sábado, 21 de julho de 2012
Pr. Rodrigo Silva - O rosto humano de Deus
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segunda-feira, 16 de julho de 2012
Design inteligente do fígado
O fígado de um adulto médio tem essencialmente o tamanho de uma pequena bola de futebol americano. Pesando cerca de 1.360g, é o maior órgão interno do corpo humano. Ajustado de modo elegante entre costelas, o fígado não só executa mais de 500 funções distintas, como desempenha papel de ligação fundamental e vital entre o coração, os pulmões e o sistema digestivo. (Nada mau para algo que, segundo os evolucionistas, é o resultado de milhões de mutações aleatórias através dos mitológicos “milhões de anos”.) Dentro do fígado existe uma série espantosa de veias microscópicas onde cada gota de sangue é processada. Lá, as condições do sangue são constantemente monitoradas de modo a garantir que sua química esteja de acordo com os parâmetros necessários e restritos. Químicos inúteis são transformados em químicos úteis.
Paralelamente, o fígado produz proteínas, corrige fatores em torno da coagulação do sangue, controla o balanceamento hormonal e neutraliza os venenos. Se substâncias são necessárias para combater uma infecção, o fígado se encarrega de produzi-las e adicioná-las à corrente sanguínea.
O fígado não só armazena vitaminas e minerais, como se prepara para fornecer ao corpo a energia necessária, quando requisitada. Como se não fosse suficiente, o fígado produz a bílis, essencial para a digestão.
Como os evolucionistas explicam a origem aleatória de um sistema integrado que leva a cabo mais de 500 funções - cada uma tão ou mais importante que a outra? Nem vamos levar em conta o fato de haver funções que são executadas simultaneamente.
Qual das funções do fígado evoluiu primeiro? Como a forma de vida em questão sobreviveu enquanto esperava que as outras funções evoluíssem? Há algum tipo de registo fóssil que demonstre essa tal “evolução”?
Apontar a existência atual de fígados com complexidades distintas não ajuda a teoria da evolução, uma vez que, antes de apontar as variações na complexidade, os evolucionistas primeiro têm que estabelecer uma linhagem evolutiva.
É contraproducente apontar fígados com complexidades distintas e alinhá-los em ordem de complexidade, sem primeiro demonstrar que o animal a quem pertence tal fígado está no sítio “certo” dentro da mitológica escala evolutiva.
Como seria de esperar, a operacionalidade do fígado tem levado muitos evolucionistas a abandonar a noção de que esse órgão seria o resultado de milhões de anos de acidentes genéticos filtrados pela seleção natural.
Estruturas como o fígado são demasiadamente complexas e específicas para serem resultado do efeito de forças naturais sem propósito e sem capacidade de raciocínio. Como diz a Bíblia [Salmo 139:13], é por demais óbvio que Deus merece a Glória por ter criado um sistema integrado como o fígado.
Fonte: Darwinismo
Paralelamente, o fígado produz proteínas, corrige fatores em torno da coagulação do sangue, controla o balanceamento hormonal e neutraliza os venenos. Se substâncias são necessárias para combater uma infecção, o fígado se encarrega de produzi-las e adicioná-las à corrente sanguínea.
O fígado não só armazena vitaminas e minerais, como se prepara para fornecer ao corpo a energia necessária, quando requisitada. Como se não fosse suficiente, o fígado produz a bílis, essencial para a digestão.
Como os evolucionistas explicam a origem aleatória de um sistema integrado que leva a cabo mais de 500 funções - cada uma tão ou mais importante que a outra? Nem vamos levar em conta o fato de haver funções que são executadas simultaneamente.
Qual das funções do fígado evoluiu primeiro? Como a forma de vida em questão sobreviveu enquanto esperava que as outras funções evoluíssem? Há algum tipo de registo fóssil que demonstre essa tal “evolução”?
Apontar a existência atual de fígados com complexidades distintas não ajuda a teoria da evolução, uma vez que, antes de apontar as variações na complexidade, os evolucionistas primeiro têm que estabelecer uma linhagem evolutiva.
É contraproducente apontar fígados com complexidades distintas e alinhá-los em ordem de complexidade, sem primeiro demonstrar que o animal a quem pertence tal fígado está no sítio “certo” dentro da mitológica escala evolutiva.
Como seria de esperar, a operacionalidade do fígado tem levado muitos evolucionistas a abandonar a noção de que esse órgão seria o resultado de milhões de anos de acidentes genéticos filtrados pela seleção natural.
