quarta-feira, 1 de julho de 2015

Programa Origens: complexidade irredutível

Um Planeta Adequado à Vida

William J. Tinkle 

Ph.D. e Professor Emérito de Biologia no Anderson College, Indiana, U.S.A. Reside atualmente em Eaton, Indiana, U.S.A.

As propriedades físicas e químicas da água e da atmosfera mostram uma "adequação" do ambiente para a vida, como já ressaltado de maneira interessante por William Whewell e J. Henderson. Este artigo contém uma recapitulação dessa evidência, em testemunho da criação divina do ambiente físico e químico adequado à vida.

Suponhamos que se esteja passeando num campo, entre árvores e arbustos, e que alguém invisível atire uma pedra numa das árvores.

Se isso acontecer somente uma vez, pensar-se-á que a pedra foi atirada a esmo. Porém se a mesma árvore for acertada nove vezes em dez, ter-se-á certeza de que o alvo é mesmo aquela árvore. A pedra estará sendo atirada com um propósito. [Continue lendo clicando aqui]

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Lançamento do ebook Teoria do Design Inteligente

Quer conhecer mais da teoria que contra revoluciona a ciência das origens? Acesse o ebook "Teoria do Design Inteligente", escrito pelo amigo M.Sc. Everton Fernando Alves, e saiba mais sobre a assinatura de um projeto intencional nas estruturas biológicas complexas presentes na natureza e nos seres vivos:

Acesse à página do ebook:

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Laudato Si e o erro do papa Francisco

Hoje pela manhã, o papa Francisco saudou seus mais de seis milhões de seguidores no Twitter com a seguinte conclamação: “Convido a todos para fazer uma pausa para pensar sobre os desafios que enfrentamos em relação aos cuidados com a nossa casa comum.” Pouco mais de uma hora depois, outro tweet foi divulgado: “A cultura do descartável de hoje apela a um novo estilo de vida.” Sempre com a hashtag #LaudatoSi, que, na verdade, é o título da encíclica que o Vaticano divulgará oficialmente hoje. Conforme destacaram Bruno Calixto e Marina Ribeiro, em artigo publicado ontem no site da revista Época, hoje um bispo católico, um ortodoxo e um cientista ateu sentarão juntos na Sala do Sínodo, no Vaticano, e apresentarão aos jornalistas a primeira encíclica escrita exclusivamente pelo papa Francisco. “A escolha das pessoas que apresentarão o documento não é aleatória. O papa quer que sua encíclica – uma carta de ensinamento aos católicos – ultrapasse as fronteiras do catolicismo, chegue às ‘pessoas de boa vontade’ e influencie as decisões internacionais sobre o meio ambiente e o clima. A encíclica de Francisco, que empresta do Cântico das Criaturas de São Francisco de Assis seu título Laudato Si (‘Louvado sejas’, em português), fala especificamente sobre o impacto do homem no meio ambiente – ou na ‘Criação’ – e mostra como os homens podem viver em harmonia com a natureza, de acordo com a moral e a ética da Igreja.”

Obviamente que é louvável a iniciativa de um líder religioso como o papa de encabeçar um movimento ecológico com o objetivo de proteger a Terra da degradação que ela vem sofrendo ao longo dos anos. É evidente que os religiosos podem e devem dar sua parcela de contribuição para criar uma mentalidade de cuidado com a criação de Deus. O problema são as motivações, os argumentos, os objetivos e os erros por trás de todo esse discurso ecológico.

Não quero aqui me deter na ideia de que o ser humano seja o verdadeiro culpado pelo aquecimento global. Há cientistas que, embora não neguem esse aquecimento, não creem que a causa dele seja antropogênica. Poderíamos estar atravessando um novo ciclo de calor; a causa poderia ser outra, como a atividade solar; ou mesmo, como escreveu Ellen White, no livro O Grande Conflito, páginas 589 e 590: “[Satanás] estudou os segredos dos laboratórios da natureza, e emprega todo o seu poder para dirigir os elementos tanto quanto o permite Deus. [...] Nos acidentes e calamidades no mar e em terra, nos grandes incêndios, nos violentos furacões e terríveis saraivadas, nas tempestades, inundações, ciclones, ressacas e terremotos, em toda parte e sob milhares de formas, Satanás está exercendo o seu poder. [...] Essas visitações devem se tornar mais e mais frequentes e desastrosas. [...] E então o grande enganador persuadirá as pessoas de que os que servem a Deus estão motivando esses males. [...] Será declarado que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que esse pecado acarretou calamidades que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta.”

