quarta-feira, 11 de maio de 2011

Deus Pode - Robson Rocha

Curti muito esta música, espero que goste também.

As três mensagens angélicas e sua relação com a doutrina da criação

O ano de 1844 foi um ano importante. Os seguidores de Guilherme Miller experimentaram o Grande Desapontamento, levando a uma completa investigação das profecias relacionadas com o segundo advento. A crescente compreensão da Bíblia que resultou daquele estudo levou ao estabelecimento da Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Naquele mesmo ano, Charles Darwin completou um resumo das suas referências sobre a evolução através da seleção natural. Ele apelidou este estudo "abstrato", mas era muito mais do que um livreto. Contudo, Darwin não publicou o seu “abstrato” naquele ano. Em 1844 também, Robert Chambers publicou anonimamente o livro Vestiges of the Natural History of Creation. Esse livro especula abertamente sobre a possibilidade de uma mudança evolucionista em longos períodos de tempo. Foi dito que este livro causou maior impacto no público do que o livro de Darwin uns 15 anos depois. A reação do público foi tão intensa à obra de Chambers que Darwin segurou o seu livro por mais 15 anos.

A ironia aqui é obvia: o nascimento da Igreja Adventista do Sétimo Dia, com a sua ênfase na Criação bíblica em seis dias, coincidiu como a apresentação pública do pensamento evolucionista. Isto foi uma coincidência? Creio que não.

Os adventistas do sétimo dia consideram-se comissionados a apresentar uma mensagem especial ao mundo, chamada “As Três Mensagens Angélicas” de Apocalipse 14:6-12. Nosso propósito aqui é explorar o significado dessas mensagens e a sua relação com a doutrina da criação.

O Primeiro Anjo

O contexto de Apocalipse 14 indica um cenário escatológico, prensado entre a perseguição apresentada nos capítulos 12 e 13 e a “colheita” do final do capítulo 14. Os adventistas compreendem que as três mensagens angélicas de Apocalipse 14 representam o movimento final preparando o mundo para a segunda vinda de Cristo. Os Adventistas do Sétimo Dia esperam desempenhar uma função importante na proclamação dessas mensagens. Consequentemente, precisamos compreender o que elas dizem.

Essas três mensagens estão em sequência, pois entre elas, existem elos subjacentes. Um elo é a doutrina da criação conforme foi registrada por Moisés; outro elo é a justificação pela fé. A igreja não pode alcançar êxito na pregação das três mensagens angélicas sem fé no relato bíblico da criação, que é fundamental para essas mensagens e indispensável para a nossa missão.

O primeiro anjo, (Ap 14:6) é descrito como tendo o “evangelho eterno”. O evangelho é as boas novas da salvação, que é necessário devido à queda do homem. A história da criação forma a base para compreender essa queda: “Assim, pois, todos os que pecaram sem lei também sem lei perecerão; e todos os que com lei pecaram mediante lei serão julgados” (Rm 2:12, cf 1 Tm 2:13-14).

A mensagem do primeiro anjo consiste em duas partes. A primeira parte é (parafraseada): “Temei a Deus e dai-lhe glória, por causa do julgamento.” Essa mensagem foi enfatizada no início da história do adventismo, nas doutrinas do juízo investigativo e executivo. A segunda parte é (novamente parafraseada): “Adorai Aquele que criou.” Na escrita hebraica, a mesma idéia era frequentemente expressa duas vezes, usando diferentes palavras. Este é um modo de enfatizar um ponto. A primeira mensagem angélica pode ser tratada com tal paralelismo:

Temei a Deus e dai-lhe glória, por causa do julgamento, Adorai a Deus por causa da criação. Temer a Deus é reverenciá-Lo, e implica a adoração: “Quem não temerá e não glorificará o teu nome, ó Senhor? Pois só tu és santo; por isso, todas as nações virão e adorarão diante de ti, porque os teus atos de justiça se fizeram manifestos.” (Apocalipse 15:4).

