deus.

Como se pode ver, evolução e criação é uma mistura impossível. A tentativa de conciliação (talvez para se evitar maiores discussões) acaba originando uma teoria amorfa e ilógica.

A Criação não pode ser provada em laboratório, é verdade. Mas a macroevolução biológica também não. No fundo, tudo é uma questão de fé. De minha parte, prefiro crer no Deus Criador Todo-Poderoso, a crer no acaso e no tempo como os fatores "desencadeadores" da vida.

(Michelson Borges)

Fonte: Outra Leitura

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

A Bíblia e os Dinossauros

A Bíblia foi escrita para o povo hebreu composto não de filósofos mas sim de pastores de ovelhas, pessoas simples que queriam transmitir para suas futuras gerações toda sua cultura, e não criar um manual científico da criação, o propósito da Bíblia não são os animais e sim o homem e seu relacionamento com Deus, é um livro que fala dos atos de Deus para com os seres humanos e não um compêndio cientifico. A Bíblia não utiliza a linguagem científica em sua composição, a palavra "dinossauro" foi usada pela primeira vez pelo anatomista e paleontologista britânico Richard Owen (1804-1892). Após a descoberta no sul da Inglaterra de fósseis de répteis gigantes, chamados de Megalosaurus, Iguanodon e Hylaeosaurus, Owens resolveu batizar o grupo, e em 1842 chamou-os de dinosauria, que significa "lagartos terríveis". Não fazem três séculos que a palavra dinossauro nasceu, como você acharia ela num livro que terminou de ser escrito a cerca de 2000 anos atrás e que começou a se escrito por volta de 1280 a.C. Os pastores hebreus escreveram a Bíblia inspirados por Deus de acordo com seu linguajar cultural, palavras usadas em seu cotidiano. Muitas pessoas lêem a Bíblia hoje e esperam encontrar palavras criadas em seus próprios idiomas e épocas, quando a Bíblia original vem do povo judeu há milhares de anos. Para conhecer mais profundamente a Bíblia é necessário conhecer sua origem, seus idiomas e costumes de época, para poder se entender melhor a sua linguagem, ora literal, ora alegórica e ora simbólica.

Comparando a linguagem científica com a linguagem bíblica

Há duas palavras em hebraico, que estudadas nos revelam o segredo dos dinossauros. A primeira, ocorre em 40:15 -19, onde há uma descrição de um forte animal, que algumas versões brasileiras descrevem erradamente como se tratando de um hipopótamo. É Importante lembrar, que o termo original Behemoth é melhor traduzido por ‘bestas, feras gigantes’, não importando qual seja o monstro. Vejamos o texto: "Contempla agora o hipopótamo, que eu criei como a ti, que come a erva como o boi… Ele enrija sua cauda como o cedro..." (Versão revisada de acordo com os melhores textos). A New International Version diz: "Look at the behemoth..." Usando o raciocínio lógico, descobrimos que nem o Elefante e nem o Hipopótamo possuem cauda do “tamanho do Cedro.” O Livro de , provavelmente foi escrito em 2.000 a.C., ou seja, antes mesmo do livro de Gênesis ter sido escrito por Moisés! Muito provavelmente, conheceu pessoalmente um destes enormes Behemoths. É Muito mais lógico aceitar aquilo que a Bíblia está dizendo… Um Behemoth com força nos ossos e cauda do tamanho do Cedro, ou seja, de acordo com um dinossauro comedor de folhas, um Diplodocus ou Apatosaurus. Este animal não precisava temer outros animais, era possuidor de ossos fortes. Elefantes e Hipopótamos são fortes, mas temem outros animais a exemplo do que fazem com leões. Como não eram carnívoros, poderiam co-habitar com os seres humanos. A palavra “baleia” em hebraico é tanniyn (ou tan-neen) que significa monstro gigante terrestre ou marinho; serpente marinha, repugnante animal terrestre e baleia é apresentado em outras 20 passagens na Bíblia Grego-Hebraica. Acredito que a Bíblia não omitiu a existência dos dinossauros, apenas há um grande equívoco na hora de se procurar por termos novos em comparação a Bíblia que é um livro milenar, e como já ressaltei outrora que a Bíblia não foi escrita na intenção de ser um manual científico, o propósito da Bíblia não são os animais e sim o homem e seu relacionamento com Deus, é um livro que fala dos atos de Deus para com os seres humanos e não um compêndio científico. [Porém, quando cita algo científico, nunca erra]

(Pesquisa e resumo por: Elias Moraes - do blog Bíblia em Foco)

[Estude também: Os Dinossauros e o Homem - Dr. Adauto Lourenço]

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Papa diz que interpretação da Bíblia é função da igreja

CIDADE DO VATICANO, 26 OUT (ANSA) - O papa Bento XVI afirmou hoje que cabe à Igreja interpretar "autenticamente" a Bíblia.

"À Igreja é destinado o trabalho de interpretar autenticamente a palavra de Deus escrita e transmitida, exercitando a sua autoridade em nome de Jesus Cristo", defendeu o Pontífice, ao se reunir com cerca de 400 estudantes, funcionários e docentes do Pontifício Instituto Bíblico em comemoração aos cem anos da fundação da entidade.

Bento XVI também destacou que, sem a fé e a tradição da Igreja, a Bíblia torna-se um livro "lacrado".

"Se as exegeses querem ser também teologia, é preciso reconhecer que a fé da Igreja é aquela forma de simpatia, sem a qual a Bíblia torna-se um livro selado: a tradição não fecha o acesso à Escritura, mas, sobretudo, o abre", disse o Papa. De acordo com o Pontífice, "por outro lado, é da Igreja, nos seus organismos institucionais, a palavra decisiva na interpretação da Escritura".

"Sendo a Escritura uma única coisa a partir de um único povo de Deus, que tem sido seu portador através da história, consequentemente, ler a Escritura com união significa lê-la a partir da Igreja como seu lugar vital e acreditar na fé da Igreja como a verdadeira chave da interpretação", explicou Bento XVI.

Em certa ocasião, o Papa relembrou que o aumento do interesse pela Bíblica no decorrer deste século ocorreu graças ao Concílio Vaticano II, especificamente à Constituição Dogmática Dei Verbum Sobre a Revelação Divina.

Entre os presentes na reunião estavam o prefeito da Congregação para a Educação Católica, cardeal Zenon Grocholewski, e o padre Adolfo Nicolás Pachón, da Companhia de Jesus.

Fonte: ANSA - Lido no blog Diário da Profecia
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Nota: Em S. Lucas 24:45 diz: "Então lhes abriu o entendimento para compreenderem as Escrituras." "Derramarei o Meu Espírito e vos farei saber as minhas palavras." Provérbios 1:23.
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Deus nos garante que se desejarmos entender as Escrituras, devemos pedir a Deus Pai a orientação do Espírito Santo, por meio de Jesus Cristo (e não à interpretação deste ou daquele seguimento religioso).
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Uma profecia em Daniel 7:25 nos revela, em linguagem simbólica, que um poder político-religioso iria mudar a Lei de Deus, sem a Sua autorização, por tentar se colocar no lugar do próprio Deus: "Proferirá palavras contra o Altíssimo, e consumirá os santos do Altíssimo; cuidará em mudar os tempos e a lei; os santos lhe serão entregues na mão por um tempo, e tempos, e metade de um tempo." Isso já aconteceu.

