sábado, 27 de dezembro de 2014

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Feliz Natal! - 2014

Desejo a cada leitor e leitora deste nosso blog um feliz Natal! Que Jesus, o motivo do Natal, esteja em cada coração, em cada família! André Luiz Marques

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

domingo, 21 de dezembro de 2014

A biologia não está sequer vendo a superfície da origem da vida!

Milton Wainwright, biólogo molecular, escreveu em seu artigo “Musings on the Origin of Life and Panspermia” no Journal of Cosmology, Vol. 5 (Jan. 30, 2010), as seguintes palavras:

Será que estamos chegando mais perto em compreender a origem da vida (considerando que ela possua uma origem)?

Como sempre há muito otimismo que de fato nós estejamos progredindo.

Por outro lado, muitas vezes parece como se a questão da origem da vida tem se enredado cada vez mais em química orgânica sofisticada.

A realidade é que, apesar do ego de alguns, a existência da vida permanece um mistério.

Não é que a biologia esteja meramente arranhando a superfície deste enigma; a realidade é que ainda temos de ver a superfície!


Tréplica dos defensores do Design Inteligente

O professor Marcos Eberlin, da Unicamp, um dos defensores da Teoria do Design Inteligente no país, junto com seus colegas, redigiu uma “tréplica” ao manifesto de pesquisadores da UFRGS defendendo a teoria da evolução e criticando o Design Inteligente. Para quem não está a par do rolo todo, eis o Manifesto da TDI aqui, e a replica aqui.

Reproduzo abaixo a “tréplica” — deixando claríssimo que não endosso em nenhum momento seu conteúdo, simplesmente no interesse da liberdade de expressão e de debate. Confiram!

********

Réplica da TDI BRASIL ao Manifesto UFRGS (abaixo assinado): descompassos com a verdade histórico-teórica sobre a TDI, e ignorância profunda sobre o status quo heurístico da atual teoria da evolução

O manifesto-resposta de professores e alunos da UFRGS contra o Manifesto da Sociedade Brasileira do Design Inteligente –TDI BRASIL- sobre o ensino do Criacionismo, da Teoria do Design Inteligente (TDI), e da Teoria da Evolução (TE) é aqui replicado pela TDI-BRASIL por três razões:

1. Razão 1. Distorção de nossa posição exarada em nosso Manifesto sobre o ensino do criacionismo, teoria do Design Inteligente e Evolução nas escolas públicas.

Os signatários do manifesto UFRGS afirmaram, falsamente, que “exigimos” sejam ensinadas alegadas deficiências da TE, e que a disputa entre a TDI e a Evolução deva ser informada aos alunos. “Defender” ensinar, foi o que declaramos em nosso manifesto, o que é muito diferente de “exigir” ensinar.

Reiteramos que as deficiências na TE são, sim, verdadeiras, e amplamente conhecidas pela academia. Vejam alguns exemplos de áreas a seguir, onde há várias referências registradas na literatura científica com sérios questionamentos abalizados mesmo por cientistas evolucionistas: a) Origem da vida, b) Embriologia e o Desenvolvimento, c) Registro fóssil, d) Árvores Filogenéticas, d) Seleção Natural e e) Mecanismos da Evolução.

E poderíamos mencionar aqui quase uma centena de artigos científicos, de renomados e abalizados cientistas evolucionistas, questionando a robustez de alguns aspectos fundamentais da TE no contexto de justificação teórica e que apontam para outra direção.

2. Razão 2. Há várias afirmativas em descompasso com a verdade sobre o caráter científico da TDI e seu debate com a TE.

Reiteramos a existência de disputa entre a TE e a TDI na academia, não somente nos Estados Unidos desde os anos 1990s, facilmente identificada e atestada por vários manifestos de organizações científicas contra a TDI mencionados no próprio manifesto UFRGS, e agora também no Brasil.

O manifesto UFRGS alertou o público que a TDI não pode ser considerada uma teoria científica. Esclarecemos porém que, por exemplo, as exigências feitas pela Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos para uma teoria ser considerada científica são todas atendidas pela TDI, ou seja: Elemento 1: “uma explicação bem substanciada de algum aspecto do mundo natural que possa incorporar fatos, leis, e hipóteses testadas… Elemento 2: uma explicação abrangente de algum aspecto da natureza que seja apoiado por um vasto conjunto de evidências”

Elemento 1: A TDI deve ser uma “explicação de algum aspecto do mundo natural” e uma “explicação abrangente de algum aspecto da natureza”. A TDI não é apenas uma explicação de “algum aspecto do mundo natural”, na verdade, ela explica muitos aspectos do mundo natural. Se pensarmos em categorias amplas, a TDI propõe que agência inteligente é a explicação mais corriqueira para eventos históricos tais como:

a) A origem do ajuste fino do cosmos para a existência de vida avançada. A origem de níveis de informação complexa e especificada extremamente altos no DNA.
b) A origem de muitos sistemas irredutivelmente complexos encontrados nos organismos vivos.

Elemento 2: A TDI deve “incorporar muitos fatos, leis e hipóteses testadas”.
A TDI incorpora muitos fatos, leis, e hipóteses testadas: A TDI incorpora as leis e constantes conhecidas do universo, e articulando-as em uma teoria unificada para explicar por que elas são coordenadas para produzir parâmetros físicos favoráveis para a vida.

A TDI incorpora muitos fatos conhecidos como a informação imaterial bioquímica, com seu código arbitrário e aperiódico, registrado nas sequências do DNA, bem como hipóteses testadas demonstrando que elas são finamente ajustadas para realizar funções biológicas específicas. A TDI incorpora muitas hipóteses testadas sobre a presença de complexidade irredutível em sistemas biológicos, evidenciada por experiências de silenciamento de genes, que têm demonstrado que a complexidade irredutível é um fenômeno verdadeiro.

Os teóricos da TDI fazem tudo isso ao proporem novas leis tais como a lei de conservação da informação, novos princípios sobre as causas de altos níveis de Informação Complexa Especificada, novos métodos para medir a informação e complexidade funcionais, e novas hipóteses sobre a ubiquidade do ajuste fino por toda a cosmologia e biologia.

Elemento 3: A TDI deve ser “bem substanciada” e “apoiada por um vasto conjunto de evidência”.

Pesquisas em Física e Cosmologia continuam a descobrir níveis cada vez mais profundos de ajuste fino. Muitos exemplos poderiam ser dados, mas este aqui é surpreendente: a entropia inicial do universo deve ter sido finamente ajustada em 1 parte em 10(10123) para produzir o universo favorável à vida.

Pesquisas de epigenética e de biologia de sistemas estão revelando mais e mais quão integrados são os organismos, da bioquímica à macrobiologia, e demonstrando funções celulares básicas finamente ajustadas.As experiências de silenciamento genético estão demonstrando a complexidade irredutível, tais como a do flagelo bacteriano, ou as características multimutacionais onde muitas mutações simultâneas seriam necessárias para ganhar uma vantagem.

Assim sendo, a TDI, apesar de ainda não ser ainda aceita por grande parte da comunidade científica, se apresenta como uma alternativa científica robusta e qualificada à teoria evolutiva. A TDI é uma teoria científica que fornece descrições e/ou explicações naturais sobre o mundo. A TDI, como foi falsamente aludido no manifesto UFRGS, não se relaciona e nem depende de alegações ou dependência explícita ou implícita a causas sobrenaturais. Os conceitos elaborados pelos teóricos e defensores da TDI não são demasiado vagos para permitir previsões específicas, pois têm unificação explicativa: há sinais de inteligência na natureza e são empiricamente detectados.

Razão 3. Inverdades gerais sobre a TDI como que alegou que proponentes da TDI se recusam a entrar em detalhes sobre os mecanismos – pois propomos sim que ações inteligentes funcionam nesse papel, servindo como causa/mecanismo conhecidos produzindo altos níveis de informação complexa especificada que podem ser detectados.

A maior parte de nossa literatura não consiste não em argumentos puramente negativos contra a evolução, e nem tem como propósito distorcer a ciência e inserir dúvidas infundadas – pois primeiro que questionar teorias científicas é papel de todo cientista e é a própria literatura especializada, que citamos, que demonstra a falência epistêmica da atual teoria da evolução em vários aspectos teóricos fundamentais no contexto de justificação teórica.

As inconsistências graves da Síntese Evolutiva Moderna não foram, portanto, distorcidas no manifesto da TDI Brasil, mas serenamente apresentadas pois são fatos. E fatos tão graves, que a comunidade científica já reconhecendo a falência da TE atual já está elaborando uma nova teoria geral da evolução – a Síntese Evolutiva Ampliada/Estendida, que será anunciada somente em 2020. Adiamentos constantes nos mostram, porém, que esta nova teoria está também enfrentando sérias dificuldades. Há, portanto, uma ignorância (pragmática ou vera?) da literatura especializada, a qual demonstra o status quo de falência epistêmica da TE demandando assim sua profunda revisão, ou substituição. As diversas controvérsias existentes na teoria evolutiva deveriam então ser apresentadas aos nossos alunos, mas não são. Isso se dá, entendemos, pois o que está em jogo é a validade da evolução como fato, mas fato em qual nível de evolução? Microevolução? Macroevolução? A TDI BRASIL concorda que as teorias são estruturas de ideias que explicam e interpretam fatos, mas discorda do Manifesto UFRGS de que as novas abordagens teóricas acumulem cada vez mais evidências a favor da evolução da vida. Entendemos que o que se dá é oposto do que se afirma.