O julgamento é um dos atos de justiça de Deus. Para muitos, a ênfase no julgamento não parece ser boas-novas. Porque deveríamos considerar a vinda do julgamento como “boas novas” (evangelho)? E qual é o relacionamento da criação e das boas novas? Vamos considerar estas perguntas ao examinarmos o paralelismo no texto.

“Temer” a Deus significa dar-Lhe reverência, ou adorá-Lo. Esta é a primeira parte do paralelismo. Deus é digno de adoração porque Ele é tanto Criador como Juiz. “Tu és digno, Senhor e Deus nosso,… porque todas as coisas tu criaste….” (Ap 4:11). Ser o Criador demonstra a autoridade de Deus e dá a Ele o direito (responsabilidade?) de julgar.

Qual é o paralelismo entre julgamento e criação? Quem é o Criador? Quem é nosso Juiz? Foi Jesus quem nos criou, e quem estará conosco também no julgamento. As boas novas (evangelho) é que a criação e a redenção estão unidas em Jesus Cristo. Jesus é o nosso Criador (João 1:3) bem como nosso advogado no julgamento (1 João 2:1). Deus tanto nos criou como nos salvou através de Jesus (Cl 1:13-17). Devido a este relacionamento, o julgamento é boas novas para o Cristão.

Apesar de ser muito defendido pela igreja, o aspecto referente à criação nas três mensagens passou a receber a mesma atenção dada ao conceito do julgamento, apenas no início da história da nossa igreja. Havia menos necessidade de enfatizar Deus como Criador porque virtualmente todos os cristãos aceitavam o relato bíblico da criação, o que agora já não é uma realidade.

A história bíblica da criação é que o ser humano foi criado perfeito, à imagem de Deus. Devido à sua própria escolha errônea, caiu em pecado. Deus não poderia simplesmente desculpar seu pecado e permanecer justo, então, o próprio Deus, na pessoa de Jesus Cristo, veio a terra morrer em nosso lugar. Assim, Deus poderia ser justo e justificador de todo aquele que crê (Rm. 3:26). Isto significa que a salvação vem pela graça. (Ef 2:8).

O julgamento da humanidade está intimamente relacionado com a história da criação. Nossa responsabilidade é baseada no fato de que na criação os ser humano era perfeito. Sem a queda da perfeição, não há responsabilidade para com Deus pelo pecado, e necessidade de um Salvador. O julgamento incluirá responsabilidade final pela condição do mundo (Ap 11:18), uma responsabilidade dada na criação (Gn 1:28). Os criacionistas devem ser bons mordomos dos recursos da terra. [Leia o artigo na íntegra clicando aqui]

sábado, 30 de abril de 2011

Os Dez Mandamentos - 1956 - (parte 1 de 23)


Você tem 3 horas e 39 minutos de tempo livre hoje e quer utilizá-los muito bem? Então recomendo que assista a este tremendo e belíssimo filme sobre a história da libertação do povo de Israel das mãos do faraó Ramsés, feita pelo poder de Deus, que usou Moisés para isso, afim de restaurar Sua Lei (descrita em Êxodo 20) no coração de Seus filhos. Garanto que não perderá seu tempo. Acabo de terminar de assistir pela segunda vez. O filme tem cenas como estas: abertura do Mar Vermelho e a entrega dos Dez Mandamentos. Um filme antigo (1956), mas bastante fiel à Bíblia e outras fontes históricas confiáveis. Contemple "Os Dez Mandamentos"!

Veja as outras partes acessando-as pelo menu, que aparece no final de cada apresentação, ou clique aqui e veja diretamente pelo Youtube.

Obs.: Recomendo que leia o livro de Êxodo, se ainda não o leu por completo, para depois ver o filme a partir de um senso crítico.