Por causa das interpretações do Vaticano, hoje estão difundidas certas doutrinas e dogmas sem o apoio bíblico, tais como a imortalidade da alma, a existência do inferno, do purgatório, a ascensão de Maria, a veneração de imagens, a oração intercessória pelos mortos, a guarda do domingo (em detrimento ao sábado do sétimo dia), a transubstanciação e, recentemente, a aceitação do evolucionismo, além de muitas outras ideias distorcidas que não conferem com a verdade bíblica.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Justiça manda MEC marcar nova data do Enem para grupo de judeus

Mariana Ghirello - 26/10/2009 - 16h09

O TRF-3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região) determinou que o Ministério da Educação marque uma nova data para que estudantes judeus possam prestar o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).

Depois do vazamento da prova, o exame foi remarcado para os dias 5 e 6 de dezembro, respectivamente sábado e domingo. Porém, para judeus sabáticos e adventistas, o sábado é um dia sagrado, no qual não pode haver nenhuma atividade [que não esteja ligada a um relacionamento com Deus] até o anoitecer. A decisão é inédita e beneficia 22 alunos do Centro Educacional de religião Judaica.

O MEC, que responde pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), afirmou que irá recorrer da decisão salientando que existem salas especiais para "sabatistas". No dia da prova, eles devem chegar ao 12h junto com os outros estudantes, permanecer no prédio até o fim do período sagrado e em seguida, começar a prova. Parte da comunidade judaica alega, porém, que isso faz com que os estudantes fiquem em desigualdade de condições.

Os advogados Rogério Luiz dos Santos Terra, Vicente Bagnoli e Ari Marcelo Sólon entraram com uma ação para garantir que os alunos da escola participassem do exame. Com a participação dos alunos, a escola também entra no ranking do MEC. Para o advogado Vicente Bagnoli, a decisão é justa e abre precedente para outras religiões que também guardam os sábados, como os adventistas. “A decisão faz o Estado repensar e respeitar as individualidades religiosas de cada um”, afirma Bagnoli.

A decisão do relator do caso no TRF-3, Mairan Maia, desta quinta-feira (22/10) não impõe nenhuma sanção contra o Inep caso a determinação não seja cumprida, entretanto, o MEC irá recorrer por meio de agravo.

Ainda assim, o advogado Rogério Terra afirma que se não for estabelecida uma nova data para a realização do exame, ele entrará com uma petição para fazer cumprir a decisão do magistrado.

Terra ressalta que essa decisão visa garantir não só a liberdade de crença como também que estes alunos possam competir com igualdade no ingresso da faculdade, isso porque, “cada vez mais se utiliza o resultado do Enem”. O advogado afirma ainda, que no futuro pode entrar com uma ação para garantir os mesmos efeitos no Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes), avaliação para estudantes de nível superior.

Fonte: Última Instância
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Nota: Se esses advogados conseguirem ganhar definitivamente a causa será bom para todos os sabatistas, por abrir precedentes judiciais, conforme relatado. Vamos ver no que vai dar.

MEC e Inep, vamos fazer valer o slogan federal "Brasil, um país de todos".

Uma piadinha infame para descontrair: Você sabia que o juiz teve que absolver a pessoa que fez vazar a prova do Enem? Sabe o porquê? Falta de prova!

Redemoinhos de poeira "tatuam" superfície vermelha de Marte

26 de outubro de 2009
Foto: Nasa, Hirise, MRO, LPL (U. Arizona)/Divulgação

Os redemoinhos escurecem o solo por onde passam, criando "desenhos" de vários formatos que contrastam com a poeira vermelha do planeta.

A Nasa, agência espacial americana, divulgou nesta segunda-feira a imagem de um curioso fenômeno que ocorre na superfície de Marte: os redemoinhos de poeira, também conhecidos como diabos de poeira (dust devil, em inglês). Estes ventos em espiral formados pela convecção do ar em dias quentes escurecem o solo por onde passam, criando "desenhos" de vários formatos que contrastam com a poeira vermelha do planeta.

Segundo a Nasa, o fenômeno não é uma exclusividade de Marte e redemoinhos semelhantes também acontecem em áreas secas e desérticas da Terra. Normalmente, os diabos de poeira duram apenas alguns minutos e se tornam visíveis quando escurecem o terreno, deixando a areia abaixo do solo mais intacta.

A foto foi captada pelas câmeras em alta resolução da sonda espacial Mars Reconnaissance Orbiter.

Fonte: Redação Terra
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Nota: Isso sim que é design inteligente aparente, que é encontrado na natureza, e que facilmente pode ser comprovado. Richard Dawkins, um dos principais defensores da teoria geral da evolução, escreveu em seu famoso livro "Deus, um Delírio" que a complexidade e a organização tanto do cosmos (a própria palavra já quer dizer "ordem", "organização") como de uma "simples" célula não expressam um design inteligente fidedigno que aponta para um criador ou para O Criador, mas é na "verdade" um design aparententemente inteligente, elaborado pelo acaso (mesmo que com uma probabilidade ínfima) e a suposta "Seleção Natural"... Ô Dawkins, faça-me o favor!

Imagine se a sonda fotografasse em Marte (ou em qualquer outro planeta) um desenho perfeito de um homem, de uma planta, de um animal, ou de um objeto qualquer conhecido e produzido pelo homem, ou ainda, algo que denotasse ter sido criado por alguém. Na certa, no mínimo diriam que alguma mente inteligente e criadora desenhou aquilo, pois a probabilidade de algo tão complexo, organizado, peculiar e conhecido ter sido criado por uma força natural desprovida de inteligência é muito, mais muito pequena - quase zero.

Super olho de camarão inspira nova geração de DVDs [e revela design inteligente]

Agência Fapesp - 27/10/2009

Super olhos

Os olhos de um crustáceo marinho estão fornecendo aos engenheiros a inspiração para o desenvolvimento de uma nova geração de aparelhos leitores de discos digitais, eventuais sucessores do DVD.

O camarão mantis (Odontodactylus scyllarus) é encontrado na Grande Barreira de Coral, na Austrália, e tem o sistema de visão mais complexo de que se tem notícia. Animais dessa espécie são capazes de enxergar 12 cores primárias - o homem vê em apenas três - e podem distinguir entre formas diferentes de luz polarizada - algo que o homem não é capaz.

Placas polarizadoras

Segundo o estudo, feito por pesquisadores da Universidade de Bristol, no Reino Unido, células sensíveis à luz, presentes nos olhos do camarão, atuam como placas que alteram o plano das oscilações das ondas luminosas que passam por elas.

Essa capacidade faz com que esses crustáceos convertam luz polarizada linearmente em luz polarizada circularmente e vice-versa. Dispositivos conhecidos como placas polarizadoras de quarto de onda fazem essa função em leitores de CD ou de DVD e em filtros polarizadores de câmeras fotográficas ou de vídeo.

Entretanto, esses dispositivos fabricados pelo homem tendem a operar bem apenas para uma cor, enquanto o mecanismo natural dos olhos do camarão mantis funciona por quase todo o espectro de luz visível.

"Nosso trabalho revelou o design e mecanismos únicos da placa polarizadora no olho do camarão mantis. Trata-se de algo realmente excepcional, que supera qualquer equipamento que o homem tenha produzido nesse sentido até hoje", disse Nicholas Roberts, principal autor do estudo.

Simplicidade inteligente

Por que esse tipo de camarão precisa de tanta sensibilidade à luz polarizada é algo que os cientistas desconhecem. Mas se sabe que a visão polarizada é usada por animais para sinalização sexual ou para comunicação secreta, que evite chamar a atenção de predadores.

Os autores do estudo apontam que a capacidade inusitada do camarão mantis pode também atuar na visualização de presas, ao melhorar a capacidade de enxergar com clareza no meio aquático.