Para finalizar, o Manifesto UFRGS confirma então a disputa científica entre TDI e TE. Entendemos, porém, que a TDI não deva ser apresentada ainda no ensino básico, não porque a TDI não apresenta aspectos fundamentais de uma teoria científica, o que não procede, mas pelas razões exaradas em nosso manifesto – pelo simples fato da TDI ainda não ser aceita pela comunidade científica. Concordamos que as controvérsias são aspectos imprescindíveis no conhecimento científico, e devem ser criteriosamente consideradas no seu ensino mas, no entanto, entendemos que a inclusão de controvérsias científicas no currículo escolar deve ser criteriosa.

Sendo criteriosos, poderíamos sugerir, por exemplo, a inclusão dos seguintes10 tópicos para discussão em aulas de ciência em que se discuta a TE:

1. Existe mecanismo viável para gerar vida a partir de pequenas moléculas inanimadas na sopa primordial?

2. Processos químicos puramente materialísticos não guiados podem explicar a origem do código genético?

3. Mutações aleatórias podem gerar simultaneamente todo o grupo de informação genética requerida para a formação de estruturas irredutivelmente complexas?4. Por que a seleção natural luta para fixar características vantajosas nas populações?

5. O surgimento abrupto de espécies no registro fóssil (Explosão Cambriana) e as “formas transicionais” até hoje lá encontradas apoia a evolução preconizada por Darwin?

6. A biologia moderna teve obtido êxito na corroboração de uma “Árvore da Vida”?

7. A evolução convergente fortalece o Darwinismo ou destrói a lógica da ancestralidade comum?

8. As diferenças entre os embriões de vertebrados fortalecem ou contradizem as predições de ancestralidade comum?

9. O neodarwinismo tem obtido êxito em explicar a distribuição biogeográfica de muitas espécies?

10. O que fazer quando uma teoria faz previsões equivocadas, como o neodarwinismo e sua longa história de tais predições, como as dos órgãos vestigiais, a abundância de formas transicionais no registro fóssil, a do DNA “lixo” e da redundância do código genético?

Fonte: Folha on line

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Clube Criacionista de Curitiba - Convite

 
Apresentação

Estamos lançando hoje a proposta da fundação do "Clube Criacionista de Curitiba" para o próximo ano de 2015, um clube voltado a discutir os assuntos das nossas origens pela ótica do Criacionismo Bíblico, ou Teoria da Criação Especial.

Todos os estudantes, acadêmicos graduandos/graduados, mestres, doutores das diversas áreas do conhecimento (Biologia, Geografia, Química, Física, Bioquímica, Engenharia, Geologia, Matemática, História, Filosofia, Ciências da Computação etc.) e público em geral da cidade de Curitiba e Região Metropolitana de Curitiba são convidados a participar do nosso clube, que se reunirá a cada mês para desenvolver suas atividades de interesse de todos os membros. 

Deus está te chamando para levantar a bandeira da Criação! 

Nosso lema é: "Sem Criação não há Salvação", uma vez que Jesus é nosso Criador e Salvador, sendo que
Criador e Salvador
Ele próprio é o maior criacionista bíblico que existe, interpretando o relato da Criação de Gênesis como literal. Leia João 1:1-3, Mateus 24:37-39; Lucas 17:26,27; 1 Coríntios 15:21,22 e 45; Romanos 5:19; Mateus 10:15; Apocalipse 3:14 João 1:29 dentre outros. Dessa forma, podemos entender que é uma incoerência crer na criação e na evolução ao mesmo tempo, uma vez que são como água e óleo, não se misturam. Isso é importante dizer porque há quem defenda o evolucionismo teísta, e isso não está de acordo com as ideias do próprio Jesus e dos autores bíblicos, tanto do Antigo como do Novo Testamentos.

A ideia é começar em Curitiba e futuramente expandir o clube para o Paraná. 

Objetivo Geral

Desenvolver os estudos do Criacionismo em comparação com o Evolucionismo e o Design Inteligente, os três principais modelos que procuram explicar o Universo, o mundo e a vida. 

Objetivos Específicos

Nosso clube visará desenvolver as seguintes atividades, dentre muitas outras: palestras mensais; seminários semestrais com expoentes do criacionismo no Brasil; grupos de estudos e pesquisa; divulgação do Criacionismo ao público em geral por meio de palestras em igrejas, escolas e faculdades (particulares - com concessão); apresentação e elaboração de vídeos; divulgação de evidências em favor do Criacionismo no blog e em outros meios de comunicação; estudos em campo pelo Paraná (semestrais); excursões pelo Paraná (semestrais); e preparação de pessoas em conhecer o Criacionismo e as evidências científicas que o corroboram, bem como a teologia 
 bíblica que o envolve.
Alguns dos lugares do Paraná para fazer excursões de campo para estudo e diversão do clube.
 Local e horário para as reuniões

A definir

Contato

andreluizmarx@gmail.com

Blog do clube (em desenvolvimento)

http://criacionismocuritiba.blogspot.com.br/

Direção/coordenação

Prof. André Luiz Marques e outro(s) a definir.

Equipe de apoio

A definir

Possível mensalidade

A definir

PS: É um sonho que tenho há algum tempo, mas dependerá de apoio dos interessados e condições técnicas e administrativas. No momento, estou precisando montar a equipe da diretoria, coordenação e de apoio em geral. Se você se interessou pela proposta, entre em contato comigo. Estamos abertos a novas ideias. Que o Criador abençoe esse projeto!

André Luiz Marques

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Descoberta arqueológica confirma existência do Rei Davi

Rocha contendo menção ao Rei Davi
Uma rocha encontrada em Israel e que está em exposição no Metropolitan Museum of Art de Nova York, oferece novas evidências sobre a descrição bíblica sobre o reinado de Davi, afirmam especialistas em arqueologia. A peça mede 13 por 16 centímetros e tem 13 linhas de texto que ainda podem ser lidas.

Eles acreditam que o texto mencionando o rei Davi descreveu a dinastia davídica como “extraordinária”, sendo uma das raras peças que substanciam uma das narrativas bíblicas mais questionadas justamente pela falta de registro fora das Escrituras. Estima-se que ela foi talhada cerca perto de 830 a.C., uns 150 anos depois do período em que reinou Davi.

A inscrição vem de Tel Dan, região norte de Israel e comemora as conquistas de Hazael, rei da Síria, inimigo dos antigos reinos de Israel e Judá. Hazael afirma ter matado Jorão, rei de Israel, e Ahaziahu, rei da “Casa de Davi” (ou Judá). O fato de Judá ser reconhecida por uma fonte não judaica como “Casa de Davi” é importante porque seria a única evidência arqueológica do gênero, acabando com uma disputa que dura séculos sobre a existência de um rei chamado Davi.

A Agência Telegráfica Judaica (JTA) informou que a rocha é “a mais antiga referência extra bíblica” ao rei Davi. “Não há dúvidas que a inscrição é um dos artefatos mais importantes já encontrados em relação à Bíblia”, asseverou Eran Arie, curador no Museu de Israel.

No catálogo do museu para a exposição, Arie escreveu que a inscrição com o nome de David é uma “indicação clara de que a” Casa de Davi “era conhecido em toda a região e que a reputação do rei não foi uma invenção literária de um período muito mais tarde.”

As fissuras na pedra não obstruíram a clara menção, que continua “intacta e clara”, disse Ira Spar, professor de história e estudos antigos em Ramapo College, em New Jersey, um especialista em pesquisa sobre a Assíria.

Steven Fine, professor de história judaica na Universidade de Yeshiva e diretor do Centro de Estudos de Israel, acredita que a exposição irá gerar grande interesse de estudiosos e no público em geral.

O ano de 2014 termina oferecendo grandes contribuições para a arqueologia bíblica, oferecendo evidências que suprem uma grande lacuna e objeto de disputa entre estudiosos. Tanto descobertas que confirmam o reinado de Salomão, seu templo e que reforçam descobertas de situações parecidas em 2013.

Os reinados de Davi e Salomão, que são de grande importância para o Antigo Testamento, não tinham até recentemente comprovação arqueológica que realmente existiram. Tudo que se sabe deles vem da Bíblia. Pelo menos até agora. O argumento era a inexistência de monumentos que detalhem as realizações do rei, como era costume na época. Teoria agora que parece definitivamente superada. 