André Luiz Marques

Oração ao Deus desconhecido, por Nietzsche

Antes de prosseguir no meu caminho
E lançar o meu olhar para frente
Uma vez mais elevo, só, minhas mãos a Ti,
Na direção de quem eu fujo.
A Ti, das profundezas do meu coração,
Tenho dedicado altares festivos,
Para que em cada momento
Tua voz me possa chamar.

Sobre esses altares está gravada em fogo
Esta palavra: “ao Deus desconhecido”
Eu sou Teu, embora até o presente
Me tenha associado aos sacrílegos.
Eu sou Teu, não obstante os laços
Me puxarem para o abismo.
Mesmo querendo fugir
Sinto-me forçado a servi-Te.

Eu quero Te conhecer, ó Desconhecido!
Tu que me penetras a alma
E qual turbilhão invades minha vida.
Tu, o Incompreensível, meu Semelhante.
Quero Te conhecer e a Ti servir.

(Friedrich Nietzsche [1844-1900] em Lyrisches und Spruchhaftes [1858-1888]. Tradução: Leonardo Boff. O texto em alemão pode ser encontrado em Die Schönsten Gedichte von Friederich Nietzsche, Diogenes Taschenbuch, Zürich 2000, 11-1,2 ou em F. Nietzsche, Gedichte, Diogenes Verlag, Zurich 1994)

Lido em: Criacionismo

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Evangelho segundo o Twitter

Blog "Geografia em Foco"

Olá, caro leitor deste blog!

Estou montando mais um blog com o tema geográfico em conciliação com a fé cristã criacionista e convido-o para participar do mesmo. Trata-se do blog Geografia em Foco hospedado na plataforma da Educação Adventista, da qual sou professor de Geografia, no Colégio Adventista Centenário, Curitiba/PR. Clique sobre a imagem acima ou sobre o nome do blog para acessá-lo.

É um blog mais direcionado para os meus alunos do CAC, contendo materiais de apoio às aulas tais como vídeos, artigos escritos por mim e outros profissionais, links de sites relacionados, links para downloads, apresentações de slides, materiais para provas e pesquisas, curiosidades geográficas, avisos em geral, dentre outros. Mas pode também ser útil para outros que quiserem sempre dar uma pesquisada por lá. Agradeço desde já o seu prestígio.

Atenção alunos do CAC: Os materiais sobre as nossas aulas serão de hoje em diante postados no nosso blog Geografia em Foco, e não mais no Outra Geografia. Ok? A paz de Jesus Cristo!

Prof. André Luiz Marques

sexta-feira, 15 de abril de 2011

A perfeita espiral da galáxia M74

Se não é perfeita, essa espiral é, pelo menos, muito fotogênica. Essa galáxia tem 100 bilhões de estrelas e fica a 32 milhões de anos-luz, na direção da constelação de Peixes. A M74 possui vários aglomerados de estrelas, que você vê em azul, e corredores mais escuros de poeira cósmica. A imagem que você vê foi obtida com 19 horas de exposição no telescópio Calar Alto, que fica na Sierra de Los Filabres, na Espanha. Tem uma largura de 30 mil anos-luz.

Fonte: Hypescience via Criacionismo

Nota: “Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos” (Salmo 19:1).

sexta-feira, 8 de abril de 2011

A Medicina Genética do Século 21 e a Bíblia - Dr. Sang Lee (Parte 1 de 7)



Veja a sequência do estudo acessando as outras partes pelo menu, que aparece no final de cada apresentação, ou acesse-as em nosso canal no Youtube. Duração aproximada de 1h30min. Um excelente estudo!

Visto no blog Desperta, ó tu que dormes!

terça-feira, 5 de abril de 2011

Promovendo nossas comunidades do Orkut

Criei, recentemente, três comunidades no Orkut e convido você para participar delas. Duas são sobre criacionismo e a outra sobre adventismo (a esperança da breve volta do Senhor Jesus). Acesse, conheça e participe!




Mundo Criado: http://www.orkut.com.
Main#Community?
cmm=112361610


Comunidade para todos aqueles que creem que Deus criou o mundo e a vida, conforme diz a Bíblia e apontam as evidências científicas.