"Especialmente notável é que se trata de algo simples, um mecanismo natural composto por membranas celulares enroladas em tubos, mas que supera completamente os equipamentos artificiais", disse Roberts. [Nota: não seriam estas características sinais que apontam para um Criador simples e ao mesmo tempo eficiente em Suas criações? Como um criador cego (o acaso) poderia ter criado algo tão espetacular? Por meio de quais mecanismos da suposta "Seleção Natural" (que já foi secundarizada até mesmo por muitos cientistas evolucionistas)?]

Biomimetismo

"Entender o funcionamento desse mecanismo natural poderá ajudar a fabricar melhores dispositivos ópticos, que poderiam usar, por exemplo, cristais líquidos produzidos especialmente para imitar as propriedades das células presentes nos olhos do camarão mantis", sugeriu.

Não seria o primeiro crustáceo a inspirar produtos do tipo. Em 2006, um componente presente no olho da lagosta inspirou o desenho de um detector de raio X para um telescópio europeu, em trabalho coordenado por Nigel Bannister, da Universidade de Leicester.

Bibliografia:

A biological quarter-wave retarder with excellent achromaticity in the visible wavelength region
N. W. Roberts, T.-H. Chiou, N. J. Marshall, T. W. Cronin
Nature Photonics
25 October 2009
Vol.: Published online
DOI: 10.1038/nphoton.2009.189

Fonte: Inovação Tecnológica
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Nota: Um verdadeiro show de design inteligente, que se encontra na natureza, bem diante de nossos olhos. Não é à toa que o próprio Charles Darwin revelou seu espanto em relação à complexidade e eficiência do olho numa carta que escreveu a Asa Grey, em 3 de abril de 1860, que diz: "Só de pensar no olho, tenho calafrios". "Tipos altamente complexos de olhos como os nossos são um assombro de partes coordenadas que operam em conjunto para que possamos ver".

Se Darwin soubesse do espetacular olho do matins (que supera o nosso em qualidade) iria ficar mais perplexo ainda... Ele deveria ter lido (e crido em) passagens bíblicas como estas:

"Mas pergunta agora às alimárias, e cada uma delas to ensinará; e às aves dos céus, e elas to farão saber. Ou fala com a terra, e ela te instruirá; até os peixes do mar to contarão. Qual entre todos estes não sabe que a mão do SENHOR fez isto?" (Jó 12:7-9).

"Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste; as tuas obras são admiráveis, e a minha alma o sabe muito bem;" (Salmo 139:14).

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

28 crenças fundamentais dos Adventistas do 7º Dia

Os Adventistas do Sétimo Dia aceitam a Bíblia como seu único credo e mantêm crenças fundamentais como ensinam as Sagradas Escrituras. Estas crenças aqui expostas constituem a percepção e expressão que a Igreja sustém com respeito aos ensinos bíblicos. Abaixo, apresento a síntese das 28 crenças fundamentais, obtida no blog de um pastor adventista:


1. As Escrituras Sagradas

As Escrituras Sagradas, o Antigo e o Novo Testamentos, são a Palavra de Deus escrita, dada por inspiração divina por intermédio de santos homens de Deus que falaram e escreveram ao serem movidos pelo Espírito Santo. (II Pedro 1:20 e 21; II Tim. 3:16 e 17; Sal. 119:105; Prov. 30:5 e 6; Isa. 8:20; João 10:35; 17:17; I Tess. 2:13; Heb. 4:12).

2. A Trindade
Há um só Deus: Pai, Filho e Espírito Santo, uma unidade de três Pessoas coeternas. Deus é imortal, onipotente, onisciente, acima de tudo, e sempre presente. (Deut. 6:4; 29:29; Mat. 28:19; II Cor. 13:13; Efés. 4:4-6; I Pedro 1:2; I Tim. 1:17; Apoc. 14:6 e 7).

3. Deus Pai
Deus, O Eterno Pai, é o Criador, o Originador, o Mantenedor e o Soberano de toda a criação. Ele é justo e santo, compassivo e clemente, tardio em irar-Se, e grande em constante amor e fidelidade. (Gên. 1:1; Apoc. 4:11; I Cor. 15:28; João 3:16; I João 4:8; I Tim. 1:17: Êxo. 34:6 e 7; João 14:9).

4. Deus Filho
Deus, o Filho Eterno, encarnou-Se em Jesus Cristo. Por meio dEle foram criadas todas as coisas, é revelado o caráter de Deus, efetuada a salvação da humanidade e julgado o mundo. Jesus sofreu e morreu na cruz por nossos pecados e em nosso lugar, foi ressuscitado dentre os mortos e ascendeu para ministrar no santuário celestial em nosso favor. Virá outra vez para o livramento final de Seu povo e a restauração de todas as coisas. (João 1:1-3 e 14; 5:22; Col. 1:15-19; João 10:30; 14:9; Rom. 5:18; 6:23; II Cor. 5:17-21; Lucas 1:35; Filip. 2:5-11; I Cor. 15:3 e 4; Heb. 2:9-18; 4:15; 7:25; 8:1 e 2; 9:28; João 14:1-3; I Ped. 2:21; Apoc. 22:20). Ver vídeo (Realvideo 3 minutos).

5. Deus Espírito Santo
Deus, o Espírito Santo, desempenhou uma parte ativa com o Pai e o Filho na Criação, Encarnação e Redenção. Inspirou os escritores das Escrituras. Encheu de poder a vida de Cristo. Atrai e convence os seres humanos; e os que se mostram sensíveis, são renovados e transformados por Ele, à imagem de Deus. Concede dons espirituais à Igreja. (Gên. 1:1 e 2; Lucas 1:35; II Pedro 1:21; Lucas 4:18; Atos 10:38; II Cor. 3:18; Efés. 4:11 e 12; Atos 1:8; João 14:16-18 e 26; 15:26 e 27; 16:7-13; Rom. 1:1-4).

6. Deus é o Criador
Deus é o Criador de todas as coisas e revelou nas Escrituras o relato autêntico de Sua atividade criadora. “Em seis dias fez o Senhor os Céus e a Terra” e tudo que tem vida sobre a Terra, e descansou no sétimo dia dessa primeira semana. (Gên. 1;2; Êxo. 20:8-11; Sal. 19:1-6; 33:6 e 9; 104; Heb. 11:3; João 1:1-3; Col. 1:16 e 17).

7. A Natureza do Homem
O homem e a mulher foram formados à imagem de Deus com individualidade e com o poder e a liberdade de pensar e agir. Conquanto tenham sido criados como seres livres, cada um é uma unidade indivisível de corpo, mente e alma, e dependente de Deus quanto à vida, respiração e tudo o mais. Quando nossos primeiros pais desobedeceram a Deus, negaram sua dependência dEle e caíram de sua elevada posição abaixo de Deus. A imagem de Deus, neles, foi desfigurada, e tornaram-se sujeitos à morte. Seus descendentes partilham dessa natureza caída e de suas conseqüências. (Gên. 1:26-28; 2:7; Sal. 8:4-8; Atos 17:24-28; Gên. 3; Sal. 51:5; Rom. 5:12-17; II Cor. 5:19 e 20).

8. O Grande Conflito
Toda a humanidade está agora envolvida num grande conflito entre Cristo e Satanás, quanto ao caráter de Deus, Sua Lei e Sua soberania sobre o Universo. Esse conflito originou-se no Céu, quando um ser criado, dotado de liberdade de escolha, por exaltação própria, tornou-se Satanás, o adversário de Deus, e conduziu à rebelião uma parte dos anjos. Ele introduziu o espírito de rebelião neste mundo. Observado por toda a Criação, este mundo tornou-se o palco do conflito universal, dentro do qual será finalmente vindicado o Deus de amor. (Apoc. 12:4-9; Isa. 14:12-14; Ezeq. 28:12-18; Gên. 3; Gên. 6-8; II Pedro 3:6; Rom. 1:19-32; 5:19-21; 8:19-22; Heb. 1:4-14; I Cor. 4:9).