E é exatamente sobre isso que eu quero falar aqui. Quero me deter num erro típico do romanismo, presente na encíclica Laudato Si: o erro de confundir deliberadamente o sábado com o domingo.

No capítulo II, seção 71 (a encíclica está disponível aqui), referindo-se à destruição do mundo por um dilúvio no tempo de Noé e sua posterior restauração, Francisco escreveu: “A tradição bíblica estabelece claramente que esta reabilitação implica a redescoberta e o respeito dos ritmos inscritos na natureza pela mão do Criador. Isto está patente, por exemplo, na lei do Shabbath. No sétimo dia, Deus descansou de todas as suas obras. Deus ordenou a Israel que cada sétimo dia devia ser celebrado como um dia de descanso, um Shabbath (cf. Gn 2, 2-3; Ex 16, 23; 20, 10).”

É bom deixar claro logo de início que, ao contrário do que afirma o papa, o sábado não foi dado a Israel apenas. Na verdade, o sábado foi dado à humanidade, no Éden, quando havia apenas um casal sobre a Terra (Gn 2:2, 3), e Jesus confirma isso ao dizer que o “sábado foi feito por causa do homem” (Mc 2:27), não do judeu ou de qualquer outro povo.

Embora cite o mandamento do sábado conforme está na Bíblia, no capítulo VI, seção 237 da encíclica, Francisco se permite reinterpretar o mandamento:

“A participação na Eucaristia é especialmente importante ao domingo. Este dia, à semelhança do sábado judaico, é-nos oferecido como dia de cura das relações do ser humano com Deus, consigo mesmo, com os outros e com o mundo. O domingo é o dia da Ressurreição, o ‘primeiro dia’ da nova criação, que tem as suas primícias na humanidade ressuscitada do Senhor, garantia da transfiguração final de toda a realidade criada. Além disso, este dia anuncia ‘o descanso eterno do homem, em Deus’. Assim, a espiritualidade cristã integra o valor do repouso e da festa. [...] A lei do repouso semanal impunha abster-se do trabalho no sétimo dia, ‘para que descansem o teu boi e o teu jumento e tomem fôlego o filho da tua serva e o estrangeiro residente’ (Ex 23, 12). O repouso é uma ampliação do olhar, que permite voltar a reconhecer os direitos dos outros. Assim o dia de descanso, cujo centro é a Eucaristia, difunde a sua luz sobre a semana inteira e encoraja-nos a assumir o cuidado da natureza e dos pobres.”

Conforme observou Filipe Reis, de Portugal, “não precisamos de muito esforço para perceber que o papa confunde o Shabbat bíblico do sétimo dia com o domingo, primeiro dia da semana, atribuindo a este a importância e solenidade que, biblicamente, apenas o sábado do sétimo dia possui. Ou seja, a validade do sábado do sétimo dia parece ter sido mudada para o domingo, primeiro dia da semana”.

Curiosa e e contraditoriamente, na secção 68 do capítulo II, Francisco escreve, citando os Salmos:

“‘Ele [ndr: Deus] deu uma ordem e tudo foi criado; Ele fixou tudo pelos séculos sem fim e estabeleceu leis a que não se pode fugir!’ (Sl 148, 5b-6).” O papa está correto aqui. Não podemos fugir das leis de Deus, muito menos alterá-las. O sábado faz parte dessa lei e é tão eterno que continuará sendo observado na Nova Terra (Is 66:23). Daniel 7:25, escrito cerca de 500 anos antes de Cristo, previu que no futuro haveria um poder religioso que se atreveria a mudar os tempos e a lei de Deus. A profecia, pra variar, estava corretíssima...

