
Os alimentos ativam um mecanismo de defesa do órgão, que limpa e recicla proteínas tóxicas ligadas a problemas mentais como perda de memória.
Com base em pesquisas anteriores que já apontavam o declínio da capacidade do corpo do idoso em evitar inflamações e processos de oxidação danosos, o trabalho apresentado pelo cientista Shibu Poulose mostra como as pessoas estão sujeitas a doenças degenerativas no cérebro com o passar dos anos.
Para realizar a ação contra inflamações e oxidações, as frutas oferecem compostos polifenólicos, também encontrados em vegetais e nozes. Em estudos anteriores, a equipe do serviço de pesquisa do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos já havia resultados positivos em testes com ratos, alimentados durante dois meses com dietas contendo 2% de frutos como morango e mirtilo.
Nos roedores, o efeito foi o da recuperação de nervos e de padrões de comportamento ligados à atividades de aprendizado e reconhecimento.
As células responsáveis pela operação de limpeza no cérebro são conhecidas como micróglias. Elas removem e reciclam substâncias que, do contrário, atrapalhariam as funções cognitivas do cérebro. Poulose acredita que, com o tempo, essas estruturas deixam de funcionar corretamente, acarretando acúmulo de toxinas. O corpo passa a exigir mais das células, que começam a lesar o órgão.
Para o cientista, os compostos polifenólicos de alguns frutos restauram a capacidade das micróglias ao bloquear a ação de uma proteína que inibe o mecanismo de operação de limpeza do cérebro.
Fonte: G1
Nota: Dessa notícia meu pai vai gostar, não é Sr. Carlito? (sr). Meu pai é um idoso que era alcoólatra cerca de 30 anos atrás e até hoje faz tratamentos neurológicos, com o auxílio de remédios, pois sofreu danos no cérebro por causa do consumo do álcool, onde uma das consequências seria a perca de memória (mas a memória dele aparentemente é boa, felizmente). Porém, graças a Deus ele já está finalizando o seu tratamento.
O álcool, seja lá em que quantidade for, gera radicais livres que passam a destruir as células de nosso corpo, inclusive e especialmente os neurônios. A revista Galileu, apesar de aparentemente apoiar o consumo de álcool, não pôde negar que:
"Em pessoas com dependência alcoólica, que consomem álcool em grandes quantidades com frequência, essa destruição é bem demonstrada por estudos. Ocorre atrofia cerebral e encolhimento das estruturas do cérebro. Algumas pesquisas mostram que o álcool tem um poder de destruição do cérebro maior do que outras drogas. Pessoas que bebem com menos frequência podem apresentar falhas na memória" (Edição 187 - Fev/07 - Comportamento).
Se utilizar normalmente dos alimentos que o Criador deixou para nós sempre será uma bênção, a não ser, por exemplo, que manipulemos erroneamente tais alimentos e os transformemos em verdadeiros venenos, para nossa própria destruição, como pode ser o caso do vinho alcoólico de uva ou de mirtilo, do arroz e da farinha de trigo brancos, do açúcar refinado, etc. O mais próximo possível do natural, melhor será para a nossa saúde.
Meu pai, recupere ainda mais sua saúde consumindo frutos, em especial, os que a ciência vem comprovando que são um "santo remédio", de fato, como no caso dos acima apresentados. Saúde a você também, amigo leitor! [ALM]
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