9. Vida, Morte e Ressurreição de Cristo
Na vida de Cristo, de perfeita obediência à vontade de Deus, e em Seu sofrimento, morte e ressurreição, Deus proveu o único meio de expiação do pecado humano, de modo que os que aceitam essa expiação, pela fé, possam ter vida eterna, e toda a Criação compreenda melhor o infinito e santo amor do Criador. (João 3:16; Isa. 53; II Cor. 5:14, 15 e 19-21; Rom. 1:4; 3:25; 4:25; 8:3 e 4; Filip. 2:6-11; I João 2:2; 4:10; Col. 2:15).

10. A Experiência da Salvação
Em infinito amor e misericórdia, Deus fez com que Cristo Se tornasse pecado por nós, para que nEle fôssemos feitos justiça de Deus. Guiados pelo Espírito Santo reconhecemos nossa pecaminosidade, arrependemo-nos de nossas transgressões e temos fé em Jesus como Senhor e Cristo, como Substituto e Exemplo. Esta fé que aceita a salvação, advém do poder da Palavra e é o dom da graça de Deus. Por meio de Cristo somos justificados e libertados do domínio do pecado. Por meio do Espírito, nascemos de novo e somos justificados. Permanecendo nEle, tornamo-nos participantes da natureza divina e temos a certeza da salvação agora e no Juízo. (Sal. 27:1; Isa. 12:2; Jonas 2:9; João 3:16; II Cor. 5:17-21; Gál. 1:4; 2:19 e 20; 3:13; 4:4-7; Rom. 3:24-26; 4:25; 5:6-10; 8:1-4, 14, 15, 26 e 27; 10:7; I Cor. 2:5; 15:3 e 4; I João 1:9; 2:1 e 2; Efés. 2:5-10; 3:16-19; Gál. 3:26; João 3:3-8; Mat. 18:3; I Pedro 1:23; 2:21; Heb. 8:7-12).

11. Crescimento em Cristo
Por sua morte na cruz, Jesus triunfou sobre as forças do mal. Ele, que subjugou os espíritos demoníacos durante Seu ministério terrestre, quebrantou o poder deles e garantiu Sua condenação final. A vitória de Jesus nos dá a vitória sobre as forças do mal que ainda buscam controlar-nos, enquanto caminhamos com Cristo em paz, gozo e na segurança de Seu amor. Agora, o Espírito Santo mora em nosso interior e nos dá poder. Continuamente consagrados a Jesus como nosso Salvador e Senhor, somos libertos do fardo de nossas ações passadas. Não mais vivemos nas trevas, sob o temor dos poderes do mal, da ignorância e a insensatez de nossa antiga maneira de viver. Nesta nova liberdade em Jesus, somos chamados a crescer à semelhança de Seu caráter, mantendo uma comunhão diária com Ele por meio da oração, alimentando-nos de Sua Palavra, meditando nela e na providência divina, cantando em Seu louvor, reunindo-nos para adorá-Lo e participando na missão da Igreja. Ao entregar-nos ao Seu amorável serviço por aqueles que nos rodeiam e ao testemunharmos de sua salvação, a presença constante do Senhor em nós, por meio do Espírito, transforma cada momento e cada tarefa em uma experiência espiritual. (Salm. 1:1,2; 23:4; 77:11,12; Col. 1:13, 14; 2:6, 14,15; Luc. 10:17-20; Efés. 5:19, 20; 6:12-18; I Tess. 5:23; II Pedro 2:9; 3:18; II Cor. 3:17,18; Filip. 3:7-14; I Tess. 5:16-18; Mat. 20:25-28; João 20:21; Gál. 5:22-25; Rom. 8:38,39; I João 4:4; Heb. 10:25.

12. A Igreja
A Igreja é a comunidade de crentes que confessam a Jesus Cristo como Senhor e Salvador. Unimo-nos para prestar culto, para comunhão, para instrução na Palavra, para a celebração da Ceia do Senhor, para o serviço a toda a humanidade e para a proclamação mundial do Evangelho. A Igreja é a Família de Deus. A Igreja é o corpo de Cristo. (Gên. 12:3; Atos 7:38; Mat. 21:43; 16:13-20; João 20:21 e 22; Atos 1:8; Rom. 8:15-17; I Cor. 12:13-27; Efés. 1:15 e 23; 2:12; 3:8-11 e 15; 4:11-15).

13. O Remanescente e sua Missão
A Igreja universal compõe-se de todos os que verdadeiramente crêem em Cristo; mas, nos últimos dias, um remanescente tem sido chamado para fora, a fim de guardar os mandamentos de Deus e a fé de Jesus. Este remanescente anuncia a chegada da hora do Juízo, proclama a salvação por meio de Cristo e prediz a aproximação de Seu segundo advento. (Mar. 16:15; Mat. 28:18-20; 24:14; II Cor. 5:10; Apoc. 12:17; 14:6-12; 18:1-4; Efés. 5:22-27; Apoc. 21:1-14).

14. Unidade no Corpo de Cristo
A Igreja é um corpo com muitos membros, chamados de toda nação, tribo, língua e povo. Todos somos iguais em Cristo. Mediante a revelação de Jesus Cristo nas Escrituras, partilhamos a mesma fé e esperança e estendemos um só testemunho para todos. Essa unidade encontra sua fonte na unidade do Deus triúno, que nos adotou como Seus filhos. (Sal. 133:1; I Cor. 12:12-14; Atos 17:26 e 27; II Cor. 5:16 e 17; Gál. 3:27-29; Col. 3:10-15; Efés. 4:1-6; João 17:20-23; Tiago 2:2-9; I João 5:1).

15. O Batismo
Pelo batismo confessamos nossa fé na morte e na ressurreição de Jesus Cristo e atestamos nossa morte para o pecado e nosso propósito de andar em novidade de vida, sendo aceitos como membros por Sua Igreja. É por imersão na água e segue-se à instrução nas Escrituras Sagradas e à aceitação de seus ensinos. (Mat. 3:13-16; 28:19 e 20; Atos 2:38; 16:30-33; 22:16; Rom. 6:1-6; Gál. 3:27; I Cor. 12:13; Col. 2:12 e 13; I Pedro 3:21).

16. A Ceia do Senhor
A Ceia do Senhor é uma participação nos emblemas do corpo e do sangue de Jesus, como expressão de fé nEle, nosso Senhor e Salvador. A preparação envolve o exame de consciência, o arrependimento e a confissão. O Mestre instituiu a Cerimônia do lava-pés para representar renovada purificação, para expressar a disposição de servir um ao outro em humildade semelhante à de Cristo, e para unir nossos corações em amor. (Mat. 26:17-30; I Cor. 11:23-30; 10:16 e 17; João 6:48-63; Apoc. 3:20; João 13:1-17).

17. Dons e Ministérios Espirituais
Deus concede a todos os membros de Sua Igreja, em todas as épocas, dons espirituais. Sendo outorgados pela atuação do Espírito Santo, o Qual distribui a cada membro como Lhe apraz, os dons provêem todas as aptidões e ministérios de que a Igreja necessita para cumprir suas funções divinamente ordenadas. Alguns membros são chamados por Deus e dotados pelo Espírito para funções reconhecidas pela Igreja em ministérios pastorais, evangelísticos, apostólicos e de ensino. (Rom. 12:4-8; I Cor. 12:9-11, 27 e 28; Efés. 4:8 e 11-16; II Cor. 5:14-21; Atos 6:1-7; I Tim. 2:1-3; I Pedro 4:10 e 11; Col. 2:19; Mat. 25:31-36).