Por favor, tome algum tempo para assistir ao vídeo abaixo. Creio que lhe será muito esclarecedor e o situará devidamente nessa controvérsia entre o sábado e o domingo, que só tende a aumentar daqui para a frente.



Em seu artigo na revista Época, Bruno Calixto e Marina Ribeiro captaram com precisão a intenção do papa com essa encíclica: “Francisco escolheu com cuidado o momento da publicação e de seu ativismo ambiental. Em setembro, a Assembleia Geral da ONU se reunirá para aprovar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Ele pessoalmente discursará em Nova York. Depois, em novembro, haverá a Conferência do Clima em Paris, onde se espera que governos assinem um acordo global contra as mudanças climáticas. Segundo o secretário-geral do WWF-Brasil, Carlos Nomoto, o papa poderá desempenhar um papel importante nessas reuniões internacionais, aumentando a pressão para que governos enfim assumam compromissos nas negociações climáticas.”

Para Eduardo Felipe Matias, autor de A Humanidade Contra as Cordas: A luta da sociedade global pela sustentabilidade, as questões ambientais exigem a mobilização de todos os atores da sociedade, não apenas governos (num programa da rádio CBN, dois jornalistas também falam sobre isso). “Os efeitos que a encíclica papal pode ter sobre a comunidade internacional e sobre os católicos seriam ampliados se outras instituições religiosas se somassem a esse esforço. Não iremos alcançar um mundo mais sustentável sem mudar radicalmente a mentalidade das pessoas, e as diferentes religiões podem contribuir para essa mudança”, diz.

Felipe resume bem um assunto sobre o qual tenho falado em meu blog há quase dez anos: o ECOmenismo. Trata-se de um movimento de união de esforços que extrapola os limites das religiões e tem o potencial de coligar religiosos, místicos, cientistas, ativistas, ateus e outros grupos. Para entender um pouco mais a relação entre aquecimento global e decreto dominical, eu o convido a assistir ao vídeo abaixo.



Estamos vivendo dias solenes. Deus nos ajude a estar firmados na verdade bíblica, cumprindo nosso papel, assim como o papa e outros estão cumprindo o deles.

Michelson Borges

Leia também: Statement by the President on Pope Francis’s Encyclical

terça-feira, 16 de junho de 2015

Encíclica papal trata da “lei do descanso semanal”

Recado aos líderes mundiais
Na próxima quinta-feira, o papa Francisco vai divulgar oficialmente sua encíclica ECOmênica (tão aguardada) intitulada Laudato Si que, segundo ele, é direcionada a toda a humanidade, não apenas ao seu rebanho católico (confira). Nesse documento oficial, o papa faz propostas de contenção do aquecimento global e sugere que ele sirva de base para reflexão por parte dos líderes mundiais aos quais falará em setembro, na sede da ONU. O amigo Filipe Reis, de Portugal, traduziu algumas partes interessantes de uma versão preliminar da encíclica (aliás, veja que interessante o print do jornal Washington Examiner, abaixo, em que Francisco e Ben Carson aparecem na mesma página, algo que eu já havia destacado aqui). As partes traduzidas por Filipe são relacionadas com o domingo como dia de repouso. Leia os trechos a seguir, extraídos do capítulo 237 de Laudato Si:

“O domingo, a participação na Eucaristia tem importância especial. Esse dia, bem como o sábado hebraico, oferece-se como dia de restauração das relações do ser humano com Deus, consigo mesmo, com os outros e com o mundo. O domingo é o dia da ressurreição, o ‘primeiro dia’ da nova criação, cujo primeiro fruto é a humanidade ressuscitada do Senhor, garantia da transfiguração final de todo o mundo criado. Além disso, esse dia anuncia ‘o repouso eterno do homem em Deus’. Assim, a espiritualidade cristã integra o valor do descanso e da celebração.

