sexta-feira, 22 de maio de 2009

O deus Coca-Cola

Quarta-feira passada um colega de classe fez uma observação sobre a "onipresença" da Coca-Cola no mundo que achei muito interessante. Ele brincava dizendo que se um dia os seres humanos viessem a morrer todos ao mesmo tempo (pensei logo: por uma pandemia como a gripe suína? Por uma catástrofe natural como ocorreu no Dilúvio com os dinossauros?), ficando o planeta sem ninguém pra contar história, e se por ventura seres extraterrestres, tipo os mostrados no cinema (aí ele "viajou" um pouco, mas tudo bem), viessem conhecer nosso planeta então desolado, ao notarem o símbolo da Coca-Cola em quase todas as partes da Terra pensariam que a Coca-Cola foi para os humanos uma espécie de deus, adorado mundialmente. Os ETs fariam como fazem os arqueólogos quando querem descobrir em que contexto social estava inserido certo objeto encontrado numa determinada escavação.

A expansão da marca Coca-Cola, com seus refrigerantes de sabor muito agradável (porém nada saudáveis), vem ganhando mercado a cada dia que passa, fruto do processo de globalização econômica e investimentos em marketing. Hoje em dia, se você for para o Vietnã ou para a Rússia, por exemplo, e entrar em uma lanchonete para comprar uma bebida, lá estará à disposição uma variedade de refrigerantes produzidos pela Coca-Cola.

Complemento a ideia de meu colega: O curioso para esses ETs propostos, ao exumarem os restos mortais de algumas pessoas que bebiam do líquido negro estranho, seria notar que o "deus" dessas pessoas não as amava, pois fornecia uma bebida que poderia deixa-las doentes, dependentes física e psicologicamente, além de propiciar o risco de morte, caso ingerida excessivamente.

Apesar de ser uma ficção, fica a moral da história: Não deixe outro deus tomar o lugar do seu DEUS amoroso e verdadeiro, Jesus Cristo, aquele que dá de graça a água da vida, pura e saudável; aquele que sabe de todas as suas necessidades e quer te ajudar, porque Ele é nosso Criador, Mantenedor e Salvador.

André Luiz Marques

5 comentários:

J. R. Habkost disse...

Essa analogia foi inspirada pelo Espírito Santo! Foi para o meu blog!

Unknown disse...

André Luiz,

A idéia não é do seu colega, mas do Mário Quintana (Caderno H). Uma brincadeira cheia de verdade quanto à elevação do do marketing nas sociedades de consumos a um destaque midiático de que desfrutavam no passado somente as divindades.

Segue o texto abaixo:

"Supremo Castigo.
Em todos os aeródromos, em todos os estádios, no ponto principal de todas as metrópoles, existe - e quem é que não viu? - aquele cartaz... De modo que, se esta civilização desaparecer e seus dispersos e bárbaros sobreviventes tiverem de recomeçar tudo desde o princípio - até que um dia também tenham os seus próprios arqueólogos - estes hão de sempre encontrar nos mais diversos pontos do mundo inteiro, aquela mesma palavra. E pensarão eles que coca-cola era o nome do nosso Deus."

Abraços monoteístas!

Unknown disse...

Jean,

Deixa de ser exagerado. A palavra "inspiração" já possui uma carga teológica que você deve respeitar.

Linguagem é isso: nós não usamos as palavras como gostaríamos que elas se comportassem, mas segundo a semântica que elas já tem.

"Inspirado pelo Espírito Santo", Jean? Só os textos bíblicos foram inspirados pelo Espírito Santo. Qualquer boa idéia que tenhamos baeada nas Escrituras Sagradas, poderíamos chamar de "iluminação" do Espírito Santo. Inspirados, somente os escritores bíblicos foram!

Abraços iluminados, amigo!

André Luiz Marques disse...

Thiago,

realmente o Jean (que fez um comentário em meu blog) estava exagerando. Nós, adventistas, temos esta compreensão sobre o emprego da expressão "inspiração" e a ensinamos. Parabéns pela sua correção, Thiago! Mas saiba que o nosso amigo Jean não quis dizer isso, em seu sentido pleno e efetivo. talvês a palavra correta para o que ele sentiu ao ler a postagem sobre o "deus coca-cola" seria mesmo "iluminação" (penso que sim, pois ele e eu temos a mesma formação teológica). Quem sou eu para receber a inspiração divina, diga-se de passagem. Não nos entenda mal (o Jean e eu). Foi uma gafe que assumo, por não ter corrigido o Jean, educadamente, na ocasião.

Legau descobrir, por meio de vc, Thiago, que a ideia de meu colega de classe, sobre o "deus coca-cola", já havia sido expressa por Mário Quintana. Desculpe minha ignorância frente a isso e peço desculpas pelo meu colega de classe, que não citou a fonte de tal analogia, ao relatar o pensamento.

André Luiz Marques

Unknown disse...

andré,

obrigado pela sua visita ao nosso blog e pelos elogios... ainda estamos ansiosos pela repercussão, ficamos contentes por vc ter gostado.

de fato, imaginei que o jean não tivesse objetivado equiparar o seu post às escrituras. minha intervenção foi mais a título de esclarecimento do termo para os desavisados (como, me pareceu, foi o caso dele).

mas não acho que vc deva se desculpar, andré. o lapso foi dele. sua "omissão" (se é que podemos chamar assim) não seria um caso para a fogueira... rsrsrs.

tb não acho que tenha de se desculpar pelo seu colega de classe... vc citou a fonte, ele é que não (ou será que ele sabia?)

agora... acho ainda mais descabido suas escusas por aquilo que chamou de "ignorância" sua.

puxa vida, andré... eu gostaria de conhecer todos os poetas e todos os grandes mestres da literatura e todos os cientistas e acadêmicos, mas minha cabeça é tão pequena, tenho tão pouco tempo e me esforço muito menos do que eu poderia. enfim, não saber de algo não é só um "privilégio" seu. amanhã será vc quem me trará algo de novo. contudo não acho que sejamos ignorantes por isso... (mas preguiçoso eu sei que sou... rsrsrs)

abraços criacionistas

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