18. O Dom de Profecia
Um dos dons do Espírito Santo é a profecia. Este dom é uma característica da Igreja remanescente e foi manifestado no ministério de Ellen G. White. Como a mensageira do Senhor, seus escritos são uma contínua e autorizada fonte de verdade e proporcionam conforto, orientação, instrução e correção à Igreja. (Joel 2:28 e 29; Atos 2:14-21; Heb. 1:1-3; Apoc. 12-17; 19:10).

19. A Lei de Deus
Os grandes princípios da Lei de Deus são incorporados nos Dez Mandamentos e exemplificados na vida de Cristo. Expressam o amor, a vontade e os propósitos de Deus acerca da conduta e das relações humanas, e são obrigatórios a todas as pessoas, em todas as épocas. Esses preceitos constituem a base do concerto de Deus com Seu povo e a norma do julgamento de Deus. (Êxo. 20:1-17; Mat. 5:17; Deut. 28:1-14; Sal. 19:7-13; João 14:15; Rom. 8:1-4; I João 5:3; Mat. 22:36-40; Efés. 2:8).

20. O Sábado
O bondoso Criador, após os seis dias da Criação, descansou no sétimo dia e instituiu o Sábado para todas as pessoas, como memorial da Criação. O quarto mandamento da imutável Lei de Deus requer a observância deste Sábado do sétimo dia como dia de descanso, adoração e ministério, em harmonia com o ensino e prática de Jesus, o Senhor do Sábado. (Gên. 2:1-3; Êxo. 20:8-11; 31:12-17; Lucas 4:16; Heb. 4:1-11; Deut. 5:12-15; Isa. 56:5 e 6; 58:13 e 14; Lev. 23:32; Mar. 2:27 e 28).

21. Mordomia
Somos despenseiros de Deus, responsáveis a Ele pelo uso apropriado do tempo e das oportunidades, capacidades e posses, e das bênçãos da Terra e seus recursos, que Ele colocou sob o nosso cuidado. Reconhecemos o direito de propriedade da parte de Deus, por meio de fiel serviço à Ele e a nossos semelhantes, e devolvendo os dízimos e dando ofertas para a proclamação de Seu Evangelho e para a manutenção e o crescimento de Sua igreja. (Gên. 1:26-28; 2:15; Ageu 1:3-11; Mal. 3:8-12; Mat. 23:23; I Cor. 9:9-14).

22. Conduta Cristã
Somos chamados para ser um povo piedoso, que pensa, sente e age de acordo com os princípios do Céu. Para que o Espírito recrie em nós o caráter de nosso Senhor, só nos envolvemos naquelas coisas que produzirão em nossa vida, pureza, saúde e alegria semelhantes às de Cristo. (I João 2:6; Efés. 5:1-13; Rom. 12:1 e 2; I Cor. 6:19 e 20; 10:31; I Tim. 2:9 e10; Lev. 11:1-47; II Cor. 7:1; I Pedro 3:1-4; II Cor. 10:5; Filip. 4:8).

23. Matrimônio e Família
O Casamento foi divinamente estabelecido no Éden e confirmado por Jesus como união vitalícia entre um homem e uma mulher, em amoroso companheirismo. Para o cristão, o compromisso matrimonial é com Deus, bem como com o cônjuge, e só deve ser assumido entre parceiros que partilham da mesma fé. No tocante ao divórcio, Jesus ensinou que a pessoa que se divorcia do cônjuge, a não ser por causa de fornicação, e se casa com outro, comete adultério. Deus abençoa a família e tenciona que seus membros ajudem um ao outro a alcançar completa maturidade. Os pais devem educar os seus filhos a amar o Senhor e a obedecer-Lhe. (Gên. 2:18-25; Deut. 6:5-9; João 2:1-11; Efés. 5:21-33; Mat. 5:31 e 32; 19:3-9; Prov. 22:6; Efés. 6:1-4; Mal. 4:5 e 6; Mar. 10:11 e 12; Lucas 16:18; I Cor. 7:10 e 11).

24. O Ministério de Cristo no Santuário Celestial
Há um santuário no Céu. Nele Cristo ministra em nosso favor, tornando acessíveis aos crentes os benefícios de Seu sacrifício expiatório oferecido uma vez por todas, na cruz. Ele foi empossado como nosso grande Sumo Sacerdote e começou Seu ministério intercessório por ocasião de Sua ascensão. Em 1844, no fim do período profético dos 2.300 dias, Ele iniciou a segunda e última etapa de Seu ministério expiatório. O juízo investigativo revela aos seres celestiais quem dentre os mortos será digno de ter parte na primeira ressurreição. Também torna manifesto quem, dentre os vivos, está preparado para a trasladação ao Seu reino eterno. A terminação do ministério de Cristo assinalará o fim do tempo da graça para os seres humanos, antes do Segundo advento. (Heb. 1:3; 8:1-5; 9:11-28; Dan. 7:9-27; 8:13 e 14; 9:24-27; Núm. 14:34; Ezeq. 4:6; Mal. 3:1; Lev. 16; Apoc. 14:12; 20:12; 22:12).

25. A Segunda Vinda de Cristo
A segunda vinda de Cristo é a bendita esperança da Igreja. A vinda do Salvador será literal, pessoal, visível e universal. (Tito 2:13; João 14:1-3; Atos 1:9-11; I Tess. 4:16 e 17; I Cor. 15:51-54; II Tess. 2:8; Mat. 24; Mar. 13; Lucas 21; II Tim. 3:1-5; Joel 3:9-16; Heb. 9:28).

26. Morte e Ressurreição
O salário do pecado é a morte. Mas Deus, o único que é imortal, concederá vida eterna a Seus remidos. Até aquele dia, a morte é um estado inconsciente para todas as pessoas. (I Tim. 6:15 e 16; Rom. 6:23; I Cor. 15:51-54; Ecles. 9:5 e 6; Sal. 146:4; I Tess. 4:13-17; Rom. 8:35-39; João 5:28 e 29; Apoc. 20:1-10; João 5:24).

27. O Milênio e o Fim do Pecado
O milênio é o reinado de mil anos, de Cristo com Seus santos, no Céu, entre a primeira e a segunda ressurreições. Durante este tempo serão julgados os ímpios mortos. No fim desse período, Cristo com Seus Santos e a Cidade Santa descerão do Céu à Terra. Os ímpios mortos serão então ressuscitados e, com Satanás e seus anjos, cercarão a cidade; mas fogo de Deus os consumirá e purificará a Terra. O Universo ficará assim eternamente livre do pecado e dos pecadores. (Apoc. 20; Zac. 14:1-4; Mal. 4:1; Jer. 4:23-26; I Cor. 6; II Pedro 2:4; Ezeq. 28:18; II Tess. 1:7-9; Apoc. 19:17, 18 e 21).

28. A Nova Terra
Na Nova Terra, em que habita justiça, Deus proverá um lar eterno para os remidos e um ambiente perfeito para vida, amor, alegria e aprendizado eternos, em Sua presença. (II Pedro 3:13; Gên. 17:1-8; Isa. 35; 65:17-25; Mat. 5:5; Apoc. 21:1-7; 22:1-5; 11:15).

Fonte: Livro Nisto Cremos

Beber água com o estômago vazio faz bem

Para doenças antigas e modernas, este tratamento com água tem sido muito bem sucedido.