Sou do Criador:
http://www.orkut.com.br/
Main#Community?cmm=112364590

Comunidade para todos aqueles que reconhecem Deus como o seu Criador.




Família Adventista: http://www.orkut.com.br/Main#Community?
cmm=112361579

Comunidade dedicada às famílias que aguardam a breve volta do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A família que aguarda o advento de Cristo. A família adventista.

Algumas das outras comunidades que participo e recomendo:


Criacionismo em Foco: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=54977896

Esta comunidade é para os Jovens estudantes do Ensino Médio e Universitários, que são criacionistas. Mas qualquer outro simpatizante pode participar também.




Blog Criacionismo.com.br: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=51260921

Comunidade para todos aqueles que leem e apoiam o blog Criacionismo, de Michelson Borges.


Criacionismo ©: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=14251159

Comunidade que se destina à discussão livre de todos os temas relacionados com a Criação:
• Idade da Terra
• Dilúvio Universal
• Biogenese/Abiogenese
• Métodos de datação
• "Microevolução"/Macroevolução
• Fósseis Intermediários
• Design Inteligente
• Seleção Natural/mutações; etc.

Sociedade Criacionista Brasileira (SCB): http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=54961400

Para membros da SCB e simpatizantes.

PS: Você pode participar de outras comunidades relacionadas vendo-as nas páginas de cada uma destas apresentadas.

sábado, 2 de abril de 2011

Sou do Criador!


Encontrei, recentemente, esta bela música no Youtube e gostei muito. Por coincidência, meu nick name no Youtube é "SoudoCriador".

Veja outros vídeos no nosso canal no Youtube "SoudoCriador", acessando o link: http://www.youtube.com/user/SoudoCriador

Acompanhe e siga também nosso Twitter @SoudoCriador: http://twitter.com/SoudoCriador

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Criacionismo Brasil entrevista Michelson Borges

Michelson Borges é jornalista, formado pela Universidade Federal de Santa Catarina. Foi professor de História em Florianópolis e editor do jornal da Rádio Novo Tempo daquela capital, onde também apresentava um programa de divulgação científica. É editor de livros na Casa Publicadora Brasileira. Também é autor de vários livros. Mestre em Teologia pelo Unasp, é membro da Sociedade Criacionista Brasileira e tem participado de seminários criacionistas por todo o Brasil, sendo ele uma referência no assunto em todo Brasil.

Veja agora a entrevista exclusiva concedida por ele ao blog Criacionismo Brasil:

Quando e como começou o seu interesse pelo Criacionismo?

Sempre gostei muito de assuntos ligados à ciência e à religião. Até os meus 18 anos, fui darwinista, mas, quando conheci o criacionismo, fiquei fascinado ao perceber que a teologia bíblica é perfeitamente compatível com a ciência experimental. Grandes nomes da ciência no passado e no presente perceberam essa compatibilidade. Alguns exemplos: Isaac Newton, Galileu Galilei, Nicolau Copérnico, Blaise Pascal, Antony Flew, Ben Carson, Ruy Vieira, Marcos Eberlin, e outros. Então, me vi em ótima companhia. Se quiser saber mais detalhes sobre essa minha mudança, leia o texto “Metamorfose”, na coluna à direita em meu blog www.criacionismo.com.br

Ao que você credita o aumento da aceitação do evolucionismo pela sociedade?