Estruturas como o fígado são demasiadamente complexas e específicas para serem resultado do efeito de forças naturais sem propósito e sem capacidade de raciocínio. Como diz a Bíblia [Salmo 139:13], é por demais óbvio que Deus merece a Glória por ter criado um sistema integrado como o fígado.
Fonte: Darwinismo
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quinta-feira, 12 de julho de 2012
quinta-feira, 5 de julho de 2012
A partícula sem Deus
O mundo científico ficou agitado na primeira semana de julho. O Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (CERN) anunciou, no dia 4, de manhã, em Genebra, a descoberta de uma partícula totalmente nova que pode ser o famoso bóson de Higgs, entidade subatômica cuja procura já dura quase 50 anos e que também ficou conhecido como Partícula de Deus. A nova partícula apresenta, em primeira análise, características de massa e comportamento previstas para o bóson de Higgs pelo chamado Modelo-Padrão, a “tabela periódica” da física das partículas.
A matéria sobre o bóson, publicada por um site brasileiro de divulgação científica, termina assim: “Sejamos gratos aos cientistas que descobriram mais uma parte misteriosa da natureza sem a qual nada do que conhecemos hoje existiria, nem sequer nós mesmos.” Assim, atribuem a criação do Universo a uma partícula, não ao Criador de todas as partículas. O site agradece aos cientistas e à partícula, apenas. Por isso, o certo seria chamá-la, do ponto de vista dessas pessoas, de Partícula Sem Deus.
A importância do bóson de Higgs, segundo os físicos, está em sua capacidade de conferir massa às demais partículas. É mais ou menos como uma pessoa que nada em uma piscina e sai dela molhada. As partículas, ao atravessar o “mar de bósons de Higgs”, saem dele com massa. Como isso acontece? Aí você terá que perguntar a um físico... De qualquer forma, a despeito das interpretações filosóficas, as pesquisas realizadas no LHC (Grande Colisor de Hádrons) têm sido muito importantes para entender o mundo das partículas subatômicas.
O press release sobre a descoberta procura arrefecer um pouco os ânimos. Diz o texto: “O próximo passo será determinar a natureza precisa da partícula e seu significado para nosso entendimento do Universo. [...] Toda a matéria que podemos ver parece não ser mais de 4% do total. Uma versão mais exótica da partícula de Higgs pode ser uma ponte para entender os 96% do Universo que permanecem obscuros.”
Podemos ver apenas 4% da matéria do Universo. 96% dele permanecem como um mistério para os cientistas. Isso nos dá uma ideia do quão pouco conhecemos sobre o Universo e a realidade que nos rodeia e deveria inspirar muita humildade aos cientistas.
A descoberta do bóson tem 4,9 sigmas de significância. Esses “sigmas” medem a probabilidade dos resultados obtidos. O valor de 4,9 sigmas representa uma chance menor que um em um milhão de que os resultados sejam mera coincidência. Por isso, os cientistas consideram esse número como uma confirmação da descoberta.
Curiosamente, as chances de que o Universo (com suas leis e constantes finamente ajustadas) tenha “surgido” por acaso e de que a vida tenha “aparecido” a partir de matéria inorgânica são ainda menores do que um em um milhão. Mas os cientistas darwinistas encaram essa improbabilidade como fato!
Resumo da ópera: é muitíssimo improvável que o Universo tenha surgido por acaso e conhecemos muitíssimo pouco desse Universo (4%). Logo, não deveríamos excluir a possibilidade de design inteligente na criação do cosmos. Se os números e as evidências factuais não nos falam contrariamente a essa conclusão, o naturalismo se trata unicamente de uma filosofia adotada por qualquer outro motivo que não o que seria oferecido pela ciência experimental.
Entender as partículas – e tudo o que nos rodeia – é uma aventura e tanto do conhecimento e é algo que deve sempre ser estimulado e promovido. Mas por que negar, baseado em opiniões e vontades, a existência do Criador das partículas e do Universo?
(Michelson Borges)
Fonte: Criacionismo
Leia também: “O modelo do big bang: umaavaliação”
A matéria sobre o bóson, publicada por um site brasileiro de divulgação científica, termina assim: “Sejamos gratos aos cientistas que descobriram mais uma parte misteriosa da natureza sem a qual nada do que conhecemos hoje existiria, nem sequer nós mesmos.” Assim, atribuem a criação do Universo a uma partícula, não ao Criador de todas as partículas. O site agradece aos cientistas e à partícula, apenas. Por isso, o certo seria chamá-la, do ponto de vista dessas pessoas, de Partícula Sem Deus.