Fonte: Gospel Prime

Nota: Lei também o artigo da Biblical Archaeology Society

Pastor adventista comenta histórica reaproximação de Cuba e Estados Unidos mediada pelo Vaticano

Brasília, DF … [ASN] Repercutirá ainda hoje, durante o dia, notícia veiculada amplamente pelas agências internacionais sobre reaproximação diplomática entre Cuba e os Estados Unidos. Segundo alguns veículos de comunicação, a negociação foi feita pelo Canadá e pelo papa Francisco. Uma série de mudanças ampliará o comércio e o fluxo de pessoas entre os dois países e colocará fim a um período de cinco décadas de brigas, embargos econômicos e afastamento entre os dois países. Para os adventistas, esse episódio histórico tem implicações no aspecto teológico e profético conforme a Bíblia.

É preciso compreender esse fato dentro de um contexto geopolítico maior. E quem explica é o pastor Rafael Rossi, diretor sul-americano de Comunicação da Igreja Adventista, palestrante reconhecido sobre profecias apocalípticas e autor da série de estudos Apocalipse – O Fim Revelado. Conforme Rossi, “em Apocalipse 13 encontramos duas bestas. Na profecia bíblica besta sempre significa poder ou reino que está em oposição ao reino de Deus. É uma marca de rebelião e abandono dos princípios de Deus. Uma das bestas representa o poder religioso que teve a sua supremacia por 1260 anos, foi ferida e sobreviveu. Já a segunda besta é representada por um poder político. Todas as características apresentadas na Bíblia se cumprem com o surgimento dos Estados Unidos. Tornou-se nação em 1776 em um território não habitado por outra nação civilizada, ou seja, o segundo poder surgiu da terra e não do mar como a primeira besta. Mar, de acordo com Apocalipse 17:15, significa lugar povoado e terra o oposto”.

União das bestas apocalípticas

Para o teólogo, que se fundamenta em estudos com essa mesma interpretação já feitos há muitos anos, em seu começo os Estados Unidos, profeticamente, falavam como cordeiro, símbolo de seus ideais de liberdade, porém ele entende que chegará o momento em que a profecia diz que o poder político representado pelos Estados Unidos falará como dragão. Ou seja, agirá de uma forma radicalmente diferente.

“A segunda besta se unirá a primeira besta e diz o Apocalipse que ’.. faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada’. Apocalipse 13:12. ‘E lhe foi dado comunicar fôlego à imagem da besta, para que não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a imagem da besta’, conforme Apocalipse 13:15. Haverá a união entre as duas bestas, que somarão suas forças políticas e religiosas nos tempos finais da história do mundo. E isso vemos claramente em nossos dias. As relações entre os Estados Unidos e o Vaticano estão se tornando cada vez mais estreitas. A aproximação iniciada no começo da primeira Guerra Mundial, quando o presidente Roosevelt enviou a Roma um representante pessoal e o Papa um delegado apostólico para os Estados Unidos, aumentou em 1961. Nesse ano, ocorreu a posse do primeiro presidente americano católico, John Kennedy. Depois, em 1984, o presidente Ronald Reagan nomeou o primeiro embaixador norte-americano junto ao Vaticano”, comenta Rossi.

Cenário atual

Ainda segundo a avaliação de Rossi, “nos últimos anos, o governo do presidente Barack Obama mais uma vez traçou planos de aproximação entre Estados Unidos e Vaticano. A notícia de que os Estados Unidos decidiram reatar relações diplomáticas com Cuba, e ainda mais tendo o Papa como pivô, é, sem dúvida, uma profecia bíblica em cumprimento”.

Para o pastor, será por meio da segunda besta (poder político) que a adoração será imposta à primeira besta (poder religioso). Ou seja, os Estados Unidos tomarão a iniciativa de obrigar as pessoas a adorar a imagem da besta, deixando de lado as seus ideais de liberdade religiosa.

Ele cita o texto bíblico de Apocalipse 13:15 que diz que “a segunda besta ainda seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar diante da besta, dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta…”. Apocalipse 13:15

“Por 1.260 anos, de 538 a.C. a 1798, a primeira besta recebeu adoração e obediência por meio de um sistema de leis repressivo, no qual os que não aceitavam a adoração forçada eram perseguidos e mortos. O texto bíblico nos diz que nesta associação entre as bestas será formada uma imagem, ou seja, uma cópia do sistema de leis do passado para conseguir os mesmos resultados alcançados durante a época da inquisição. A imagem da primeira besta se formará quando mais uma vez o Estado e a Religião se unirão para impor um dia oficial de culto, que não é o sábado bíblico”, conclui o pastor.

Fonte: Equipe ASN, da Redação

É possível baixar uma série de estudos completa sobre o Apocalipse. Clique aqui.
 
Compreenda melhor o assunto vendo esse vídeo:


quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

A Arca de Noé e o Dilúvio

No Princípio: Como Interpretar Gênesis 1

Por Richard M. Davidson

"No princípio criou Deus os céus e a Terra."—Gênesis 1:1.

Com tal beleza, majestade e simplicidade começa o relato da Criação em Gênesis. Porém, uma análise do capitulo l de Gênesis não é tão simples e direta como uma leitura casual do texto bíblico poderia sugerir. A interpretação moderna da cosmogonia (estudo das origens) bíblica em Gênesis l é extremamente complicada, dividida entre uma interpretação não-literal e a literal. Vamos brevemente descrever sete destas interpretações e avaliar cada uma à luz dos dados bíblicos.

Interpretações principais de Gênesis 1

Interpretações não-literais

Estudiosos que apoiam uma interpretação não-literal de Gênesis abordam a questão de diferentes modos. Alguns consideram Gênesis l como mitologia'; outros consideram-no poesia2; alguns tomam-no como teologia3; ainda outros o consideram como simbolismo.4

Comum a todas estas interpretações não-literais é a suposição de que o relato em Gênesis não é um relato literal e histórico da Criação.

Interpretações literais

Aqueles que aceitam literalmente o relato da Criação também diferem em sua abordagem da cosmogonia bíblica de Gênesis l. Vamos indicar três pontos de vista.

Teoria de um intervalo ativo. Esta opinião é também conhecida como a teoria de ruína-restauração. Segundo esta opinião,5 Gênesis 1:1 descreve uma criação originalmente perfeita a um tempo desconhecido (milhões ou bilhões de anos atrás). Satanás era o regente deste mundo, mas por causa de sua rebelião (Isaías 14:12-17), o pecado entrou no Universo. Deus condenou a rebelião e reduziu o mundo ao estado arruinado e caótico descrito em Gênesis 1:2. Os que mantêm esta opinião traduzem Gênesis 1:2 como "a terra tornou-se sem forma e vazia".

Gênesis 1:3 e os versos seguintes apresentam então o relato de uma criação posterior na qual Deus restaura o que tinha sido arruinado. A coluna geológica é usualmente inserida no período da primeira criação (Gênesis l: l) e o caos subsequente, e não em conexão com o Dilúvio bíblico.

Teoria de uma criação prévia "sem forma e vazia". Segundo esta interpretação os termos hebraicos tohu ("sem forma") e bohu ("vazia") em Gênesis 1:2 descrê vem o estado sem forma e sem conteúdo da Terra. O texto se refere a um estado anterior à Criação mencionada na Bíblia. Esta opinião tem duas variantes principais baseadas em duas análises gramaticais diferentes.

A primeira variante considera Gênesis 1:1 como uma cláusula dependente, em paralelo com os relatos da Criação extra-bíblicos do Oriente Próximo.6 Daí a tradução proposta: "Quando Deus começou a criar os céus e a Terra. Portanto, Gênesis 1:2 equivale a um parêntesis, que descreve o estado da Terra quando Deus começou a criar ("a Terra estando...") e Gênesis 1:3 em diante descreve a obra criadora efetiva ("E Deus disse...").

As outras variantes principais consideram Gênesis 1:1 como uma cláusula independente, e como um sumário ou introdução formal ou título que é então ampliado no resto da narrativa.7 Gênesis 1:2 é visto como uma cláusula circunstancial ligada com o verso 3:"A Terra, porém, era sem forma e vazia.... Disse Deus: 'Haja luz'."

Deste ponto de vista, apoiado por qualquer das análises gramaticais mencionadas acima. Gênesis não oferece um começo absoluto de tempo para o cosmos. Criação a partir do nada não é implicada, e não há indicação da existência de Deus antes da matéria. Nada é dito da criação da matéria original descrita no verso 2. Trevas, abismo e águas de Gênesis 1:2 já existiam no começo da atividade criadora de Deus.

Podíamos mencionar de passagem uma outra opinião pré-Criação; esta toma o verso 2 como uma cláusula dependente "quando...", mas difere da primeira variante na interpretação dos termos tohu e bohu, e os termos para "trevas" e "abismo" — todos significando "nada". Assim o verso l é visto como um sumário; o verso 2 diz que inicialmente não havia "nada"; e o verso 3 descreve o começo do processo criador.8

Teoria de um estado inicial "sem forma e vazio". Uma terceira interpretação literal da cosmogonia bíblica é a de um estado inicialmente "sem forma e vazio". Esta é a opinião tradicional, tendo o apoio da maioria dos intérpretes judeus e cristãos através da história.9 Segundo esta interpretação. Gênesis 1:1 declara que Deus criou do nada a matéria original chamada céus e Terra no ponto de seu começo absoluto. O verso 2 esclarece que quando a Terra foi primeiro criada ela estava num estado de tohu e bohu — sem forma e vazia. O verso 3 e os versos seguintes então descrevem o processo divino de dar forma ao informe e de encher o vazio.