Para a sociedade médica japonesa, uma cura de até 100% para as seguintes doenças:


Dores de cabeça, dores no corpo, problemas cardíacos, artrite, taquicardia, epilepsia, excesso de gordura, bronquite, asma, tuberculose, meningite, problemas do aparelho urinário e doenças renais, vômitos, gastrite, diarréia, diabetes, hemorróidas, todas as doenças oculares, obstipação, útero, câncer e distúrbios menstruais, doenças de ouvido, nariz e garganta.


Método de tratamento:


1. De manhã e antes de escovar os dentes, beber dois copos de água [eu recomendo fazer um bochecho e gargarejo antes de beber a água - motivo: bactérias que acumulam na boca durante a noite. Mas não sei se isso influi no tratamento. Penso que não].
2. Escovar os dentes, mas não comer ou beber nada durante 15 minutos.
3. Após 15 minutos, você pode comer e beber normalmente.
4. Depois do lanche, almoço e jantar não se devem comer ou beber nada durante 2 horas.
5. Pessoas idosas ou doentes que não podem beber dois copos de água, no início podem começar por tomar um copo de água e aumentar gradualmente.
6. O método de tratamento cura os doentes e permite aos outros desfrutarem de uma vida mais saudável.


A lista que se segue apresenta o número de dias de tratamento que requer a cura das principais doenças:


1. Pressão Alta - 30 dias
2. Gastrite - 10 dias
3. Diabetes - 30 dias
4. Constipação - 10 dias
5. Câncer - 180 dias
6. Tuberculose - 90 dias
7. Os doentes com artrite devem continuar os tratamentos por apenas três dias na primeira semana e, desde a segunda semana, diariamente.


Este método de tratamento não tem efeitos secundários. No entanto, no início do tratamento terá de urinar frequentemente.


É melhor continuarmos o tratamento mesmo depois da cura, porque este procedimento funciona como uma rotina nas nossas vidas. Beber água é saudável e dá energia.


Para quem gosta de beber água fria durante ou após as refeições...


Beber um copo de água fria ou uma bebida fria após a refeição solidifica o alimento gorduroso que você acabou de comer. Isso retarda a digestão.


Uma vez que essa 'mistura' reage com o ácido digestivo, ela reparte-se e é absorvida mais rapidamente do que o alimento sólido para o trato gastrointestinal. Isto retarda a digestão, fazendo acumular gordura em nosso organismo e danifica o intestino.

[Colaboração: Larah]

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Novo fóssil põe "elo perdido" sob suspeita

Por Reinaldo José Lopes, da Folha de São Paulo:

Um grupo independente de cientistas analisou o fóssil de primata propagandeado em maio deste ano como "o elo perdido" da evolução humana e chegou a uma conclusão não muito empolgante: o bicho é provavelmente só um primo antigo e esquisito dos lêmures.

Se eles estiverem corretos, o alarde midiático organizado em torno de "Ida, o elo perdido", ou Darwinius masillae, como o animal foi batizado oficialmente, pode se tornar um dos casos clássicos em que a vontade de chamar a atenção do público atropelou a ciência.

Afinal, a descrição científica de Ida foi coreografada com o lançamento de documentários, sites, livros e de um evento para a imprensa no qual os pesquisadores responsáveis por estudá-la compararam o fóssil com a Mona Lisa e com o Santo Graal, afirmando que ele mudava tudo o que se sabia sobre a evolução humana.

À época, boa parte da comunidade científica concordou que se tratava de um exemplar belíssimo. Diferentemente dos outros primatas antigos, Ida, com quase 50 milhões de anos de idade [há controvérsias], teve seu esqueleto completo preservado -- sem falar na presença de pelos e até do conteúdo digestivo do animal. Mas poucos concordaram com a sugestão de que o fóssil representava um ancestral direto dos antropoides, a linhagem de macacos que acabou desembocando no homem [há controvérsias].

No novo estudo, que está na revista científica "Nature" desta semana, a equipe coordenada por Erik Seiffert, da Universidade de Stony Brook (EUA), compara Ida a uma nova espécie de primata extinto descoberta por eles no Egito.

Trata-se do Afradapis longicristatus, que é 10 milhões de anos [há controvérsias] mais novo que o suposto elo perdido, mas, ao que tudo indica, é um parente próximo de Ida, a julgar pela análise detalhada da mandíbula e dos dentes da espécie africana (aliás, esses são os únicos materiais preservados do bicho).

Seiffert e companhia também compararam Ida, o novo primata e outras 117 espécies vivas e extintas de primatas, levando em conta uma lista de 360 características do esqueleto. Essa comparação extensa, que não foi feita na descrição original de Ida, ajuda a estimar quais traços dos bichos realmente se devem ao parentesco e permite montar uma árvore genealógica dessas espécies.

O veredicto: Ida seria apenas uma prima muito distante do grupo que inclui o homem, estando bem mais perto dos lêmures atuais. As semelhanças superficiais dela com o grupo dos antropoides seriam explicadas por evolução convergente -- ou seja, porque ambos os grupos adotaram estilos de sobrevivência parecidos.

Comedora de folhas

"São características relacionadas ao encurtamento do focinho e ao processamento de alimentos relativamente duros, como folhas", explica Seiffert. O pesquisador aponta o que, para ele, foi o principal erro da equipe que descreveu Ida.

"Acho que eles deveriam ter feito comparações mais detalhadas com os mais antigos antropoides indiscutíveis. Eles teriam visto que traços como a fusão das duas metades da mandíbula, que não aparecem nesses antropoides [mas aparecem em Ida], não poderiam ser um elo entre Ida e eles."

Philip Gingerich, paleontólogo da Universidade de Michigan e um dos "pais" de Ida, não concorda. "Acho esquisito que o Afradapis seja muito parecido com os antropoides, mas acabe classificado em outro grupo. A ideia de convergência parece implausível", diz ele.

Aliás, argumenta Gingerich, "o Darwinius [Ida] conta com um esqueleto muito mais completo que o do Afradapis, e ele apresenta características adicionais de primatas avançados que não aparecem na análise".

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Nota: É... acho que o presente de aniversário que os darwinistas prepararam com tanto carinho e "mutretagens" para homenagear a Darwin poderá estragar a festinha dos 200 anos do "pai da teoria da evolução das espécies". O velhinho deve estar se revirando na cova, de tanta vergonha e inconformação com o "presente de grego" que lhe deram. O estardalhaço entorno de Ida vai dar muito o que dizer ainda, mas por certo, a sua classificação não é consenso nem entre os pesquisadores evolucionistas ainda. Já para os meninos e meninas de Darwin (como diz Enézio Filho) mal informados, Ida já é um fato comprovado como sendo um "elo perdido" entre o homem e os primatas. Alienação total.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Paz de Cristo X paz do mundo

Por Felipe Lemos:

Você certamente já ouviu falar do Prêmio Nobel da Paz, certo? É um reconhecimento concedido a personalidades que contribuíram de maneira notória para uma maior ou melhor ação pela fraternidade entre as nações, pela abolição e redução dos esforços de guerra e pela manutenção e promoção de tratados de paz. Esse é, pelo menos, o conceito reforçado pelo idealizador do prêmio, curiosamente o inventor da dinamite, o sueco Alfred Nobel. Causou espanto para muitos observadores desse prêmio em todo o mundo a recente indicação do presidente norte-americano Barack Obama para receber a distinção.

É curioso mesmo, já que o prazo final para indicação do prêmio ocorreu em fevereiro, quando Obama estava havia apenas 12 dias na presidência dos Estados Unidos da América. Além disso, só para efeitos de exemplo, o ex-presidente norte-americano Jimmy Carter, que ficou notoriamente conhecido por se envolver em causas humanitárias e a favor dos direitos humanos durante todo seu mandato, só recebeu o Nobel da Paz quase 20 anos depois de estar à frente do poder.