A importância do bóson de Higgs, segundo os físicos, está em sua capacidade de conferir massa às demais partículas. É mais ou menos como uma pessoa que nada em uma piscina e sai dela molhada. As partículas, ao atravessar o “mar de bósons de Higgs”, saem dele com massa. Como isso acontece? Aí você terá que perguntar a um físico... De qualquer forma, a despeito das interpretações filosóficas, as pesquisas realizadas no LHC (Grande Colisor de Hádrons) têm sido muito importantes para entender o mundo das partículas subatômicas.
O press release sobre a descoberta procura arrefecer um pouco os ânimos. Diz o texto: “O próximo passo será determinar a natureza precisa da partícula e seu significado para nosso entendimento do Universo. [...] Toda a matéria que podemos ver parece não ser mais de 4% do total. Uma versão mais exótica da partícula de Higgs pode ser uma ponte para entender os 96% do Universo que permanecem obscuros.”
Podemos ver apenas 4% da matéria do Universo. 96% dele permanecem como um mistério para os cientistas. Isso nos dá uma ideia do quão pouco conhecemos sobre o Universo e a realidade que nos rodeia e deveria inspirar muita humildade aos cientistas.
A descoberta do bóson tem 4,9 sigmas de significância. Esses “sigmas” medem a probabilidade dos resultados obtidos. O valor de 4,9 sigmas representa uma chance menor que um em um milhão de que os resultados sejam mera coincidência. Por isso, os cientistas consideram esse número como uma confirmação da descoberta.
Curiosamente, as chances de que o Universo (com suas leis e constantes finamente ajustadas) tenha “surgido” por acaso e de que a vida tenha “aparecido” a partir de matéria inorgânica são ainda menores do que um em um milhão. Mas os cientistas darwinistas encaram essa improbabilidade como fato!
Resumo da ópera: é muitíssimo improvável que o Universo tenha surgido por acaso e conhecemos muitíssimo pouco desse Universo (4%). Logo, não deveríamos excluir a possibilidade de design inteligente na criação do cosmos. Se os números e as evidências factuais não nos falam contrariamente a essa conclusão, o naturalismo se trata unicamente de uma filosofia adotada por qualquer outro motivo que não o que seria oferecido pela ciência experimental.
Entender as partículas – e tudo o que nos rodeia – é uma aventura e tanto do conhecimento e é algo que deve sempre ser estimulado e promovido. Mas por que negar, baseado em opiniões e vontades, a existência do Criador das partículas e do Universo?
(Michelson Borges)
Fonte: Criacionismo
Leia também: “O modelo do big bang: umaavaliação”
sexta-feira, 29 de junho de 2012
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Visita ao CATRE-SP
Professor André sobre afloramento de granito pré-cambriano da Serra do Mar, no município de Eldorado, São Paulo (16/06/12) - Retiro espiritual no CATRE-SP. Essa rocha contém os radio-halos de Polônio, as "impressões digitais da Criação". Veja do que estou falando acessando este estudo em vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=snWc1GO1nik
Professor André ao lado de uma maquete de um tiranossauro rex - CATRE-SP (17/06/12).
Professor André ao lado de uma maquete de um tiranossauro rex - CATRE-SP (17/06/12).
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Os 10 livros mais lidos no mundo
O gráfico abaixo, que mostra os 10 livros mais lidos do mundo, é baseado no número de livros impressos e vendidos nos últimos 50 anos. Alguns títulos podem ter tido mais cópias impressas que alguns destes livros, mas um grande número deles não foi vendido, então se presume que também não foram lidos.