Esta interpretação tem duas variantes. Alguns consideram os versos l e 2 como partes do primeiro dia de uma semana de sete dias. Podemos chamá-la a interpretação "sem intervalo".10 Outros veem os versos l e 2 como uma unidade cronológica separada por um intervalo de tempo do primeiro dia da Criação descrito no verso 3. Esta opinião é usualmente chamada a do "intervalo passivo.""

Avaliação

O espaço não permite uma avaliação pormenorizada de todos os prós e centras de cada opinião aqui resumida, mas apresentaremos o esboço dos dados bíblicos que se referem às teorias sobre a origem da matéria e da vida e sua existência primitiva.

Interpretações não-literais

Ao considerar todas as interpretações não-literais e não-históricas, precisamos levar em conta dois fatos bíblicos significativos:

1. O gênero literário de Gênesis 1-11 indica a natureza intencionalmente literal da narrativa.12 O livro de Gênesis é estruturado pelo termo gerações (hebraico toledoth) em relação com cada seção do livro (13 vezes). Este é um termo usado alhures em conexão com genealogias que têm que ver com um relato exato de tempo e história. O uso de toledoth em Gênesis 2:4 mostra que o autor pretendia que a narrativa da Criação fosse tão literal como o resto das narrativas de Gênesis.'3 Outros escritores bíblicos tomam Gênesis 1-11 como literal. Com efeito, todos os escritores do Novo Testamento se referem a Gênesis 1-11 como história literal.'4

2. Evidência interna também indica que o relato da Criação não deve ser tomado simbolicamente como sete longos períodos segundo o modelo evolucionista — como é sugerido tanto por eruditos críticos como evangélicos. Os termos tarde e manhã significam um dia literal de 24 horas. Alhures nas Escrituras, o termo dia com um número ordinal é sempre literal. Se os dias da Criação são simbólicos. Êxodo 20:8-11 que comemora um Sábado literal não tem sentido. Referências à função do Sol e da Lua para sinais, estações, dias e anos (Gênesis l: 14), também indicam tempo literal e não simbólico. Portanto, devemos concluir que Gênesis l: l a 2:4a indica sete dias literais, consecutivos, de 24 horas.'5

Embora as interpretações não-literais devam ser rejeitadas no que negam (a saber, a natureza literal e histórica do relato de Gênesis), não obstante possuem um elemento de verdade no que afirmam. Gênesis 1-2 têm que ver com mitologia — não para afirmar uma interpretação mitológica, mas como polémica contra a antiga mitologia do Oriente Próximo.16 Gênesis 1:1 a 2:4 provavelmente são estruturados de um modo semelhante à poesia hebraica (paralelismo sintético),17 mas poesia não nega historicidade (ver, por exemplo. Êxodo 15, Daniel 7 e aproximadamente 40 por cento do Antigo Testamento, que são em poesia.) Escritores bíblicos frequentemente escrevem em poesia para afirmar historicidade.

Gênesis 1-2 apresentam uma teologia profunda: doutrinas de Deus, Criação, humanidade. Sábado, etc. Mas nas Escrituras, teologia não se opõe à história. Com efeito, a teologia bíblica tem sua raiz na história. De igual modo há um simbolismo profundo em Gênesis l. Por exemplo, a linguagem do Jardim do Éden e a ocupação de Adão e Eva claramente aludem ao simbolismo do santuário e ao trabalho dos levitas (ver Êxodo 25-40)." Assim o santuário do Éden é um símbolo ou tipo do santuário celestial. Mas porque aponta para algo diferente não diminui sua realidade literal.

Gerhard von Rad, um erudito crítico que não aceita o que Gênesis l afirma, ainda assim confessa honestamente: "O que é dito aqui [Gênesis l] é para ser tomado inteiramente e exatamente como está."19

Portanto, nós afirmamos a natureza literal e histórica do relato de Gênesis. Mas qual interpretação literal é correta?

Interpretações literais

Primeiro, precisamos de início rejeitar a teoria de ruína-restauração ou "intervalo ativo" puramente por razões de gramática. Gênesis 1:2 claramente encerra três cláusulas nominais e o sentido fundamental de cláusulas nominais em hebraico é algo fixo, um estado,20 não uma sequência ou ação. Segundo as regras da gramática hebraica, precisamos traduzir "a Terra era sem forma e vazia", e não "a Terra tornou-se sem forma e vazia". Assim a gramática hebraica não deixa lugar para a teoria de um intervalo ativo.

Que dizer da interpretação de uma criação prévia "sem forma e vazia" na qual o estado de tohu-bohu de Gênesis l :2 precede a criação divina? Alguns apoiam essa teoria traduzindo o verso l como uma cláusula dependente. Mas a melhor evidência favorece a leitura tradicional de Gênesis 1:1 como uma cláusula independente: "No princípio criou Deus os céus e a Terra." Isto inclui a evidência dos acentos no hebraico, todas as antigas versões, considerações léxico-gramaticais, sintáticas e estilísticas, e comparação com antigas lendas do Oriente Próximo.21 O peso da evidência me leva a reter a leitura tradicional.

Outros suportam a teoria de uma criação prévia "sem forma e vazia" interpretando Gênesis 1:1 como um sumário do capítulo todo (o ato da criação só começando no verso 3). Mas se Gênesis l começa apenas com um título ou sumário, então o verso 2 contradiz o verso 1. Deus cria a Terra (verso l), mas a Terra existe antes da Criação (verso 2). Esta interpretação não pode explicar a referência à existência da Terra já no verso 2. Rompe a continuidade entre os versos l e 2 no uso do termo terra.12 Concluo, portanto, que Gênesis 1:1 não é simplesmente um sumário ou título do capítulo todo.

Contra a sugestão de que todas as palavras em Gênesis 1:2 simplesmente implicam "nada", deve ser dito que o verso 3 e os versos seguintes não descrevem a criação da água, mas assume sua existência prévia. O termo tehom — "abismo" — combinado com tohu e bohu (como em Jeremias 4:34) não parecem referir-se ao nada, mas à Terra num estado sem forma e vazia coberta de água.

Isto nos leva à teoria de um estado inicialmente sem forma e vazio. A sequência do pensamento em Gênesis 1:1-3 tem levado a maioria dos intérpretes cristãos e judeus a esta opinião, que por conseguinte é chamada a opinião tradicional.

A sequência natural de Gênesis 1-2

Concordo com esta opinião, porque acho que só esta interpretação obedece à sequência natural destes versos, sem contradição ou omissão de qualquer elemento no texto.

A sequência do pensamento em Gênesis 1-2 é como segue:

a. Deus antecede a criação (verso l).

b. Há um princípio absoluto do tempo com relação a este mundo e às esferas celestes que o cercam (verso l).

c. Deus cria os céus e a Terra (verso l), mas para começar eles são diferentes do que agora, são "sem forma" e "vazios" (tohu e bohu; verso 2). d. No primeiro dia da semana de sete dias da Criação, Deus começa a formar e a encher o tohu e bohu (verso 3 e os versos seguintes).

e. A atividade divina de "formar e criar" é efetuada em seis dias sucessivos de 24 horas cada.

f. No final da semana da Criação, os céus e a Terra estão terminados (Gênesis 2: l). O que Deus começou no verso l está agora finalizado.

g. Deus descansa no sétimo dia, abençoando-o e santificando-o como um memorial da Criação (2:1-4).

A ambiguidade do quando

Os pontos acima estão claros na sequência do pensamento de Gênesis 1-2. Não obstante, há um aspecto crucial neste processo da Criação que o texto deixa aberto e ambíguo: Quando ocorreu o princípio absoluto dos céus e da Terra no verso l? Foi no começo dos sete dias da Criação ou algum tempo antes? É possível que a matéria bruta dos céus e da Terra em seu estado informe fosse criada muito tempo antes dos sete dias da semana da Criação. Esta é a teoria do "intervalo passivo". Também é possível que a matéria bruta descrita em Gênesis 1:1-2 esteja incluída no primeiro dia da semana da Criação. Esta se chama a teoria do "não intervalo".

Esta ambiguidade no texto hebraico tem implicações na interpretação do Pré-cambriano da coluna geológica, se a gente equaciona o Pré-cambriano com a "matéria bruta" descrita em Gênesis 1:1-2 (naturalmente esta equação está sujeita a debate). Há a possibilidade de um Pré-cambriano recente, criado como parte da semana da Criação (talvez com a aparência de idade alta). Há também a possibilidade de que a "matéria bruta" fosse criada no princípio absoluto da Terra e das esferas celestes circundantes, talvez milhões ou bilhões de anos atrás. Este estado inicial informe e vazio é descrito no verso 2. O verso 3 e os versos seguintes então descrevem o processo de formar e encher durante a semana da Criação.