Toda essa pressa, em relação à laureação do presidente Obama, pode nos fazer pensar que o conceito de paz, para os organismos mundiais, para os países ricos, para os grandes e influentes governos, talvez para as pessoas em geral, não seja exatamente o conceito bíblico. Mas o que é promover a paz, para Deus? Que aspectos estão ligados a essa pequena palavra de apenas três letras? (...)

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Japoneses apresentam o que dizem ser a primeira rosa azul do mundo

A multinacional japonesa de bebidas Suntory apresentou nesta terça em Tóquio o que assegura ser a primeira rosa azul do mundo, cuja cor se assemelha ao violeta, embora segundo os criadores em sete dias a flor adotará tons azulados. Em colaboração com a australiana Calgene Pacific, a empresa japonesa Suntory levou duas décadas para conseguir a flor azul, um objetivo perseguido por botânicos do mundo todo.
Apesar da tonalidade violácea, 100% dos pigmentos de suas pétalas são azuis, motivo pelo qual é possível definir esta como a primeira rosa azul do mundo. Sob o nome de "Suntory Blue Rose Applause", a flor será vendida no Japão a partir de 3 de novembro, no Dia da Cultura Japonesa ou "Bunka", por um preço de entre 2 mil e 3 mil ienes (entre US$ 22 e US$ 33) a unidade.
O tom da rosa, um violeta azulado chamado em japonês murasaki, é popular no país asiático. Suntory espera que a conquista botânica ganhe espaço nas celebrações do Natal - uma festividade realizada no Japão apesar da minoria católica [cristã - existem outros seguimentos cristãos no país, não só católicos, que formam essa minoria] no país - e por ocasião de bodas e outras cerimônias.
Nos meses de novembro e dezembro, Suntory espera vender cerca de 6 mil rosas e para o próximo ano o desafio é negociar 50 mil unidades, número que prevê multiplicar por quatro até 2011, totalizando 200 mil flores.
Fonte: Agência EFE, por meio do site Terra
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Nota: Se foi difícil até mesmo para os pesquisadores criarem uma rosa de cor não existente em meio natural, mesmo com toda a racionalidade e planejamento nas inúmeras tentativas ao longo de duas décadas, que diremos pois, do acaso (que não pensa ou planeja) em conseguir ter criado as variadas e lindas cores de rosas existentes na natureza, além de outras incontáveis espécies de plantas e animais, por exemplo - umas mais belas que as outras? Só não vê os sinais de que existe um Criador muito sábio e talentoso por trás de toda criatura deste mundo quem não quer ver. A seleção natural proposta por Darwin não justifica, uma vez que sofre de fundamentação quanto aos seus supostos mecanismos, ainda não esclarecidos.

Vou deixar de lado, nesta postagem, as críticas sobre a invenção dessa rosa para fins nitidamente lucrativos das grandes empresas de pesquisa.

Rio ao me lembrar da história que a mulher de um ex-patrão meu me contou certa vez: Ela estava me contando que, quando eles ainda namoravam, ele prometeu a ela que criaria uma rosa azul para ela, visto que estava estudando agronomia, na época. Claro, ele não pôde cumprir a promessa quando se casaram, e ela ficou só na ilusão... que pena. Mas agora, meu caro ex-patrão, trate de importar uma rosa azul dessas para sua digníssima viu? (rs).

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Criacionista pela Fé e pela Razão cumpre seu 1º ano de serviços ao Criador


Há quase um ano nascia o blog Criacionista pela Fé e pela Razão, numa tentativa de ser mais um meio de comunicação a levar a mensagem do verdadeiro evangelho do Reino de Deus ao mundo, de forma também científica, racional e coerente com a Palavra de Deus. O confronto diário com as teorias evolucionistas se torna inevitável, pois a proposta é mostrar, pelas evidências, que existe um Criador que rege este mundo e nos dá a chance de sermos chamados Seus filhos, pela graça, mediante a fé nEle.

A primeira postagem foi feita com muita alegria e esperança de fazer com que o leitor pelo menos parasse para pensar um pouco se o que aprendeu ou vêm aprendendo, em ciência das origens, condiz totalmente com a verdade dos fatos. A ideia principal do blog é mostrar o chamado "outro lado da moeda" das reflexões científicas e religiosas, assim como os assuntos relacionados a elas.

Chegamos hoje à marca de 302 postagens publicadas, desde outubro de 2008. Muitas postagens foram marcadas por gerar polêmicas e novas discussões, tais como a postagem "Combatendo o bom combate na universidade", publicada (pelo que eu sei) em dois blogs de renome local: o Blog do Rigon e o Adventismo em Foco. Gostei também da postagem "Impressões digitais da Criação", "24 razões para se guardar o sábado", "Terra 'jovem', evidências", "Dr. ateu - No princípio", "Brasil: pátria amada sim, idolatrada não", "Versículo bíblico criacionista","Manuscritos do Mar Morto: presentes de Deus", "Dilúvio universal - Prof. Dr. Walter Veith", "Um exame crítico da datação radioativa das rochas", dentre muitas outras postagens mais, que tiveram relevância.

Este blog foi inspirado no blog bem-sucedido Criacionismo, do jornalista, teologando e estudioso das ciências das origens, Michelson Borges. Sabe como é né? Um jovem recém convertido do catolicismo ao adventismo que tem contato quase todos os dias de aula com a ciência evolucionista, precisava de um espaço na mídia, mesmo que simplório, para expressar o que pensa sobre ciência e fé, onde isso me estimulou (e está estimulando) a pesquisar cada vez mais a ciência da Criação, em contra-resposta à ciência montada sobre o naturalismo filosófico e suas implicações deletérias à vida de qualquer cristão que tente passar por ela sem estar bem fundamentado no que crê, em primeira mão, pela fé.

Quero agradecer a todos os leitores, céticos ou simpatizantes ao modelo criacionista. Pois sem você, querido(a) leitor(a), este blog seria somente um diário de estudos de um jovem universitário, que procura se manter firme na fé em Deus, em meio à confusão de ideias filosoficocientíficas, que de modo geral, procuram negar a existência de um Criador para o universo e a vida como um todo. Espero estar ajudando um pouco você a estar consciente sobre os porquês dos embates criacionismo X evolucionismo, e no que isso vai dar, no final do Grande Conflito entre Deus e Satanás. A resposta eu já tenho e quero compartilhar com você: Deus já ganhou este conflito, ao dar Sua vida por nós, pobres e mortais pecadores, a fim de que tenhamos, pela fé, vida, e vida em abundância, num mundo sem as consequências do pecado. Ao lado de quem você quer estar, dos vitoriosos em Cristo ou dos que negam Sua existência e Sua atitude de amor para conosco, pessoas estas que atribuem sua existência ao acaso e à necessidade de "evoluir"? Pense nisso.


Este banner logo acima foi o primeiro, muito mais rústico do que nosso banner atual, que foi desenvolvido pelo nosso amigo web designer Jean R. Habkost e nos dado de presente, para melhor ilustrar a proposta deste blog - mostrar ao mundo que religião e ciência são perfeitamente coerentes, pois ambas provém de Deus, não se tratando de qualquer ciência ou religião, mas apenas aquelas que de fato provém de Deus, e não de ideias distorcidas de homens.

Um forte abraço, continue conosco! Se você tiver a coragem de conhecer a verdade, eu terei a coragem de procurar mostrá-la, com o auxílio do Espírito Santo de Deus.

"E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" (João 8:32)

André Luiz Marques

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Como estás com teu Deus e O Rapaz Davi - Arautos do Rei



Faz parte do DVD "Admirável História", da 1ª formação do quarteto Arautos do Rei.