Primeiramente, ao crescimento da cosmovisão conhecida como naturalismo filosófico, segundo a qual todo o Universo e a vida passaram a existir por causas puramente naturais. Essa visão é herdeira do Iluminismo que demonizou toda forma de religião revelada. O Big Bang teria dado origem ao Universo e a evolução cega teria originado a vida em nosso planeta a partir de elementos inorgânicos que, por algum “milagre”, se tornaram orgânicos, adquiriram informação genética (do nada) e passaram a se multiplicar. O darwinismo acabou sendo uma boa desculpa para uma sociedade crescentemente materialista e secularizada, afinal, é uma teoria que coloca Deus de lado. Em segundo lugar, a disseminação do evolucionismo se deve, também, à contribuição das escolas, nas quais praticamente não existe ensino crítico de ciências e a evolução é apresentada como “verdade científica” incontestável. Os professores ou deixam de lado ou ignoram as insuficiências epistêmicas do modelo. Finalmente, a mídia popular igualmente promove insistentemente a visão darwinista, publicando reportagens preconceituosas (contra os criacionistas) e pouco esclarecedoras em relação ao darwinismo. Um erro comum é sempre confundir diferenciação de baixo nível (“microevolução”) com macroevolução não científica. Infelizmente, a ideia que as pessoas em geral têm, graças às escolas e à mídia, é a de que criacionistas são religiosos fundamentalistas e darwinistas são pesquisadores com respaldo científico. Posso garantir que essa é uma generalização equivocada.

Por que há tanta resistência por parte da maioria das comunidades cientificas em aceitar o Criacionismo?

Por puro preconceito e, às vezes, por culpa dos próprios criacionistas. O preconceito impede os cientistas darwinistas de ver que os criacionistas também podem fazer e fazem boa ciência. A despeito de adotar uma visão teísta, os criacionistas também se valem do método científico. Um dos cientistas mais citados em publicações da área de química é presidente da Sociedade Internacional de Espectrometria de Massas, dirige o laboratório Thomson, na Unicamp, e é criacionista. Refiro-me ao Dr. Marcos Eberlin. O Geoscience Research Institute, renomado instituto de pesquisas adventista localizado em Loma Linda, EUA, é dirigido por cientistas criacionistas que fazem boa ciência. A culpa de alguns criacionistas reside no fato de não conhecerem bem a ciência e fazerem declarações sem embasamento científico e, às vezes, preconceituosas. Isso dificulta o diálogo.

Qual a maior prova cientifica que o Criacionismo tem para sustentar-se?

Não sei se podemos usar a palavra “prova”, mas a maior evidência a favor do criacionismo, possivelmente venha da genética e do argumento da complexidade irredutível. O bom senso nos diz que informação complexa e específica não surge pura e simplesmente. Informação e mensagem dependem de uma fonte informante. Somente no núcleo de uma ameba existe informação suficiente para ocupar os 30 volumes da Enciclopédia Britânica! De onde veio essa informação? Para equiparar a capacidade do cérebro humano, seria necessário um computador que ocuparia a área de quatro Maracanãs. Assim como ocorre com o DNA na célula, cujo filamento de dois metros é encapsulado num espaço mínimo sem se emaranhar, o cérebro humano, se sua “fiação” fosse esticada, daria duas voltas em torno da Terra. Toda essa maquinaria impressionante está compactada em nossa caixa craniana, num órgão que pesa em média apenas 1,5 quilo. É um computador bastante resistente a choques e à prova d’água! Quem projetou essa maravilha de complexidade chamada cérebro?

A complexidade irredutível nos mostra que certos sistemas e órgãos em nosso corpo não podem ter sua função ou complexidade reduzida, sob risco de não mais funcionar. Assim ocorre com a coagulação. Se faltar apenas um fator (o fator VIII), já não ocorre a coagulação. É o tipo de mecanismo que tinha que funcionar perfeitamente desde o início, do contrário a criatura não sobreviveria para contar a história e seus descendentes nem existiriam. E nosso corpo está repleto desses sistemas de complexidade irredutível.

Fonte: Criacionismo Brasil

Nota: Parabéns ao nosso jovem amigo editor do blog Criacionismo Brasil, George Walker, pela publicação, e ao Michelson Borges, pela entrevista concedida! Gostei.[ALM]

Pesquisa contesta "prova criacionista"?