Fonte: Opinião e Notícia
segunda-feira, 11 de junho de 2012
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Genes exclusivamente humanos
Será que o cérebro humano evoluiu a partir do cérebro de um animal parecido com um macaco? Duas novas reportagens descrevem quatro genes humanos com o nome de SRGAP2A, SRGAP2B, SRGAP2C, e SRGAP2D, localizados em três regiões distintas no cromossomo número 1 (Dennis, M.Y. et al. 2012, “Evolution of Human-Specific Neural SRGAP2 Genes by Incomplete Segmental Duplication”, Cell, 149: 912-922). Aparentemente, eles desempenham um papel importante no desenvolvimento do cérebro (Charrier, C. et al. 2012, “Inhibition of SRGAP2 Function by Its Human-Specific Paralogs Induces Neoteny During Spine Maturation”, Cell, 149: 923-935). A descoberta mais importante talvez seja o fato de que três dos quatro genes (SRGAP2B, SRGAP2C e SRGAP2D) são encontrados unicamente nos seres humanos e em mais nenhum outro mamífero, incluindo os macacos. Embora cada um dos genes partilhe algumas regiões semelhantes, claramente elas são únicas na sua estrutura e funções gerais, quando comparadas umas com as outras.
Os evolucionistas alegam que, de uma forma ou outra, a versão original do gene SRGAP2, herdado de um [suposto] ancestral parecido com um macaco, duplicou-se, moveu-se para uma área totalmente distinta do cromossomo 1 e se modificou de modo a desempenhar novas funções. Isso supostamente aconteceu várias vezes no passado distante, depois de os seres humanos terem divergido do imaginário ancestral entre humanos e chimpanzés.
Mas essa mitologia histórica se depara agora com problemas graves. Primeiro, quando comparadas umas com as outras, as localizações do gene SRGAP2 no cromossomo 1 são únicas no seu arranjo para a codificação de proteínas e em sua estrutura. Os genes não parecem ter sido duplicados. O ónus da prova se encontra do lado dos evolucionistas, uma vez que são eles que têm que explicar como o suposto gene ancestral foi duplicado, dividido em localizações distintas no cromossomo, reorganizado e alterado de modo a ter novas funções – tudo isso sem perturbar o então existente cérebro do macaco e tudo como efeito de mutações aleatórias.
O segundo problema reside na localização exata das versões B, C e D do gene SRGAP2. Elas rodeiam o centrômero do cromossomo, que é uma porção especializada do cromossomo – geralmente perto do centro –, importante para os processos do núcleo da célula, incluindo a divisão celular e a arquitetura cromatina (Thomas, B. “Genomes Have Remarkable 3-D Organization”, Creation Science Updates, posted on icr.org, November 15, 2012, accessed May 15, 2012).
Como tal, devido à ausência extrema de recombinação, essas duas regiões junto ao centrômero são incrivelmente estáveis e livres de mutações. Não há qualquer tipo de precedente para a alegação de que os genes podem duplicar para o interior dessas sequências superestáveis, muito menos se reorganizarem posteriormente.
Como seria de esperar, o fato de três genes recentemente descobertos estarem presentes somente nos seres humanos – ausentes em todos os outros mamíferos conhecidos – tem sido inteligentemente ofuscado por trás da semântica evolucionista.
Claramente, essa descoberta genética importante invalida a evolução humana e mostra que fomos criados de forma única “à imagem de Deus”, tal como nos diz o livro de Gênesis.
Fonte: Darwinismo
Os evolucionistas alegam que, de uma forma ou outra, a versão original do gene SRGAP2, herdado de um [suposto] ancestral parecido com um macaco, duplicou-se, moveu-se para uma área totalmente distinta do cromossomo 1 e se modificou de modo a desempenhar novas funções. Isso supostamente aconteceu várias vezes no passado distante, depois de os seres humanos terem divergido do imaginário ancestral entre humanos e chimpanzés.
Mas essa mitologia histórica se depara agora com problemas graves. Primeiro, quando comparadas umas com as outras, as localizações do gene SRGAP2 no cromossomo 1 são únicas no seu arranjo para a codificação de proteínas e em sua estrutura. Os genes não parecem ter sido duplicados. O ónus da prova se encontra do lado dos evolucionistas, uma vez que são eles que têm que explicar como o suposto gene ancestral foi duplicado, dividido em localizações distintas no cromossomo, reorganizado e alterado de modo a ter novas funções – tudo isso sem perturbar o então existente cérebro do macaco e tudo como efeito de mutações aleatórias.
O segundo problema reside na localização exata das versões B, C e D do gene SRGAP2. Elas rodeiam o centrômero do cromossomo, que é uma porção especializada do cromossomo – geralmente perto do centro –, importante para os processos do núcleo da célula, incluindo a divisão celular e a arquitetura cromatina (Thomas, B. “Genomes Have Remarkable 3-D Organization”, Creation Science Updates, posted on icr.org, November 15, 2012, accessed May 15, 2012).