Concluo que o texto bíblico de Gênesis l deixa margem tanto para (a) um Pré-cambriano recente (criado como parte dos sete dias da criação) ou (b) rochas muito mais antigas e sem fósseis, com um longo intervalo entre a criação da "matéria bruta" descrita em Gênesis 1:1-2 e os sete dias da semana da Criação descrita no verso 3 e nos versos seguintes. Mas tanto num caso como no outro, o texto bíblico requer uma cronologia breve para a vida na Terra. Não há margem para um intervalo de tempo na criação da vida na Terra: ela surgiu do terceiro ao sexto dias literais e consecutivos da semana da Criação.

Richard M. Davidson (Ph.D., Andrews University) é o catedrático do Departamento do Antigo Testamento do Seminário Teológico Adventista do Sétimo Dia, Berrien Springs, Michigan, E. U. A. Ele é autor de diversos artigos e livros, incluindo Typology in Scripture (Andrews University Press, 1981), Love Song for the Sabbath (Review and Herald, 1987), e In the Footsteps of Joshua (Review and Herald, 1995). 


Fonte: Diálogo Universitário

Notas e Referências

1. Ver Hermann Gunkel, Schopfung und Chãos (Gottingen: Vandenhoeck & Ruprecht, 1895); B. S. Childs, Myth and Reality in the Old Testament, Studies in Biblical Theology, 27 (London: SCM Press, 1962), págs. 31-50.

2. Ver D. F. Payne, Genesis One Reconsidered (London: Tyndale, 1964); Henri Blocher, In the Beginning: The Opening Chapters of Genesis (Downers Grove, 111.: Inter-Varsity Press, 1984), págs. 49-59.

3. Ver Conrad Hyers, The Meaning of Creation: Genesis and Modern Science (Atlanta: John Knox, 1984); Davis Young, Creation and the Flood: An Alternative to Flood Geology and Theistic Evolution (Grand Rapids, Mich.: Baker, 1974), págs. 86-89.

4. Ver Derek Kidner, Genesis: An Introduction and Commentary, Tyndale Old Testament Commentaries (Downers Grove, 111.: Inter-Varsity Press, 1967), págs. 54-58; P. l. Wiseman, Creation Revealed in Six Days (London: Marshall, Morgan, e Scott, 1948), págs. 33-34.; Robert C. Newman e Herman I. Eckelmann, Jr., Genesis One and the Origin of the Earth (Downers Grove, 111.: Inter-Varsity Press, 1977), págs. 64-65.

5. Ver Arthur Custancc, Without Form and Void (Brockville, Canada: pelo autor, 1970); e a Scofield Reference Bible (1917, 1967).

6. Ver as seguintes traduções modernas de Gênesis 1:1-3: The New Jewish Version (N J V), New American Bible (NAB) católica, New English Bible; ver também E. A. Speiser, Anchor Bible: Genesis (Garden City, N.Y.: Doubleday, 1964), págs. 3, 8-13.

7. Ver Gerhard von Rad, Genesis: A Commentary, Biblioteca do Antigo Testamento (Philadelphia: Westminster, 1972), pág. 49; Bruce Waltke, "The Creation Account in Genesis 1:1-3; Parte III: The Initial Chaos Theory and the Precreation Chaos Theory", Bibliotheca Sacra 132 (1975),págs. 225-228.

8. Ver Jacques Doukhan, The Genesis Creation Story: Its Literary Structure, Série de Teses Doutorais apresentadas no Seminário da Andrews University, 5 (Berrien Springs, Mich.: Andrews University Press, 1978), págs. 63-73.

9. Uma lista dos principais aderentes e uma defesa detalhada desta posição se encontra em Gerhard Hasel, "Recent Translations of Genesis 1:1", The Bible Translator, 22 (1971). págs. 154-167; e Idem, "The Meaning of Genesis 1:1", Ministry (Janeiro de 1976), págs. 21-24.

10. Ver Henry Morris, The Biblical Basis for Modern Science (Grand Rapids, Mich.: Baker, 1984); e Idem, The Genesis Record (Grand Rapids, Mich.: Baker, 1976), págs. 17-104.

11. Ver Harold G. Coffin, Origin by Design (Hagerstown, Md.: Review and Herald, 1983), págs. 292-293, que concorda com esta possibilidade. Além disto, Clyde L. Webster, Jr., "Gênesis e Cronologia: O Que a Datação Radiométrica nos Informa", Diálogo 5:1 (1993), págs. 5-8.

12. Ver Walter Kaiser, "The Literary Form of Genesis 1-11", em The New Perspectives on the New Testament, l. Barton Payne, ed. (Waco, Texas: Word, 1970), págs. 48-65.

13. Doukhan, págs. 167-220.

14. Ver Mateus 19:4-5; 24:37-39; Marcos 10:6; Lucas 3:38; 17:26-27; Romanos 5:12; I Coríntios6:16; 11:8-9, 12; 15:21-22, 45; II Coríntios 11:3; Efésios 5:31; I Timóteo 2:13-14; Hebreus 11:7; I Pedro 3:20; II Pedro 2:5; 3:4-6; Tiago 3:9; I João 3:12; Judas 11, 14; Apocalipse 14:7.

15. Para mais evidência ver Terrance Fretheim, "Were the Days of Creation Twenty-Four Hours Long? YES", em The Genesis Debate: The Persistent Questions About Creation and the Flood, Ronald F. Youngblood, ed. (Grand Rapids, Mich.: Baker, 1990), págs. 12-35.

16. Ver Gerhard Hasel, "The Polemic Nature of the Genesis Cosmology," The Evangelical Quarterly 46 (1974), págs. 81-102; Idem, "The Significance of the Cosmology in Genesis l in Relation to Ancient Near Eastern Parallels", Andrews University Seminary Studies, 10 (1972), págs. 1-20.

17. Ver Gordon J. Wenham, Word Biblical Commentary: Gen 1-15 (Waco, Texas: Word, 1987), págs. 6-7, para um diagrama da combinação simétrica dos dias da Criação.

18. Ver Gordon J. Wenham, "Sanctuary Symbolism in the Garden of Eden Story", Proceedings of the World Congress of Jewish Studies. 9 (1986), págs. 19-25.

19. Von Rad, pág. 47.

20. Ver Gesenius' Hebrew Grammar, E. Kautzsch e A. E. Cowley, eds. (Oxford; Clarendon Press, 1910, 1974), pág. 454 (par. 141 i); R. L. Reymond, "Does Genesis 1:1-3 Teach Creation Out of Nothing?" Scientific Studies in Special Creation, W. E. Lammerts, ed. (Grand Rapids, Mich.: Baker, 1971), págs. 14-17.

21. Ver Hasel, "Recent Translations" e "The Meaning of Genesis 1:1". 22. Gesenius' Hebrew Grammar, pág. 455 (par. 142 c), que identifica o verso 2 como uma cláusula circunstancial contemporânea com a cláusula principal do verso l (não do verso 3).

domingo, 14 de dezembro de 2014

Carl Sagan e o design inteligente

Placa enviada ao espaço na Pioneer 10
Carl Sagan teria dito: “Não é possível convencer um crente de coisa alguma, pois suas crenças não se baseiam em evidências; baseiam-se numa profunda necessidade de acreditar.” Mas o próprio Carl Sagan tinha a necessidade de crer que só poderia acreditar em evidências e, mesmo assim, não acreditava nas suas próprias evidências. Nos anos 1970, enviou uma “imagem” ao espaço. Ela continha um casal humano e o sistema solar. Foi feita com 1.271 bits de informação. Sagan dizia que quem a encontrasse “saberia que aquela imagem havia sido feita por alguém inteligente, pois demonstrava que fora planejada e executada”. Não era possível que uma imagem como aquela não tivesse um construtor (Hebreus 3:4). Então, aquela simples imagem mostrava que havia um criador que a havia feito. No entanto, ele achava que o ser humano não havia sido criado por Deus. Se aquela simples imagem de 1.271 bits de informação exigiu um criador, que dizer do ser humano, com muitos milhões de bits em suas células? O ser humano é um projeto muito mais complexo. Muito mais elaborado. Portanto, a imagem exige um criador e o ser humano não? Ele queria acreditar que não.

Assim, a frase de Sagan poderia ser corrigida e ficaria assim: “Não é possível convencer um cético da existência de Deus, pois suas crenças não se baseiam em evidências lógicas, defendidas por eles próprios.” Eles dizem que os religiosos “acham”, “creem” e “querem acreditar”, mas eles fazem a mesma coisa e não se baseiam em evidências. Parece que “coam o mosquito e engolem o camelo”, como Jesus disse em Mateus 23:24. Ou seja, “coam” (ou não aceitam) Deus e a Bíblia, por considerá-los “besteira”, mas “engolem” (ou aceitam) besteira muito maior, como a existência de algo ou de alguém sem que tenha havido um Criador que os tenha feito (Hebreus 3:4).