“O ser humano tende a reduzir o repouso contemplativo ao âmbito do inútil e estéril, esquecendo que assim lhe retira da obra realizada a coisa mais importante: o seu significado. Somos chamados a incluir no nosso trabalho uma dimensão confortável e gratuita, que é diferente de uma simples inatividade. Trata-se de uma outra forma de atuar que faz parte da nossa essência. Dessa forma, a ação humana é preservada não só de um ativismo vazio, mas também da ganância desenfreada e do isolamento de consciência que leva a procurar exclusivamente o benefício exclusivo.

“A lei do descanso semanal requer abster-se de trabalho no sétimo dia, para que ‘descansem o teu boi e o teu jumento, e respirem o filho de tua escrava e o estrangeiro’ (Êxodo 23:12). O repouso é um vislumbre alargado que permite voltar a reconhecer os direitos dos outros. Assim, o dia de descanso, cujo centro é a Eucaristia, espalha a sua luz por toda a semana, e nos encoraja a cuidar de nossa natureza e dos pobres.”

Como era de se esperar, o papa apresenta o domingo como dia de restauração das relações do ser humano com Deus, consigo mesmo e com a natureza, reforçando a dimensão ecológica do domingo. E o iguala ao sábado hebraico, como se a bênção que Deus atribuiu ao verdadeiro sétimo dia pudesse ser estendida a outro dia da semana. Para o papa, o domingo é o “primeiro dia da nova criação”, deixando de lado o último dia da criação (na qual Bergoglio não crê, pois considera Adão e Eva mitológicos), memorial da verdadeira criação divina. Assim, o que o papa faz (à semelhança do que fez João Paulo II) é se apropriar de conceitos relacionados ao sábado e reaplicá-los ao domingo.

Aguardemos o lançamento oficial da encíclica, na quinta-feira, e os desdobramentos do estudo e da divulgação desse documento. [MB]

Fonte: Criacionismo

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Bíblia versus A Origem das Espécies


"Tomo hoje por testemunhas o céu e a terra contra vós: ponho diante de ti a vida e a morte, a bênção e a maldição. Escolhe, pois, a vida, para que vivas com a tua posteridade," (Deuteronômio 30:19)

Em qual dos dois você decidir acreditar decidirá o rumo do seu futuro. Ninguém permanecerá neutro em relação a estes dois livros. Analise os dois livros, compare com as evidências na natureza ao seu redor e se decida pela verdade: A Bíblia, a Palavra de Deus, do Criador e Salvador. [ALM]

Programa Origens: Arte na natureza

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Ferramentas antes do homem? Quem fez?

Descoberta intrigante
Uma descoberta feita no Quênia está deixando cientistas e paleontólogos de todo o mundo extremamente inquietos. Trata-se de um conjunto de ferramentas encontradas em um sítio arqueológico datado do período Plioceno, ou seja, há mais de 3,3 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista]. O dado é que esse tempo é anterior ao surgimento [sic] dos primeiros homens. O primeiro homem conhecido é o Homo habilis, que surgiu milhares de anos depois do período Plioceno. Por conta disso, cientistas e especialistas acreditam que a nova descoberta poderá fazer com que toda a história da humanidade – e talvez do planeta – seja reescrita. Isso porque, além da data em questão, as ferramentas são consideradas bastante sofisticadas: há martelos, bigornas e seixos esculpidos.

Em artigo publicado na Nature, revista especializada no ramo, os responsáveis pela descoberta deram o nome de Lomekwian a essa produção proto-humana. Ela é 700 mil anos mais velha que a produção olduvaiense, até então a mais antiga já descoberta. Mais do que a antiguidade, os pesquisadores agora se preocupam com a única pergunta sem resposta: Se essas ferramentas são anteriores ao homem, quem as teria produzido e utilizado?