Como tal, devido à ausência extrema de recombinação, essas duas regiões junto ao centrômero são incrivelmente estáveis e livres de mutações. Não há qualquer tipo de precedente para a alegação de que os genes podem duplicar para o interior dessas sequências superestáveis, muito menos se reorganizarem posteriormente.
Como seria de esperar, o fato de três genes recentemente descobertos estarem presentes somente nos seres humanos – ausentes em todos os outros mamíferos conhecidos – tem sido inteligentemente ofuscado por trás da semântica evolucionista.
Claramente, essa descoberta genética importante invalida a evolução humana e mostra que fomos criados de forma única “à imagem de Deus”, tal como nos diz o livro de Gênesis.
Fonte: Darwinismo
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domingo, 13 de maio de 2012
Aula de campo em Campinhos (6º Ano - CASJP)
Prof. André e parte dos alunos do 6º Ano do Colégio Adventista de São José dos Pinhais (CASJP) prontos para entrar na gruta do Parque Estadual de Campinhos, no município de Tunas do Paraná (11/05/12). Os alunos puderam ver na prática o que aprendem em sala de aula. Puderam contemplar as obras do nosso Deus Criador. Clique sobre as fotos para ampliá-las.
Conhecendo como funciona um monjolo.
Assistindo a um vídeo sobre os parques ecológicos do Paraná.
Alunos que participaram da aula de campo com o professor e monitora do CASJP.
Entrada da caverna. Ali receberam orientações do guia do parque sobre como se comportar dentro da caverna.
Alunas se divertindo dentro da caverna!
Trechos emocionantes dentro da caverna!
Entendendo como se formaram as estalactites e estalagmites.
Uma aula de Geografia dentro de uma caverna... Não tem preço! Rsrs!
Sujou um pouquinho...
Alunos do grupo 3 preparando-se para entrar na caverna e recebendo orientações.
Hora de tirar a sujeira no córrego... A água estava geladas, mas isso não impediu a felicidade dos alunos.
Fazendo trilha e conhecendo as espécies da fauna e flora do parque.
Aluna com amostra de rocha calcário obtida no parque. Essa foi pro acervo da sala de Geografia do CASJP.
Alunas com uma linda flor copo-de-leite que encontraram.
Espécies incríveis! Este é um tipo de fungo.
Antigos fornos para queimar rocha calcário que nunca foram utilizados.
Um lindo copo-de-leite!
Estalactites!
Centro de apoio ao visitante.
Riacho com águas cristalinas que desce a Serra do Mar. Maravilha da natureza!
Enorme bloco de rocha que rolou da Serra do Mar e virou a casa de plantas e animais.
Tronco ocupado por muitas espécies de plantas.
Valeu pela primeira aula de campo do ano, turmas do Sexto Ano do CASJP! Até à próxima! Mais fotos do passeio estão disponíveis no meu Facebook, no álbum "Colégio Adventista de São José dos Pinhais": http://www.facebook.com/soudocriador
Prof. André Luiz Marques
domingo, 6 de maio de 2012
Por que ensinamos o criacionismo
O criacionismo é uma corrente de estudos interdisciplinares que procura explicar a origem da vida e do Universo, com semelhanças e diferenças em relação às teorias evolucionistas e ao design inteligente. A Rede Educacional Adventista ensina o criacionismo, baseando-se em argumentos científicos e lógicos, sem impor crenças religiosas nem omitir a versão evolucionista. Portanto, o ensino se encontra em harmonia com as prescrições do Ministério da Educação e Cultura.
1. O argumento criacionista é coerente com o que se observa nos fósseis encontrados na coluna geológica e diz que a criação deu origem a tipos básicos (“espécies”) de seres vivos e que eles “evoluíram” de forma mais ou menos limitada (diversificação de baixo nível ou “microevolução”). Os criacionistas não creem, no entanto, que todos os seres vivos descendem de um mesmo ancestral unicelular comum, pois é algo que, por experimentação e observação, não é possível ser demonstrado.
2. O criacionismo apresenta três evidências básicas da existência de um Criador: (1) o ajuste fino do Universo (teleologia), (2) a existência de estruturas irredutivelmente complexas nos seres vivos, que tinham de funcionar perfeitamente desde que foram criadas, ou não chegariam aos nossos dias, e (3) a informação complexa especificada existente no material genético, que só a inteligência obviamente pode originar.