(Pergres, Antineoateísmo, no Facebook)

Lido em: Criacionismo

O átomo de hidrogênio, a distância de 14 pulsares e o sistema solar
A sonda Pioneer 10 foi lançada no dia 2 de março de 1972
 
Leia também: “Cosmos” ressurge nas telas depois de três décadas, Tropeçando na verdade e Religião estereotipada

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Rosetta: água da Terra não veio de cometas

Nada de água como a nossa
Um dos instrumentos da sonda Rosetta descobriu que a água expelida pelos jatos do cometa 67P é muito diferente da água da Terra. Isso complica a ideia que os cientistas vinham acalentando há alguns anos de que a água dos oceanos da Terra teria sido trazida pelos cometas, uma vez que as [supostas] temperaturas escaldantes no período de formação do nosso planeta fizeram qualquer água primordial evaporar-se. A água na Terra tem uma assinatura distinta: embora consista primariamente de oxigênio e hidrogênio, ocasionalmente um átomo de hidrogênio é substituído por seu isótopo deutério - a proporção é de três átomos de deutério para cada 10.000 moléculas de água. Essa água tem as mesmas propriedades físicas da molécula H2O normal, mas é mais pesada. Já a água expelida pelo cometa 67P tem uma proporção de deutério três vezes maior, sugerindo que, se a água da Terra veio mesmo do espaço, não foram os cometas que a trouxeram. A medição foi feita pelo instrumento Rosina (Rosetta Orbiter Sensor for Ion and Neutral Analysis), cujos dados já haviam mostrado que o cheiro do cometa não é nada agradável. [...]

Como não se conhece nenhum processo físico, químico ou geológico que possa explicar a formação da água na Terra, então os cientistas presumem que toda a água do planeta deve ter chegado aqui depois que a Terra esfriou, água que teria então sido trazida por asteroides ou por cometas.

Os cometas eram os candidatos ideais porque - pelo menos até a chegada da sonda Rosetta ao cometa 67P - acreditava-se que cometas eram bolas de gelo sujas. Assim, os dedos dos astrofísicos agora começam a apontar para os asteroides como candidatos naturais. A rigor, a informação de um só cometa é pouco para descartar uma hipótese - e uma medição que ainda não é a ideal porque os pesquisadores haviam planejado um estudo que dependia dos dados do robô Philae, que não funcionou como esperado.

O cometa 67P possui uma proporção deutério/hidrogênio que é três vezes superior à da água da Terra, e ainda mais elevada do que as registradas em cometas originários da nuvem de Oort - o Hartley 2 e o 67P são da família Júpiter, formados no interior do Sistema Solar.

Fonte: Inovação Tecnológica

Nota do blog Criacionismo: Curiosa mesmo foi a chamada da matéria sobre o mesmo assunto, publicada no site da revista Veja: “Missão Rosetta: asteroides, não cometas, teriam trazido água para a Terra”. Note como, descartada a teoria anterior (que era tão certa!), eles já afirmam com certeza a nova teoria. O fato é que a teoria naturalista do surgimento da vida em nosso planeta não “fecha as contas”. Há muitos buracos que a tornam um verdadeiro “queijo suíço”. Como a água é imprescindível para a vida, e como se assume que o planeta primordial era uma bola incandescente, essa água toda não pode ter se formado aqui. Logo, deve ter sido trazida do espaço. Note que uma hipótese gera a outra e nenhuma delas está exatamente baseada em fatos. Existem contraevidências que sugerem que a formação do nosso planeta não ocorreu como alguns cientistas creem. Mas a fé deles continua firme e forte, lutando contra as evidências. Descartada (em parte) a hipótese do abastecimento de água por “caminhões pipa” cometários, ganha força a ideia de que essa água tenha sido trazida a bordo de asteroides. Tudo para fugir da ideia de que, quando Deus começou a modelar este planeta, a água já estava aqui em abundância. [MB]

Noé, a Arca, os Dinossauros e o Diúvio: Fato ou Boato? - Dr. Marcos Eberlin

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Ellen White na lista de americanos mais influentes

Foi divulgada em novembro uma inusitada lista com os nomes dos 100 norte-americanos mais influentes de todos os tempos. A listagem é um trabalho da Smithsonian Magazine, uma publicação que pertence ao Smithsonian Institute, e inclui a escritora adventista Ellen White. Essa instituição, criada em 1846, reúne um grupo de museus e centros de pesquisa administrados pelo governo dos Estados Unidos. Conforme a revista, foi adotada uma metodologia criada por Steven Skiena e Charles Ward. Skiena é professor da Universidade Stony Brook e pesquisador na área de computação, e Ward é um engenheiro da Google especializado em metodologias de classificação. Os dois desenvolveram um método algorítmico para classificar figuras históricas, como o Google classifica páginas da web. Só que Skiena e Ward resolveram catalogar as pessoas de acordo com a sua importância histórica, o que eles definem como “o resultado de forças sociais e culturais que agem sobre a massa de realização de um indivíduo”.

Para se chegar a esse grupo, foram pesquisadas fontes como a Wikipedia, que tem mais de 840 mil páginas dedicadas a pessoas de todos os tempos e lugares, além de dados extraídos dos 15 milhões de livros que a Google digitalizou. Eles analisaram os dados para produzir um escore único para cada pessoa e usaram uma fórmula que incorpora o número de links para cada página, o número de páginas visitadas, a duração de cada entrada e a frequência das edições para cada página.

Ellen White integrou a área que eles chamaram de figuras religiosas, ao lado de outros nomes conhecidos. A listagem completa tem gente do nível de Abraham Lincoln, George Washington, Martin Luther King, Thomas Jefferson, Oprah Winfrey, entre outros.

No próximo ano, a Igreja Adventista do Sétimo Dia no mundo vai relembrar o centenário de morte dela, que é considerada uma das maiores escritoras cristãs. Para o doutor Alberto Timm, diretor associado do Ellen White Estate, “ela é, sem dúvida, a adventista mais conhecida e influente. Sem haver ocupado qualquer função administrativa na Igreja Adventista, os conselhos de Ellen White continuam dando forma a muitos programas e a quase todas as instituições em todos os níveis da denominação. Seus escritos exaltam a Cristo e estimulam a lealdade à Bíblia como norma de todas as doutrinas e base de todas as reformas”.

Fonte: Felipe Lemos, ASN

1º TDI Brasil - Evidências de Um Ajuste Ultra Fino do Universo - Adauto Lourenço

1º TDI Brasil - O que nos faz Humanos? Desafios Atuais na Compreensão da Mente Humana e suas Implicações para o Debate Evolução versus DI - Marcos Romano

1º TDI Brasil - Preconceitos e Fraudes no Ensino de Evolução e Design Inteligente na Sala de Aula: A Visão de um Educador - Mario Magalhães

1º TDI Brasil - O Projeto Fantástico com Complexidade Mega Irredutívelmente Complexa dos Cefalópodes: Evolução ou DI? - Rodolfo Paiva

1º TDI Brasil - Um Mundo Imperfeito com "Bad Designs": Evidência a Favor da Evolução ou do Design Inteligente? - Eduardo Meurer

domingo, 7 de dezembro de 2014

300 mil acessos ao nosso blog!

Clique sobre a imagem para ampliá-la
Hoje, chegamos à marca de mais de 300.000 acessos ao nosso blog "Criacionista pela Fé e pela Razão". Quero agradecer a cada leitor e leitora deste blog, que tem o objetivo de apresentar informações sobre o estudos das origens pela ótica criacionista, bem como compará-la à visão evolucionista e analisar qual a melhor inferência diante dos dados científicos atuais. Também compartilhamos aqui a nossa esperança na breve volta e Jesus e apresentando os sinais de Sua vinda. São muitas as pessoas que estão sendo alcançadas no mundo todo por meio desta ferramenta, que é o nosso blog, ajudando a cumprir a profecia de Mateus 24:14 e Apocalipse 14:6-12. Que o Criador e Salvador, Jesus Cristo, seja sempre louvado! Amém! 

André Luiz Marques

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Design Inteligente Rio - Mesa Redonda com Marcos Eberlin, Wellington Silva e Gustavo Milson

Design Inteligente Rio - Conferência 4: O Big-Bang demostra a existência de Deus? Evandro Mello


Certas ideias do palestrante não são concordadas com o autor deste blog, quanto a Deus ter usado a evolução no processo de criação. Uma coisa anula totalmente a outra.

Design Inteligente Rio - Conferência 3: O Terceiro Elemento da Vida: Prova Irrefutável por Leis Naturais de Design Inteligente - Marcos Eberlin

Design Inteligente Rio - Conferência 2: Ciência e Religião: como (re)conciliá-las! Enezio de Almeida


A opinião do palestrante não é necessariamente a do autor deste blog sobre o que é criacionismo.

Design Inteligente Rio - Conferência 1: Existe conflito entre Fé e Ciência? Wellington Silva

1º TDI Brasil - Evidências de DI na Biologia: mimetismo e camuflagem - Ricardo Marques

Palestra plenária II de abertura do 1º Congresso de Design Inteligente - Paul Nelson

Palestra plenária de abertura do 1º Congresso de Design Inteligente - Uziel Santana

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Design inteligente do falcão inspira design de avião

O homem copia o design inteligente da natureza e, mesmo assim, ainda não consegue superá-lo. Falcão peregrino e B-2 Spirit. Como aceitar que o falcão seja produto de uma evolução e só o B-2 seja obra de uma mente inteligente? André Luiz Marques

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Reação ao manifesto do Design Inteligente

Reinaldo José, blogueiro (Darwin e Deus), da Folha de São Paulo, publicou agora pouco um manifesto de professores e alunos da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), aos quais estão começando a se somar pessoas de outras universidades importantes para redigir e divulgar uma resposta ao manifesto da Sociedade Brasileira do Design Inteligente, grupo este de cientistas e pesquisadores contrários à teoria da evolução, lançado no mês passado.