Fonte: Yahoo Notícias

Nota do blog Criacionismo: Resta saber o que será reavaliado primeiro: a teoria sobre a origem do ser humano ou os métodos de datação... De qualquer forma, é um achado que deixa claro que a terra ainda pode revelar muita coisa surpreendente à medida que é escavada. [MB]

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Ritual “Charlie Challenge” deixa aluna possessa em Manaus

Brincando com o perigo
[Meus alunos, muito cuidado com essa "brincadeira", que de brincadeira não tem nada. Prof. André] Um antigo ritual mexicano para evocar espíritos tem tomado as redes sociais e é a nova febre do momento. Alunos de uma escola estadual no bairro Cidade Nova decidiram testar a “brincadeira” e acabaram endemoniados e vomitando muito. Denominado como “Charlie Charlie Challenge” [leia mais sobre isso aqui], em referência ao demônio que teria esse nome e seria uma criança, o ritual consiste em utilizar dois lápis, formando uma cruz sobre um papel com retângulos onde estão escritos “Sim” e “Não”. O ritual começa com a pergunta “Charlie, Charlie, podemos brincar?” (na versão mexicana), ou “Charlie, Charlie, você está aqui?” (na versão inglesa). Em seguida, os participantes começam a fazer perguntas para o demônio em que as respostas sejam sim ou não. Para finalizar é necessário perguntar “Charlie, Charlie, podemos parar?” Quando ele disser sim, os participantes devem quebrar os lápis para quebrar o contato com Charlie.

Conforme relatos de testemunhas, na manhã desta quarta-feira (27), os alunos da escola (não citaremos o nome para preservar os alunos) iniciaram o ritual e uma das garotas começou a falar com a voz grave e vomitou muito. Várias crianças ficaram desesperadas com a cena e se instalou o caos na escola. Na internet, funcionários da escola e alunos têm realizado diversos relatos.

Fonte: Portal do Holanda

Nota do blog Criacionismo: Podemos extrair algumas lições desse fenômeno instantâneo alimentado pela internet: (1) a web é realmente um meio tremendamente poderoso de espalhar informações, ideias e modismos (o Desafio Charlie foi mencionado por mais de dois milhões de usuários no Twitter, em apenas 48 horas, por meio da hashtag #CharlieCharlieChallenge); (2) uma geração doutrinada por livros e filmes de bruxos, vampiros e demônios tem mais curiosidade do que medo do oculto; (3) o diabo não mais esconde seu “jogo” e está muito ativo em nossos dias.

Quando eu era adolescente, os “rituais da moda” eram o tabuleiro ouija e a “brincadeira” do copo ou do compasso. Ouvi muitas histórias escabrosas atribuídas à atuação dos “espíritos” nesses jogos. Nessa nova versão de flerte com o oculto o inimigo não mais se esconde. Apresenta-se como demônio mesmo. E a criançada, dessensibilizada pelo consumo de tanto conteúdo satanista/ocultista, não se importa mais de brincar com o perigo. Na verdade, leva tudo na brincadeira. E a coisa fica exatamente do jeito que o diabo gosta.

Na verdade, para o mundo “oculto” existem outras portas aparentemente inofensivas. Os filmes de terror, por exemplo. Quando tinha 15 anos, Will Baron resolveu assistir no cinema ao filme The Devil Rides Out. Embora tivesse nascido num lar cristão, ele diz que o filme foi a porta de entrada ao mundo do misticismo e do ocultismo, no qual ele afundou completamente e depois foi resgatado por Deus. “Sentado em profunda introspecção, enquanto recordava nitidamente as cenas do filme, percebi horrorizado que algo sutil e sinistro aconteceu enquanto me encontrava no cinema. A poderosa semente do fascínio pelo mundo oculto e místico havia sido plantada em minha mente. A semente não germinou durante anos. Mas estava profundamente enraizada e me levou gradualmente ao cativante mundo do misticismo e ocultismo” (Enganado Pela Nova Era, p. 212).