3. Os criacionistas entendem que, embora alguns aspectos do evolucionismo sejam fundamentados e úteis para a compreensão de muitos fenômenos naturais, há lacunas nesse modo de pensar. Como toda teoria, há alguns pontos no evolucionismo que não são cientificamente sustentáveis e podem ser analisados e apresentados aos estudantes.
4. Atualmente, há vários cientistas criacionistas que fazem boa ciência e apresentam argumentação lógica e importante para ser transmitida. Destacam-se dois biólogos norte-americanos: Leonard Brand e Harold Coffin. Ambos têm artigos publicados nos mais prestigiados periódicos científicos, respectivamente, sobre baleias fossilizadas da Formação Pisco (Peru) e sobre as florestas petrificadas de Yellowstone (EUA). No Brasil, destaca-se o químico e professor da Unicamp, Dr. Marcos Eberlin, que dirige o Laboratório Thomson de Espectrometria de Massas, é membro da Academia Brasileira de Ciências e o terceiro cientista brasileiro mais citado em publicações científicas de renome.
5. O modelo da evolução apresenta lacunas e deve ser confrontado com outras formas de pensar. Por exemplo, o evolucionismo não consegue explicar a origem da vida por processos naturais a partir de matéria não viva. Também não consegue explicar a origem da informação genética de sistemas irredutivelmente complexos e nem o aumento de complexidade que teria acontecido nos organismos durante o processo evolutivo, ou seja, não consegue explicar a origem de novos órgãos, sistemas de órgãos e novos planos corporais que surgem sem formas ancestrais bem definidas.
6. O questionamento dos criacionistas é voltado para alguns pontos do darwinismo e não há nenhum incentivo nem direcionamento a se odiar Darwin – ou qualquer outro ser humano.
7. O ensino criacionista, dentro da Educação Adventista, vai ao encontro do que prevê a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. A Lei estabelece que os alunos devem criticar objetivamente as teorias científicas como elaborações humanas de representação aproximada da realidade, e que essas teorias estão sujeitas a revisões e até a descarte, e que o Ensino Médio tem, entre suas finalidades, a de capacitar o educando a continuar aprendendo, a ter autonomia intelectual e pensamento crítico.
8. Conforme escreveu a educadora Ellen White, “é a obra da verdadeira educação desenvolver essa faculdade, preparar os jovens para que sejam pensantes e não meros refletores do pensamento de outrem” (Educação, p. 17). Assim, as escolas adventistas entendem que o ensino do contraditório e o contraste de ideias promovem o pensamento crítico. Por isso, são expostos comparativamente nas aulas de ciências os modelos criacionista e evolucionista.
9. O criacionismo, embora tenha um componente religioso, pode ter suas premissas discutidas no contexto científico e ser considerado em sala de aula. Além disso, atualmente, mais do que em outra época, trata-se de um fenômeno cultural, com muitos defensores, mesmo em países cientificamente avançados como os Estados Unidos. Por isso, o criacionismo merece ser conhecido pelos alunos.
10. Os criadores do método científico, cientistas do quilate de Copérnico, Galileu e Newton, não viam contradição entre a ciência experimental e a religião bíblica. Portanto, os criacionistas de hoje se consideram em boa companhia.
A Educação Adventista tem ao redor do mundo 7.442 instituições, 80.883 professores e mais de 1,5 milhão de estudantes. No Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Chile, Peru e Equador, são 841 estabelecimentos de ensino (incluindo faculdades), 15.248 professores e 224.311 alunos. A Educação Adventista é reconhecida por sua preocupação em oferecer educação de forma integral, privilegiando não apenas o conhecimento técnico, mas o ensino de princípios morais e de uma vida saudável e feliz.
É por essas razões que a Rede Adventista proporciona aos estudantes todo o conhecimento necessário para seu desenvolvimento, o que inclui o entendimento tanto do modelo evolucionista, quanto do criacionista.
Fonte: Portal da Educação Adventista
1. O argumento criacionista é coerente com o que se observa nos fósseis encontrados na coluna geológica e diz que a criação deu origem a tipos básicos (“espécies”) de seres vivos e que eles “evoluíram” de forma mais ou menos limitada (diversificação de baixo nível ou “microevolução”). Os criacionistas não creem, no entanto, que todos os seres vivos descendem de um mesmo ancestral unicelular comum, pois é algo que, por experimentação e observação, não é possível ser demonstrado.
