
Porém, devo mencionar dois deslizes do Pr. Raildes, o primeiro não relevante e o outro um pouco mais sério. Errou ao afirmar que:
1. "O isótopo carbono-14 é o utilizado para datações que resultam em idades de milhões ou bilhões de anos para os materiais analisados".
Na verdade, o C14 só pode ser usado para datar amostras que tenham até cerca de 50 mil a 70 mil anos de idade. Para idades de milhões ou bilhões de anos são utilizados isótopos tais como:
Potássio 40, com meia-vida de 1,3 bilhões de anos;
Rubídio 87, com meia-vida de 48,8 bilhões de anos;
Samário 147, com meia-vida de 106 bilhões de anos;
Urânio 235, com meia-vida de 0,704 bilhões de anos;
Urânio 238, com meia-vida de 4,47 bilhões de anos;
Rênio 187, com meia-vida de 42,3 bilhões de anos.
2. "Estudos astronômicos descobriram um dia perdido na história da Terra. Isso provaria os relatos bíblicos de Josué 10:13 associados com os de Isaías 38:8".
Essa informação não é confirmada pelos criacionistas renomados. Confira no blog de Michelson Borges.
Caso o leitor deste blog não teve a oportunidade de ouvir o estudo comentado nesta postagem, poderá ouvir o reprise que será levado ao ar terça-feira próxima (17/02) às 16:00 h. Valerá a pena. Para tal, o acesso à Rádio Novo Tempo de Maringá via Internet é o seguinte: http://www.novotempo.org.br/radio/maringa/.
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