Quanto a esse assunto, a Bíblia é muito clara: “Não permitam que se ache alguém entre vocês que queime em sacrifício o seu filho ou a sua filha; que pratique adivinhação, ou se dedique à magia, ou faça presságios, ou pratique feitiçaria ou faça encantamentos; que seja médium, consulte os espíritos ou consulte os mortos. O Senhor tem repugnância por quem pratica essas coisas, e é por causa dessas abominações que o Senhor, o seu Deus, vai expulsar aquelas nações da presença de vocês” (Deuteronômio 18:10-12, NVI).

E Ellen White escreveu: “E o que dizer dos livros [filmes, jogos] de magia? O que você tem lido ultimamente? Como tem empregado seu tempo? Tem procurado estudar as Sagradas Escrituras para que possa ouvir a voz de Deus falando através de Sua Palavra? O mundo está cheio de livros que espalham as sementes da incredulidade, infidelidade e ateísmo. Em maior ou menor grau, você pode estar aprendendo as lições desses livros de magia. Afastam Deus da mente e separam a pessoa do verdadeiro Pastor” (Só Para Jovens, p. 14).

Nesta quarta-feira, infelizmente, dezenas de milhares de pessoas seguiram inadvertidamente o caminho das irmãs Fox. Estão brincando com o perigo, e o verdadeiro “Charlie” se divertindo um bocado. [MB]

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Palestra do Dr. Nahor Neves de Souza Jr. na UFPR apresentando evidências científicas do Dilúvio

No último dia 26 de maio, o Prof. Dr. Nahor Neves, geólogo e engenheiro de formação, apresentou duas palestras na UFPR para cerca de 120 acadêmicos e profissionais de diferentes áreas do conhecimento, onde mostrou, na primeira palestra, que tanto o evolucionismo, como o desing inteligente e o criacionismo têm cada um uma componente científica e uma componente filosófica, sendo que os três modelos principais podem e devem ser ensinados, discutidos e comparados em universidades públicas e privadas. Veja a palestra 1 clicando aqui e uma semelhante clicando aqui. 

Na segunda palestra, mostrou evidências científicas de trabalhos próprios e de outros cientistas da área que a Terra passou por um evento catastrófico único em sua história, envolvendo chuva de meteoritos e separação rápida dos continentes e rápidos derrames de lava que hoje formam as rochas vulcânicas, assim como da formação da coluna geológica, na maior parte do Fanerosoico, se formou em um período relativamente rápido, e não ao longo de milhões de anos, conforme a geologia convencional evolucionista sugere. Seus estudos com as formações de basalto de vários derrames em diferentes lugares do mundo apontam para um rápido e sucessivo derrame de lava no fundo dos oceanos (ao passo que se formavam) e de partes dos continentes. Todas essas e outras evidências corroboram com o relato de Gênesis sore o Dilúvio. Isso pode ser melhor entendido assistindo a uma palestra semelhante que pode ser acessada clicando aqui e aqui. A 2 palestra foi filmada pela metade porque acabou minha bateria do celular, mas nas palestras semelhantes dá pra entender a mesma ideia. 

No geral, a plateia ficou muito impressionada com as palestras, onde alguns agradeceram por poder ter contato com outra visão sobre seu paradigma evolucionista. Outros não aceitaram alguém falar, mesmo que de forma científica que ninguém pôde refutar, do Dilúvio e do criacionismo bíblico. Já outros respeitaram a apresentação e saíram com certeza pensando no que foi apresentado. Alguns radicais ultra evolucionistas saíram do recinto enfurecidos, mas sem refutar o exposto. Enfim, Deus foi honrado com a brilhante apresentação do Dr. Nahor, num espaço que é a casa do povo, a universidade pública, que é laica (e não ateia), que deve servir de espaço para o debate científico e filosófico. Isso e muito mais é universidade, uma universidade de ideias que às vezes convergem e às vezes divergem. 

Houve um debate no final da apresentação do Dr. Nahor que foi muito quente (fervendo), mas como acabou a bateria, não deu pra gravar, mas quem esteve lá viu que ninguém pôde refutar os argumentos científicos apresentados pelo Dr. Nahor, pois contra fatos não há argumentos. Que Deus continue abençoando o Dr. Nahor em suas apresentações! [ALM]



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