Quem não teve a oportunidade de ler o Manifesto da TDI, clique aqui. A seguir, confira na integra o manifesto dos defensores da teoria evolucionista.

*************
"Recentemente ocorreu em Campinas o I Congresso Brasileiro do Design Inteligente. O manifesto do evento admite que a opinião atual da academia ainda não acata, em sua maioria, a teoria do design inteligente (TDI) e o seu ensino. No entanto, o referido manifesto exige que as escolas brasileiras ensinem alegadas deficiências da teoria evolutiva e que informem uma suposta disputa com a TDI. Nosso manifesto de resposta, porém, repudia esses dois posicionamentos e alerta o público que a TDI não pode ser considerada científica.

A TDI não se apresenta como uma alternativa à teoria evolutiva tanto por ela não ser aceita por grande parte da comunidade científica (ver anexo), quanto por não se configurar como uma teoria científica. A ciência é inerentemente limitada a fornecer descrições e/ou explicações naturais sobre o mundo e não se relaciona com alegações sobrenaturais. Por esse motivo, teorias como a do design inteligente são imediatamente descartadas como ciência, pois possuem uma dependência explícita ou implícita a causas sobrenaturais. Além disso, os conceitos elaborados pelos defensores da TDI são demasiado vagos para permitir previsões específicas e alcançar qualquer forma de unificação explicativa. A TDI é inconsistente com diversas áreas da ciência, desde a Geologia de Petróleo (que preconiza em suas previsões a evolução da vida) até as Ciências da Vida. Os proponentes da TDI também se recusam a entrar em detalhes sobre os mecanismos e métodos utilizados pelo designer, e a maior parte da literatura dessa área consiste em argumentos puramente negativos contra a evolução, com o propósito de distorcer a ciência e inserir dúvidas infundadas.

A alegação de que a teoria evolutiva apresenta inconsistências graves é apresentada de forma distorcida no manifesto da TDI Brasil. A controvérsia que existe na teoria evolutiva, e que pode ser apresentada nas escolas, se refere aos debates atuais no pensamento evolutivo, como em relação a formas de herança não genética e ao papel do desenvolvimento embrionário nas mudanças evolutivas. Contudo, nenhuma dessas novidades no corpo teórico invalida a evolução como fato. Teorias são estruturas de ideias que explicam e interpretam fatos. A biologia evolutiva continuamente elabora novas abordagens teóricas, mas essas, ao contrário do que é pronunciado no manifesto da TDI Brasil, acumulam cada vez mais evidências a favor da evolução da vida.

Por isso, a alegada disputa entre TDI e teoria evolutiva não se sustenta e não deve ser apresentada no ensino básico, uma vez que o design inteligente não apresenta aspectos fundamentais de uma teoria científica. As controvérsias constituem aspectos imprescindíveis no conhecimento científico e, portanto, devem ser levadas em conta no seu ensino. No entanto, a inclusão de controvérsias científicas no currículo escolar deve ser criteriosa. Propostas com pouca sustentação na ciência e que não constituem controvérsias genuínas não fazem parte da educação científica, como a chamada Teoria do Design Inteligente, que sequer pode ser considerada como hipótese científica."

***********
Fonte: Darwin e Deus, da Folha de São Paulo

Nota deste blog Ciência e Fé: "Ninguém chuta cachorro morto", não é verdade? É notório perceber o incomodo ou preocupação por parte dos defensores da teoria evolucionista. Mas, por outro lado, o objetivo inicial da TDI é este, abrir mais diálogos e debates francos entre os pesquisadores, acima de tudo, levar em pauta as evidências científicas vigentes, sem paixões dogmáticas de ambas as partes. Particularmente, como membro do comitê científico da TDI e pesquisador e estudioso das Origens, percebo que, em breve, o paradigma evolucionista estará se desfazendo por si mesmo. Por quê? Porque sei que nada melhor que um dado após o outro. As novas evidências científicas apontam para isso. Aguardemos mais um pouco e veremos este fato acontecer! [Firmo Neto]

O Gênesis segundo os evolucionistas teístas

1.1 No princípio era o nada... e o nada era nada... e o nada do nada se fez.

E disse o nada para o nada: explode... e o nada explodiu e foi um bang bem big.

E a antimatéria simplesmente sumiu.

E disse a gravidade: juntem-se He e H2 e façam estrelas. Dane-se a química...eu quero formar estrelas.

E disse o pó cósmico... juntemos nossas partículas, que elas colidam fundam e se grudem e assim se fez...

E disse Júpiter...blocos de gelo, avante bombardear a terra! 

E no mar escaldante ácido corrosivo a ameba primordial surgiu.

E disse Darwin: evolua, sua ameba rudimentar primordial por mutações e seleção natural e forme todas as espécies! E assim se fez.

E viu Darwin que a evolução era boa e escreveu a "bíblia".

E um ancestral símio comum é atacado por mutações,

E viu a mutação que a diversificação era bom.

E viu Deus que um dos primos era meio parecido com ele.. meio sua imagem e semelhança sabe?

E soprou nele o seu espirito.

E o homem foi "feito" alma vivente.

E os evolucionistas teístas surgem... e ficam de boa com seus colegas acadêmicos... amém!

Fonte: Dr. Marcos Eberlin, em seu Facebook.

domingo, 30 de novembro de 2014

Primórdios do criacionismo no Brasil

Isaac & Charles: camadas de preconceito

Clique sobre a imagem para ampliá-la.
Conheça a página da tirinha no Facebook e o blog.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Eles desafiam Darwin

Marcos Eberlin, professor do Instituto de Química da Unicamp 


Toda vez que é instada a dissertar sobre o início do universo e da vida, a maioria da comunidade científica apoia-se nos princípios de Charles Darwin (1809–1882), o biólogo e naturalista inglês que explicou a origem da diversidade da vida na terra com a Teoria da Evolução. Para esses darwinianos, novas espécies de seres vivos surgem por meio de mudanças graduais, geradas pela descendência e guiadas pela seleção natural. Cresce no País, no entanto, um grupo de cientistas de currículos robustos dispostos a quebrar o paradigma da biologia evolutiva, defensores da Teoria do Design Inteligente (TDI). A vida, para eles, não se desenvolveu na Terra de forma natural, mas projetada por uma mente inteligente. “Conhecimentos científicos em bioquímica e biologia molecular cada vez mais apurados nos permitiram abrir a caixa preta chamada célula e enxergar nela um conjunto imenso de máquinas moleculares dotado de uma complexidade irredutível”, diz Marcos Eberlin, professor do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). “Não dá para pensar num motor desse tipo produzido por forças naturais. Foi decisão de uma inteligência que existe no universo.” Autor de mais de 650 artigos científicos com mais de dez mil citações e comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico, Eberlin é o porta-voz brasileiro da TDI, um movimento que nasceu nos Estados Unidos no final dos anos 80. Por lá, há cerca de três mil adeptos, como químicos, bioquímicos, biólogos e físicos. Aqui, os seguidores ganharam corpo com a Sociedade Brasileira do Design Inteligente, constituída no mês passado. Com Eberlin na presidência e um comitê científico composto por alguns ex-darwinistas, a entidade recentemente deu vida ao 1º Congresso Brasileiro do Design Inteligente, em Campinas, no interior de São Paulo.

Ao final do ciclo de palestras, no domingo 16, que contou com a presença de cientistas do exterior, como o filósofo com especialização em biologia evolucionária Paul Nelson [foto ao lado], entre os 370 participantes, o número de membros da sociedade saltou de 220 para 300. “Seremos 500 até o final do ano, mil até o ano que vem e cinco mil em cinco anos”, afirma o químico da Unicamp. “Não somos inimigos de Darwin, mas amigos da ciência. Queremos restabelecer a verdade científica”, diz ele, que é membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC). Por enquanto, porém, eles têm causado controvérsia na comunidade científica. Para o especialista em genética evolutiva Diogo Meyer, a TDI tem credibilidade quase nula. “Eles não são da área para a qual pretendem contribuir. São químicos, pessoas que atuam na biologia molecular, bioquímica, e não trabalham com a evolução, diversidade biológica ou genética”, afirma ele, que é biólogo do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP). “É como se eu, que trabalho com evolução, argumentasse contra as interpretações mais convencionais da Revolução Francesa.”