2. O criacionismo apresenta três evidências básicas da existência de um Criador: (1) o ajuste fino do Universo (teleologia), (2) a existência de estruturas irredutivelmente complexas nos seres vivos, que tinham de funcionar perfeitamente desde que foram criadas, ou não chegariam aos nossos dias, e (3) a informação complexa especificada existente no material genético, que só a inteligência obviamente pode originar.
3. Os criacionistas entendem que, embora alguns aspectos do evolucionismo sejam fundamentados e úteis para a compreensão de muitos fenômenos naturais, há lacunas nesse modo de pensar. Como toda teoria, há alguns pontos no evolucionismo que não são cientificamente sustentáveis e podem ser analisados e apresentados aos estudantes.
4. Atualmente, há vários cientistas criacionistas que fazem boa ciência e apresentam argumentação lógica e importante para ser transmitida. Destacam-se dois biólogos norte-americanos: Leonard Brand e Harold Coffin. Ambos têm artigos publicados nos mais prestigiados periódicos científicos, respectivamente, sobre baleias fossilizadas da Formação Pisco (Peru) e sobre as florestas petrificadas de Yellowstone (EUA). No Brasil, destaca-se o químico e professor da Unicamp, Dr. Marcos Eberlin, que dirige o Laboratório Thomson de Espectrometria de Massas, é membro da Academia Brasileira de Ciências e o terceiro cientista brasileiro mais citado em publicações científicas de renome.
5. O modelo da evolução apresenta lacunas e deve ser confrontado com outras formas de pensar. Por exemplo, o evolucionismo não consegue explicar a origem da vida por processos naturais a partir de matéria não viva. Também não consegue explicar a origem da informação genética de sistemas irredutivelmente complexos e nem o aumento de complexidade que teria acontecido nos organismos durante o processo evolutivo, ou seja, não consegue explicar a origem de novos órgãos, sistemas de órgãos e novos planos corporais que surgem sem formas ancestrais bem definidas.
6. O questionamento dos criacionistas é voltado para alguns pontos do darwinismo e não há nenhum incentivo nem direcionamento a se odiar Darwin – ou qualquer outro ser humano.
7. O ensino criacionista, dentro da Educação Adventista, vai ao encontro do que prevê a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. A Lei estabelece que os alunos devem criticar objetivamente as teorias científicas como elaborações humanas de representação aproximada da realidade, e que essas teorias estão sujeitas a revisões e até a descarte, e que o Ensino Médio tem, entre suas finalidades, a de capacitar o educando a continuar aprendendo, a ter autonomia intelectual e pensamento crítico.
8. Conforme escreveu a educadora Ellen White, “é a obra da verdadeira educação desenvolver essa faculdade, preparar os jovens para que sejam pensantes e não meros refletores do pensamento de outrem” (Educação, p. 17). Assim, as escolas adventistas entendem que o ensino do contraditório e o contraste de ideias promovem o pensamento crítico. Por isso, são expostos comparativamente nas aulas de ciências os modelos criacionista e evolucionista.
9. O criacionismo, embora tenha um componente religioso, pode ter suas premissas discutidas no contexto científico e ser considerado em sala de aula. Além disso, atualmente, mais do que em outra época, trata-se de um fenômeno cultural, com muitos defensores, mesmo em países cientificamente avançados como os Estados Unidos. Por isso, o criacionismo merece ser conhecido pelos alunos.
10. Os criadores do método científico, cientistas do quilate de Copérnico, Galileu e Newton, não viam contradição entre a ciência experimental e a religião bíblica. Portanto, os criacionistas de hoje se consideram em boa companhia.
A Educação Adventista tem ao redor do mundo 7.442 instituições, 80.883 professores e mais de 1,5 milhão de estudantes. No Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Chile, Peru e Equador, são 841 estabelecimentos de ensino (incluindo faculdades), 15.248 professores e 224.311 alunos. A Educação Adventista é reconhecida por sua preocupação em oferecer educação de forma integral, privilegiando não apenas o conhecimento técnico, mas o ensino de princípios morais e de uma vida saudável e feliz.
É por essas razões que a Rede Adventista proporciona aos estudantes todo o conhecimento necessário para seu desenvolvimento, o que inclui o entendimento tanto do modelo evolucionista, quanto do criacionista.
Fonte: Portal da Educação Adventista
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sábado, 28 de abril de 2012
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