Duas belas canções que marcaram época na história da música sacra adventista - para finalizar mais uma semana de trabalho e/ou estudos, e receber o santo sábado do Senhor Deus. Desejo um bom fim de semana a todos(as), na paz do Senhor! Proponho que faça um exame de sua vida espiritual sobre a primeira das músicas e pense, com a ajuda da 2ª música, na capacitação que Deus dá para a superação de problemas (gigantes ou pequenos) àqueles que querem O servir, querido(a) leitor(a).

Um terço das espécies de dinossauros nunca existiu, diz teoria

Muitos dinossauros estão enfrentando a possibilidade de um novo tipo de extinção - uma controvertida teoria sugere que até um terço das espécies conhecidas de dinossauros talvez nem mesmo tenham existido. Isso acontece porque os jovens dinossauros não se assemelham a versões miniaturizadas de seus pais, de acordo com novas análises conduzidas pelos paleontologistas Mark Goodwin, da Universidade da Califórnia em Berkeley, e Jack Horner, da Universidade Estadual de Montana.

Em lugar disso, como os pássaros e alguns outros animais ainda existentes, os exemplares jovens passavam por mudanças físicas dramáticas ao se tornarem adultos. Isso significa que muitos fósseis de dinossauros jovens, entre os quais espécimes aparentados ao tiranossauro rex, podem ter sido identificados erroneamente como exemplares de outras espécies, argumentam os pesquisadores.

Como o tiranossauro rex se tornava um terror

Um dos exemplos fortes que eles oferecem é o do Nanotyrannus. O animal, classificado como um parente de menor porte do tiranossauro rex, agora é visto por muitos especialistas como um exemplo de identificação incorreta, e representaria na verdade um tiranossauro juvenil classificado indevidamente.

Os fósseis que supostamente pertencem à espécie Nanotyrannus têm aparência semelhante à que um tiranossauro rex deveria ter em sua adolescência, apontou Horner em um novo estudo. Isso se deve ao fato de a estrutura craniana de um tiranossauro rex se alterar dramaticamente à medida que o animal crescia, segundo o pesquisador.

O crânio se alterava, de uma forma original alongada para o focinho e mandíbula curtos que nos são mais conhecidos; a mudança acontecia para quer o animal pudesse consumir maior quantidade de alimento. Mas a prova decisiva, de acordo com Horner, foi a descoberta de um dinossauro que tinha tamanho intermediário entre o de um tiranossauro rex adulto e o de um Nanotyrannus.

O Nanotyrannus - na opinião de Horner, efetivamente um jovem tiranossauro- contava com 17 dentes na mandíbula inferior, ante os 12 encontrados nas mandíbulas de tiranossauros adultos. Já o dinossauro de porte intermediário entre ambos contava com 14 dentes em sua mandíbula inferior, o que sugere que o esqueleto tenha pertencido a um tiranossauro rex jovem, que estava em meio à transição de seus dentes iniciais, menores e em formato de lâmina, para o número inferior de dentes molares que a espécie ostentava em seu estágio adulto.

A transformação do triceratope

Os paleontologistas também conseguiram amealhar uma coleção considerável de fósseis de triceratopes, representando animais que morreram em diversos estágios da vida, em um sítio do período cretáceo tardio (145,5 milhões a 65,5 milhões de anos atrás) [nota: datações feitas com base no princípio uniformitarista, se tornando questionáveis, quanto à confiabilidade], em Hell Creek, no leste do Estado de Montana.

Os crânios dos dinossauros, cujas dimensões variavam entre as de um prato e as de um crânio humano, provinham de diversos animais. Quando os paleontologistas estudaram os crânios, constataram que os pequenos chifres retos dos animais mais jovens se transformavam, à medida que os animais envelheciam. Os chifres dos animais jovens tinham as pontas para trás, enquanto os dos adultos apontavam para frente.

O folho característico do pescoço do animal também passava por alterações: os ossos triangulares que formavam uma crista em torno do folho nos animais jovens se alongavam e achatavam, formando um escudo em forma de leque, nos exemplares mais velhos.

"Neste projeto de 10 anos, pudemos recolher uma série muito boa sobre o crescimento dos dinossauros, algo que ninguém havia visto antes, e assim acompanhamos essa transformação à medida que ocorria", disse Goodwin. "Nós fomos capazes de documentar as mudanças extremas que ocorriam ao longo do crescimento, como por exemplo aquela que se refere à orientação dos chifres", afirmou.

Os pássaros como paralelo

Provas quanto aos motivos dessas mudanças físicas dramáticas nos dinossauros podem ser obtidas em seus mais próximos parentes vivos, dizem os especialistas. Os búceros, por exemplo, não ostentam sua característica estrutura de penas em forma de capacete até que tenham atingido três quartos do tamanho que terão como adultos.

Da mesma maneira que os chifres em um cervo, essas penas ajudam os demais animais a discernir entre os adultos maduros e os jovens. Da mesma forma, as mudanças na aparência dos dinossauros poderiam servir para promover a comunicação visual.

Por exemplo, os chifres ou calombos de cabeça, possivelmente acoplados a variações de cores, podem ter criado identificações visuais inconfundíveis que garantiam que membros de uma espécie se reconhecessem entre eles.

Também podem ter identificado dinossauros como machos ou fêmeas, ou os marcado como animais adultos em busca de reprodução ou jovens que necessitavam de proteção.

Conclusão exagerada?

Hans-Dieter Sues, paleontologista do Museu Nacional de História Natural dos Estados Unidos, em Washington, diz que os cientistas descobriram nos anos 70 que algumas espécies de dinossauros dotados de bicos na verdade representavam formas diferentes de animais em estágios de maturidade distintos, e que portanto o número de espécies identificadas era menor que o originalmente calculado.

Sues, que não participou da nova pesquisa, concorda em que algumas espécies de dinossauros do cretáceo tardio podem na verdade ser exemplares juvenis de outras espécies. "Muitos dinossauros - da mesma forma que muitos vertebrados atuais - mudavam muito de aparência ao crescer", ele disse.

Mas "algumas dessas conclusões são controversas", ele acautelou, acrescentando que a ideia de que até um terço das espécies precise de reclassificação representa um exagero. Ele acredita que uma segunda extinção "científica- de dinossauros seja improvável" a não ser que os caçadores de fósseis descubram novos exemplares que provem a teoria. "Testar hipóteses como essa é difícil", disse, porque "isso requer mais material fóssil do que dispomos atualmente".

Tradução: Paulo Migliacci ME

Fonte: The New York Times, por meio do Site Terra

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Nota: Não é difícil acreditar nessa teoria, visto que é só descobrir um novo fóssil por aí, mesmo que apenas fragmentos deles, e entra em ação a imaginação de muitos cientistas e, posteriormente, desenhistas, para tentar recriar o aspecto (algumas vezes equivocadamente, como sugere a teoria de Mark Goodwin, por se basearem em um paradigma, e não nos fatos) daquela criatura extinta. Muitas espécies de dinossauros que conhecemos hoje, por meio dos estudos de fósseis, realmente podem ser invenção e má interpretação do material descoberto. Já que é assim, acreditar na confiabilidade da interpretação "idônea" de tais cientistas e desenhistas, prefiro acreditar, também e principalmente pela fé, na Palavra de Deus, que diz que os animais foram criados por Ele (e não pelo acaso) e muitos deles foram extintos no Dilúvio.

Assim, tenho a vantagem de acreditar na palavra de quem nunca teve que voltar atrás em Suas palavras, pois Suas palavras são a verdade. "Santificai-vos na verdade; a tua palavra é a verdade" (João 17:17)

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