Para os darwinianos, a TDI é um movimento de criacionistas que tenta dar uma roupagem de teoria científica à fé deles. “A gente diz por que a evolução dá conta de explicar as estruturas complexas das moléculas celulares, mas quem está atacando uma ideia já vigente precisa arregaçar a manga e mostrar serviço, o que não ocorreu até agora”, afirma Meyer. Evangélico batista, o químico Eberlin argumenta que tentam rotular o selo de religião na TDI para classificá-la como pseudociência. A universidade da qual ele é docente chegou a divulgar o Congresso sobre Design Inteligente em sua página no Facebook mas, de acordo com Eberlin, sofreu pressão para remover o anúncio. A Unicamp explicou, por meio de sua assessoria, que após verificar que o evento não conta com participação institucional concluiu que não justifica a sua divulgação. O porta-voz da TDI chama seus opositores de pitbulls de Darwin. Para eles, o químico, presidente da Sociedade Internacional de Espectrometria de Massas, é um charlatão. O docente, porém, continua aceitando convites para palestrar em universidades e explanar que fomos planejados e não gerados por processos naturais.

Foto: João Castellano/Ag. Istoé


Nota do Dr. Marcos Eberlin, em seu Facebook: Pessoal, algumas pérolas dos Darwinistas na reportagem da ISTO É... Para o especialista em genética evolutiva Diogo Meyer, a TDI tem credibilidade quase nula. “Eles não são da área para a qual pretendem contribuir. São químicos, pessoas que atuam na biologia molecular, bioquímica, e não trabalham com a evolução, diversidade biológica ou genética”, afirma ele, que é biólogo do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP). “É como se eu, que trabalho com evolução, argumentasse contra as interpretações mais convencionais da Revolução Francesa”. Somos apenas "meros" Químicos e "Bioquímicos" e biólogos moleculares", portanto não entendem evolução... Gente, só quem vê a evolução só via bicos de passarinhos e cascos de tartarugas que ainda crê em Darwin... Foi ao Nível Molecular que a porca da evolução torceu o rabo... aliás, foi juntando tudo, entenda como se dá os vários níveis intrincados, sincronizados e inter-dependentes e complexamente irredutíveis de mecanismos de camuflagem e mimetismo dos cefalópodes, por exemplo, por morfologia biológica e nível molecular (bio)químico, e dê adeus a Darwin! [Dr. Marcos Eberlin]

Terra tem "escudo invisível" contra radiação cósmica

Em busca de uma explicação para o escudo antirradiação, a equipe está centrando as atenções na plasmafera (em roxo), uma nuvem de gás carregado que circunda a Terra. [Imagem: NASA/Goddard]
Radiação cósmica

Cientistas de uma missão da NASA se dizem perplexos com o que acabam de descobrir: um escudo antirradiação em torno da Terra que é uma verdadeira "barreira impenetrável no espaço" - ao menos para partículas cósmicas de alta energia.

Os cinturões de Van Allen, anéis de partículas carregadas mantidos pelo campo magnético da Terra, são conhecidos há décadas. Mais recentemente, as duas sondas gêmeas Van Allen (a missão originalmente se chamava RBSP (Radiation Belt Storm Probes) descobriram um novo cinturão de radiação ao redor da Terra.

Mas o que estas mesmas sondas descobriram agora é diferente.

Embora os cinturões de Van Allen protejam a Terra de grande parte da radiação espacial, os cientistas acreditavam que a radiação mais forte, consistindo de elétrons de energia muito alta, só era barrada aos poucos, conforme as partículas se aproximavam e colidiam com os átomos da atmosfera.

Escudo protetor da Terra

O que os instrumentos das duas sondas revelaram é algo bem diferente: há um verdadeiro "escudo invisível" nas imediações dos cinturões de Van Allen que simplesmente não permite a penetração dos elétrons de alta energia - a radiação mais perigosa não apenas para os satélites de comunicação e para os astronautas em órbita da Terra, mas também para a própria vida na superfície.

"Esta barreira contra elétrons ultrarrápidos é uma característica surpreendente dos anéis. Nós fomos capazes de estudá-la pela primeira vez porque nós nunca havíamos feito uma medição precisa desses elétrons de alta energia," disse Daniel Baker, da Universidade do Colorado, que chamou a nova barreira protetora de "escudo invisível tipo Jornada nas Estrelas".

Os elétrons de alta energia são bruscamente contidos pelo escudo protetor. [Imagem: D. N. Baker et al. - 10.1038/nature13956]
"É quase como se esses elétrons estivessem batendo em uma parede de vidro no espaço. Mais ou menos como os escudos criados por campos de força em Jornada nas Estrelas eram usados para repelir armas alienígenas, estamos vendo um escudo invisível bloqueando esses elétrons. É um fenômeno extremamente intrigante," disse Baker.

Partículas espaciais

Ainda não há uma explicação sobre o que e como se forma essa barreira protetora.

A equipe já descartou a ação do campo magnético terrestre que mantém os anéis antirradiação já conhecidos - os elétrons de alta energia são bloqueados à mesma altitude mesmo em pontos onde o campo magnético da Terra é mais fraco -, bem como as ondas eletromagnéticas das transmissões de dados feitas pelo homem e o formato muito pronunciado dos anéis de radiação, que também foi descoberto pelas sondas Van Allen.

Segundo nota emitida pela NASA sobre a descoberta, a explicação mais provável para a constituição do "escudo invisível" são outras "partículas espaciais" ainda desconhecidas ou não detectadas.

Bibliografia:

An impenetrable barrier to ultrarelativistic electrons in the Van Allen radiation belts
D. N. Baker, A. N. Jaynes, V. C. Hoxie, R. M. Thorne, J. C. Foster, X. Li, J. F. Fennell, J. R. Wygant, S. G. Kanekal, P. J. Erickson, W. Kurth, W. Li, Q. Ma, Q. Schiller, L. Blum, D. M. Malaspina, A. Gerrard, L. J. Lanzerotti
Nature
Vol.: 515, 531-534
DOI: 10.1038/nature13956


Nota: Somado ao próprio campo magnético, à atmosfera, à Lua, aos planetas externos e aos bilhões de astros entre a Terra e o centro da nossa galáxia, esse escudo recém descoberto é mais uma clara evidência de design inteligente assombroso que protege a Terra contra radiação e corpos celestes que vagueiam pelo espaço. São escudos finamente ajustados para a função que exercem, que é a de possibilitar a vida na Terra, algo que até então não tem algo parecido no Universo. É uma raridade, não sendo provável encontrar, todas juntas e ao mesmo tempo, em um planeta qualquer. Só a Terra tem tudo isso e muito mais. Uma obra-prima do Criador dos céus e da Terra! E querem nos fazer acreditar que toda essa beleza é obra do acaso... pode? [ALM]

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Walter Veith no Brasil em 2015


Ótima esta notícia! Vou me preparar para prestigiar as palestras do Pr. Dr. Veith, o qual me ajudou a sair do evolucionismo e vir para o criacionismo e adventismo. Gosto muito das palestras dele. Ainda está-se decidindo o local, mas será em julho de 2015, no estado de São Paulo. Aguarde maiores informações. [ALM]

Fonte: TV Terceiro Anjo

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

O mistério da “explosão cambriana”

Segundo matéria publicada no portal Terra, uma pesquisa da universidade americana Yale no Marrocos descobriu que alguns dos mais estranhos animais já descobertos no planeta viveram muito mais do que se imaginava, pelo menos 10 milhões de anos, segundo a cronologia evolucionista. As espécies em questão eram do período Cambriano (de 542 milhões a 488 milhões de anos atrás, na mesma cronologia), mas chegaram a viver no início do período Ordoviciano. A reportagem dá conta de que essas descobertas podem mudar algumas crenças científicas, como, por exemplo, a de que esses seres “esquisitos” viveram por pouco tempo.

Segundo a própria universidade explica, o Cambriano – uma época em que a vida era essencialmente marinha – é conhecido também como “explosão cambriana”, devido ao súbito aparecimento da maioria dos grandes grupos animais e o estabelecimento de um complexo ecossistema. Os pesquisadores analisaram mais de 1,5 mil espécimes encontradas em um deserto no Marrocos.

Conforme Derek Briggs, um dos autores do estudo publicado na revista Nature, a maioria dos fósseis do Ordoviciano mostra as partes mais duras dos animais, como conchas, mas os descobertos no Marrocos preenchem parte dessa lacuna. A pergunta que nunca cala é: como explicar esse súbito aparecimento de animais complexos (como os trilobitas, que tinham até mesmo olhos de calcita) no período Cambriano, sem qualquer evidência de ancestrais válidos no pré-Cambriano? O problema é que toda essa vida exuberante simplesmente “surge” (explode) nesse período. Mágica? Seria mais fácil entender que essas formas de vida com pouca capacidade de locomoção viviam nos leitos oceânicos pré-diluvianos e foram sepultadas ali pelos sedimentos do dilúvio, por isso mesmo estão na base da “coluna geológica”.

O que é a Teoria do Design Inteligente

terça-feira, 18 de novembro de 2014

O 1º Congresso Brasileiro do Design Inteligente foi um sucesso total









Créditos das fotos: Donizete Romon e Marcos Soares e Jussara Teixeira
Related Posts with Thumbnails
Related Posts with Thumbnails
BlogBlogs.Com.Br