A área de Kachina Bridge, em Utah (EUA), considerada uma evidência da teoria criacionista de que a Terra foi criada em um único dia [sic], foi submetida a uma análise de pesquisadores, que chegaram à conclusão final. As gravuras rupestres de dinossauros não seriam dos animais pré-históricos, mas sim uma boa pintura manchada. A Kachina Bridge é uma formação rochosa em forma de arco, com mais de 60 metros de altura, que traria inscrições de culturas pré-históricas e de representações de dinossauros. “A mais importante implicação nesses achados é que o sítio criacionista com evidências da coexistência entre dinossauros e humanos nem mesmo existe”, comenta em entrevista ao site LiveScience o paleontólogo Phil Senter, da Universidade Estadual Fayetteville, em Carolina do Norte. Os estudiosos analisaram quatro imagens do que parecem ser de dinossauros em várias situações: do olhar puro e simples, passando por binóculos e lentes especiais, com iluminação direta e indireta do sol e na sombra. “O dinossauro 1, apelidado de Sinclair, realmente se parece com um dino se visto por olhos comuns. Mas um olho treinado pode frequentemente enxergar o que um não-treinado vê.”

“Até nosso estudo, esta era a melhor gravura de dinossauros e a mais difícil de ser argumentada e interpretada porque se parece muito com um dinossauro”, Senter diz. “O ‘melhor dinossauro’ agora está extinto.”

Segundo o grupo, a visão dos dinossauros são ilusões de óptica iguais aos rostos e animais que vemos nas nuvens e nas formações rochosas da Lua [a diferença é que as pinturas de Kachina Bridge foram feitas por humanos]. Senter e a arqueóloga Sally Cole detalham seu trabalho na edição de março do jornal Palaentologia Electronica.

Fonte: Folha.com

Compare com as fotos abaixo este esboço "forçado" dos pesquisadores

Nota do blog Criacionismo: Curiosamente, os desenhos de mãos, pessoas e outros animais encontrados no mesmo local não mancharam. Somente a imagem dos dinossauros ficou manchada e constitui ilusão de óptica... Mas quem sou eu para contestar os especialistas? Não tenho “olho treinado”.

E o que um “olho treinado” vê, quando contempla, por exemplo, um único dente fóssil? R.: uma criatura completa! O que um “olho treinado” vê, quando analisa camadas sedimentares plano-paralelas em grandes extensões e sem evidência de erosão entre elas? R.: bilhões de anos de sedimentação. O que um “olho treinado” vê, quando constata variações no tamanho do bico de aves da mesma espécie ou analisa bactérias que adquirem resistência a antibióticos, mas que continuam sendo bactérias? R.: a macroevolução de uma “célula primordial” até um ser humano! O que um “olho treinado” vê, quando se dá conta da tremenda quantidade de informação complexa e específica no DNA? R.: acaso cego. O que um “olho treinado” vê, quando observa tecidos moles e proteína identificável em fósseis de dinossauros? R.: milhões de anos de extinção, assim mesmo. O que um “olho treinado” vê, quando olha para o período Cambriano com sua “explosão” de vida complexa e se dá conta de que no pré-cambriano não existem ancestrais evolutivos desses animais? R.: mistério.

Agora me diga uma coisa: De que maneira pinturas de humanos com dinossauros provariam a “criação da Terra num único dia”? (Esqueceram-se de que foi em seis, mas deixemos pra lá...) Provaria apenas que humanos conviveram com dinossauros. Na verdade, essas pinturas não são as únicas evidências dessa contemporaneidade. No capítulo “O que aconteceu com os dinossauros”, do meu livro A História da Vida (em nova edição ampliada), abordo esse e outros temas relacionados aos dinos. Há muito mais por trás dessa história que alguns pesquisadores e a mídia acham que resolveram por meio de conclusões enviesadas.[MB]

Curiosamente, apenas a pintura do dinossauro borrou. As outras, não

Leia também: “Feedback: Kachina Bridge Dinosaur Petroglyph”
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